Investir em imóveis : virou bom negócio!

Bom Negocio's
Atualmente,  investimento em imóveis está sendo uma das  formas mais escolhidas pelas pessoas na hora de guardar dinheiro para o futuro, pois é o único investimento que sempre está disponível.

Investir em imóveis na planta é um investimento  a médio e a longo prazo, onde o investidor pode recuperar o investimento com a venda do imóvel após a entrega do imóvel e gerar um bom lucro, pois esse tipo de imóvel, geralmente, tem uma rápida valorização e o grande investimento em infra-estrutura que acompanha novos empreendimentos costuma aumentar muito essa valorização.

Investir em imóveis prontos é um investimento a curto prazo, onde o investidor pode começar a recuperar os investimentos em um prazo menor, com o aluguel do imóvel ou mesmo com a venda. Porém, muitas vezes é preciso investir em reformas e adaptações do imóvel antes de alugá-lo. Essas reformas podem encarecer o imóvel mas, geralmente ajudam a valorizá-lo.

Investir em terrenos é um investimento que, dependendo do local onde o imóvel se encontra pode gerar um excelente lucro, porém se não for bem estudado o comprador pode ficar com o imóvel encalhado, mas se não for precisar do dinheiro da venda do imóvel   a  longo prazo pode ser um excelente investimento.

Antes de investir em imóveis, procure saber mais sobre a região, principalmente sobre projetos de infra-estrutura que podem valorizá-lo ou desvalorizá-lo.

Ou se você não conhece o mercado imobiliário na região onde pretende investir procure consultar um profissional para ajudá-lo a ter uma idéia sobre o investimento em imóveis na região antes de começar a definir como investir.

Mas, lembre-se investir em imóveis sempre será um investimento seguro e existem várias formas de investir em imóveis e dependendo do perfil do investidor o imóvel pode gerar uma renda mensal ,ou então, um lucro na hora da venda.

 

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Você sabe qual é a diferença entre tabela Price e SAC ?

Há duas formas de amortização de um contrato de financiamento reconhecido pelo Sistema Financeiro da Habitação:

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Tabela Price: As prestações calculadas neste sistema são constantes. Cada prestação é composta de uma cota de amortização e juros, que variam em sentido inverso ao longo do prazo de financiamento. A prestação inicial tende a ser menor, é só é aumentada em razão da aplicação da TR. Outro ponto importante a destacar, é que só se percebe a diminuição do Saldo Devedor, com aproximadamente 50% das prestações pagas.

SAC (Sistema de Amortização Constante): Trata-se do sistema atualmente mais utilizado pelos bancos. Ao longo do prazo a amortização é constante, reduzindo o principal. Como os juros são calculados com base no principal, este tende a ser decrescente. Assim, neste sistema a parcela inicial é maior, porém decresce ao longo do prazo. O Saldo devedor decresce a partir do 1º pagamento das prestações.

SAC Tabela PRICE
Prestações Decrescentes Constantes
Amortizações Constantes Crescentes
Juros Decrescentes Decrescentes
Vantagem Saldo devedor diminui mais rapidamente em relação a Tabela Price, o valor das prestações cai continuamente Valor da prestação é o mesmo durante o financiamento e a prestação inicial é menor em relação a calculada pela SAC
Desvantagem Prestação inicial maior em relação a calculada pela Tabela Price, e o valor das prestações varia todo mês Saldo devedor diminui mais lentamente em relação a SAC, o valor das prestações não diminui
A partir dos gráficos abaixo, veja como se comporta os valores da prestações de um financiamento tanto para Tabela Price  quanto para a SAC:
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Clientes de 120 países terão acesso aos imóveis de Balneário Camboriú

Sistema chega à cidade nesta semana, por meio da Associação de Corretores de Imóveis

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Em poucos dias, os imóveis de Balneário Camboriú estarão sob os olhares de clientes de 120 países, em 19 idiomas. Um investidor japonês, por exemplo, poderá visualizar online informações sobre as propriedades da Maravilha do Atlântico em sua linguagem de origem e, inclusive, com o preço já convertido em iênes, moeda corrente no país oriental.

A novidade que permitirá essa revolução é o Multiple Listing Service (MLS), consagrado no mundo e que chega à cidade por meio da Associação de Corretores de Imóveis de Balneário Camboriú (ACIBC). O lançamento será nesta semana, quando ocorre o Baile do Corretor. A Associação é a primeira no Brasil a entrar no sistema MLS Internacional.

— A partir de agora, os corretores associados à ACIBC deixarão de ser corretores locais para se tornarem corretores globais. Sem dúvidas, esse é um grande avanço para o setor, que resultará em um aquecimento da economia através dos investimentos em imóveis em Balneário Camboriú — afirma o presidente da ACIBC, Marlon Olsen.

Fazem parte do MLS Internacional associações de corretores de cidades que estão entre os principais destinos turísticos do mundo atualmente, como Miami, Paris, Barcelona e Dubai. A entidade de Miami, uma das maiores do mundo, com 26 mil filiados, já tem parceria formada com a ACIBC desde 2012, quando a presidente, Teresa Kinney, esteve em Balneário Camboriú.

Para o corretor de imóveis Paulo Piccoli, a chegada do MLS é um marco para a classe em Balneário Camboriú.

— A expectativa está grande. O sistema é muito bem organizado e amplo. Se um corretor for morar na Cidade do Cabo, na África do Sul, por exemplo, vai poder continuar atuando. Isto é fantástico — analisa. Para ele, este será mais um atrativo para investidores voltarem a atenção para a cidade que já é considerada por muitos a ‘Miami brasileira’.

— Esse sistema é algo inédito para nós e, com certeza, vai trazer muitos benefícios para a região — diz.

O MLS estará disponível para os associados através do site da ACIBC. O lançamento do sistema ocorre no dia 24, durante o Baile dos Corretores, no Infinity Blue Resort e Spa.

Como funciona

l O Multiple Listing Service (Serviço de Listagem Múltipla, em tradução livre) é um banco de dados de imóveis disponíveis no mercado, compartilhado entre seus membros e controlado com total privacidade.

l Cada imóvel colocado a venda por um corretor é listado no sistema e passa a estar visível para todos os corretores afiliados.

l Online, os profissionais podem fazer parcerias comerciais entre si e, assim, negociar os imóveis com maior rapidez, aumentando a rede de clientes entre todos os associados.

l Cada imóvel cadastrado tem documentação analisada e contém todas as especificações, como endereço, metragem, número de dormitórios, banheiros e formas de financiamento.

l Também é possível acessar fotos e, dependendo do imóvel, passear pela propriedade em um tour virtual.

l Cada informação presente no sistema é automaticamente traduzida para 19 idiomas.

l Além de um hot site exclusivo para associados, existe um buscador online de todos os imóveis aberto ao público, onde é possível visualizar todas as propriedades e os corretores responsáveis.

Fonte: Diário do Sol em 19/08/2013.

Confira 8 dicas na hora de adquirir um imóvel para investimento!

Seja residencial ou comercial, para locação ou venda, investimento em um bem imóvel é uma alternativa segura e de ganho financeiro com valorização a médio e longo prazo.

Ao contrário da instabilidade do mercado de ações, investir em imóveis é uma alternativa  para os que procuram um investimento seguro.

“Quando se aplica em imóvel você pode ter a certeza de que não perderá o valor real da propriedade, ao contrário do que ocorre com os fundos de ações, que podem ter um ganho maior e mais rápido, mas à custa de um grande risco”, diz Roberto Akazawa, gerente de Economia e Estatística do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi).

Confira 8 dicas na hora de adquirir um imóvel para investimento:

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1- LOCALIZAÇÃO – Prefira os imóveis com fácil acesso a transporte público, principalmente metrô e ônibus. A proximidade com universidades, escolas, shoppings, hospitais e comércios também facilita; se o imóvel é comercial, o ideal é que esteja próximo a fóruns ou grandes centros comerciais.

2 – LIQUIDEZ – Especialistas do setor alertam, entretanto, que o investimento não deve ser encarado como uma decisão de impulso. O recomendado é avaliar as vantagens e desvantagens da compra. Um dos pontos a se considerar é a liquidez, pois geralmente leva-se algum tempo para a venda do imóvel. Imóveis de menor valor costumam ter mais liquidez do que imóveis mais caros.

3- CONSERVAÇÃO – Observe o estado do imóvel e do condomínio como um todo. Pintura, piso, azulejos, áreas comuns (piscina, salão de festa, playground, churrasqueira)  e tudo deve estar com a manutenção em dia.

4-  CONDOMÍNIO – Avalie o que o condomínio oferece como  estrutura de lazer e o custo mensal. Taxas condominiais altas dificultam locações e vendas.

5- TAMANHO – A tendência para locação residencial são imóveis um ou  dois  dormitórios e área de lazer razoável. Para os comerciais, a opção deve ser pelos menores – em vez de um escritório de 500 m2, prefira cinco de 100m2, pois o risco de todos ficarem sem alugar ao mesmo tempo é bem menor.

6- VALOR DO IMÓVEL – É mais fácil vender um imóvel de R$ 100 mil do que um de R$ 500 mil. Se for um investimento a longo prazo, como um apartamento na planta, o ideal é que as parcelas não ultrapassem 30% da renda familiar.

7- VAGAS DE GARAGEM – Quanto mais vagas o imóvel tiver, melhor. Mas isso não significa que um imóvel sem garagem não seja interessante, depende da localização e proximidade com transporte público.

8- ANDAR DO APARTAMENTO – Normalmente os andares mais altos são os mais valorizados mas, isso não significa que o andar mais  baixo não seja interessante porque isso é relativo ao do pé-direito do prédio.

Condomínios brasileiros estão entre os 18 mais sustentáveis do mundo

Dois projetos de bairros sustentáveis no Brasil chamaram a atenção da Fundação Clinton e do GBC (Green Building Council), entidade que fornece a certificação ambiental Leed a empreendimentos imobiliários.

Ambos em fase de construção, o Parque da Cidade, empreendimento da Odebrecht, no Brooklin (zona sul de São Paulo), e o Pedra Branca, em Palhoça, cidade vizinha à Florianópolis, estão na lista de 18 projetos mais sustentáveis do mundo elaborada pelas duas entidades.

Comunidade Sustentável

Parque da Cidade, na zona sul de São Paulo, deve estar totalmente concluído em até dez anos.
São empreendimentos que buscam reunir áreas comerciais e residenciais, incentivar o deslocamento sem carro e oferecer áreas públicas abertas à população. Mecanismos que melhoram o uso de fontes de energia, como painéis solares, e de aproveitamento da água da chuva também fazem parte.

Para os moradores, as propostas representam qualidade de vida, segundo Maria Carolina Fujihara, coordenadora do GBC Brasil. “Hoje, as pessoas entram no carro e dificilmente conversam com a cidade. O bairro sustentável incentiva o senso de comunidade.”

A professora Angela Maria Gabriella Rossi, da Escola Politécnica da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), aponta um aspecto de marketing nesses projetos, mas os vê como necessários.

“É fácil vender alguma coisa como sustentável. As empresas incorporam tecnologias ambientais, obtêm certificação e chamam de sustentável”, diz. “Mas são iniciativas necessárias, com as quais vamos aprender e avançar.”

Moradora do bairro em Palhoça há quatro anos, Heloisa Hilda Coelho, 44, vê como vantagem a liberdade de ir trabalhar ou levar o filho para a escola de bicicleta.

“Tenho aquecimento solar e captação da água da chuva em casa, o que gera economia. Mas o maior ganho está na consciência de que a natureza precisa disso.”

Editoria de Arte/Folhapress

Imóveis de um dormitório são destaque de vendas

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O destaque de vendas no mercado imobiliário no primeiro semestre no município de São Paulo foram as unidades de apartamentos de um dormitório. De acordo com o Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), do total de 17,5 mil imóveis vendidos de janeiro a junho, 4,1 mil foram de um quarto. No mesmo período do ano passado, foram vendidas mil unidades nesse perfil.

De acordo com o economista-chefe do Secovi, Celso Petrucci, em termos de crescimento de mercado, os imóveis de um dormitório foram a grande surpresa. Mas os apartamentos de dois dormitórios continuam sendo os campeões de vendas. Na primeira metade do ano foram vendidas 7,8 mil unidades desse tipo ante 6,2 mil no primeiro semestre de 2012.

 

Fonte: Agência  Estado de São Paulo em 13/08/13.

8 motivos para morar em condomínios de casa

Condomínio de casas

Condomínios de casa estão se popularizando. Mas por que tantas pessoas estão investindo nesse tipo de empreendimento? Confira 8 motivos para morar em condomínios de casa.

1- Segurança

Diferente de uma casa, em que você é o único responsável pelo sistema de vigilância, os custos são divididos pelos moradores, assim como em um apartamento. Isso permite que o condomínio seja protegido com o suporte de um material de boa qualidade. Além disso, vigias normalmente são contratados para efetuar rondas constantes pelo condomínio.

2- Conforto

Você tem a comodidade de morar em uma casa com segurança de apartamento, por isso, poderá fazer barulho sem grandes preocupações e até mesmo criar animais de estimação de uma forma mais saudável.

3- Personalização

Você poderá personalizar com mais comodidade o seu imóvel, não só dentro da casa, mas o jardim também. Alguns condomínios disponibilizam uma grande área que pode ser modelada de acordo com sua vontade.

4- Áreas de lazer

Quadras esportivas, pistas de cooper, academia, sauna e piscina são algumas das áreas que normalmente são oferecidas por estes condomínios. O proprietário pode usufruir de toda essa estrutura, algo comum em apartamentos, mas ausente em casas.

5- Planejamento otimizado

Todos os recursos do condomínio, principalmente as casas disponíveis desde a projeção da planta, são cuidadosamente projetados para atender os parâmetros de utilização e segurança. A instalação elétrica de imóveis novos é feita para suportar a demanda média atual. Atualmente temos muitos aparelhos em casa, algo que não era comum há 15 anos ou mais.

6- Manutenção

Como os materiais são novos, as chances de haver defeito são menores. Além disso, a garantia pode cobrir boa parte dos custos de manutenção caso ocorra algum problema. Outro ponto forte é que os condomínios residenciais são investimentos muito bem cuidados, pois assim como nos prédios, vários moradores usufruem as áreas do empreendimento.

7- Valorização

Estes são investimentos que se valorizam fácil. A boa localização dos empreendimentos e a qualidade dos mesmos são fatores que ajudam bastante.

8- Natureza

Áreas verdes são comuns em empreendimentos de grande porte. O contato com a natureza é maior e acaba melhorando a qualidade de vida dos moradores. Alguns condomínios possuem até mesmo lagos artificiais, ajudando a amenizar o clima e aumentar a umidade.

Para conhecer mais detalhes sobre os melhores empreendimentos deste segmento, entre em contato conosco e consulte  nossas opções de venda.

Post publicado originalmente por Elihu Bastos  em 05/06/2013.

Compra de imóvel deve levar apenas 30 dias

Governo apoia proposta em tramitação no Congresso para simplificar burocracia.
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O processo de compra de um imóvel no Brasil pode cair dos cerca de quatro meses para menos de 30 dias com a aprovação de um projeto em tramitação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados. O texto concentra todos os atos jurídicos envolvendo um imóvel na sua matrícula de registro. De autoria do deputado Paulo Teixeira (PT-SP), a proposta tem o apoio do governo federal e deverá ser aprovada em breve.

A proposta transfere a responsabilidade do comprador para o proprietário do imóvel, que passará a ser obrigado a registrar na matrícula todos os dados envolvendo aquela residência. A responsabilidade também recairá sobre um terceiro que tenha algum litígio com repercussão financeira contra o imóvel.

Assim, em vez de o comprador ser obrigado a fazer um verdadeiro périplo pelos cartórios para verificar se o imóvel está bloqueado pela Justiça, consta como espólio ou foi usado como garantia em empréstimo, por exemplo, os dados serão unificados na matrícula do imóvel no Serviço de Registro de Imóveis.

A atualização e veracidade dos dados na matrícula ficam a cargo do vendedor e não mais do comprador, que antes precisava percorrer várias cartórios. Em São Paulo, por exemplo, o comprador deve levantar de 40 a 50 certidões para se proteger no futuro e, mesmo assim, não há garantias de que a compra não será questionada na Justiça.

Na prática, além de reduzir os custos e a burocracia, a proposta, conhecida no mercado como concentração do ônus na matrícula, desestimula os chamados “contratos de gaveta”. Com a concentração de todos ao atos do imóvel na matrícula, ficam valendo somente aqueles ônus que estiveram averbados no registro na hora da assinatura do contrato.

“O objetivo é desburocratizar o mercado imobiliário brasileiro, que em função da insegurança jurídica não tem o tamanho que poderia ter”, afirmou Teixeira. Para ele, o mercado brasileiro se desenvolveu de forma “torta”. “Cabe a um terceiro, no caso, o adquirente do imóvel, levantar todas as informações que comprovem que aquele bem não tem nenhum problema envolvendo o seu dono original e outra parte, como instituição financeira ou a Justiça.”

O secretário adjunto de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda, Pablo Fonseca, avaliou que a aprovação do projeto tem potencial para melhorar “enormemente” a segurança jurídica na compra de imóveis, mercado em expansão no País nos últimos anos.

Segundo ele, a SPE acompanha com grande interesse a tramitação do projeto. “O credor, ou alguém que tem algum interesse sobre a pessoa que é dona do imóvel, será obrigado a registrar na matrícula que move uma ação contra o proprietário”, explicou Fonseca. “Se não estiver anotado matrícula, o imóvel não seria mais passível de questionamento e o comprador não corre o risco de perder o imóvel.”

Para o presidente da Associação Brasileira da Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), Octavio de Lazari, os registradores de imóvel e o mercado financeiro são favoráveis à aprovação do projeto. Na avaliação dele, o projeto privilegia a todos compradores, inclusive aqueles beneficiados no programa Minha Casa, Minha Vida.

Fonte: Estado de São Paulo em  09/08/2013.

Cantor Roberto Carlos lança empreendimento imobiliário no Nordeste

O projeto ocupará uma área de 6,2 mil metros quadrados na cidade de Aracaju, em Sergipe.
Rei da música brasileira, o cantor Roberto Carlos também atua no ramo da construção civil. E, na última quinta-feira (25), lançou seu primeiro empreendimento no Nordeste. O empreendimento chama-se Horizonte Jardins Offices & Hotel, que será erguido pela Emoções Incorporadora, empresa do cantor, em Aracaju. O projeto é realizado em parceria com a AAM Incorporadora.


A Emoções Incorporadoras, de Roberto Carlos, existe desde 2011

O empreendimento ocupará uma área de 6,2 mil metros quadrados, onde 5.776 metros quadrados serão utilizados para o empreendimento e 424 metros quadrados para faixa verde nos acessos.

O empreendimento é próximo ao Shopping Jardins, no bairro que leva o nome do centro de compras. Depois de construído, a AAM e a Emoções serão as donas dos escritórios a serem comercializados, enquanto o empresário Noel Barbosa –  um dos fundadores do Grupo GBarbosa – terá a posse do hotel. A AAM e a Emoções farão a administração e gerenciamento do empreendimento.

Jaime Sirena, sócio-diretor da Emoções Incorporadora, diz que a qualidade é o fator preponderante do lançamento.“O projeto do Horizonte Jardins compõe um conjunto harmonioso entre um hotel e uma torre corporativa. Chama a atenção o impacto estético, tecnológico e arrojado que o projeto vai causar na área. O primeiro pensamento que temos é que estamos planejando um grande presente para Aracaju. Quando pronto, experimentaremos um formidável conjunto de benefícios, destacando maior geração de empregos, expansão do comércio local e valorização imobiliária”, explica.

A Emoções Incorporadora existe desde 2011. Roberto Carlos é dono de 30%, sendo que o percentual restante é dividido entre os amigos e sócios Dody Sirena, Jaime Sirena e Ubirajara Guimarães.  A empresa não informou se vai fazer investimentos na Bahia.

Ficha técnica

ÁREA 6,2 mil metros quadrados é a quantidade total de espaço do empreendimento

EDIFICAÇÕES 5,7 mil metros quadrados serão usados para o espaço do empreendimento

MOBILIDADE 424 metros quadrados serão usados para a faixa verde de acessos

Fonte: site Correio 24horas  da Bahia em 28 /07/2013.