Com uso do FGTS, financiar imóvel de até R$ 1,5 milhão ficará mais barato

 

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A decisão do governo de elevar o teto de financiamento de imóveis com uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para R$ 1,5 milhão, em vigor a partir desta segunda-feira, 20, deve trazer algum alívio às incorporadoras, construtoras e consumidores, sobretudo os de classe média e alta. Mas, para especialistas, a medida não tem potencial para destravar de vez o mercado imobiliário e reinjetar ânimo na construção civil.

A economia para o consumidor mais endinheirado que está em busca da casa própria chega a R$ 250 mil ao final de um financiamento, segundo uma simulação elaborada pelo consultor Marcelo Prata, fundador do site Canal do Crédito. A parcela inicial, por exemplo, fica R$ 1.185,44 mais barata.

Já a taxa de juros pode ser 1,5 ponto porcentual menor entre o regime anterior e as novas regras. O efeito prático da redução no custo do empréstimo, contudo, deve ser maior. O cálculo utiliza a chamada taxa balcão, para quem não tem nenhum relacionamento com o banco.

A resolução aprovada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) na semana passada permite não só o enquadramento no Sistema Financeiro da Habitação (SFH), como já era permitido desde setembro do ano passado, mas inclui também o uso dos recursos do FGTS na compra.

Antes, imóveis a partir de R$ 800 mil ou R$ 950 mil, a depender da região do País, estavam de fora dessa combinação de utilização de dinheiro do Fundo e crédito subsidiado.

“A crise no setor imobiliário é muito mais por falta de confiança dos consumidores e do alto nível de desemprego do que pelos juros em nível elevado. Logo, o incentivo de uso do FGTS tem mais peso”, afirma Prata. Segundo o analista, a prova disso é que não houve recuperação no mercado quando a primeira autorização, que não incluía o FGTS, foi decidida.

A alteração só engloba empreendimentos novos e terá validade até 31 de dezembro deste ano, quando o governo vai reavaliar se mantém o estímulo por mais tempo.

Por excluir o mercado de usados, a medida pode ter efeito reduzido na economia, na avaliação do pesquisador da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), Eduardo Zylberstajn. “O proprietário de uma unidade usada poderia utilizar a nova regra para partir para um novo”, afirma. “A medida é endereçada às construtoras e só resolve parte do problema, que são os estoques altos”, avalia Prata, do Canal do Crédito.

De todo modo, Zylberstajn acredita que uma parcela da população deve ser beneficiada com a medida. “Desamarra um pouco o FGTS. Quem tem um valor considerável preso no FGTS a uma remuneração baixa agora pode destiná-lo à entrada de um imóvel”, afirma.

Para o presidente do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), Flávio Amary, a elevação do teto servirá mais como um empurrão ao setor, mas não será suficiente para produzir alguma pressão de alta nos preços. “Quem tiver recursos para se antecipar neste momento de baixa pode ter benefícios na negociação”, diz.

Um estudo conduzido pela Secretaria de Planejamento e Assuntos Econômicos (Seplan), do Ministério do Planejamento, mostra que a medida vai gerar um impacto de R$ 4,9 bilhões na economia brasileiro neste ano. O reflexo no Produto Interno Bruto (PIB) deve ser de 0,07 ponto porcentual.

Nas contas da Seplan, a iniciativa poderá resultar em um acréscimo anual de R$ 490 milhões nos saques do FGTS. Esses recursos possibilitariam a venda de quatro mil unidades, mostra a projeção. “A medida vai contribuir para retomada do crescimento”, destaca nota do governo.

Amary, do Secovi-SP, é mais otimista e diz que o impacto da medida pode ir além do previsto. “Acredito que a medida deve ser vista num contexto mais amplo. O setor de decoração, por exemplo, deve ser beneficiado com o acréscimo de venda de imóveis novos”, destaca.

O executivo acredita que o atual ciclo negativo do segmento deve estar perto do fim. “Se confirmadas as expectativas de retomada de atividade no fim do ano, o setor deve melhorar as vendas e lançamentos”, afirma. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte:  Estadão Conteúdo publicado em 20/02/2017.

Consórcio Imobiliário ???

broker-pronto-2 Você que está interessado em comprar um apartamento ou uma casa sem precisar passar pela aprovação de crédito de um banco, o consórcio é uma opção. Também serve  se você não tem pressa em se mudar, mas precisa de um incentivo para poupar.

Ele nada mais é do que um grupo de consumidores formado para arrecadar determinada quantia durante um certo período. Todos os meses, os participantes contribuem com um valor definido, criando uma poupança conjunta.

A cada mês, até o final deste período, uma ou mais pessoas são contempladas e recebem a quantia necessária para comprar seu imóvel. Este valor é determinado na criação do grupo.

O consórcio de imóveis pode ser mais vantajoso que um financiamento imobiliário, já que em grande parte dos casos seu custo é inferior ao pago nos empréstimos bancários.

Por outro lado, ao contrário do financiamento, onde o consumidor já sai com o crédito para comprar o imóvel, no consórcio, é preciso esperar ser sorteado, o que pode levar anos ou vencer um lance, o que depende de vários fatores.

Além disso,o risco de inadimplência é maior porque no financiamento. No financiamento, você corre o risco de ficar inadimplente. Já no consórcio o risco atinge a todo o grupo. Você estará emprestando seu dinheiro para comprar os bens de terceiros. Por isso, é necessário que todos paguem suas parcelas em dia. 

No caso de você optar pelo consórcio imobiliário, o uso do seu FGTS ( Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) pode ser utilizado em duas situações:

1) Para oferecer um lance ou

2) Para pagar o saldo devedor ou parte dele

Quem gerencia os consórcios no Brasil são instituições autorizadas pelo Banco Central (BC), o responsável por fiscalizar essa modalidade de crédito no país. São elas as responsáveis por gerir os recursos do grupo e aplicá-los de modo adequado, além de preservar a igualdade de direitos e deveres de todos os consorciados.

Fonte: Caio Vital

Dicas para quem financiou ou vai financiar pela CAIXA

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O Banco informa que quer fortalecer seu relacionamento com os clientes e interagir na busca de um melhor atendimento.

Veja as dúvidas mais comuns sobre o contrato:

1. Para receber informações da CAIXA, o que devo fazer?

É muito importante manter seu endereço e telefone sempre atualizados. Quando houver alguma mudança, informe imediatamente à CAIXA.

2. Como é formada a minha prestação no Contrato CAIXA financiamento habitacional?

Nos financiamentos habitacionais, a prestação mensal é composta por: Encargo Principal – parcela de amortização e de juros mensais;

• Encargos Acessórios – taxas de administração, seguros de Morte e Invalidez Permanente (MIP) e Danos Físicos ao Imóvel (DFI).

3. Como são calculados os encargos e seguros?

• A parcela do encargo principal, referente aos juros, é recalculada em função de saldo devedor atualizado, taxa de juros, sistema de amortização e prazo restante do contrato, conforme condições contratadas.

• Os encargos acessórios variam de acordo com o tipo de financiamento. Você pode verificar no seu contrato de financiamento quais são os encargos acessórios que formam a sua prestação;

• O valor do prêmio do seguro MIP é obtido mediante a aplicação das taxas, constantes na Apólice, sobre o valor do financiamento na contratação ao percentual de pactuação de renda dos participantes;

• Para cálculo do valor do prêmio do seguro DFI é aplicada uma taxa sobre o valor de avaliação do imóvel.

4. Quando ocorre o vencimento da prestação?

O primeiro pagamento vence 30 dias após a assinatura do contrato. Você pode escolher a data de vencimento na contratação ou alterá-la durante a vigência do financiamento.

5. Como posso pagar as prestações do meu financiamento?

Débito Automático CAIXA é a forma mais prática de efetuar os pagamentos, pois não é preciso ficar dependente do recebimento de boleto de cobrança. Saiba mais:

• Com o Débito Automático, o valor da prestação é debitado automaticamente na sua conta corrente no dia agendado;

• É possível verificar o agendamento do débito no campo “lançamentos futuros” do extrato da conta quinze dias antes da data do vencimento de cada prestação. Caso não conste este lançamento, entre em contato com a CAIXA;

• É muito importante verificar no extrato da sua conta se o débito da prestação ocorreu, pois o recibo de depósito não é um comprovante de pagamento;

• Caso deseje optar pelo Débito Automático, procure a CAIXA.

Você também pode pagar usando o boleto de cobrança. Com ele, a prestação pode ser paga até a data de vencimento em toda a rede bancária:

• Após o vencimento, o pagamento do boleto pode ser feito em casas lotéricas, correspondentes bancários CAIXA AQUI ou, dependendo do tempo de atraso, somente nas agências da CAIXA;

• Se você não optou pelo débito automático e não recebeu o boleto pelo correio, pode pedir uma segunda via pelo telefone 0800 285 3185 (caso o boleto tenha até 60 dias), em qualquer agência da CAIXA ou clicando aqui.

6. O que acontece se eu atrasar as prestações do meu financiamento?

• O atraso no pagamento das prestações gera multa e juros, referente aos dias em atraso, e permite a CAIXA incluir as informações vinculadas ao seu contrato em cadastros restritivos de crédito como SERASA e outros;

• Caso você não pague as parcelas em atraso, a CAIXA pode leiloar seu imóvel;

• Na alienação fiduciária, você não pode transferir seu imóvel a terceiros sem o consentimento da CAIXA. Isso acontece porque o imóvel fica em nome da CAIXA e só é transferido para você após a quitação do financiamento.

7. Posso utilizar o meu saldo de FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço)?

Sim. Mas, somente quando você, o contrato e o imóvel estiverem enquadrados nas regras do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) na data da aquisição do imóvel.

Para saber se no seu caso é permitido o uso do FGTS, clique aqui ou faça o download do Manual da Moradia Própria.

8. Posso usar o FGTS para quais fins?

• Amortizar o saldo devedor, ou seja, reduzir o prazo ou o valor do encargo;

• Pagar até 80% do valor da prestação;

• Liquidar o saldo devedor.

9. Onde posso tirar dúvidas e obter informações?

A CAIXA oferece diversos canais de comunicação para você entrar em contato sempre que quiser:

• O SAC CAIXA recebe reclamações, sugestões e elogios todos os dias da semana, 24h por dia, pelo número 0800 726 0101. O prazo para resposta é de até cinco dias úteis;

• A Ouvidoria recebe denúncias e reclamações não solucionadas pelo SAC, de segunda à sexta-feira, das 08h às 18h (horário de Brasília), pelo número 0800 725 7474. O prazo para resposta é de até 15 dias;

• O atendimento especializado recebe ligações de clientes com deficiência auditiva ou de fala, pelo número 0800 726 2492;

• Você também pode acessar o sítio da CAIXA no endereço www.caixa.gov.br sempre que precisar de informações adicionais.

Para captura do Guia:

GUIA RÁPIDO DE INFORMAÇÕES IMPORTANTES


Fonte:
Caixa

10 DICAS IMPORTANTES PARA ESCOLHER UM ARQUITETO

Hoje em dia, escolher um arquiteto é uma tarefa muito comum. Quase ninguém compra um lote, uma casa ou um apartamento e parte direto para mudança sem modificar alguma coisa. Seja construção, ou reforma, contratar um arquiteto é sinônimo de economia e não de gasto!

É importante saber que com um projeto bem feito, por um arquiteto, você consegue dimensionar melhor o tamanho do imóvel para o valor que tem para investir e reduzir as surpresas que vai ter pela frente. Consegue encontrar opções mais econômicas para as necessidades do seu dia-a-dia na casa com soluções mais modernas e práticas.

img_3972Portanto,  vale a pena  contratar o projeto para sua casa , não é mesmo? Mas e agora? Como escolher?

Não existe regra infalível, mas para facilitar a sua árdua jornada e tentar deixar as coisas um pouco mais seguras para você, aqui estão 10 dicas importantes para te ajudar a escolher o seu arquiteto do coração!

10 DICAS IMPORTANTES PARA ESCOLHER SEU ARQUITETO

1. Saiba com quem conversar!

Para escolher seu arquiteto faça uma lista com profissionais de que gosta ou que queira conhecer. Busque indicação de amigos, portfólios em sites e revistas, referências em associações de arquitetos, visite mostras de decoração…

2. Saiba quanto você pode gastar!

Existem variadas modalidades de remuneração por projeto. O valor pode ser calculado sobre a área construída, percentual sobre o custo da obra ou hora técnica. Tenha uma previsão da área que pretende construir na hora de orçar o projeto, vai facilitar sua vida. Se precisar de uma base para referência de preços, pode encontrar uma tabela de honorários no site do CAU (Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil) .

3. Defina a sua real necessidade

Os arquitetos são habilitados a atuar na avaliação do terreno, projeto arquitetônico, detalhamento de interiores, projeto luminotécnico, paisagístico, aprovação na prefeitura, acompanhamento e até o gerenciamento da sua obra, sem falar nas consultorias. É importante que você saiba de quais serviços precisa, para não contratar demais, nem de menos e assim fazer uma boa negociação.

4. Tenha afinidade com o portfólio do profissional escolhido

É importante que antes de seguir para a escolha do arquiteto, você tenha em mente de qual estilo gosta. Assim poderá dar atenção especial ao portfólio dos profissionais e escolher aqueles que têm uma estética parecida com a que você deseja.

5. Verifique se o arquiteto possui registro no Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU)

Você vai precisar de um arquiteto com registro para fazer a aprovação do projeto na Prefeitura.

6. Desconfie de pré-projetos antes da contratação

Nenhum profissional trabalha de graça, projeto pré-contratação é projeto pronto da internet, de antemão já demonstra pouca atenção do profissional para com as suas necessidades. Nada contra projetos prontos da net, alguns são incríveis, mas contratar um arquiteto, é ter um projeto pensado para você e não uma adaptação de projeto pronto.

7. Faça reunião presencial

É importante que você e o profissional tenham afinidade, pois conviverão por meses ao longo do projeto.  Faça uma  reunião presencial, para verificar se  realmente atende suas necessidades para o projeto.

8. Visite alguma obra que o arquiteto tenha feito

Estar dentro do ambiente vai te dar uma dimensão melhor da qualidade do projeto, principalmente se você pretende contratar o acompanhamento de obra.

9. Converse com o arquiteto sobre a Reserva Técnica

Se for contratar o acompanhamento ou gerenciamento da sua obra, converse com o arquiteto sobre a Reserva Técnica. A reserva é uma prática do mercado, na qual algumas empresas oferecem uma comissão para os arquitetos na indicação de clientes. Muitos arquitetos repassam parte dessa bonificação para o cliente, não é uma obrigatoriedade, mas se existe a possibilidade é importante ter clareza no acordo.

10. Não contrate sem a proposta de serviço

É na proposta de serviço que ficam detalhadas todas as etapas do trabalho contratado, a data para entrega de cada etapa e seus respectivos valores. É importante também que na proposta de serviço esteja discriminada a quantidade de visitas que serão realizadas durante a execução da obra.

Profissional perfeito, assim como pessoa perfeita, é algo que não existe. O que você pode encontrar é o profissional mais adequado para o seu projeto, seu gosto e seu bolso. O melhor, nem sempre é o mais caro ou o mais famoso.

Quanto mais você souber, sobre o que você pode e quer fazer na sua obra, mais perto você vai estar de fazer a escolha certa do profissional para te acompanhar. Só de estar aqui, agora, lendo esse texto, você já demostra que está mais próximo de a fazer uma escolha mais consciente e portanto mais acertada!!!

Fonte:  Caio Vital

https://caiovital.com/2016/11/20/quem-escolher-arquiteto-ou-engenheiro/

Quem escolher: Arquiteto ou Engenheiro?

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Quem escolher: Arquiteto ou Engenheiro?

Já me fizeram essa pergunta várias vezes, e eu sempre costumo dar a mesma resposta: de preferência os dois! Mas depende do seu projeto…

O engenheiro pode assinar um projeto arquitetônico da mesma forma, o arquiteto pode gerenciar uma obra, função que normalmente é do engenheiro.

Portanto, para fins de responsabilidade legal, tanto o arquiteto quanto o engenheiro podem ser assumir a responsabilidade técnica pelos projetos, execução e fiscalização das obras.

A verdade é que eu acredito que o ideal seria contratar os dois porque são profissionais complementares em uma obra, mas existem algumas exceções que realmente não precisam de ambos. O importante é saber exatamente o que cada profissional tem a oferecer e em que a contratação vai te beneficiar, assim fica fácil de decidir.

Arquiteto

O arquiteto é focado na parte humana da construção que irá trabalhar na elaboração da planta, entorno e fachada. Também irá fazer  uma boa distribuição dos espaços de forma racional, com foco em questões relacionadas à estética, ergonomia, iluminação, ventilação, insolação e ideias ligadas ao paisagismo e design de ambientes.

A formação em arquitetura envolve tanto conhecimentos como conforto ambiental e história da arte, quanto conhecimentos da área da Engenharia. Contudo, as disciplinas da engenharia não são tão aprofundadas, pois tem por objetivo apenas habilitar o profissional a verificar antecipadamente se o seu projeto é viável.

Engenheiro Civil

O engenheiro civil tem por função encontrar as melhores soluções técnicas para a implantação do projeto do arquiteto. Cabe ao engenheiro fazer o cálculo para que toda a estrutura da construção seja viável e segura, dimensionar a fundação, as vigas e as colunas, calcular a distribuição das forças e cargas, especificar a resistência dos materiais a serem utilizados na obra visando à economia e estabilidade da construção, além de atuar com os projetos complementares (elétrico, hidraúlico , entre outros).

A formação em engenharia civil, apresenta uma base mais sólida em ciências exatas, com várias disciplinas focadas em matemática e física.

De uma vez que ficou especificado a função de cada um, fica fácil saber de qual profissional você vai precisar. Por exemplo, se você  for fazer uma reforma que não impacte na estrutura do imóvel, só precisa do arquiteto; se você for fazer um reforço na estrutura da sua construção, só precisa do engenheiro e se for construir uma casa do zero ou fazer uma grande ampliação, aí você precisa dos dois!

Fonte: Caio Vital

 

DESCUBRA 6 VANTAGENS DE CONSTRUIR EM CONDOMÍNIO FECHADO

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Ótimo para quem tem família e não quer ver seus filhos presos em casa por causa da falta de segurança nas ruas. Além de inovar seu  jeito de morar, confira as vantagens por optar por esse estilo de vida: você pode ter a oportunidade de desfrutar de total privacidade, segurança, lazer e muito mais benefícios!

1ª Segurança

Esse fator é talvez um dos benefícios mais importantes. Muros, cercas elétricas, guarita, portaria 24h e câmeras de identificação garantem a tranquilidade dos moradores. Com saídas e entradas controladas, riscos são evitados, incômodos e visitas indesejadas também.

condominio-fechado2 Tudo para que você fique despreocupado e possa colocar a cabeça no travesseiro e ter uma ótima noite de sono.

2ª Lazer

Atividades e opções de entretenimento para todas as idades. Em um condomínio fechado, os moradores contam com piscinas, saunas, brinquedotecas, playgrounds, quadras poliesportivas, salões de festas, espaços gourmet, churrasqueiras, academias, salões de jogos e até mesmo cinemas.

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Atividades e opções de entretenimento para todas as idades. Em um condomínio fechado, os moradores contam com piscinas, saunas, brinquedotecas, playgrounds, quadras poliesportivas, salões de festas, espaços gourmet, churrasqueiras, academias, salões de jogos e até mesmo cinemas.

Estes espaços são ótimas opções para as famílias quem tem crianças e desejam um espaço seguro para seus filhos brincarem.

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Tudo isso é feito para trazer mais bem-estar, descanso e diversão a qualquer momento. As crianças podem brincar com liberdade e os pais ficarem despreocupados.

3ª Privacidade

Um dos motivos que levam muitas pessoas a escolherem os condomínios fechados é a privacidade.

pet-famyliAo morar em um local privado, os moradores eliminam qualquer possibilidade de vendedores ambulantes, pedintes, entregadores de panfletos, entre outras pessoas, tocando na porta de suas casas.

4ª Tranquilidade

Os condomínios fechados costumam ser silenciosos e longe de vias urbanas e do barulho do trânsito, o que é ótimo para quem adora o silêncio e deseja aproveitar de muita tranquilidade em seus momentos com a família em casa.
pessoa-meditandoDificilmente em um apartamento ou em uma casa você terá toda essa comodidade proporcionada pelos condomínios fechados. Afinal, depois de um longo e cansativo dia no trabalho, nada melhor do que relaxar em um lugar tranquilo e calmo.

5ª Qualidade de vida

Hoje em dia, um quesito muito em alta é qualidade que você pode ter e oferecer para sua família.   
cara-correndoAo morar em um condomínio fechado você vai notar a melhoria em sua qualidade de vida. Esses lugares costumam ter terrenos grandes, o que permite a construção de casas mais espaçosas, arejadas e com mais conforto, em amplas áreas verdes.

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Você poderá curtir seu tempo livre nos espaços de lazer do condomínio, que na maioria das vezes, possuem variedades de entretenimento em meio à natureza. Isso porque nos condomínios fechados os bosques nativos, praças, lagos, áreas verdes e espaços de convivência são preservados  com a manutenção  periódica.

Existem até mesmo aqueles que oferecem academias, o que é ideal para praticar exercícios sem precisar se deslocar longos caminhos!

6ª Localização

Apesar do ambiente calmo e mais afastado,os residenciais buscam sempre estar próximos às necessidades básicas dos moradores, tornando a rotina mais prática e cômoda. Por isso estão sempre a poucos minutos de supermercados, farmácias, escolas, lojas, parques e shoppings.

Running womanOs bairros também são selecionados estrategicamente, buscando sempre conforto e segurança.

Fonte: Caio Vital

Comprar uma casa pronta ou construir uma casa do zero ?

Na hora de adquirir um imóvel, se a opção for comprar uma casa, uma dúvida que pode surgir é se vale mais a pena comprar uma casa pronta ou construir uma casa do zero.

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Nos dois casos, existem vantagens e desvantagens e é preciso avaliar todas as possibilidades. Porém, a escolha, com certeza, deve levar em consideração o valor disponível para investir, o tempo e a paciência do proprietário.

Algumas das vantagens de começar a construir uma casa do zero é que o imóvel será projetado de acordo com as necessidades da família, não serão necessárias reformas e os acabamentos são do gosto do proprietário. Além disso, com planejamento bem feito, os custos podem sair menores. Porém, em contrapartida, pela falta de experiência, a obra, no final, pode acabar extrapolando o tempo e orçamento inicialmente pensados.

Já a casa pronta pode precisar de algumas pequenas reformas para se adequar às necessidades da família. Mesmo assim, o tempo que irá levar, em caso de necessidade de alguma intervenção, será bem mais curto que construir uma casa do zero. Ou seja, a casa pronta estará disponível logo após a aquisição. Além disso, ela já tem seu valor de mercado adequado.

 Caso você  tiver facilidade em contratar a mão de obra para a construção, com certeza vai ficar mais barato construir. Até porque a casa terá o projeto ao seu gosto, você vai poder escolher o melhor material e a casa poderá gerar mais prazer. Mas se você não sabe contratar de forma eficiente, é melhor não optar pela construção. Até porque existe uma série de responsabilidades que podem resultar em mais tempo e dinheiro gastos.

A questão do tempo disponível é importante neste processo. Quando a casa já está pronta, existe a vantagem de poder se mudar para o imóvel logo após a aquisição. Se a escolha é construir do zero, é preciso seguir uma sequência de etapas até, enfim, poder morar no imóvel.

O mais comum é fazer financiamento para comprar uma casa já pronta e é ao que os bancos estão mais habituados a fazer, onde há várias modalidades de financiamento. Vários bancos fazem esse tipo de negócio e é importante pesquisar as taxas de juros de cada um porque há uma disputa acirrada entre essas instituições. Portanto, vale a pena fazer várias simulações e saber qual é melhor opção para você.

Carta de crédito imobiliário ? Entenda como Funciona!

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O que é uma Carta de Crédito

É um documento utilizado por consumidores que desejam comprar algum bem. O instrumento não se restringe apenas aos negócios imobiliários.

No Brasil, este mecanismo financeiro é utilizado, por exemplo, no mercado de consórcio. Neste caso, o cliente contemplado recebe uma carta no valor do bem e vai adquiri-lo por conta própria.

A carta de crédito é emitida por um banco, chamado na operação de “banco emissor”. Ela é a garantia que o “solicitante” da carta tem uma determinada quantia de dinheiro disponível para realizar a transação. Para usar este crédito o solicitante tem um prazo fixo definido no instrumento.

Atenção: muitas pessoas negociam cartas de crédito no mercado paralelo. Não recomendamos que você negocie neste mercado, mas caso você decida fazer assim, tenha sempre muita atenção neste tipo de transação, porque existe muita falsificação neste segmento. Não acreditem em dinheiro fácil, as oportunidades que parecem boas demais para serem verdades são a porta de entrada dos golpes. Por isso, cerque-se de profissionais qualificados e reconhecidos no mercado para obter informação e orientação.

O que é uma Carta de Crédito Imobiliário

No caso específico da carta de crédito imobiliário, ela pode ser usada para comprar ou para reformar um imóvel. Adicionalmente, pode também ser utilizada para a compra de material com objetivo de reformar ou construir.

Como obter a Carta de Crédito Imobiliário para comprar um imóvel

O primeiro passo neste caso é escolher o banco onde você vai solicitar a emissão da carta de crédito, que será o mesmo banco no qual você vai pagar as prestações referentes a este empréstimo.

A principal dica aqui é pesquisar: visite vários bancos e converse com os gerentes. As taxas de juros cobradas e as taxas administrativas variam de banco para banco. Assim, investir tempo em uma pesquisa pode efetivamente significar uma redução na dívida que vai contratar.

Se você pretende “adquirir” uma carta por consórcio, a dica da pesquisa é igualmente importante. Compare os planos e as suas taxas administrativas. Este tipo de negocio nunca deve ser realizado de forma impulsiva.
O processo para entrar com o pedido varia um pouco de acordo com cada instituição financeira. De maneira geral, a documentação necessária envolve seus documentos pessoais, documentação para comprovação de renda e também documentação referente ao imóvel.

Ter uma carta de crédito na mão no momento da compra do imóvel pode facilitar inclusive o processo de negociação. Para o vendedor do imóvel a carta é a garantia que o comprador tem crédito disponível no banco e assim efetivamente pode realizar a compra desejada. Adicionalmente, do ponto de vista do vendedor, o tempo de recebimento do dinheiro é quase como um pagamento à vista.

Durante o processo de compra, assim como em outras modalidades de financiamento, o banco emissor vai entrar no fechamento da operação de compra, porque o imóvel comprado com a carta permanece hipotecado até que você pague todas as prestações contratuais.

Fonte:  Viva Real/ Blog /http://www.vivareal.com.br/

Você sabe reconhecer um imóvel de alto padrão?

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Quando se fala em imóveis de alto padrão, é comum vir à mente as mansões construídas em áreas grandes e com muito espaço. Mas, já existe no mercado imobiliário espaços menores, mas que não perdem em qualidade.

Diante de tantas ofertas, localidades e com o crescimento das cidades, como reconhecer um imóvel de alto padrão?

Fique atento e saiba reconhecer se o imóvel que lhe é apresentado se enquadra na categoria de alto padrão. Para isso, confira os principais requisitos:

Localização: um imóvel só pode ser considerado de alto padrão se estiver localizado com outros bairros como ele ao redor. Então, o bairro é um fator muito importante para se determinar um imóvel como alto padrão.

Acabamento: o material utilizado nas construções, por exemplo, também é levado em consideração na hora de tornar um imóvel especial. Os materiais preferidos dos clientes classe A são o mármore importado e madeiras nobres.

Área de Lazer: se o imóvel ficar dentro de um prédio ou condomínio, este item é geralmente levado muito em consideração e precisa ser analisado.

Serviços e opções : Os condomínios de apartamentos de alto padrão oferecem regalias exclusivas, como spas, academias completas, salas de cinema e piscina com raia aquecida. Identificar esses detalhes uma forma de diferenciar o imóvel de alto padrão dos demais.

Tecnologia: A automatização, que é uma exclusividade que torna o imóvel luxuoso e garante mais praticidade aos proprietários, é um procedimento de preço elevado visto somente em imóveis de alto padrão.

Metragem: ao contrário do que parece,  este não é um parâmetro fundamental na hora de classificar um imóvel como alto padrão. Se formos pensar que algumas regiões muito bem localizadas e valorizadas já não têm tantos terrenos grandes, os mesmos imóveis podem manter o padrão em uma área menor sem comprometer sua valorização.

Arquitetura: se o imóvel foi projetado por um arquiteto que se destaca nesse mercado, pode ajudar a defini-lo como de alto padrão e o mesmo ganha alguns números a mais na hora da venda.

Vale lembrar, que você deve estar sempre atento ao mercado e não comprar um imóvel pela questão da realização de um sonho, mas também como um investimento que pode ser renegociado no futuro, levando sempre a um bom negócio.

Hoje os clientes de casas, apartamentos ou condomínios fechados, já não são mais somente casais maduros como antigamente, mas jovens executivos bem posicionados profissionalmente.  E independente da idade, todos eles procuram além de uma ótima localização e serviços, bom atendimento, segurança e principalmente exclusividade.

Fonte: CAIO VITAL –  Corretor de imóveis /CRECI 97967

Fale conosco:

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INVESTIR EM IMÓVEIS É UM BOM NEGÓCIO?

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A maior parte das pessoas quando pensa em imóveis, imagina um local para chamar de seu. Aquele local que escolheu, onde vai vivenciar momentos em família, ver seus filhos darem os primeiros passos e crescerem, reunir seus amigos começar ou recomeçar a vida. Mas pouca gente se dá conta de que é bem mais que isso.

Por outro lado, quando pensamos em investimento, quase imediatamente nos vem à cabeça CDB, Bolsa de Valores, Tesouro Direto, Fundos de Investimento, gráficos, SELIC, juros e uma miríade de siglas, sendo que a maior parte delas não sabemos bem o que significa.

Quase todo mundo que você conhece tem um imóvel onde mora, alguns têm outro na praia ou no campo, outros têm os dois, mas mesmo esses pensam, em geral, da mesma forma.

Muito tem se falado sobre as tendências da geração Y, que tem hoje entre 18 e 35 anos, de não ter o desejo de comprar um imóvel, mas apenas alugá-lo. Isso, segundo essas tendências publicadas, daria a eles mobilidade e maior liquidez. No entanto, isso simplesmente não se verifica na prática. Em 2015, 67% dos compradores do primeiro imóvel nos EUA tinham até 35 anos. Além disso, eles têm hoje uma renda média maior que as demais gerações, segundo a 2016 Home Buyers and Sellers Generational Trends Report da National Association of Realtors.

Essa geração respondeu por 35% das vendas de imóveis nos EUA em 2015, a maior percentagem para uma geração. Eles procuram características diferentes nos imóveis, se comparados a outras gerações, mas o mercado está sempre atento a isso.

O imóvel continua sendo um local para morar, descansar, relaxar e ser feliz – e isso vale para todas as gerações.

Mas, além disso, o imóvel é um grande investimento, e muita gente sabe disso, principalmente quando estamos comprando. No entanto, se você perguntar para alguém quanto ela tem de investimentos, com certeza, ela vai se lembrar do banco do CDB, Bolsa de Valores… E vai te dizer um montante em reais.

Por que isso acontece? Por que, invariavelmente, não consideramos o valor dos imóveis como parte de nossos investimentos?

Por várias razões, mas vamos destacar três:

  1. Não passa pela cabeça de quem mora naquele local que escolheu, onde estão todas as suas coisas, onde vive com sua família e que é sua referência de lar, transformar aquilo em dinheiro, simplesmente. Podemos trocá-lo por um de valor maior ou menor, mas é difícil imaginar deixar de ser proprietário. No inconsciente das pessoas, a venda do apartamento implica na compra de outro e, portanto, é uma operação de soma zero.
  2. Em segundo lugar, porque o imóvel não tem liquidez financeira, o que quer dizer você não pode convertê-lo em dinheiro vivo no momento que quiser. Vender um imóvel depende da demanda, do preço que estamos pedindo, das condições de financiamento do mercado, das expectativas econômicas, do estado do imóvel, enfim vai demorar um tempo que não é possível prever para a realização da venda. Como não temos controle sobre esses fatores, nós simplesmente consideramos como um valor inacessível, que pode ser aproveitado, mas sempre estará comprometido com imóvel.  A casa de campo e a casa na praia, embora tenham o mesmo conceito, recebem um tratamento diferente e são entendidas como reserva de valor, e não exatamente como investimento.
  3. Nossa cultura nacional e nossa experiência como brasileiros, convivendo com variações imensas na taxa de câmbio, no valor do aluguel, no preço dos imóveis, na taxa de juros, no preço dos produtos e com o desemprego, nos ensinou que é preciso ter um porto seguro, um local para chamar de seu. Já vivemos tantas incertezas que não queremos trazer mais uma para a nossa vida, principalmente por ela ser referência da nossa família.

Considerar os imóveis como investimento não significa que iremos vendê-los quando notarmos sua alta nem que iremos comprá-los somente quando os preços estiverem em queda. Significa, antes de tudo, a possibilidade de gerenciar nossos investimentos, no curto, médio e longo prazo.

A primeira grande dificuldade é saber quanto vale um imóvel e como ele se valoriza. Mas hoje isso pode ser medido com razoável segurança. A segunda grande dificuldade é que, quando um imóvel sobe de preço ou é valorizado, em tese, todos os outros da região sobem proporcionalmente. Não é raro ouvir de um proprietário que, se ele vender o imóvel que tem há tantos anos, vai apenas conseguir comprar outro do mesmo tamanho na mesma região e que, consequentemente, não houve valorização daquele bem. Precisamos mudar o foco da comparação e tratá-lo e compará-lo como os demais investimentos.

Quando comparamos a valorização dos imóveis com a inflação medida pelo IPCA e o CDI (basicamente o rendimento do CDB) entre janeiro de 2013 e maio de 2016, é possível notar que os imóveis nem sequer acompanharam a inflação. Nesse período, o CDI rendeu bem mais.

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No entanto, se fizermos a mesma comparação para um período um pouco maior, de janeiro de 2011 a maio de 2016, tudo muda. Neste intervalo mais longo, a valorização dos imóveis superou a inflação e mesmo o CDI.

Foi, sem dúvida, um bom investimento. É bem verdade que esse período captou investimentos em imóveis não é a mesma dos investimentos em fundos de investimento, que permite o saque e possibilita ao investidor mudar para outro fundo com melhor rendimento no mesmo dia ou na mesma semana. Porém, os imóveis costumam ser investimentos rentáveis no médio e longo prazo.a alta dos preços de imóveis, que se manteve até o início de 2014, quando essa tendência começou a perder força.

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Gráficos elaborados pelo autor com dados da FIPEZAP  e do Banco Central, considerando um imóvel em São Paulo com três dormitórios.

Ele deve ser utilizado como um investimento, por exemplo, para aquele casal que acabou de casar e compra um imóvel. Quando chegam os filhos e é preciso mais espaço, a compra de um maior se faz necessária. Neste caso, o investimento no imóvel anterior vai ajudá-los na compra do maior. Com o passar do tempo, quando o casal já atingiu o ápice na carreira, faz sentido a nova troca de imóvel por outro com mais conforto e mais conveniências. Esse mesmo casal vários anos depois, quando os filhos já se casaram, descobrem que não precisam ter um imóvel tão grande, afinal, ele fica praticamente vazio. Novamente, outra mudança e a busca por um imóvel menor. Quando isso ocorre, uma parte desses investimentos que o casal fez durante a vida é resgatado e vai compor seu fundo de aposentadoria.

Existem muitos outros exemplos, mas o mais importante é entender que adquirir um imóvel é um investimento que tem baixa liquidez e, portanto, deve ser considerado para o médio e longo prazo, mas que costuma ser um bom negócio.

Aí vem a pergunta quase automática: “E quanto a comprar imóveis para alugar?” Bem, esse é um tema para outro artigo.

 

Fonte: Carlos A. Dariani, Economista e Diretor da Moneyus Consultoria (25/07/2016)