Celular dá as ordens na Casa do Futuro

A evolução da automação nas residências chegou aos aparelhos de celular e tablets, e vem conquistando pessoas que prezam conforto e modernidade dentro de casa.

A casa do futuro costuma ser definida como o espaço em que o morador é capaz de acionar, via controle remoto, o acendimento das luzes, a abertura das cortinas e até a temperatura do ar condicionado.

O que muitos não sabem é que esse modelo de construção já virou coisa do passado. A evolução da automação nas residências chegou aos aparelhos de celular e tablets, e vem conquistando pessoas que prezam conforto e modernidade dentro de casa.

A chamada “Casa Inteligente”, ou “Lar high-tech”, é comandada por um sistema conhecido como tecnologia domótica – termo que resulta da junção do latim “Domus” (casa) com “Robótica” (controle automatizado de algo).

“Por meio do celular já é possível controlar vários espaços de uma casa, incluindo TV, luz, som, segurança e temperatura”, afirma o sócio da CAWY Arquitetura, Felipe Winandy.

Além do luxo proporcionado por essa tecnologia, a gestão integrada de ambientes permite economia aos moradores em ações simples do dia-a-dia, como apagar todas as luzes da casa de uma só vez. “Essa tecnologia já era aplicada à indústria, principalmente com o objetivo de reduzir custos. Com o tempo, a automação conquistará o mercado pela praticidade dos seus resultados”, acrescenta Winandy.

Com o sistema wireless, a tendência é de que o padrão high-tech não seja uma exclusividade das moradias de alto padrão. Para Cristiano Ranninger, gerente da Intelligent Home Brasil, hoje qualquer imóvel pode ser automatizado, mesmo os mais simples.

“Os equipamentos que antes funcionavam por meio de instalações a cabo, agora são comandados via smarthphone”, diz.

Para planejar sua “casa do futuro”, Winandy oferece algumas dicas: “É importante que o morador faça uma lista dos ambientes e objetos a serem controlados. Depois, é a hora de contratar um profissional para definir o software que melhor atenda àquela necessidade. O padrão de controle mais utilizado é o celular e tablet. Será necessário ainda ter o parecer de um eletricista e de um profissional de automação e sonorização, para garantir que a tecnologia funcione bem”.

O médico Júlio Araújo é o exemplo de um consumidor apaixonado pelo conceito de casa inteligente, disposto a pagar por essas novidades. “Consigo ouvir música em todos os ambientes da casa.”

Ele, porém, não revela o montante gasto na instalação das caixas de som integradas ativadas pelo celular. Mas, diz que o valor compensa a comodidade conquistada.

 Fonte:  Revista Zap Imóveis em 07/05/2013.

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