Número de casas financiadas pela poupança cresce 13,5 vezes em 8 anos

O número de imóveis financiados com dinheiro da caderneta de poupança deu um salto e cresceu 13,5 vezes em oito anos. Em 2011, foram financiados 492.489 imóveis. Em 2003, haviam sido 36.480 imóveis.

Os dados são de 2011, mas foram anunciados somente nesta sexta-feira (28) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Esse levantamento, chamado de Pesquisa Anual da Indústria da Construção Civil, é divulgado pelo IBGE normalmente com dois anos de atraso.

No período retratado pelo estudo, houve dois anos de grande evolução: de 2005 para 2006, o crédito subiu cerca de 70%, indo de 61,2 mil imóveis financiados para 113,8 mil. Outro marco foi de 2009 para 2010, quando os financiamentos subiram cerca de 40% (indo de 302,7 mil para 421,4 mil).

O dinheiro total da poupança usado para financiar imóveis também vem crescendo, mas é difícil avaliar qual foi a alta real, porque os números divulgados pelo IBGE não consideram a inflação.

Em 2003, foram R$ 2,2 bilhões. Em 2011, passou  para R$ 79, 9 bilhões, mas os dois números não foram atualizados.

Financiamentos com FGTS também crescem, mas em ritmo menor.

O valor total do financiamento de imóveis com uso do FGTS cresceu menos, mas também aumentou. Foi de R$ 3,8 bilhões em 2003 para R$ 34,9 bilhões em 2011, montante nove vezes maior. O número de unidades financiadas quase dobrou, e foi de 246.482 para 477.743 no mesmo período.

Além da poupança, os imóveis também podem ser financiados pelo FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). Por essa modalidade, o número de imóveis também deu um salto entre 2003 e 2011, mas menor do que o da poupança: praticamente dobrou, indo de 246,5 mil unidades financiadas em 2003 para 477,7 mil em 2011.

Em termos de valores do FGTS, foram de R$ 3,8 bilhões em 2003 para R$ 34,9 bilhões em 2011. Novamente, esses valores não servem de comparação, pois não foram atualizados conforme a inflação.

 Captura de tela 2013-06-29 às 17.03.25
Fonte :  Site  Uol em 28/06/2013.
Anúncios

Financiamento de imóveis em SP passa a ser feito em 5 dias

Plataforma online agiliza documentação e reduz para cinco dias a liberação do crédito para financiamentos.

Casa nova - imóvel

Site de associação que reúne cartórios paulistas emite certidões de matrícula digitais e registra eletronicamente contratos de compra e venda.

São Paulo – A Associação dos Registradores Imobiliários de São Paulo (Arisp) acaba de lançar uma plataforma online que permitirá a liberação de crédito para financiamentos de imóveis em um prazo máximo de cinco dias.

A ferramenta, disponível no site da Arisp, agiliza dois procedimentos exigidos na liberação de financiamentos.

O primeiro é a apresentação da certidão de matrícula do imóvel ao banco. Antes, o comprador precisava retirar esse documento pessoalmente nos cartórios de registro de imóveis, o que acontecia em um prazo máximo de cinco dias. Agora, pelo site, é possível solicitar a certidão de matrícula digital, que é emitida em apenas duas horas. O custo para a emissão dessa certidão, tanto no cartório quanto no site, é de 43,41 reais.

O segundo procedimento agilizado é o registro em cartório do contrato de compra e venda do imóvel assinado pelo comprador e pelo vendedor.

Segundo a Arisp, anteriormente, cabia ao banco ou ao comprador levar o documento até um cartório pessoalmente para que ele fosse registrado, processo que demorava cerca de 15 dias (com prazo máximo de 30 dias). Agora, o banco poderá solicitar ao cartório o reconhecimento eletrônico do contrato pela nova plataforma, em um prazo máximo de cinco dias.

O custo do registro do imóvel é tabelado e varia de acordo com o valor da propriedade (acesse a tabela com os custos de São Paulo).

“Normalmente, o prazo médio para a liberação do financiamento era de 15 dias, podendo demorar até 30 dias. Agora, com a certidão de matrícula digital emitida em duas horas e o registro do imóvel eletrônico, feito em até cinco dias, todo o processo durará no máximo cinco dias”, afirma Flauzilino Araújo, presidente da Arisp.

Apesar do procedimento eletrônico já estar disponível, Araújo explica que os bancos podem ainda ter um período de adaptação até que os registros passem a ser feitos online dentro de cinco dias.

Segundo ele, a lei 11.977, de 2009, já previa a automatização dos processos de registro dos imóveis, mas o prazo final para adequação à lei está previsto para 2014. “Nós antecipamos no estado de São Paulo o registro eletrônico que deverá funcionar em todo o território nacional até 2014”, afirma.

A plataforma da Arisp conta com a participação dos 320 cartórios que atuam no estado e é autorizada e fiscalizada pela Corregedoria Geral da Justiça do Estado de São Paulo, que introduziu a implantação do Serviço de Registro Eletrônico, por isso conta com a mesma legitimidade do registro feito presencialmente.

E segundo a Arisp, a plataforma contará com a mesma segurança que já é característica do sistema de Registro de Imóveis.

Pesquisa online ajuda comprador a checar informações sobre o imóvel pretendido.

Pelo site da Arisp tambem é possível fazer uma pesquisa online das matrículas dos imóveis, apenas informando o número da matrícula do imóvel buscado no sistema.

Por meio dessa consulta, que custa 13,02 reais, o usuário pode obter importantes informações que podem ajudá-lo no processo de compra, tais como: o tamanho do imóvel; o número de cômodos; o nome do proprietário; e eventuais ônus, cargas e gravames relacionados à propriedade.

 Fonte: Site Revista Exame em 18/06/1013.

Feirão oferece 8 mil imóveis neste final de semana em Ribeirão, SP

Interessados devem levar documentos pessoais e comprovante de renda.Clientes começarão a pagar o bem adquirido a partir de janeiro de 2014.

18418_ori_ribeirao_preto_sp A Caixa oferece o 9º Feirão da Casa Própria a partir deste sábado (15) em Ribeirão Preto(SP). Nesta edição do evento serão oferecidas mais de 8 mil imóveis novos e usados na região. Os interessados começarão a pagar o bem adquirido a partir de janeiro de 2014.

O evento reunirá representantes de construtoras, corretores e técnicos da Caixa, que analisarão e autorizarão os financiamentos. Os clientes terão a oportunidade de conhecer imóveis e fechar negócios no próprio local.

Os interessados em adquirir o crédito para a casa própria devem levar documentos pessoais e comprovante de renda. As linhas de financiamento da Caixa atendem diversas rendas familiares, com prazo de pagamento de até 35 anos. As taxas de juros são a partir de 4,5% anual.

A feira, que acontece até domingo (16), será realizada na praça de eventos do Novo Shopping, localizado na Avenida Presidente Kennedy, 1.500. No sábado, o evento acontece das 10h às 22h e no domingo, entre as 10h e 20h. Mais informações podem ser obtidas no site da Caixa(www.caixa.gov.br) ou pelo telefone 0800-726-0101.

Serviço
9º Feirão Caixa da Casa Própria de Ribeirão Preto
Data: 15 e 16 de junho (sábado e domingo)
Horário de atendimento: sábado, das 10h às 22h – domingo, das 10h às 20h
Local: Novo Shopping Center Ribeirão Preto – Praça de Eventos
Endereço: Avenida Presidente Kennedy, 1.500 – Entrada pela portaria 4A

Fonte :  Site  G1 EPTV  em 12/06/2013.

Crédito imobiliário com recursos da poupança cresce 44,3% em abril

crédito 1 casa

O volume de empréstimos para a compra e a construção de imóveis atingiu R$ 8,3 bilhões em abril, o maior resultado do ano e de todos os meses de abril desde o início da série histórica, em 1995, segundo a Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança).

O crescimento foi de 44,3% sobre o mesmo mês em 2012 e de 4,6% comparativamente a março deste ano.

De maio de 2012 a abril de 2013, os empréstimos com recursos das cadernetas de poupança (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo – SBPE) somaram R$ 88,1 bilhões, 8,6% mais do que nos 12 meses precedentes.

UNIDADES
Em abril, foi financiada a construção ou aquisição de 40,7 mil imóveis, 25,2% a mais que em abril de 2012.

No acumulado do primeiro quadrimestre, foram 143,7 mil imóveis, 4,3% acima das 137,8 mil unidades contratadas no mesmo período do ano passado.

Fonte:  Site Folha de São Paulo  em14/06/2013.

Venda de imóveis novos cresce 74% e tem maior alta desde 2004

Segundo pesquisa do Secovi, foram comercializadas 3.488 unidades e lançadas 2.716 imóveis no quarto mês do ano.

Apesar dos contínuos aumentos nos preços da casa própria, o mercado de imóveis novos residenciais na cidade de São Paulo registrou os melhores resultados em vendas e lançamentos para o mês de abril desde 2004.

Captura de tela 2013-06-12 às 19.03.42

Segundo pesquisa do Secovi-SP (sindicato de habitação), foram comercializadas 3.488 unidades no quarto mês do ano, uma alta de 73,8% ante as 2.007 negociadas em abril de 2012.

Já em relação ao número de unidades lançadas no mesmo período, houve um aumento de 67,4% no igual intervalo de comparação. Subiu de 1.622 para 2.716 imóveis.

De acordo com o presidente do sindicato, Claudio Bernardes, os resultados do quarto mês de 2013 superaram as expectativas, com volume recorde de lançamentos e de vendas comparado aos meses de abril desde 2004.

Porém, a dinâmica do mercado no ano, no entanto, não deverá acompanhar os resultados acumulados no período de janeiro a abril, apontou.

“É bom lembrar que a oferta de novas unidades dependerá do ritmo de aprovação de plantas. O setor ainda esbarra em questões como a dúvida sobre a reposição ou não de projetos aprovados e quanto às condições para a viabilização de novos empreendimentos dentro da legislação urbanística em vigor na cidade”, completou Emílio Kallas, vice-presidente de Incorporação e Terrenos Urbanos do Sindicato, via nota.

“Dados históricos dão conta que o município absorve demanda estimada em 30 mil a 35 mil unidades novas por ano”, acrescentou o economista-chefe da entidade, Celso Petrucci.

Apesar da alta na comparação anual, o número de unidades vendidas em abril ficou 14,7% menor que em março. Também houve recuo de 4,5% na quantidade de imóveis lançados.

Por fim, o VGV (Valor Global de Vendas) somou R$ 1,75 bilhão, valor 84,3% superior ao de abril de 2012, atualizado pela variação do INCC-DI (Índice Nacional de Custo de Construção).

Fonte:  Zap  Imóveis em 12/06/2013.

Brasil terá novos índices sobre o mercado imobiliário

Parceria entre a Fipe e os cartórios de São Paulo vai utilizar informações digitalizadas de todos os imóveis registrados no Estado.

imóveis

SÃO PAULO – O mercado brasileiro de imóveis vai ganhar novos índices. Uma parceria da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e da Associação dos Registradores Imobiliários de São Paulo (Arisp), firmada na semana passada, vai usar a base de dados de todos os cartórios do Estado de São Paulo para levantar informações como a quantidade de transações realizadas e o preço de registro dos imóveis.

Ainda há poucas estatísticas sobre o segmento de imóveis no Brasil e as opções que existem só apareceram recentemente. Nos Estados Unidos, por exemplo, o S&P/CaseShiller pesquisa o valor dos imóveis desde a década de 1980. A escassez de dados nacionais explica a cautela dos especialistas diante das especulações sobre a possibilidade de uma bolha imobiliária no País.

A promessa é que os índices forneçam dados mais precisos sobre a situação do mercado imobiliário. “Acho que o dado mais crítico e que temos pouca informação nesse momento é o relativo às transações do mercado imobiliário”, afirma Eduardo Zylberstajn, organizador do trabalho.

Informações sobre terras rurais e terrenos, explica Zylberstajn, também poderão ser divulgadas. Segundo ele, os dados ainda estão sendo levantados junto ao cartórios do Estado de São Paulo, mas a expectativa é divulgar os primeiros resultados ainda neste ano.

 popup

Registros online. A construção dos novos índices será possível com a digitalização dos registros imobiliários de todo o Estado de São Paulo, oficializada há duas semanas com o lançamento do portal Registradores (www.registradores.org.br). “Nós criamos uma central de serviços eletrônicos como um meio para que a pessoa possa chegar a todos os cartórios do Estado de São Paulo”, afirma o presidente da Arisp, Flauzilino Araújo dos Santos.

A partir de agora, é possível fazer o registro eletrônico do imóvel (encaminhamento de títulos para registro), solicitar certidões e buscar e visualizar a matrícula de um imóvel sem se deslocar até um cartório. Os preços cobrados são maiores que os praticados pelas unidades físicas, mas segundo Flauzilino, a maior diferença chega a R$ 6. Também é possível pedir a entrega via Correios, com custo adicional de entrega. Algumas documentações, diz, podem ser emitidas em até 15 minutos.

Para acessar os serviços do portal, é preciso fazer um cadastro e comprar créditos, por meio boleto bancário ou transferências entre contas (somente do banco Bradesco). Os valores só estarão disponíveis após a compensação bancária. O encaminhamento de títulos eletrônicos para registro só podem ser realizados no horário de funcionamento dos cartórios no Estado de São Paulo (9h às 16h). Os demais serviços são disponibilizados 24 horas.

O site cumpre uma exigência da lei 11.977, que criou o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, e determina que até 2014 todo o registro brasileiro de imóveis deve estar disponível pela internet.

Preços. Os preços de registro dos imóveis também serão levantados pela parceria Fipe e Arisp, embora o valor do metro quadrado nessa análise possa não refletir totalmente a realidade. Isso ocorre porque captar o valor de mercado dos imóveis é um dos maiores desafios desse setor.

Dois índices atuais, o FipeZap e o Índice de Valores de Garantia de Imóveis Residenciais Financiados (IVG-R), do Banco Central, têm uma amostra mais precisa da tendência de variação do metro quadrado do que nos preços de mercado propriamente ditos. O primeiro pesquisa o valor anunciado do metro quadrado em 19 cidades e pode conter um viés de alta.

O segundo passa pela situação inversa. Como levanta o preço dos imóveis dados em garantia de empréstimos em 11 cidades, pode indicar valores um pouco abaixo da média, uma vez que os bancos são os responsáveis pela avaliação.

“O ideal é analisar todas as fontes possíveis, os anúncios, as matrículas e as avaliações. Nenhuma fonte é perfeita, mas todas são válidas e têm a sua contribuição para uma leitura mais precisa do mercado”, diz Zylberstajn.

Fonte:  Site Estado de São Paulo em 06/06/2013.

Câmara de Monte Alto -SP aprova projeto para Refis 2013

refis_2013

A Câmara de Monte Alto aprovou, em sessão realizada nesta segunda-feira, 3, o Projeto de Lei nº 52/13, que institui o Programa de Recuperação Fiscal IV – Refis IV, para o exercício de 2013.

Sobre o Refis
O Refis visa promover a regularização dos créditos municipais vencidos até 31 de dezembro de 2012.
Os contribuintes poderão quitar débitos fiscais mediante pagamento à vista ou em até três parcelas mensais com anistia total ou parcial da incidência de multa e juros, desde que a adesão ocorra até 15 de julho.

Quem pagar o que deve à vista, em parcela única, tem desconto de 100% nos juros e multas. O pagamento em duas parcelas concede desconto de 90% de juros e multas e o em três vezes, de 80%.

A opção de ingresso no Refis IV deve ser formalizada na sede da Prefeitura de Monte Alto mediante preenchimento de formulário. O interessado deve, ainda, apresentar cópias de CPF e RG e título de propriedade do imóvel, se pessoa física. A pessoa jurídica deve ter em mãos cópias do contrato social e última alteração, do CNPJ e inscrição estadual, RG e CPF dos sócios e título de propriedade do imóvel. Caso o IPTU não esteja no nome do contribuinte, é necessário apresentar escritura pública ou de contrato de compra e venda ou declaração de posse mansa e pacífica do imóvel.

Fonte: Site Monte Alto Agora  em  04 /06 /2013.

Custo da construção em SP sobe 4,44% em maio

1329011254_314449737_1-Material-de-Construcao-Deposito-vitoria

Reajuste dos salários puxou alta da inflação; custo da mão de obra subiu 7,3%.

SÃO PAULO – O custo unitário básico (CUB) da construção civil do Estado de São Paulo chegou a R$ 1.074,53 por metro quadrado em maio, alta de 4,44% ante abril, segundo dados divulgados há pouco pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP) e pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O CUB é o índice oficial que reflete a variação dos custos do setor para a utilização nos reajustes dos contratos de obras.

Na avaliação de Eduardo Zaidan, vice-presidente de Economia do SindusCon-SP, o aumento se deve ao reajuste determinado pelas convenções coletivas de trabalho para os salários, com data-base em 1º de maio. No mês passado, os custos com mão de obra subiram 7,3% em relação a abril. Os salários dos engenheiros aumentaram 7,21%.

Os custos com materiais de construção registraram acréscimo de 0,37% na mesma base de comparação. No período, 17 dos 41 insumos da construção pesquisados variaram acima do IGP-M do mês, que não apresentou variação. Entre os que tiveram os maiores reajustes no mês, estão o aço CA-50 (1,83%), saco de 50 quilos de cimento CPE-32 (1,73%) e vidro liso transparente 3mm (1,10%).

Fonte:  Estado de  São Paulo em  03/06/2013.