O que pensam homens e mulheres na hora de comprar um imóvel?

Profissionais do mercado imobiliário não têm dúvidas de que homens e mulheres têm preferências diferentes antes de concluir um negócio. Mas, a maioria os corretores concordam também que os casais já chegam para negociar em sintonia em vários pontos. A unanimidade é que, no final da “guerra dos sexos”, quem ganha é a família.

Segundo experiências vivenciadas nesse mercado, enquanto estão avaliando um imóvel, os pensamentos do casal percorrem caminhos diferentes dentro da casa e do empreendimento; as mulheres são mais emocionais, enquanto que os homens são racionais. Para ambos, a mulher se vê na casa ou  no apartamento, avalia se todos da família ficariam plenamente atendidos dentro daquela planta.

Já o homem avalia primeiro se o imóvel está dentro do orçamento destinado para a aquisição e depois passa a focar no lazer que poderá ter e proporcionar para a família e amigos. Também  os homens procuram se informar bastante sobre os itens de lazer de um empreendimento e também se o imóvel terá boas condições e tamanho para receber bem as pessoas.

Um ponto de concordância entre  vários corretores é de que a mulher é quem escolhe o imóvel. E que o homem, ciente da decisão da esposa e de que o imóvel está dentro das suas possibilidades, é quem fecha o negócio, ou seja ,  “o homem só bate o martelo com a anuência da mulher”.

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Imóvel na planta: tudo que você precisa saber

casal memorial

Nem sempre o que  está exposto num stand de vendas de imóveis é o que consumidor vai receber na entrega das chaves.

Geralmente, a decoração é bem cuidada e diferenciada para atrair o futuro comprador, mas,  cuidados devem ser tomados nessa primeira visita ao show room.

Vale salientar que, quando se negocia um imóvel na planta o comprador não possui nenhuma garantia, porque as opções e a condições baseiam-se apenas em uma promessa de compra e venda futura, já que ainda o imóvel não foi construído.

Memorial descritivo

Trata-se de um documento onde todas as promessas precisam  constatar por escrito e de forma detalhada para que o comprador possa exigir do vendedor tudo aquilo que foi tratado e como deverá ser o imóvel: área construída, material empregado, tipo de acabamento, divisão de cômodos, padrão de pintura, louças sanitárias, torneiras, tipos de  tomadas, enfim, todos os adornos que farão parte do imóvel.

As empresas costumam montar um modelo do imóvel decorado que serve para que o cliente possam visualizar com mais facilidade aquilo que o consumidor pretende comprar mas,  nem tudo que está exposto será entregue, porque é muito comum apresentação de itens “meramente decorativos” e alguns objetos  que compõe a decoração  como: móveis, lustres, chuveiros, certamente, não fazem parte do negócio em si, enquanto que os pisos e revestimentos podem ou não compor a construção.

Daí, a importância da leitura tranqüila e detalhada do memorial descritivo, preferencialmente comparando tudo que está ali informado com o imóvel modelo colocado em exposição. Em caso de divergência, deve-se solicitar ao vendedor, por escrito, a descrição de tudo o que será entregue.

Dica: Para quem pretende comprar um imóvel, em qualquer situação, é importantíssimo ler atentamente todos os contratos/documentos e consultar  se  o empreendimento  está devidamente legalizado.  

Gasto com tributos chega a 8% do valor do imóvel. Confira quais são as tarifas.


impostos casa

Quem compra um imóvel deve ficar atento: antes de passar à condição de feliz proprietário será preciso desembolsar uma boa quantia com custos adicionais -impostos, documentos e serviços que oficializam o negócio. Quanto o comprador vai gastar exatamente depende da cidade em que está localizado e do preço da casa ou apartamento.

Esses gastos variam, mas vão de 6% a 8% do valor do imóvel em média.

CUSTOS ADICIONAIS NA COMPRA

GASTO VALOR
ITBI (imposto sobre imóveis) De 2% a 5% do preço do imóvel
Registro da compra em cartório Varia em cada Estado. Em São Paulo, entre R$ 1.131 (imóveis de   R$ 100 mil) e R$ 2.636 (imóveis de   R$ 1 milhão)
Escritura Varia em cada Estado. Em São Paulo, entre R$ 1.643 (imóveis de   R$ 100 mil) e R$ 3.569 (imóveis de  R$ 1 milhão).
Certidão negativa de dívidas R$ 700 (SP e RJ)
Corretor 3% a 6% (vendedor paga, mas acaba embutindo no preço final)

Pelo menos três grandes despesas devem estar previstas no orçamento do comprador. A mais alta costuma ser o Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), uma porcentagem sobre o valor do imóvel que varia de cidade para cidade.

Em São Paulo, Rio de Janeiro e Fortaleza, por exemplo, esse imposto é 2% do preço da casa ou apartamento. Em Belo Horizonte, é 2,5% e, em Barueri, na região metropolitana de São Paulo, chega a 5%. Na maioria das vezes, o ITBI é informado no site da prefeitura.

Outra despesa é o registro da compra em cartório. Sem esse documento, o imóvel permanecerá no nome do vendedor. Diferentemente do ITBI, o valor do registro não é uma porcentagem, mas uma quantia fixa cobrada em faixas -o de um apartamento de R$ 300 mil é um, o apartamento de R$ 900 mil ou R$ 1 milhão é outro, mais alto. A tabela varia de Estado para Estado.

O preço da escritura, que é o contrato de compra e venda do imóvel, também é significativo. Como o registro, esse documento tem o preço definido por uma tabela que varia de Estado para Estado e é cobrado em faixas. Quem vai financiar não precisa obter esse documento.

O contrato de financiamento tem força de escritura pública. Porém, os bancos cobram uma taxa por esse contrato, normalmente de 1% do preço da casa ou apartamento.

Para um imóvel de R$ 800 mil no Rio ou em São Paulo, a porcentagem dessas despesas adicionais seria de 2% pelo ITBI mais 0,3% pela escritura e 0,3% pelo registro.

casa impostos

Outros gastos
Uma despesa menor que costuma se somar ao bolo de gastos do comprador é o serviço de despachantes para retirada de certidões negativas, que demonstram que o vendedor não tem dívidas que comprometem o patrimônio e podem acabar atrapalhando o negócio ou sendo herdadas pelo novo proprietário.

Essas certidões são de responsabilidade de quem vende. Mas, na prática, às vezes os custos acabam ficando com o comprador. O número e custo delas varia conforme a cidade. No Rio de Janeiro e em São Paulo, estima-se que as despesas com essas certidões fique em torno de R$ 700.

Os gastos com o corretor também costumam ficar a cargo do vendedor. O valor dessas comissões varia entre 3% a 6%.

Desconto para primeiro imóvel
Aqueles que estão comprando a primeira casa ou apartamento têm 50% de desconto no registro em cartório. Desde que o imóvel esteja sendo financiado pelo Sistema Financeiro de Habitação.

Segundo os especialistas, esse desconto seria uma forma de incentivar quem faz a primeira compra de imóvel. Para pedir o abatimento, o comprador deve fazer uma declaração no cartório.

Quando for levar os documentos para fazer a escritura, a pessoa deve informar e assinar uma declaração ali mesmo pedindo a redução.

Vai comprar um imóvel? Saiba como ver o saldo do FGTS online

No mesmo ambiente da web é possível checar se o empregador está fazendo os depósitos regularmente, além de atualizar o endereço para envio do extrato em papel.

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São Paulo – Se você está planejando usar o dinheiro do seu Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para comprar um imóvel, há uma forma simples de verificar quanto você tem no fundo. A consulta ao saldo, aos depósitos feitos pelo empregador e até a atualização de endereço para receber os extratos do FGTS em casa pode ser feita online e gratuitamente no site da Caixa.

Basta entrar no site do banco, opção Você>Serviços Sociais>FGTS. Ao clicar em “Extrato do FTGS”,aparecerá uma tela  em que você deverá informar o número do PIS/PASEP que consta na sua carteira de trabalho e uma senha, que pode ser cadastrada rapidamente na hora. Depois, basta informar o código de confirmação. Você verá então uma tela com todas as informações referentes ao seu fundo de garantia.

Você poderá então visualizar seu extrato, para verificar o saldo contido no fundo e também os depósitos do empregador. Dessa forma, é possível, por exemplo, verificar se o empregador não está faltando com os pagamentos, o que costuma ser motivo de inúmeras ações trabalhistas.

Você também pode optar por receber o extrato do seu FGTS regularmente por e-mail ou ainda atualizar seu endereço para recebê-lo em casa.

O ambiente do site da Caixa onde se pode ver as informações sobre o FGTS é o mesmo onde o trabalhador pode verificar informações acerca de um eventual seguro-desemprego que deva receber. Qualquer trabalhador com carteira assinada pode ter acesso a esse ambiente online, mesmo que não seja cliente Caixa. Basta cadastrar a senha.

Recentemente,o valor do imóvel que pode ser  financiado com recursos do FGTS foi    elevado para 650 mil reais, sendo 750 mil reais para os estados de São Paulo e Minas Gerais, do Rio de Janeiro e o Distrito Federal. Outras regras também devem ser cumpridas, como ter no mínimo três anos sob o regime do FGTS e não possuir imóvel próprio na cidade onde reside ou trabalha.

Transforme sua casa num ambiente ecologicamente correto

moça regando planta

Os cuidados com o ecossistema não são exclusividade das esferas políticas ou de Organizações Não Governamentais, mas um dever com o qual toda a sociedade deve se comprometer. Cada indivíduo pode contribuir com a preservação do planeta, adotando hábitos mais sustentáveis como reciclar materiais e reaproveitar a água.

O cidadão consciente compreende que pode começar a fazer sua parte com ações simples, implantadas em seu próprio lar, transformando-o em uma casa ecologicamente correta. Essas mudanças de hábitos requerem pouco esforço e proporcionam excelentes resultados para a natureza.

A primeira de uma série de atitudes sustentáveis que podem ser adotadas em sua casa está relacionada com a economia de água. Este é um recurso abundante em nosso planeta, mas as reservas de água potável, aquela que pode ser consumida, são bastante limitadas. Fechar a torneira para escovar os dentes, reduzir o tempo no banho, utilizar lavagem a seco para o carro e incentivar o reaproveitamento da água da lavadora de roupas são algumas dicas para quem deseja atingir esse objetivo.

Outra sugestão é realizar a limpeza da casa com produtos biodegradáveis ou que provocam menores impactos ao meio ambiente. Convém ter cuidado também com os aerossóis, muitos ainda empregam o CFC, um gás nocivo à camada de ozônio.

A destinação correta do lixo é outro aspecto positivo para quem deseja adotar atitudes mais sustentáveis no dia a dia. Plásticos, papéis e metais podem ser reutilizados após passarem pelo processo de reciclagem, por isso, é importante que eles sejam separados do lixo úmido (orgânico) e entregues à coleta seletiva da cidade. Pilhas e baterias também não devem ser dispostas no lixo comum, mas sim entregues em postos de coleta. A mesma regra se aplica às lâmpadas fluorescentes, já que elas possuem mercúrio, um metal pesado capaz de contaminar o solo e o lençol freático.

Casa própria é o sonho de consumo para 30% dos brasileiros

Happy family near new house.

Três em cada dez brasileiros (30%) têm como principal sonho de consumo comprar uma casa ou mobiliar e reformar o imóvel próprio, de acordo com pesquisa divulgada recentemente pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) para traçar o perfil comportamental e hábitos do consumidor.

Mas, além da questão patrimonial, a pesquisa constata que muitos consumidores são movidos por impulsos, e não têm maiores cuidados em relação a só gastar dentro dos limites do próprio orçamento. Caso, por exemplo, dos 47% de entrevistados que admitiram ter comprado, por impulso, algum produto que nem sequer chegaram a usar.

A questão orçamentária não inibe também os 62% que, antes mesmo de receber o salário, já pensam nas compras supérfluas que farão no mês seguinte, nem os 59% que se presenteiam apenas porque “eu mereço”. O mesmo percentual dos que admitem ter ficado “no vermelho” porque compraram algum bem sem necessidade imediata.

mina comprabdo via internet

Tem, ainda, os que são movidos pela aparência. Caso dos 33% que confessaram ter dado presentes acima de suas posses para impressionar; dos 43% que quando compram um produto recém-lançado, fazem questão de exibir a novidade; ou dos 21% que em companhia de amigos ou parentes em compras, extrapolam o próprio orçamento apenas para “não fazer feio”.

Também segundo a pesquisa, realizada com 610 entrevistados em 27 capitais brasileiras, o percentual dos brasileiros que planeja o investimento para moradia sobe para 32%, entre os  entrevistados das classes C,D e E.

Já os de maior renda, realizar uma viagem desponta como o principal sonho de consumo, por 18% dessas pessoas porque a viagem é vista de vivenciar novas experiências, enquanto os de menor renda a casa própria representa segurança e independência.

Na avaliação do gerente financeiro do SPC Brasil, Flávio Borges, a tendência ao consumo imediatista e impulsivo por uma parcela expressiva da população é reflexo das recentes alterações na estrutura de renda do brasileiro e no acesso ao crédito.

“Com desemprego em baixa e reajustes salariais acima da inflação, temos assistido a uma crescente inserção do consumidor ao mercado de crédito, o que garante mais poder de compra. O problema é que a melhora da condição financeira da população nem sempre vem acompanhada de uma maior consciência sobre como gastar esse dinheiro“, explica Borges.

De igual maneira, em cada dez entrevistados, pelo menos seis (59%) admitem que já ficaram no vermelho por adquirir algum bem que não precisavam ter comprado. Segundo Borges, esse comportamento contribui para o elevado nível de endividamento (comprometimento do orçamento com dívidas a pagar) da população.

“Várias das conclusões do estudo reforçam a constatação de que o brasileiro tem satisfação em gastar o seu salário logo que recebe. Com uma visão mais imediatista para a realização de seus sonhos e desejos, ele acaba pagando a mais em forma de juros embutidos nos financiamentos. Isso explica o fato de o Brasil ser um dos países que menos poupam no mundo”, diz Borges.

Novos hábitos e sonhos de consumo

Entre os principais gastos declarados que os entrevistados tiveram ao longo de 2013, a maior parte se refere á itens básicos de primeira necessidade, como alimentação (67%) e moradia (49%).

Os eletrodomésticos da chamada linha branca, como geladeira, fogão, máquina de lavar e micro-ondas, que com as desonerações fiscais nos últimos anos passaram a ser comercializados a preços mais baixos, foram citados pelos entrevistados como os principais itens de consumo que passaram a fazer parte das listas de compras em 2013 (12% dos casos).

Já em relação ao planejamento para compras futuras, três em cada dez brasileiros (30%) tem como seu principal sonho de consumo adquirir a casa própria ou reformar e mobiliar o imóvel que já possuem.

Quase 40% dos compradores de imóveis em SP são investidores

Vale do Anhangabaú

Quatro em cada dez pessoas que compram imóveis na cidade de São Paulo têm como foco investimento, segundo pesquisa da Lopes Inteligência de Mercado.

Para 55%, moradia própria foi a principal finalidade. Já em 4% dos casos foi para uso de outra pessoa e em 3% o objetivo era que o imóvel servisse unicamente como local de trabalho.

Uma explicação para o grande número de investidores é que a taxa básica de juros, a Selic, caiu de 10,5% ao ano no início de 2012 para 7,25% no fim desse mesmo ano, atingindo seu mais baixo nível na história. Hoje, após cinco elevações, está em 9,5%, o que pode diminuir o apetite dos investidores.

Como a taxa serve de referência de juros para o mercado, uma baixa afeta o desempenho das aplicações financeiras, como em renda fixa, fazendo com o que os imóveis ganhem atratividade como forma de investimento. A alta tem o efeito contrário.

Outro motivo é que as incorporadoras lançam cada vez mais imóveis compactos.

Com área menor, costumam ter preço final inferior, mesmo com um valor elevado do metro quadrado, e são mais facilmente locáveis que os imóveis com muitos quartos, o que atrai investidores.

Em alguns casos, segundo dados  de  pesquisa também, 80% dos imóveis de um dormitório são vendidos a investidores. A pesquisa foi realizada com 3.338 compradores em 2012. (DANIEL VASQUES)

 

Vendas de imóveis em SP crescem 45% em 2013

Lançamentos e vendas voltaram a surpreender em agosto, aponta pesquisa do Secovi-SP.

O mercado imobiliário paulistano tem destoado dos outros setores da economia e crescido muito acima das expectativas em 2013.

Para se ter uma ideia, as vendas de imóveis na cidade de São Paulo entre os meses de janeiro e agosto deste ano registraram uma alta de 45,8% em relação ao mesmo período de 2012, segundo a última pesquisa do Secovi-SP (sindicato da habitação).

De acordo com o levantamento, foram vendidas 22.638 unidades nos primeiros oito meses de 2013, ante os 15.530 imóveis comercializados no mesmo intervalo do ano passado.

Somente no último mês de agosto, a pesquisa mostrou que houve um crescimento de 86,2% nas vendas na comparação com o mesmo período do ano passado. Foram vendidas 3.464 unidades em agosto de 2013 ante as 1.860 unidades negociadas em agosto de 2012.

Já em relação ao mês anterior (julho de 2013), quando foram vendidos 1.674 imóveis, houve um aumento de 106,9%.

A entidade apontou ainda que esta quantidade representou o terceiro maior volume de vendas para o mês desde 2004. Apenas nos meses de agosto de 2008 e 2009 o volume foi maior, quando 4.146 e 3.578 unidades foram comercializadas, respectivamente.

“O acesso ao crédito imobiliário, o crescimento do PIB no segundo trimestre de 2013, a taxa de desocupação de 5,3% em agosto, aliada ao aumento da renda média do brasileiro e ao bônus demográfico que insere milhares de pessoas na demanda por moradia, são fatores que contribuem para embasar os números apurados pela pesquisa”, avaliou o presidente do Secovi-SP, Claudio Bernardes, via nota.


Apenas em agosto deste ano, foram lançadas 2.875 unidades, aumento de 104,9% em relação a julho.

Já o valor negociado, medido pelo VGV (Valor Global de Vendas) atualizado pelo INCC-DI, atingiu no mês R$ 1.552,3 milhões, volume 80,4% superior ao registrado em julho (R$ 860,6 milhões) e 47% maior que o apurado em agosto de 2012 (R$ 1.055,7 milhões).

O segmento de dois dormitórios, com 44,4% (10.048 unidades) do total comercializado foi o grande destaque do mercado nesses oito meses de 2013.

Lançamentos

Também foi registrada uma alta no número de lançamentos. Segundo dados da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudo de Patrimônio), foram lançadas 18.261 unidades até o oitavo mês deste ano, um aumento de 39,1% ante mesmo período de 2012, quando foram construídos 13.127 imóveis.

Apenas em agosto deste ano, foram lançadas 2.875 unidades, aumento de 104,9% em relação a julho deste ano (1.403 unidades) e de 38,4% na comparação com o mês de agosto de 2012, quando foram lançadas 2.078 unidades.

“A explicação para o bom momento são os lançamentos de produtos que atendem à demanda por novas moradias e com valores que cabem no bolso do consumidor”, completou Bernardes.

Ilha privada de Miami terá imóveis de luxo para brasileiros

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Uma empresa americana vai lançar um empreendimento de alto luxo, numa ilha privada da Flórida, voltado para o público brasileiro. Os apartamentos vão custar a partir de US$ 1,7 milhão, ou R$ 3,72 milhões.

O Privé at Island Estates será composto por duas torres e terá, no total, 160 apartamentos à venda. O empreendimento será erguido na última ilha privada disponível no sul da Flórida, segundo as empresas Bh3 Management e Gary Cohen, responsáveis pelo projeto. A ilha tem 80 mil metros quadrados de área.

Os apartamentos terão entre 240m² e 520m². Todos terão entradas privadas e varandas com vista para o mar.

Para atrair os brasileiros endinheirados, o empreendimento terá benefícios semelhantes aos oferecidos por hotéis e resorts cinco estrelas. Os serviços incluem um ginásio de 10 mil metros quadrados, um spa em cada torre, quadras de tênis, piscinas, marina, praia privada e concierge em tempo integral.

As obras do Privé at Island Estates estão previstas para começar no segundo semestre de 2014 e devem durar cerca de dois anos.

Consórcio de imóveis: como funciona?

Os consórcios são uma modalidade de autofinanciamento desenvolvida no Brasil usada por milhões de pessoas para comprar algum bem – um imóvel, por exemplo. Funciona da seguinte maneira: a administradora do consórcio, uma instituição financeira, reúne um grupo de pessoas com o objetivo comum de comprar o mesmo bem – imagine, por exemplo, que 200 pessoas se juntam para comprar 200 imóveis, dividindo os pagamentos em 100 parcelas mensais. A cada mês, o dinheiro das parcelas pago por todos os participantes é usado para que ao menos dois deles possam fazer a aquisição.

As pessoas que terão direito a comprar o bem serão determinadas de duas formas. A primeira é por sorteio, com a participação de todos os membros do grupo. A pessoa sorteada receberá uma carta de crédito no valor definido no começo do consórcio e poderá usá-la para comprar seu imóvel. Mas quem não quiser contar apenas com a sorte também poderá fazer um lance: o maior leva a carta de crédito. No lance, cada uma das 200 pessoas desse mesmo grupo poderá dizer em quanto deseja antecipar o pagamento das prestações do consórcio. Se alguém se comprometer a quitar 50% da dívida em um único lance e nenhum outro participante do grupo estiver disposto a pagar um percentual maior do que esse, ele também será contemplado com a carta de crédito.

Comprar um imóvel por meio de um consórcio é bem diferente de fazer a mesma coisa pagando à vista ou tomando dinheiro emprestado em um banco. Ao contrário do crédito imobiliário, no consórcio não há o pagamento de juros à instituição financeira porque o dinheiro que permite que ao menos uma pessoa obtenha a carta de crédito por mês vem do bolso de todos os membros do grupo – e não do banco. O consorciado terá que arcar com outros custos, mas, se for sorteado rapidamente, poderá adquirir um imóvel com condições mais interessantes do que com o crédito imobiliário – mas isso depende de sorte. Já se demorar muito para ser contemplado, o participante perderá dinheiro, uma vez que poderia estar poupando por conta própria, investindo os recursos em alguma aplicação financeira e ganhando juros.

Consórcio de Imóveis - Imóvel

Os consórcios de imóveis podem financiar a compra de imóveis de baixo, médio e alto padrão. O valor das cartas de crédito começa em cerca de R$ 40 mil e vai até R$ 1 milhão. O número de parcelas de pagamento do consórcio também varia bastante e pode chegar a até 200 meses. O aumento do número de parcelas pode reduzir o valor das prestações mensais, mas é importante o comprador entender que o tempo para a compra do imóvel também poderá ser dilatado, já que as chances de ser sorteado rapidamente também diminuem. Por último, os valores das parcelas mensais começam em R$ 200 e podem superar R$ 3 mil.

Apesar de o consórcio não incluir a cobrança de juros, os consumidores terão de arcar com outras despesas. A instituição financeira responsável pelo gerenciamento do grupo cobrará uma taxa de administração de todos os consorciados. A taxa é diluída durante todo o tempo de existência do grupo, mas, em alguns consórcios, poderá ser um pouco maior nos cinco primeiros meses porque é acrescida da chamada “taxa de antecipação”. Na maior parte dos consórcios, será também necessário contribuir mensalmente com um fundo de reserva que cobrirá a eventual inadimplência de alguns participantes do grupo – se todo mundo pagar as prestações direitinho, o dinheiro do fundo de reserva retorna ao bolso dos consorciados ao final do grupo. Por último, algumas administradoras também exigem o pagamento de um seguro prestamista que cobrirá o saldo devedor de algum consorciado que venha a falecer. Todos esses custos juntos costumam representar mais de 20% do valor do imóvel. Antes de comprar o consórcio, pergunte qual é o custo efetivo total (CET) da operação, que já deverá englobar todas essas despesas.

Casa x cão x família

Para quem o consórcio de imóveis pode ser uma boa opção

1 – Quem não tem pressa em comprar imóvel – Uma pessoa que está poupando para se casar daqui a alguns anos e só depois adquirir a casa própria, alguém que planeja comprar um segundo imóvel para alugar ou quem pensa em presentear um filho adolescente com uma residência quando ele acabar a faculdade pode considerar a hipótese de entrar em um consórcio para alcançar esse objetivo. Mas é importante entender que pessoas com esse perfil não precisam necessariamente entrar em um consórcio. Também é possível ir juntando dinheiro todos os meses, aplicar os recursos em um investimento mais conservador e fazer o bolo aumentar até que seja possível realizar a aquisição lá na frente. Poupar do próprio bolso também tem a vantagem de não ser necessário pagar taxa de administração, fundo de reserva nem seguro prestamista.

2 – Quem acha que os preços dos imóveis vão cair no futuro – Se isso acontecer, o consórcio pode virar uma excelente opção. Afinal, se daqui a cinco ou dez anos você for contemplado e os preços estiverem mais baixos, será possível comprar um imóvel gastando menos. Os preços dos imóveis no Brasil subiram muito na última década e, para alguns especialistas, já estariam em um patamar exagerado. Mas é importante entender que ninguém consegue prever com precisão como estarão os preços do mercado imobiliário daqui a algum tempo e que, se a pessoa errar em suas previsões, poderá ter de pagar mais caro à frente.

Consórcio de Imóveis - Dinheiro

3 – Quem já tem dinheiro para dar um lance competitivo – Alguém que possa fazer um lance correspondente a 50% do valor do consórcio, por exemplo, tem grandes chances de obter a carta de crédito rapidamente, comprar o imóvel, alugá-lo e, com o fluxo mensal dos aluguéis, amortizar as mensalidades do consórcio ao longo do tempo. Portanto, o imóvel acaba se autofinanciando. Mas há riscos nessa operação: a) o grupo pode ser muito competitivo e talvez você não consiga pegar a carta de crédito rapidamente mesmo oferecendo o pagamento antecipado de 50% do saldo devedor do consórcio. Quando a carta de crédito dos consórcios tiver valor inferior a R$ 650 mil, ou R$ 750 mil nos estados de SP, RJ e MG, além do Distrito Federal, geralmente é possível usar o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) para dar o lance. Alguns consórcios também permitem o chamado “lance embutido”, em que uma parte do valor da própria carta de crédito é usada para pagar o lance. Com essas duas facilidades, os lances se tornaram muito mais competitivos, e, nas primeiras prestações, pode ser preciso oferecer mais de 60% do valor do consórcio para ser contemplado; b) pode ser que você não consiga alugar rapidamente o imóvel que comprou com a carta de crédito e tenha que pagar as prestações do próprio bolso; e c) você paga a taxa de administração proporcional antecipadamente quando dá o lance – portanto, a vantagem pode não ser tão grande assim.

4 – Quem não tem dinheiro para dar a entrada em um financiamento imobiliário – Pessoas nessa situação não tem a opção de financiar a compra de um imóvel para adquiri-lo imediatamente. Então alguns entram em um consórcio de valor baixo, vão pagando as prestações e, quando são sorteados, usam a carta de crédito para dar a entrada em um imóvel, financiando o resto do valor em um banco. O consórcio acaba funcionando, portanto, como a porta de entrada do financiamento imobiliário. Mas lembre-se que, nesse caso, serão duas dívidas que ainda precisarão ser amortizadas: uma com o consórcio que ainda não tiver sido integralmente pago e outra com o banco que financiou a aquisição do bem.

5 – Quem não consegue ter disciplina para poupar todos os meses sozinho – Educadores financeiros afirmam que uma das vantagens do consórcio é forçar uma pessoa que simplesmente não consegue poupar todos os meses a acumular as reservas necessárias para realizar o sonho da casa própria. Afinal, será necessário pagar todas as prestações em dia para ter o direito de retirar a carta de crédito no valor inicialmente estabelecido. O problema é que há um custo para essa disciplina forçada, que virá na forma de taxa de administração, fundo de reserva e seguro.

6 – Quem tem muita sorte – Alguém que entrou em um consórcio imobiliário e foi sorteado logo no primeiro mês fez uma excelente opção ao escolher um consórcio ao invés de um financiamento imobiliário ou esperar para comprar o bem à vista. Mas é importante lembrar que não há nenhuma garantia de que isso vai acontecer.

7 – Quem não quer se descapitalizar – Mesmo quem tem dinheiro para comprar um imóvel pode deixá-lo aplicado no banco rendendo juros se entrar em um consórcio. Quando for sorteada, essa pessoa poderá comprar um imóvel, alugá-lo e usar esse dinheiro para amortizar as prestações mensais do consórcio sem mexer no dinheiro que já havia sido acumulado.

Os riscos do consórcio

1 – Alta do preço dos imóveis – O principal risco é o preço dos imóveis subir muito e a correção da carta de crédito não ser suficiente para comprar a residência no padrão desejado. No consórcio imobiliário, tanto o valor da carta de crédito que será disponibilizada a quem for contemplado quanto o saldo devedor dos participantes é corrigido uma vez ao ano pelo INCC, um índice de inflação calculado pela Fundação Getulio Vargas que é usado como termômetro dos custos da construção no Brasil. O problema é que algumas vezes os preços dos imóveis sobem mais que os custos das construtoras e, nesse caso, quem compra a residência lá na frente usando a carta de crédito poderá ter de se contentar com uma propriedade de padrão inferior ao que imaginou. Já quem toma um empréstimo no banco para comprar imediatamente um imóvel não fica sujeito às oscilações futuras de preço do mercado imobiliário.

2 – É uma forma de poupança cara – Além de pagar taxas e seguros e contribuir com o fundo de reserva, o consorciado não terá remuneração pelo dinheiro que está poupando. O custo de oportunidade, portanto, são os juros que deixarão de ser recebidos se o dinheiro for poupado no banco. Por outro lado, se for sorteado, o consorciado poderá alcançar o sonho da casa própria muito antes que alguém que poupa vários anos para comprar o bem à vista.

Consórcio de Imóveis - Porquinho Voando

3 – Não serve para quem está com pressa – Alguém que deseja se livrar do aluguel o mais rápido possível e não tem dinheiro para dar um lance elevado corre um alto risco se fizer a opção pelo consórcio. Em um grupo com duração de 200 meses, por exemplo, a chance de ser sorteado no primeiro mês é de apenas 0,5%. As probabilidades não jogarão a seu favor, portanto. Para atrair algumas pessoas que vivem de aluguel, alguns consórcios permitem que a parcela mensal seja mais baixa antes da contemplação. Já depois que a pessoa pega a carta de crédito e compra o imóvel, as parcelas aumentam – mas, em compensação, o consorciado já terá uma folga financeira, uma vez que não vai mais arcar com os custos do aluguel.

4 – Os azarados se dão mal – Se for sorteado por último e comprar um imóvel somente daqui a muitos anos, o consorciado terá feito uma aquisição mais cara e terá perdido dinheiro em relação a outras opções – a não ser que os preços do mercado imobiliário despenquem.

5 – Consórcio e aluguel são dois custos – Quando alguém contrata um financiamento imobiliário junto a algum banco, levanta o dinheiro necessário para comprar um imóvel e pode se livrar do aluguel imediatamente. Já alguém que mora em uma casa que pertence a outra pessoa e precisa esperar muito tempo para ser contemplado estará arcando com duas despesas mensais: as prestações do consórcio e o aluguel. Então isso precisa entrar na conta na hora de escolher qual é a melhor opção, o aluguel ou o financiamento.

6 – Consórcio também inclui análise de crédito – Pessoas incluídas em cadastros de inadimplentes como da Serasa podem não conseguir o imóvel por meio de um consórcio. Um banco dificilmente vai liberar um empréstimo para alguém com o nome sujo, mas a maioria das administradoras de consórcios até permite que essa pessoa entre em um grupo agora. Quando for contemplado, no entanto, essa pessoa precisará já ter limpado o nome ou então apresentar um fiador que se responsabilize pela quitação do saldo devedor para conseguir retirar a carta de crédito que lhe permitirá comprar a propriedade.

Dicas para contratar um consórcio

1 – O Banco Central divulga as administradoras de consórcios autorizados a funcionar. No Brasil, já houve casos de administradoras de consórcios não-autorizadas que fugiam com o dinheiro dos participantes. Então não custa nada tomar o cuidado de checar se a empresa está regularizada antes de fechar o negócio. O BC também divulga os rankings das administradoras com maior número de reclamações. É recomendável evitar instituições com o maior número de queixas consideradas procedentes.

2 – O BC proíbe a comparação de custos de consórcios e financiamentos imobiliários, já que são produtos muito diferentes. As calculadoras que ainda são encontradas em alguns sites vão sempre dar vantagem aos consórcios em relação aos custos, já que não há cobrança de juros. Mas é importante o consumidor entender que, ao contratar um financiamento imobiliário, poderá comprar a propriedade logo no momento da assinatura do contrato, o que só acontece nos consórcios em caso de muita sorte. Então faça a escolha entre um produto ou outro principalmente de acordo com seu objetivo de vida.

Consórcio de Imóveis - Banco Central

3 – O FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) pode ser usado para abater as parcelas de um consórcio imobiliário nas mesmas condições em que é utilizado para a compra de imóveis. A principal regra é que o valor do imóvel não pode ultrapassar R$ 650 mil, ou R$ 750 mil nos estados de SP, RJ e MG, além do Distrito Federal, para que o trabalhador tenha direito de usar os recursos do fundo. O dinheiro do FGTS pode ser resgatado tanto para dar o lance quanto para amortizar o saldo devedor durante o período de vigência do grupo.

4 – As parcelas mensais de pagamento e o valor da carta de crédito de um consórcio serão corrigidas a cada 12 meses pelo INCC. Isso tem um lado bom – porque o valor aumentado da carta de crédito permitirá a compra futura de um imóvel de qualidade em tese equivalente ao que se seria possível adquirir hoje – mas também tem um lado negativo – porque as prestações mensais também vão aumentar ao longo do caminho. Em anos de inflação mais elevada no setor da construção, alguns consorciados fazem duas jogadas: 1) no final de um período de 12 meses de existência de um grupo, antecipam o pagamento do saldo devedor do consórcio com dinheiro do próprio bolso ou com o FGTS de forma que a correção da dívida tenha um impacto menor no mês seguinte; e 2) pedem para ser excluídos do sorteio no final desse período de 12 meses de existência do grupo para não correrem o risco de pegarem uma carta de crédito com valor defasado.

5 – Nem sempre o consumidor precisa entrar no início de um consórcio. Se alguém quiser desistir de um grupo, por exemplo, é possível comprar a cota dessa pessoa e depois arcar com o saldo devedor nas mesmas condições estabelecidas no contrato original. Dependendo da necessidade de um consorciado de sair do grupo, algumas vezes é possível comprar cotas com desconto.

6 – Alguém que compra um consórcio e depois não consegue pagar as mensalidades porque perdeu o emprego, por exemplo, terá algumas alternativas. Se a prestação está muito elevada, é possível reduzi-la com a contrapartida de também diminuir o valor da carta de crédito que será obtida. Caso qualquer prestação não esteja cabendo no orçamento, aí o jeito é vender a cota do consórcio para outra pessoa. Caberá à própria pessoa encontrar um interessado em comprá-la, sendo que algumas administradoras cobram uma taxa pela cessão da carta de crédito. Por último, se quiser sair do consórcio sem vender a cota, a pessoa poderá esperar ser sorteada e pegar uma carta de crédito de valor reduzido e correspondente ao mesmo montante que já foi pago, deduzidas eventuais taxas previstas em contrato. Nesse caso, a dívida deixa de existir.

7 – Se alguém lhe oferecer um consórcio com garantia de contemplação em poucos meses, desconfie. Há golpistas que prometem isso sem ter como cumprir – geralmente são empresas que não estão autorizados a administrar consórcios. Também não acredite se o vendedor do consórcio lhe garantir que em um grupo será fácil de ser contemplado mesmo dando um lance bem baixo. Via de regra, não acredite em promessas verbais e pague apenas pelo que está escrito em contrato.

Consórcio de Imóveis - Sorteio

8 – Avalie muito bem se as prestações mensais do consórcio cabem em seu bolso. Educadores financeiros sugerem que as pessoas nunca comprometam mais de 30% da renda mensal com o pagamento de dívidas de todos os tipos – o que reduz a chance de inadimplência. Se você parar de pagar as prestações antes de ser contemplado, o dinheiro já pago não será perdido e seu nome não será inscrito em um cadastro de inadimplentes. Mas se você deixar tudo como está, seu dinheiro só será devolvido ao final do grupo, corrigido pelo índice estabelecido pela administradora em contrato. Já se a interrupção dos pagamentos ocorrer após a contemplação com a carta de crédito e a compra do bem, o consorciado também não se dá bem. O imóvel fica alienado em nome da administradora do consórcio até que todas as prestações sejam pagas. Então o imóvel poderá ser retomado rapidamente pela instituição financeira, assim como acontece em um financiamento imobiliário.

9 – Um cuidado muito importante é pesquisar as taxas incluídas em diferentes consórcios. Se com uma boa pesquisa de preços o cliente conseguir encontrar um consórcio para obter uma carta de crédito de R$ 500 mil com uma taxa de administração 1 ponto percentual mais baixa do que lhe foi oferecido inicialmente, a economia total ao longo de todo o período de duração do grupo será de R$ 5 mil. Alguns sites, como a Avante.com, permitem a comparação das taxas e outras condições de consórcios oferecidos por diversas instituições financeiras.