Como descobrir quanto vale o seu imóvel ?

Veja quais são os recursos que podem ser usados para definir um valor para o seu imóvel.

Edifício de apartamentos em São Paulo

 Para quem precisa apenas de uma noção vaga do valor, sites podem fornecer esse tipo de informação

São Paulo – Existem algumas maneiras de avaliar o preço do seu imóvel. Umas são mais apuradas e indicadas para quem deseja estipular um valor mais preciso ao colocar o imóvel à venda. Outras, mais superficiais, podem ser indicadas para quem apenas quer ter uma noção sobre o valor do seu patrimônio. Confira a seguir o que fazer para precificar seu imóvel.

Consulte um corretor

Para quem precisa definir um valor para o imóvel porque tem o objetivo de vendê-lo, o melhor caminho é a consulta a um corretor de imóveis.

Quando o imóvel é colocado à venda em uma imobiliária o mais comum é que ela faça a avaliação sem cobrar nada por isso. Mas, caso o proprietário queira consultar um corretor apenas para isso, ele cobrará um valor à parte pelo serviço.

Os Conselhos Regionais de Corretores de Imóveis divulgam em seus sites uma tabela com os honorários dos principais serviços executados por corretores, como os percentuais de comissões por venda, locações e avaliações do valor do imóvel. Em São Paulo, uma avaliação por escrito é fixada em 1% do valor do imóvel e um parecer verbal custa, no mínimo, uma anuidade do Creci, que em 2013 é de 456 reais.

Segundo o presidente do Creci, José Augusto Viana Neto, na maioria dos casos os corretores visitam o imóvel e sugerem o valor ao proprietário verbalmente. Mas, também é possível solicitar uma avaliação documentada, o chamado “Parecer técnico de avaliação mercadológica”. “Esse documento fornece um valor para o imóvel e explica em detalhes porque foi determinado aquele preço. Ele inclui dados da estrutura do imóvel, comparativos de imóveis semelhantes vendidos na região e informações sobre zoneamento, infraestrutura e de mobilidade urbana”, diz.

Qualquer corretor pode opinar sobre o valor de uma propriedade, mas para elaborar o parecer técnico, o profissional precisa ter o título de avaliador imobiliário, que é garantido a corretores que têm diploma de curso superior em gestão imobiliária ou de especialista em avaliação imobiliária concedido por cursos do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci). É possível consultar a lista dos corretores com título de avaliador imobiliário no Cadastro Nacional de Avaliadores Imobiliários (CNAI), no site da Cofeci.

Viana explica que o documento é essencial em situações nas quais parentes ou cônjuges em processo de divórcio discordam sobre o valor de um imóvel herdado ou compartilhado prestes a ser vendido. Também é usado em permutas de imóveis ou em caso de inadimplência, quando o imóvel é tomado por um banco e o proprietário considera que a propriedade tem um valor maior do que aquele indicado pela instituição.

Para proprietários que não se encontram nessas situações, o parecer técnico pode ser apenas uma maneira de se resguardar nas negociações. “O parecer técnico é muito bom para que a pessoa não tenha ansiedade ao fazer o negócio, porque o proprietário passa a conhecer o preço de mercado do seu imóvel e entende exatamente se está o vendendo por um preço acima ou abaixo do seu valor”, afirma o presidente do Creci.

Ele acrescenta que, no caso da venda de imóveis usados, como a negociação é permeada por muitas contrapropostas, o parecer técnico é apresentado para dar base ao valor estipulado pelo vendedor.

Engenheiros e arquitetos também podem definir valores para imóveis, ou elaborar pareceres técnicos. Mas, segundo Viana Neto, a consulta a corretores é fundamental porque eles estão intimamente envolvidos com o mercado imobiliário da região. Em função disso, engenheiros e arquitetos que fornecerem pareceres devem consultar um corretor.

Acesse sites que o ajudem a estimar o valor do seu apartamento

Para quem apenas deseja ter uma ideia de quanto está valendo o seu imóvel, a opção mais indicada é fazer uma busca pela internet. Alguns sites, como o “Quanto Vale meu Apê?” e o “123i”, possuem ferramentas que permitem ao usuário encontrar estimativas sobre o valor exato do seu imóvel ou de imóveis parecidos em um mesmo bairro.

No Quanto Vale meu Apê, o usuário informa a área, o número de dormitórios, suítes, vagas do imóvel e a sua localização. O sistema fornece então uma estimativa de mercado do preço de imóveis similares localizados no mesmo bairro. O serviço é disponível para os estados de Ceará, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e do Distrito Federal.

Já o 123i informa exatamente o valor estimado dos imóveis de um determinado edifício, mas por enquanto o serviço só inclui dados de imóveis em São Paulo, capital.

A precificação dos imóveis no 123i é feita a partir de pesquisas realizadas por profissionais do portal, que vão diretamente aos edifícios para coletar informações técnicas com zeladores e síndicos, como a idade do prédio, a metragem dos apartamentos e os valores das últimas negociações. Além disso, imobiliárias, corretoras, proprietários e pessoas que conhecem os imóveis também podem fornecer dados sobre a propriedade no site, inclusive sugerindo outros valores.

Segundo o 123i, por meio de análises estatísticas, informações históricas de transações e do uso de algoritmos é possível inferir estimativas científicas de valor para um imóvel padrão de um determinado edifício. “Se um usuário coloca um valor diferente, nós temos uma equipe de estimativa que avalia essa contestação para checar se a informação faz sentido”, explica Rafael Guimarães, diretor de operações do site.

É importante ressaltar que os valores fornecidos pelo 123i não podem ser usados como uma avaliação formal. E isso é destacado no próprio site, no campo “Como funciona”, que informa que as avaliações formais só podem ser feitas por corretores autorizados pelo Creci e que a estimativa serve apenas como uma referência para o mercado.

Pesquise valores de imóveis similares

Buscar preços de imóveis similares à venda na mesma rua, ou em endereços próximos também pode ajudar quem quer uma ideia do valor do seu imóvel sem preciosismo, ou para quem quer se certificar de que a avaliação já feita por uma imobiliária está dentro dos parâmetros para a região.

Rafael Guimarães, do 123i, afirma que verificar entre oito e dez ofertas é o suficiente para montar uma estimativa. “O ideal é que se verifique ofertas de apartamentos do mesmo tamanho em edifícios com idade semelhante e padrão arquitetônico parecido”, diz.

A melhor referência pode ser encontrada no seu próprio edifício, de acordo com valores praticados em vendas recentes.

Portais como o 123i e outros, como o Viva Real, Zap Imóveis e Imovelweb, possuem milhares de anúncios em diversas cidades do país. Mas, caso você não encontre anúncios próximos à sua casa na internet, a saída é fazer uma caminhada pela região e se informar com porteiros, zeladores e moradores sobre quanto custam os imóveis por lá.

Segundo Nelson Parisi, presidente da Rede Secovi de Imóveis, comparar o valor de imóveis semelhantes pode, de fato, ajudar o proprietário a ter uma segunda opinião depois de feita uma avaliação do imóvel, mas para quem quer vender o imóvel, a consulta a corretores é imprescindível, já que se trata de um bem de alto valor. “Principalmente se for uma casa, não adianta fazer a comparação com outras casas na mesma rua, porque as casas são muito diferentes e os valores podem variar por questões muito específicas e o proprietário pode fazer uma estimativa errada”, afirma.

Entenda o que pode influenciar o valor

O valor de um imóvel é afetado por inúmeros fatores, tanto racionais, quanto emocionais. Mas alguns critérios se destacam para a formação do preço, como a localização, o tamanho, o estado de conservação, a área de lazer do condomínio e fatores mercadológicos que influenciam a oferta e a procura dos imóveis.

O presidente do Creci-SP, José Augusto Viana, explica que muitas vezes dois apartamentos podem ser aparentemente muito semelhantes, mas alguns detalhes podem tornar seus preços muito distintos. “Às vezes, dois imóveis ficam em um mesmo bairro, na mesma rua e muitas vezes dentro do mesmo prédio, mas têm valores diferentes porque um deles fica no lado esquerdo e outro no lado direito, por exemplo”, diz.

Andares mais altos costumam ser mais caros, assim como apartamentos voltados para a face norte em regiões frias, uma vez que eles são mais ensolarados. E em uma mesma região, um prédio mais novo, com uma fachada mais atraente também poderá ter um preço maior do que um imóvel em um prédio antigo, mesmo que sua área seja maior.

Fonte:   Revista Exame 24/05/2013.
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Saiba como usar o dinheiro do FGTS na compra da moradia

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A aquisição de um imóvel é uma boa oportunidade para o trabalhador resgatar o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).

O dinheiro do fundo pode ser usado para pagamentos à vista na compra de um imóvel ou para amortizar parcelas do financiamento.

Como o FGTS tem uma rentabilidade baixa (3% ao ano, mais Taxa Referencial, atualmente zerada), quanto antes o trabalhador usar o dinheiro, mais vantajoso.

Algumas regras, porém, limitam o saque do fundo.

O FGTS só pode ser usado na compra de moradia na cidade ou região metropolitana onde o comprador já resida ou exerça a principal atividade profissional.

Outra regra importante é que a pessoa não pode ter outro financiamento imobiliário pelo SFH (Sistema Financeiro de Habitação) no país, nem ser proprietário de imóvel na mesma cidade ou região metropolitana.

Além disso, o comprador precisa estar há mais de três anos sob o regime do FGTS e o imóvel não pode ter sido objeto de aquisição com o fundo há menos de três anos.

Fonte: Folha de  São  Paulo em  23/05/2013.

Caixa lança crédito para imóvel acima de R$ 500 mil

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Linha permite o financiamento de até 90% do valor, com prazo de 35 anos e juros que variam de 8,4% a 9,4%

SÃO PAULO – A Caixa Econômica Federal, em parceria com o Grupo PanAmericano, por meio da empresa Pan Hipotecária (Brazilian Mortgages), lançou nesta terça-feira crédito imobiliário acima de R$ 500 mil.

A nova linha de crédito, denominada CrediCasa Exclusive, estará disponível a partir desta segunda-feira nas unidades do PanAmericano. De acordo com comunicado enviado pela Caixa, a linha permite o financiamento de até 90% do valor de imóveis novos e usados, com prazo de até 35 anos.

As taxas de juros variam de 8,4% até 9,4% ao ano. No caso de servidores públicos, as taxas podem chegar a 8,3% ao ano.

Fonte:  Estado de São  Paulo  em 20/05/2013.

São Paulo terá site que integra cartórios de registros de imóveis

SÃO PAULO – A Arisp (Associação dos Registradores do Estado de São Paulo) em parceria com o Tribunal de Justiça lançará na próxima sexta-feira (24) um portal que integrará os cartórios de Registros de Imóveis do Estado em uma única plataforma. O site (www.registradores.org.br) permitirá que os interessados solicitem serviços como registro eletrônico (encaminhamento de títulos para registro), certidões, buscas e visualização da matrícula de um imóvel sem que seja preciso se deslocar para até o cartório. Ao solicitar uma certidão de matrícula pelo portal, o requerente a receberá em até duas horas úteis. Se ele optar por recebê-la pelo correio, haverá apenas com o custo adicional do serviço postal. O prazo para registro de escrituras e contratos eletrônicos também é reduzido: 5 dias.

São Paulo terá site que integra cartórios de registros de imóveis – InfoMoney Veja mais em: A ferramenta digital também disponibilizará o monitoramento dos registros de matrícula, ou seja, caso haja qualquer alteração na situação do imóvel, o proprietário é avisado imediatamente. Horário de funcionamento O encaminhamento de títulos eletrônicos para registro só podem ser realizados no horário de funcionamento dos cartórios no Estado de São Paulo, que é das 9h às 16h. Os demais serviços são disponibilizados 24 horas, pela internet.

Fonte:  Infomoney em 20/05/2013.

Condomínios ampliam serviços, que vão de faxina a voo de balão

Limpeza pós-obra, faxina, compartilhamento de carro e salto de para-quedas. Esses são alguns dos serviços incluídos na compra de um apartamento novo.

A maioria dos itens é ofertada no sistema “pay-per-use”, ou pague pelo uso. Por meio dele, o condômino contrata um serviço e o paga à parte. Outros estão incluídos na taxa de condomínio. Nesse caso, se o cliente não utilizá-los, desembolsará da mesma forma.

Com a expansão do número de apartamentos compactos de alto padrão lançados, o leque de serviços se amplia. Em alguns desses imóveis, que medem de 20 m² a 50 m² e cuja estrutura se assemelha à dos flats, itens como faxina fazem parte da taxa de condomínio.

Antes de fechar negócio, porém, o comprador deve ter certeza de que os serviços trarão comodidade. O cuidado deve ser redobrado se os eles estiverem incluídos na taxa condominial -nesse caso, o morador poderá ser cobrado por algo que não utilizará.

Avener Prado/Folhapress
A aposentada Margarida Maria Metidieri Batista, 62, com o personal trainer Julio Cesar Vira Vegas, 35, em uma das aulas de educação física com valor incluso no condomínio
A aposentada Margarida Maria Metidieri Batista, 62, com o personal trainer Julio Cesar Vira Vegas, 35, em uma das aulas de educação física com valor incluso no condomínio

Levantamento da administradora Lello em 1.400 condomínios de São Paulo aponta que churrasqueira e salão de festas são os locais campeões de utilização. Chamarizes de vendas como “pet care” e ofurô, no entanto, são usados por menos de 10% dos condôminos.

Moradora de um edifício no Belenzinho (zona leste), a aposentada Margarida Batista, 62, frequenta as aulas na academia do prédio, serviço incluído na taxa de condomínio. Sobre os itens cobrados à parte, como manicure, Batista diz que custam o mesmo ou são um pouco mais baratos que os de fora do prédio.

Entre os lançamentos, a incorporadora Vitacon aposta no compartilhamento de carros e bicicletas no edifício VN Casa do Ator, lançado neste mês na Vila Olímpia (zona sul).

O BHD Brooklin (zona sul), da Brookfield, prevê mais de 20 opções de serviços -entre eles “experiências de lazer e aventura”, como salto de para-quedas e voo de balão.

Na maior parte dos casos, o cliente liga para a recepção, que reserva o serviço com uma empresa conveniada.

Já a Mac Construtora e Incorporadora lançou o pacote Facilities Home, no empreendimento Cosmopolitan High Garden, que prevê a higienização básica do imóvel.
Andrea Possi, diretora da Mac, diz que o condomínio custará em média R$ 500, incluída a arrumação.

Comprar um imóvel com muitos produtos, porém, não traz a garantia de tê-los no futuro, já que o funcionamento do condomínio poderá ser modificado em assembleia.

Ilustração Carolina Daffara/Editoria de Arte/Folhapress  

Fonte : Folha de  São Paulo  em  19 / 05/ 2013.

Venda de casas novas em São Paulo cresce 83,9% em um ano, aponta Secovi

O resultado foi considerado surpreendente pela instituição, que projeta alta de até 5% nas vendas em 2013.

As vendas de imóveis residenciais novos na capital paulista somaram 4.087 unidades em março, um aumento de 83,9% em relação às 2.223 unidades do mesmo mês de 2012. Com isso, as vendas no primeiro trimestre totalizaram 6.862 unidades, alta de 27,1% ante o mesmo período do ano passado, de acordo com pesquisa publicada nesta sexta-feira, 17, pelo Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP).

Thinkstock/Getty Images

Velocidade das vendas no começo de 2013 está em patamar semelhante ao de 2012.

O resultado foi considerado surpreendente pela instituição, que projeta alta de até 5% nas vendas em 2013, chegando a aproximadamente 28 mil unidades. O resultado do primeiro trimestre – que é considerado o mais fraco devido a fatores sazonais, como incidência de feriados e despesas familiares mais altas – já equivale a 24,5% da projeção do Secovi-SP, divulgada em fevereiro.

As vendas movimentaram R$ 4,48 bilhões, crescimento de 52,8% ante os R$ 2,93 bilhões do mesmo período de 2012, segundo valores já atualizado pelo INCC-DI. Na avaliação do Secovi-SP, essa alta nos valores foi motivada por um volume maior de lançamentos e vendas de unidades de quatro dormitórios, que têm preços mais elevados.

A pesquisa mostrou também que a velocidade das vendas no começo de 2013 está em patamar semelhante ao de 2012. A velocidade (medida pelo total de unidades vendidas dentre o total de projetos lançados) foi de 59,9% nos últimos 12 meses encerrados em março, ante 60,1% no mesmo período do ano anterior.

O volume de imóveis lançados entre janeiro e março totalizou 5.321 unidades, 43,9% mais que no mesmo período do ano passado, de acordo com levantamento da Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio (Embraesp) para o Secovi-SP.

Região Metropolitana

As vendas acumuladas no primeiro trimestre na região metropolitana de São Paulo somaram 11.496 unidades, com crescimento de 18,5% diante das 9.703 unidades em igual período de 2012. A capital paulista participou com 59,7% do total vendido e com 67,0% do volume lançado na Grande São Paulo, de 7.938 imóveis no período de janeiro a março deste ano.

Comerciais

As vendas imóveis comerciais (salas e escritórios, sem considerar grandes lajes corporativas) somaram 684 unidades no primeiro trimestre, com valor geral de vendas (VGV) de R$ 404,9 milhões. No período, foram lançados 568 conjuntos. A pesquisa de imóveis comerciais passou a ser realizada pelo Secovi-SP neste ano. Portanto, não tem base de comparação com o ano anterior.

Fonte:  Ig e Agencia Estado em 17/05/2013

O imóvel dos sonhos cabe no seu bolso?

A compra da moradia, especialmente a primeira, costuma ser um processo longo.

Para evitar perda de tempo e de dinheiro, o interessado em um imóvel financiado deve, antes de qualquer proposta ao vendedor, conhecer a faixa de preço do bem que tem condições de adquirir.

A renda mensal e o valor que se tem disponível para a entrada são decisivos: vão ser usados pelos bancos para determinar qual o preço do imóvel que poderá ser comprado por meio de um empréstimo.

Se a pessoa tem renda familiar mensal de R$ 5 mil e R$ 100 mil para entrada, o banco aprovaria a compra de um imóvel de, no máximo, R$ 240 mil. Com renda de R$ 10 mil ao mês e entrada de R$ 250 mil, o preço permitido do imóvel sobe para R$ 525 mil.

“Muitos só descobrem que não terão o financiamento aprovado pelo banco para o imóvel desejado depois de pagar o sinal para o vendedor, que pode ser de 10% do valor do bem”, diz Marcelo Prata, presidente do Canal do Crédito.

“Nesse caso, essa quantia é perdida, a menos que o contrato de compra e venda tenha cláusula de devolução.”

Editoria de Arte/Editoria de Arte/Folhapress

Os bancos permitem que a primeira parcela do financiamento represente até 30% da renda familiar mensal.

Os cálculos do simulador consideram taxas médias de juros com base nas praticadas em sete bancos e demais cobranças que compõem o custo efetivo total (CET) do financiamento –como seguro, que tem relação com a idade do comprador, e tarifas.

“Com o valor resultante, fica mais fácil definir, por exemplo, qual a localização e o tamanho do imóvel que ele pode adquirir, e se a compra será feita agora ou se ele vai poupar por mais tempo para ter uma entrada maior”, diz Valter Police, planejador financeiro pessoal.

NEGOCIE

Uma vez encontrado o imóvel, o interessado deve submeter uma proposta de análise de crédito a mais de um banco para comparação do custo efetivo total cobrado pelas instituições. De posse dos resultados, o comprador pode barganhar em busca da opção mais vantajosa.

A análise de crédito leva, em média, três dias para sair. Se aprovada, terá validade de 90 dias, também em média –tempo que o comprador terá para fechar o negócio.

Fonte: Folha de  São Paulo  em 13 /05/2013.

Preço médio de imóveis lançados no Brasil em 2012 foi de R$ 5.590 metro quadrado.

Segundo a pesquisa, valor foi 9% maior do que empreendimento lançados um ano antes.

São Paulo – O preço médio do metro quadrado dos imóveis lançados no Brasil ano passado foi de  R$ 5.590,00, segundo revela o Anuário do Mercado Brasileiro 2012 da lopes.

De acordo com levantamento, o valor é  9% maior do que apurado um ano antes, quando    o preço mediano dos  lançamentos ficou com em R$ 5.140 metro quadrado.

Considerando os tipos de imóveis, a maior valorização ocorreu nos lançamentos de hotéis e flats, 15% em um ano, com o valor do metro quadrado passando de R$ 10.050 em 2011, para R$ 11.530 no ano passado. Os apartamentos vieram em seguida, com alta de 10%  ao sair R$ 4.630 para R$ 5.110 o metro quadrado.

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Os conjuntos comerciais, por sua vez, passaram de R$ 7.930/ metro quadrado para R$ 8.460/ metro quadrado, com 7 % no periodo.

Tíquete médio

No geral, diz estudo, foram lançados 1.321 empreendimentos no ano passado nos principais mercados brasileiros, o que equivale, aproximadamente a 182.803 unidades lançadas, com VGV( Valor Geral de  Vendas) de mais R$ 68 bilhões.

O tíquete médio ficou em R$ 368 mil, alcançando R$ 375 mil nos apartamentos residenciais e R$ 360 mil nos conjuntos comercias.

Para 2013, a Lopes espera que mercado continue aquecido, visto que as taxas de desemprego devem continuar em patamares muito baixos e que deve ocorrer uma expansão de cerca de 15% na concessão de crédito imobiliário. Outro ponto é o grande número da população  ativa, que aumenta a demanda por imóveis.

“As perceptivas do mercado imobiliário nunca foram tão favoráveis e alguns fatores demográficos constroem este  cenário. O  Brasil a quinta maior população do mundo com 190 milhões de habitantes e está vivendo o bônus demográfico, período em que a população ativa é  mais numerosa, o que  amplia a demanda por imóveis”. diz a empresa.

Fonte:   Infomoney em  16 / 05 / 2013.

Crédito imobiliário atinge R$20,4 bilhões no primeiros três meses do ano

Entre  janeiro  e março, foram  financiados 103 mil imóveis.

São Paulo – Nos três primeiros meses deste ano, os financiamentos imobiliários acumularam o montante de 20,4 bilhões. Segundo levantamento da ABECIP (Associação Brasileira Entidade de Crédito e Poupança), a quantia é 15,8% superior ao volume contratado  em  igual ao periodo do ano passado.

Considerando somente o mês de março, o volume de empréstimos para aquisição ou construção de imóveis somou R$ 7,89 bilhões,  alta de 35,8 % sobre  fevereiro e de 15,9% frente ao terceiro mês de 2012.

Já na análise do  últimos  12  meses terminados  em  março, o crédito  imobiliário atingiu R$ 85,5 bilhões,  4,9% mais dos os 12 meses  anteriores.

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Unidades 

No que diz respeito ao número de unidades contratadas, entre janeiro e março, foram financiados 103 mil imóveis, número um pouco menor aos 105,3 mil  imóveis financiados no primeiro trimestre 2012.

Fonte:   Infomoney em 13/ 05/ 2013.

Celular dá as ordens na Casa do Futuro

A evolução da automação nas residências chegou aos aparelhos de celular e tablets, e vem conquistando pessoas que prezam conforto e modernidade dentro de casa.

A casa do futuro costuma ser definida como o espaço em que o morador é capaz de acionar, via controle remoto, o acendimento das luzes, a abertura das cortinas e até a temperatura do ar condicionado.

O que muitos não sabem é que esse modelo de construção já virou coisa do passado. A evolução da automação nas residências chegou aos aparelhos de celular e tablets, e vem conquistando pessoas que prezam conforto e modernidade dentro de casa.

A chamada “Casa Inteligente”, ou “Lar high-tech”, é comandada por um sistema conhecido como tecnologia domótica – termo que resulta da junção do latim “Domus” (casa) com “Robótica” (controle automatizado de algo).

“Por meio do celular já é possível controlar vários espaços de uma casa, incluindo TV, luz, som, segurança e temperatura”, afirma o sócio da CAWY Arquitetura, Felipe Winandy.

Além do luxo proporcionado por essa tecnologia, a gestão integrada de ambientes permite economia aos moradores em ações simples do dia-a-dia, como apagar todas as luzes da casa de uma só vez. “Essa tecnologia já era aplicada à indústria, principalmente com o objetivo de reduzir custos. Com o tempo, a automação conquistará o mercado pela praticidade dos seus resultados”, acrescenta Winandy.

Com o sistema wireless, a tendência é de que o padrão high-tech não seja uma exclusividade das moradias de alto padrão. Para Cristiano Ranninger, gerente da Intelligent Home Brasil, hoje qualquer imóvel pode ser automatizado, mesmo os mais simples.

“Os equipamentos que antes funcionavam por meio de instalações a cabo, agora são comandados via smarthphone”, diz.

Para planejar sua “casa do futuro”, Winandy oferece algumas dicas: “É importante que o morador faça uma lista dos ambientes e objetos a serem controlados. Depois, é a hora de contratar um profissional para definir o software que melhor atenda àquela necessidade. O padrão de controle mais utilizado é o celular e tablet. Será necessário ainda ter o parecer de um eletricista e de um profissional de automação e sonorização, para garantir que a tecnologia funcione bem”.

O médico Júlio Araújo é o exemplo de um consumidor apaixonado pelo conceito de casa inteligente, disposto a pagar por essas novidades. “Consigo ouvir música em todos os ambientes da casa.”

Ele, porém, não revela o montante gasto na instalação das caixas de som integradas ativadas pelo celular. Mas, diz que o valor compensa a comodidade conquistada.

 Fonte:  Revista Zap Imóveis em 07/05/2013.