Governo elevará teto para compra do imóvel com FGTS

Casa x cão x família

Visando estimular a economia e, principalmente, o setor de construção civil, o governo vai elevar de R$ 500 mil para R$ 750 mil o valor máximo dos imóveis que o trabalhador pode comprar utilizando seu saldo do FGTS, tanto à vista como financiado dentro do SFH (Sistema Financeiro da Habitação), que tem juros menores.

A medida inicialmente vai valer para alguns Estados, como São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e o Distrito Federal. Nos outros Estados, o valor máximo passará para R$ 650 mil.

A diferença no preço teto, segundo Julio Carneiro, chefe adjunto do departamento de regulação do sistema financeiro do Banco Central, existe porque nos Estados destacados o preço dos imóveis está mais alto.

Significa que os imóveis pagos com o FGTS, de maneira geral, devem ter o mesmo padrão em todo país.

“Houve um crescimento maior no preço dos imóveis nessas cidades, os custos estão maiores”, disse.

A decisão e o anúncio foram feitos nesta segunda-feira (30) em reunião do CMN (Conselho Monetário Nacional) e vinha sendo reivindicada por construtoras há mais de dois anos.

A alteração deve ser publicada amanhã, mesmo dia em que passa a valer a nova regra.

FGTS : DINHEIRO

A última atualização do valor foi autorizada pelo governo em 2009, quando o teto passou de R$ 350 mil para R$ 500 mil.

“A decisão foi tomada porque consideramos esse o melhor momento. Esse limite está em vigor desde 2009 e nesse período teve alteração em alguns índices, como inflação e índice da construção civil”, disse Julio Carneiro.

Ele informou também que não há, no momento, discussão para que a regra possa ser estendida às pessoas que compraram seus imóveis antes da aplicação da medida.

“O Ministério do Trabalho é o órgão curador do Fundo, eu não posso interpretar aqui como FGTS vai entender [a mudança de regras]”, disse.

Julio Carneiro disse também que o governo não acredita que a medida vá causar uma aceleração no preço dos imóveis.

“Esse mercado acelerou muito rápido, mas agora cresce a um ritmo condizente com a economia. Acreditamos que não vai dar um boom, nem uma restrição. Vai manter a trajetória que está seguindo”, explicou.

REGRAS

Botão FGTS

O FGTS só pode ser usado na compra de moradia na cidade ou região metropolitana onde o comprador já resida ou exerça a principal atividade profissional.

Outra regra importante é que a pessoa não pode ter outro financiamento imobiliário pelo SFH (Sistema Financeiro de Habitação) no país, nem ser proprietário de imóvel na mesma cidade ou região metropolitana.

Além disso, o comprador precisa estar há mais de três anos sob o regime do FGTS –consecutivos ou não– e o imóvel não pode ter sido objeto de aquisição com o fundo há menos de três anos.

Editoria de Arte/Folhapress

O dinheiro depositado todos os meses pelo empregador na conta do funcionário rende só 3% ao ano mais TR (Taxa Referencial). Portanto, é muito comum ficar abaixo da inflação (6,7% no acumulado dos últimos 12 meses), o que significa que o montante perde poder de compra ao longo do tempo.

Por isso, a dica de especialistas é que o dinheiro deve ser sacado na primeira oportunidade, o que pode ser feito também na demissão sem justa causa e na aposentadoria, por exemplo.

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Financiamento habitacional vira maior modalidade de crédito ao consumidor

Em agosto, o total de crédito concedido atingiu R$ 315 bi; já o financiamento de veículos perdeu espaço.

Casa de gizzzz

SÃO PAULO – O crédito imobiliário se tornou, no mês de agosto, a principal modalidade liberada às pessoas físicas no âmbito do Sistema Financeiro Nacional, com R$ 314,9 bilhões, segundo estudo da Serasa Experian, com base na análise dos saldos das carteiras de crédito concedido às pessoas físicas, tanto com recursos livres quanto com direcionados, divulgada mensalmente pelo Banco Central.

“Isto é resultado do ritmo de crescimento do crédito imobiliário bem superior aos das demais carteiras, que já vinha numa crescente há anos e ultrapassou o crédito pessoal em agosto. Era só uma questão de tempo”, avalia o economista da casa, Luiz Rabi. A carteira brasileira agora está se aproximando das carteiras internacionais, segundo ele, “pois em outros países, é o crédito habitacional que tem mais espaço para crescer”.

 passo do financiamento

De acordo com Rabi, a tendência de que isso continue pelos próximos anos, em especial em 2014, visto que as outras carteiras são muito cíclicas, e a de crédito imobiliário é mais estrutural, de longo prazo. “E isso só intensifica com a taxa de juros no pico do aperto monetário”, destaca ele, que trabalha com uma Selic estável em 9,75% ao longo de todo o ano de 2014, sendo reduzida somente quando a inflação ceder de forma mais significativa.

“Pelo fato que os juros já vão inaugurar o ano com valor máximo, isso vai segurar as carteiras ligadas ao consumo, ao passo que o crédito imobiliário ”vai embora”, porque não é balizado por isso”, comenta.

gasto de casa

Em dezembro do ano passado, o crédito habitacional, que ocupava a segunda posição, com R$ 255,4 bilhões, representava 23,7% do crédito absorvido pelas pessoas físicas no País, uma diferença de 2,2 pontos percentuais em relação ao crédito pessoal. Em agosto deste ano, o crédito imobiliário atingiu R$ 314,9 bilhões, com 26,5% de participação, destaca a Serasa.

Em contrapartida, a carteira de financiamento de veículos (incluindo-se as operações de leasing) vem perdendo, desde 2011, adesões e, atualmente, ocupa a terceira colocação (R$ 204,3 bilhões, 17,2% do total). “Tudo o que é ligado ao consumo e bens duráveis sofre com o aperto monetário, pois o governo encarece o crédito para diminuir o consumo, que reduz os preços e, consequentemente, a inflação. Esta é uma característica do crédito neste ano que continuará no ano que vem”, afirma Rabi.

Para ele, o que pode ajudar um pouco estas linhas é a queda da inadimplência, “que deve continuar até o fim do ano”. Mas em 2014, destaca, a probabilidade é que ela pare de cair.

Conforme os dados divulgados nesta sexta-feira, 27, pelo BC, o crédito para habitação avançou 2,7% em agosto na comparação com o mês anterior. Isso é resultado de um aumento de 2,6% nas taxas reguladas e de 4% nas taxas de mercado. Assim, o crédito para financiamento imobiliário acumula alta de 35,1% em 12 meses. Nesse período, as taxas reguladas cresceram 33,7% e as taxas de mercado, 47,8%.

CASA INTELIGENTE JÁ É UMA REALIDADE ACESSÍVEL EM SANTA CATARINA

Por comodidade e segurança, projetos de automação custam a partir de R$ 10 mil
                                                                                         automação dois

Há pouco menos de duas décadas, usar o celular no escritório para ligar a luz de casa ou abrir as cortinas da sala eram ações tão futuristas que estavam limitadas à criatividade dos autores do desenho Os Jetsons. Hoje a automação residencial é realidade, tanto que, com um investimento inicial de R$ 10 mil é possível tornar um pedacinho da casa “inteligente” o bastante para facilitar a vida da família.

Esse é o serviço prestado há 19 anos pela Tecsul, empresa com sede em Florianópolis e segunda do ramo de automação no Brasil. A tecnologia importada de países como Canadá, Estados Unidos e Inglaterra permite que, por exemplo, a pessoa programe o ambiente ideal para chegar em casa depois do trabalho. Basta ter um celular com tecnologia Android ou iOS, no caso de produtos da Apple, para baixar o aplicativo. O gerente comercial da empresa, Maykow Borges, explica que é possível – em um único clique no celular – ligar o ar-condicionado na temperatura preferida, fechar as cortinas e deixar a televisão no canal e volume desejados. “Hoje qualquer espaço da casa pode receber automação”, garante o gerente comercial.

Mas não são apenas nesses pequenos “luxos” que a inteligência residencial atua. A tecnologia é aliada em questões de segurança. Maikow explica que é possível controlar do celular ou do computador, a qualquer distância, as câmeras de casa. “Temos clientes que procuram esse serviço para controlar babás ou cuidadores de idosos”, comenta o gerente.

Biometria proporciona mais controle no acesso à casa

Até mesmo as fechaduras podem ganhar detalhes importantes quando o assunto é automação e segurança. Durante a Construfair /SC, a Puxare, empresa que vende acessórios para construção, apresentou uma nova forma de trancar a casa. A fechadura biométrica só pode ser aberta com a leitura da impressão digital. É só aproximar a ponta dos dedos para liberar a entrada. Novidade que tem chamado atenção, principalmente, de quem tem empregados domésticos. Com a nova lei, onde é exigido o controle de horários dos colaboradores, a fechadura pode ser uma grande aliada. Em um dos modelos, é possível até imprimir os horários e saber quem entrou em casa e quanto tempo permaneceu nela. O custo médio da novidade, dependendo do modelo, é de R$ 2 mil.

Custos em baixa

Apesar de ainda ser um serviço de custo alto, quem trabalha no setor de automação garante que os valores baixaram significativamente na última década. Em média, 20% de redução, justificada pela alta concorrência de produtos semelhantes vindo do exterior, principalmente da China.

O gerente comercial da RexDecor, Clóvis Moreira, oferece o serviço de persianas automatizadas. Elas podem ser abertas ou fechadas apenas com o controle remoto. “Esse tipo de produto vale a pena porque ele dura mais, afinal, não está o tempo todo sendo manipulado”, define. Hoje a compra de um motor que realiza o movimento das persianas é de R$ 800, dependendo do modelo. “Quando começamos, somente o motor custava R$ 2 mil. Os preços caíram muito, o que permite que mais pessoas utilizem da tecnologia”, afirma.

Na Tecsul os projetos começam a ser orçados em R$ 10 mil, com a automação básica de um ambiente, com controle de som, iluminação, som e televisor. “Costumamos negociar muito com o cliente. Não há um parcelamento fechado, sempre conversamos para avaliar o quanto ele pode pagar no momento”, destaca o gerente comercial da empresa, Maykow Borges.

Ambientes comuns de condomínio despontam como novo filão

Uma forma de baratear ainda mais o custo da automação é aplicá-la em ambientes comuns de condomínios. Garagens com portões eletrônicos controlados por senha, iluminação ou até o cuidado com o jardim podem ser inteligentes.

O gerente comercial da Tecsul, Maykow Borges, desenvolveu um sistema de automação em um condomínio no bairro Coqueiros, em Florianópolis. Por exigência dos moradores, eles aplicaram uma tecnologia que reduz o volume dos aparelhos de som no salão de festas exatamente às 22h. “Assim eles nunca mais terão problemas com o barulho das festas até altas horas da madrugada”, explica.

Até mesmo para o barulho do abre e fecha das garagens de condomínios há solução. A DS Doors, oferece no Brasil uma opção de portão eletrônico que não emite nenhum som. Além disso, o produto é acionado com controle remoto ou por meio de senhas. “Nossos clientes querem ter conforto e também garantia de segurança”, destaca o gerente comercial, James Carlos Bernardi.

Há possibilidade até de controlar os acessos de quem entrou ou saiu pelo portão do condomínio. O diretor comercial daInbuildtech, empresa do segmento de automação de Balneário Camboriu, Luiz da Silva Júnior, lembra ainda que é possível até criar um sistema onde o próprio controle remoto do morador pode emitir um sinal sonoro para o vigilante no caso de uma situação de risco.

Perfil do cliente muda e passa a ser público jovem

Com a popularização da automação, as empresas do setor têm percebido uma mudança no perfil dos clientes. Hoje são os jovens, recém-casados, que procuram pela tecnologia para equipar a casa ou o apartamento.

                                                                                                 Divulgação/ND

Versatilidade dos tablets e smartphones permite que controlem diversos dispositivos

“Antes os nossos consumidores eram homens bem-sucedidos que começavam a se interessar por tecnologia. Essa situação mudou com a chegada dos jovens que vem desde o berço usando celulares”, garante o diretor comercial da Inbuildtech, Luiz da Silva Júnior.

Apesar do aumento na procura, são os profissionais da arquitetura os grandes divulgadores das possibilidades de uma “casa inteligente”. A arquiteta do escritório DUE Arquitetura e Interiores, Sabrina Sedrez, explica que os clientes não conhecem a tecnologia. “De dois anos para cá houve uma oferta maior, o que barateou o custo final”, destaca.

A arquiteta lembra ainda que, mesmo em um apartamento ou casa que está pronto, é possível fazer a instalação de sistemas de automação, sem a necessidade de uma reforma completa. “A chegada da automação wireless (sem fio), é possível levar facilidade e conforto para uma gama maior de clientes para evitar quebradeiras. Mas, certamente, fica mais fácil quando pegamos o projeto ainda no início da obra”, salienta.

                                                                                            Marco Santiago/ND

Maykow controla ar-condicionado, cortinas e home teather, tudo a partir de um tablet

IMÓVEIS EM SÃO PAULO SÃO MAIS CAROS QUE CASAS SIMILARES EM ORLANDO

50% dos brasileiros estão visando o investimento e 47% esperam passar férias nos Estados  Unidos

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São Paulo- No primeiro semestre deste ano, a procura por imóveis residenciais em Miami e Orlando, nos Estados Unidos, cresceu 42% em comparação com o mesmo período do ano passado.

Um dos fatores do acréscimo é que as propriedades em São Paulo estão mais caras do que na cidades americanas.

Imóvel em Miami em Orlando custa quase a metade do preço de um similar em São Paulo

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De acordo com imobiliária Lello, um imóvel de três dormitórios  na cidade de Orlando  custa entre R$ 414 mil  e  R$ 575 mil ( considerando o câmbio do dia 11 de setembro de 2013), enquanto unidades similares em bairros nobres de São Paulo, como Morumbi, Jardins, Campo Belo e Vila Nova Conceição, ultrapassam R$ 1 milhão. “A procura por brasileiros por imóveis não pára de crescer”, explica a diretora comercial da empresa, Roseli Hernandes.

Dos brasileiros que adquiriram imóveis nas duas cidades citadas, 50% estão visando o investimento e 47% esperam para passar férias no local. Vale destacar que a população brasileira de Miami é estimada em 300 mil pessoas, num total de 2,5 milhões de habitantes.

Do marketing à sustentabilidade; veja quais são os melhores imóveis do Brasil

Foram eleitos oito ganhadores na categoria Empreendimento, que considera projetos residenciais e comerciais, e mais dez na categoria Profissionais

Em evento realizado em São Paulo, o Secovi-SP (Sindicato da Habitação de São Paulo), em parceria com a Fiabci/Brasil (Capítulo Brasileiro da Federação Internacional das Profissões Imobiliárias), apresentou os 18 imóveis vencedores da 19ª edição do Prêmio Master Imobiliário 2013.

Edifício Centro Empresarial Senado, no Rio de Janeiro, um dos vencedores na categoria Empreendimento (Fotos: Divulgação).

Foram eleitos oito ganhadores na categoria Empreendimento, que considera projetos residenciais e comerciais (desde que estejam 100% concluídos e entregues), e mais dez na categoria Profissionais, que reúne projetos nas áreas de marketing, comercialização, sustentabilidade, soluções urbanísticas, inovações tecnológicas e soluções arquitetônicas.

A premiação, considerada a maior consagração do mercado imobiliário nacional, ainda elegeu a Organização Odebrecht como a vencedora na categoria Hors-Concours, que reconhece a empresa pela criatividade e qualificação técnica de seus profissionais.

A cerimônia de entrega dos prêmios aos ganhadores do Master Imobiliário será realizada no próximo dia 18 de setembro, no Clube Monte Líbano, em São Paulo.

Confira abaixo os edifícios comerciais e residenciais eleitos pela entidade:

Categoria Profissional

– Preservação do Patrimônio

O retrofit realizado no edifício Manchete fica localizado na área central do Rio de Janeiro e foi feito pela BR Properties. Prédio foi desenvolvido por Oscar Niemeyer em 1965 (Fotos: Divulgação).

– Soluções Arquitetônicas

Edifício, que está em fase final de construção, terá cinco andares de escritórios e 45,8 mil metros quadrados de área construída, com lajes entre 3,8 mil e 5 mil, além de três subsolos em plena avenidaFaria Lima, em São Paulo. O projeto é da Tishman Speyer em parceria com a KOM Arquitetura

– Produto Imobiliário

Realizado pela Odebrecht Realizações Imobiliárias, o projeto situado em Belo Horizonte é composto por duas torres, com nove pavimentos cada, e sistemas de aproveitamento de água pluvial para irrigação, elevadores eficientes e garagens com iluminação natural.

– Comercialização

O Residencial Haras Patente, em Campinas, teve os seus 320 lotes vendidos em 25 dias, com VGV chegando a R$ 120 milhões. O local, criado em uma área de 650 mil metros quadrados, foi desenvolvido pela Antônio Andrade Empreendimentos e Cyrela Brazil Realty.

– Marketing

A Brookfield Incorporações e a Publicidade Archote apostaram no uso de uma maquete multimídia para alavancar as vendas. E conseguiram. As 399 unidades do Edifício New Way foram vendidas em um mês

– Soluções Urbanísticas

O Jardim das Perdizes, em São Paulo, prevê a construção de 28 torres, sendo 25 residenciais, hotel, e um strip mall, com um mix de lojas e serviços. O terreno de 250 mil metros quadrados foi projetado pela Windsor Investimentos Imobiliários

Categoria Empreendimento

– Comercial

O The One é fruto da parceria entre a Odebrecht e a Zabo e fica na capital paulista. Seu projeto destaca-se pelas caraterísticas de sustentabilidade ambiental e conta com um pé direito triplo de 8,30 metros, além de piso e paredes em mármore e fachada em pele de vidro.

– Comercial

A WTorre e a Edo Rocha Arquiteturas são as responsáveis pelo Centro Empresarial Senado, o maior prédio em estrutura mista de aço e concreto do Brasil, com 185 mil metros quadrados de área construída

– Comercial

Construído pela Cyrela Brazil Realty, o Biosphere Health Center será o primeiro centro de referência na área da saúde em Brasília. São duas torres de oito pavimentos cada, erguidas em um terreno de 7 mil metros quadrados

– Comercial

O Renaissance é o mais novo edifício comercial de Belo Horizonte. Construído pela Construtora Caparaó, o prédio possui 27 andares, com fachada em esquadrias alemãs e vidros de alto desempenho energético.

– Residencial

O Living Superquadra Park Sul, em Brasília, foi construído pela JCGontijo Engenharia em parceira com a Votorantim Finanças. Contém 14 torres com nove pavimentos cada e conta com 10 praças com árvores e mais de 20 churrasqueiras

– Residencial

Localizado na estrada que liga Itatiba a Bragança Paulista, o Quinta de Baroneza foi projetado pela Espírito Santo Property Brasil e é um resort residencial com dois clubes (hípico e golfe). Ao todo, são 971 lotes de terreno a partir de 3 mil metros quadrados.

– Residencial

O Edifício 360º, localizado entre os bairros Pinheiros e Lapa, tem 22 pavimentos e recebeu esse nome por ter quatro fachadas idênticas. O conceito é de autoria da Stan Incorporadora.

– Residencial

Lançado pela Odebrecht Realizações Imobiliárias, o condomínio residencial Vila dos Corais localiza-se em Cabo do Santo Agostinho, em Pernambuco, é formado por seis torres, com sete pavimentos cada, que oferecem 132 unidades de alto padrão e com vista para o mar.

Os bancos com os melhores juros de financiamento imobiliário

A Caixa nem sempre é o banco que tem a taxa de juros média mais barata para o financiamento habitacional, segundo o Banco Central.

Casa com dinheiro

Casa e dinheiro: as regras para o financiamento variam de acordo com o valor do imóvel

São Paulo – Existem diferentes modalidades de financiamento de imóveis no Brasil, que fazem com que as taxas de juros sigam regras distintas. Imóveis de até 500 mil reais podem ser financiados dentro do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), com taxas de juros mais em conta, porque são reguladas; acima desse valor, o financiamento só pode ser feito fora do SFH, e as taxas de juros podem ser mais altas.

Além disso, pode haver dois tipos de cobrança de juros: as linhas pré-fixadas têm juros acordados no ato da contratação e permanecerão as mesmas até o fim do financiamento; já as linhas pós-fixadas têm uma taxa de juro prefixada e corrigida pela variação da Taxa Referencial (TR), que será tanto maior quanto maior for a taxa básica de juros (Selic) no Brasil.

Desde 2012, a TR mensal tem ficado próxima de zero, o que favorece as linhas pós-fixadas. Mas quando há perspectiva de alta nos juros, quem contrata esse tipo de financiamento pode ficar prejudicado.

Ainda assim, o crédito imobiliário é uma das linhas mais em conta do Brasil. As condições também podem variar de acordo com o relacionamento do cliente com o banco. Veja nas tabelas a seguir quais, dentre os grandes bancos, cobram as maiores e as menores taxas de juros médias de financiamento imobiliário em cada tipo de contrato, de acordo os dados passados pelas próprias instituições financeiras ao Banco Central:

Dentro do SFH, com taxa de juros pré-fixada:

Instituição Taxa de juro ao mês (%) Taxa de juro ao ano (%)
Santander 0,83 10,45
Itaú Unibanco 0,85 10,72
Caixa 0,91 11,48
Banco do Brasil 0,94 11,89

Fonte: Banco Central
Período: Agosto de 2013

A tabela completa com todos os bancos está disponível em EXAME.com.

Dentro do SFH, com taxa de juros corrigida pela TR (pós-fixada):

Instituição Taxa de juro ao mês (%) Taxa de juro ao ano (%)
Caixa 0,47 5,78
Banco do Brasil 0,57 7,12
HSBC 0,68 8,44
Santander 0,68 8,47
Bradesco 0,69 8,58
Itaú Unibanco 0,78 9,82

Fonte: Banco Central
Período: Agosto de 2013

A tabela completa com todos os bancos está disponível em EXAME.com

Fora do SFH, com taxa de juros pré-fixada:

Instituição Taxa de juro ao mês (%) Taxa de juro ao ano (%)
Banco do Brasil 1,27 16,41
HSBC 1,36 17,63

Fonte: Banco Central
Período: Agosto de 2013

A tabela completa com todos os bancos está disponível em EXAME.com.

Fora do SFH, com taxa de juros corrigida pela TR (pós-fixada):

Instituição Taxa de juro ao mês (%) Taxa de juro ao ano (%)
Santander 0,68 8,49
Bradesco 0,70 8,78
Caixa 1,05 13,32
Banco do Brasil 1,28 16,53

Fonte: Banco Central
Período: Agosto de 2013

A tabela completa com todos os bancos está disponível em EXAME.com.

Miami, terá 1º prédio do mundo com elevador para carro e garagem na sala

Brasil  terá empreendimento similar na cidade de  Goiânia, em Goiás. 

garagem de luxo

Foi lançado em Miami, em abril desse ano, o primeiro prédio do mundo a ter um elevador panorâmico para carros e passageiros, transportando-os até a garagem, que será nas alturas do apartamentos.

Esta construção de luxo contará com elevadores robóticos que levam o carro da garagem a cada um dos apartamentos; isso porque o prédio contará com um sistema de estacionamento automatizado que permite que os proprietários guardem seus veículos dentro do apartamento.

carro lindo no elevador

Cada apartamento tem , em média 460 m², possui três a quatro dormitórios, dependência de empregada à parte, varanda com piscina privativa e cozinha gourmet, além de garagem para dois carros.

Não se pode negar que, este é um empreendimento para apaixonados por carros, porque  além de possuir elevador panorâmico para os  próprios, será possível ver o carro da sala,  já que a garagem será toda de vidro.

Os apartamentos custam a partir U$$ 5 milhões e devem estar prontos em  2016. Desde o lançamento 40% da unidades foram vendidas, sendo que seis compradores são brasileiros.

Está inovação está presente em Miami e Cingapura, mas aqui no Brasil também terá empreendimento similar na  cidade Goiânia, em Goiás.

De acordo com acessoria  de imprensa do empreendimento, a  venda do mesmo deve começa em outubro. As  obras tem início para maio 2014 e duração de 36 meses.

Mercado imobiliário registra aquecimento em Ribeirão Preto

Cartórios de Ribeirão lavraram mais escrituras de maior valor.

cidade ribeirão

A comercialização de imóveis mais valorizados ajudou a aquecer o mercado imobiliário de Ribeirão Preto neste ano.

Dados coletados pelo Instituto de Economia da Associação Comercial e Industrial de Ribeirão (Acirp) nos dois cartórios de registro de imóveis da cidade mostram que o valor total da escritura de compra e venda lavradas de janeiro a agosto cresceu 53% em comparação com o mesmo período do ano passado.

Ao todo, as operações de compra e venda de imóveis registradas nos cartórios neste ano, somaram R$ 2,8 bilhões, ante R$ 1,8 bilhão em 2012.

Prova de que imóveis mais valorizados foram negociados é que o volume de escrituras lavradas cresceu em uma proporção bem menor, de 18,5% no período.

“Estava procurando um imóvel para comprar desde o início do ano. Acabei fazendo um financiamento com um valor 10% maior do que tinha planejado porque o apartamento que encontrei tinha um valor um pouco mais alto. Mas valeu a pena”, diz a consultora de vendas Lívia Marcolinno.

Financiamentos

De acordo com Antonio Carlos Peixoto, diretor comercial de uma imobiliária de Ribeirão Preto, a facilidade de pagamento e nos financiamentos incentivou a venda de imóveis mais valorizados.
Segundo o Banco Central, de janeiro a maio deste ano, o financiamento imobiliário em Ribeirão cresceu 31%.

Para Peixoto, o aumento nos valores registrados nos cartórios da cidade também mostra que os compradores estão mais conscientes e fazendo registros com valores corrigidos dos imóveis, para evitar problemas com recolhimento de impostos no futuro.

“E o mercado imobiliário em Ribeirão também apresenta números positivos de negócios, pois mantém um crescimento estável”, diz.

Infográficos / A Cidade

Entrega de unidades incentiva negócios

Além da estabilidade nos negócios do setor imobiliário, muitos empreendimentos lançados em 2009 e 2010, época em que Ribeirão passou pelo ‘boom’ de mercado, começaram a ser entregues.

Essa movimentação, segundo Antonio Marcos de Melo, delegado regional do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci) em Ribeirão, contribuiu para o aumento expressivo de escrituras lavradas.

“Muitos imóveis que estão sendo entregues agora tiveram escrituras passadas somente neste ano, isso gera esse aumento nos números dos cartórios”, diz.

zona sul

O autônomo Carlos Plínio, 45 anos, comprou um apartamento na Zona Leste de Ribeirão Preto, recebeu o imóvel no início deste ano e lavrou a escritura logo em seguida.

“Não fiz antes porque não tinha como. Agora como já estou no imóvel fiz a documentação toda certinha”, diz.

Reflexo

Ainda segundo Melo, com as boas condições para a compra de imóveis nos últimos anos, as negociações foram impulsionadas no mercado imobiliário, o que reflete até hoje nos processo de atualização de escrituras.

“Há quatro anos, houve um grande aumento nas vendas de imóveis, principalmente por conta dos lançamentos. E hoje ainda existe uma boa movimentação no mercado”, diz o delegado regional do Creci.

Consórcio Imobiliário ? Conheça as vantagens e as desvantagens

Para quem não tem pressa, o consórcio fica bem mais em conta que o financiamento.

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O consórcio imobiliário é indicado para quem vai comprar a casa própria, mas pode esperar para fechar o negócio. Para especialistas, o consórcio funciona como um disciplinador financeiro para quem não consegue juntar dinheiro por conta própria. Comprando o consórcio, o cliente é obrigado a depositar o dinheiro todo mês.

Carta de crédito é paga diretamente para quem está vendendo o imóvel

Quando a carta de crédito é liberada para o consorciado, o valor é depositado em conta à parte e é pago diretamente a quem está vendendo o imóvel. Caso o comprador do consórcio queira pegar diretamente o dinheiro, é preciso antes quitar todas as parcelas e esperar ainda 180 dias.

Para o consumidor que foi sorteado, mas não vai usar o crédito imobiliário de imediato, não há problema. Continua pagando as parcelas, e o valor da carta de crédito é depositado em uma conta bancária da administradora.

O valor vai ser atualizado, na maior parte das vezes, mensalmente por um dos índices da construção civil (INCC ou CUB). Eventualmente, também pode ser corrigido pelo IPCA ou IGP-M e também poderá depender do que consta no contrato.

Não é investimento

Apesar de ser uma forma de poupar, este recurso não deve ser confundido com uma aplicação financeira, já que ele não gera renda nem multiplica a riqueza pessoal. Deve estar associado à realização de um objetivo material, que é o consumo de um bem.

Por outro lado, o consórcio não cobra juros – apesar das taxas de administração, além de seguro e fundo de reserva, em alguns casos. Enquanto os juros para financiar um imóvel ficam em torno de 10% ao ano – podendo chegar ao dobro do valor do imóvel ao fim do pagamento –, o consórcio costuma cobrar taxas entre 10% e 20% do valor total do bem.

Entre janeiro e junho deste ano, a quantidade de consorciados cresceu 9,6% no País em relação ao primeiro semestre do ano anterior, com 5,5 milhões de participantes, segundo dados da ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios).  

                           

                             Conheça as principais vantagens e as desvantagens                   

consorcio

                                                         Vantagens

                                       – Tempo menor do que financiamento.

                                       – Sorteio ou lance apressam acesso.

                                       

                                                       Desvantagens

                                    –  Paga taxa de administração e fundo de reserva.

                                    – Tem de poupar para dar lance.

 Dica importante:– A administradora do consórcio tem de ser regulada pelo BANCO CENTRAL – A Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio oferece serviço de consulta ao consumidor sobre consórcios na internet ou pelo telefone (11) 3231-5022

Letras de Crédito Imobiliário? Conheça vantagens desse investimento

A mesma segurança da poupança em uma aplicação mais rentável. 

como-ganhar-dinheiro-na-internet-programa-de-afiliados3                                     Estoque de LCI cresce 38% em um ano.

As LCI’s tem  ganhado espaço no mercado, principalmente entre os investidores pessoa física, por conta de alguns atrativos que este título oferece: a isenção do Imposto de Renda é uma das principais vantagens.

Vale lembrar que, LCI tem garantia de FGC ( Fundo Garantidor de Créditos) de até R$ 250mil, ou seja, o investidor está protegido até esse limite em relação ao  banco emissor do título.

Desta forma, é interessante pesquisar bancos que pagam uma rentabilidade melhor, ainda que tenham um risco de crédito mais alto,  desde que a aplicação se limite ao valor coberto pelo FGC.

O Investimento pode possuir rentabilidade pré ou pós-fixada e é considerado adequado para investidores  com perfil conservador. 

O prazo de vencimento e rentabilidade do titulo são definidos no momento da aplicação. É muito importante conciliar o vencimento com o seu objetivo, já que não é possível resgatar antes da data.

Em  relação ao rendimento, a taxa pode ser pós-fixada (um percentual do CDI-Certificado de Depósito Interbancário) ou pré-fixada, onde o investidor sabe exatamente quanto a aplicação irá render.

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Segundo dados da CETIP, a LCI’s renderam em média 7,18% nos últimos 12 meses, resultado maior que o CDB ( 5,31%) e poupança ( 5,23%); dados obtidos até julho de 2013.