Dicas na hora de comprar o terreno ideal para sua sonhada casa

O primeiro passo para construção de uma casa é saber como escolher o terreno ideal .

Post terreno ideal

Veja aqui algumas dicas que irão ajudar você acertar nessa hora!

1- Localização

Em primeiro lugar , definir o local onde você quer construir,  ou seja , entre um lote urbano localizado em um dos bairros da cidade ou num condomínio fechado.  Nos casos de lotes urbanos, o correto é fazer uma análise de valorização comercial, índice de criminalidade e avaliação do entorno em relação infra-estrutura, como por exemplo escolas e centro comerciais, trânsito e transporte.

 2- Topografia 

O ideal e mais econômico é que o terreno seja plano porque isso evita gastos adicionais de estrutura e movimentação de terra. Já nos terrenos com a aclive e declive devem ser tomados alguns cuidados para evitar alguns problemas, embora o engenheiro e o arquiteto saberão como fazer isso.

3-  Terreno x posicionamento da casa

É importante que os  quartos sejam voltados para o sol da manhã.. Isso requer um estudo especifico que pode variar de um caso para outro. No caso de varandas e área gourmet, tão em alta nos projetos atuais, é aconselhável que estejam sombreadas na maior parte do dia  e por isso, como estratégia, deve-se  evitar que o sol da tarde incida de forma direta nesse ambiente.

4-  Documentação

Antes de você fechar qualquer negócio é preciso atenção redobrada na avaliação dos documentos. No caso de lotes urbanos você deve  checar se eles possuem registro em cartório. O mesmo vale para lotes em condomínios ou loteamentos fechados. Neste segundo caso, além do registro do terreno é necessário verificar se a incorporação está também registrada.

5- Contrate um corretor

Como são vários itens que devem ser levados em consideração e por se tratar da concretização do sonho da casa ideal para você e sua família, compensa contar com a ajuda de um corretor de imóveis, pois ele é o profissional indicado para isso, e com certeza, você irá fazer a melhor escolha e o melhor negócio!

                                   CAIO VITAL –  Corretor de imóveis /CRECI 97967

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As novas taxas de juros para o financiamento de imóveis da Caixa

Especialistas explicam mudanças e apontam faixa de imóveis atingidos pelos maiores aumentos

As novas taxas de juros para o financiamento imobiliário da Caixa Econômica Federal que entraram em vigor essa semana, não provocam impactos nos contratos do ‘Minha Casa Minha Vida’. De acordo com os especialistas Adão Rezende, administrador imobiliário, e Felippe Iório, correspondente Caixa, as mudanças vão atingir apenas financiamentos de imóveis cujos valores ultrapassam os R$ 750 mil. Para quem já tem contrato em vigor, nada muda. As novas taxas só vão valer para os novos financiamentos imobiliários do Banco.

A principio, a mudança nas taxas de financiamento provocou nervosismo no mercado. Compradores, intermediários e revendedores adotaram posição de cautela. Porém, após a divulgação das taxas reais, concluiu-se que o problema não seria tão grande quanto parece. O empresário Adão Rezende, que dirige uma empresa de assessoria imobiliária, explica que a mudança basicamente não atinge os imóveis que estão na categoria do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), ou seja, que custam menos do que R$ 750 mil.

Fonte: Net Diário (26/01/2015).

Financiamento de imóveis na Caixa ficará mais caro; veja simulações

A Caixa Econômica Federal vai subir as taxas de juros do financiamento imobiliário ainda este mês.

A alta valerá para os financiamentos tomados a partir do dia 19 de janeiro. De acordo com o banco, a mudança só vai afetar quem tem renda acima de R$ 5,4 mil.

Só serão corrigidas as taxas das operações com recursos da poupança (SBPE). Os financiamentos contratados com recursos do Programa Minha Casa Minha Vida e do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) não sofrerão qualquer correção nas taxas de juros.

Veja como ficam os financiamentos de imóveis de dois valores distintos com as novas taxas, segundo simulação fornecida pelo instituto Dsop ao G1.

No caso de um imóvel de R$ 600 mil financiado em 360 meses pelo SFI, a diferença nas prestações mensais pode chegar a quase R$ 700, e o total pago pelo imóvel aumenta de R$ 1.756.667,42 para R$ 2.004.962,40. Os juros desta modalidade subiram de 9,10% para 10,70% ao ano.

Atualmente, há uma série de condições para obter financiamento da casa própria com recursos do FGTS, entre elas estão renda de até R$ 5,4 mil e não possuir imóvel no mesmo nome nem no mesmo município.

A taxa de juros cobrada pelo Sistema de Financiamento Habitacional (SFH), que financia imóveis de até R$ 750 mil com recursos tanto do FGTS como da poupança, permanece em 9,15% para quem não é cliente do banco e sofre alteração para quem é cliente, incluindo servidores públicos (veja na tabela ao lado).

 Já pelo Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), que financia imóveis com valor acima de  R$ 750 mil, a taxa de juros anual passará de 9,2% para 11% para os não-clientes.

O dinheiro do FGTS usado no financiamento que não sofrerá aumento da taxa não é o do  trabalhador que está tendo seu imóvel financiado, mas vem do montante global depositado no  banco. Já os financiamentos que são feitos com recursos da poupança sofrerão aumento nas  taxas de juros.

Nesse caso, o dinheiro utilizado no financiamento também não vem da conta do  trabalhador,  mas das poupanças que fazem parte do Sistema Brasileiro de Poupança e  Empréstimos (SBPE).

A Caixa informou que a alteração se deve ao aumento da taxa básica de juros, que  atualmente é  de 11,75%. Os juros da Caixa para habitação costumam ser os menores no  mercado e servem  como referência para os demais bancos. A Caixa é líder no segmento de  financiamento  imobiliário, com participação de mercado próxima de 70%.

Taxa média cobrada por bancos está acima de 9%.

A taxa média de juros para financiamento imobiliário cobradas pelos bancos privados e  públicos no país estão acima 9%, segundo último relatório do Banco Central sobre  operações  de crédito.

Segundo o BC, a taxa média ficou em 9,23% ao ano, em novembro de 2014, ante taxa  média de  8,84% registrada no mesmo mês de 2013.As taxas médias informadas pelos  bancos pode ser  consultada na página do Banco Central.

Confira a seguir as taxas de juros pós-fixados cobradas pelos bancos em novembro:

Dentro do SFH, com taxas reguladas corrigidas pela TR (pós-fixada)
Banco do Brasil – 6,1% ao ano
Caixa Econômica Federal – 7,32% ao ano
Banco de Brasília – 7,89% ao ano
Citibank – 8,13% ao ano
Banco Banestes – 8,27% ano
HSBC – 8,7% ao ano
Bradesco – 8,71% ao ano
APE Popex – 8,81% ao ano
Banco do Estado do Rio Grande do Sul – 8,84% ao ano
Santander – 8,89% ao ano
Dentro do SFH, com taxas reguladas pré-fixadas
Caixa Econômica Federal – 11,48%
Banco do Brasil – 12,1%
Santander – 12,31%

Fonte : G1  Economia

Tendências para 2015 – Mercado Imobiliário-

Desde 2008, o preço dos imóveis viveram numa crescente valorização. Porém, no ano que passou, o mercado deu uma “freada” e a queda nas vendas foi sentida pelas empreendedoras do mercado imobiliário pelo fato de 2014 ter sido um ano atípico por causas dos eventos esportivos e eleições presidenciais.

Ted Muito se fala, mas não há consenso entre os especialistas e próprio mercado imobiliário sobre o preço dos imóveis.

Há aqueles que acreditam na valorização dos imóveis, outros que acreditam na estabilização dos preços por conta da grande oferta de produtos e ainda há aqueles pensam na possibilidade do preços caírem.

Vale ressaltar que, com muitos imóveis novos “em oferta” os valores começaram a desacelerar. As construtoras de todo o país estão literalmente liquidando o seus estoques. Está é uma estratégia para tentar alavancar as vendas no último trimestre de 2014.

Para o cliente que quer comprar um imóvel este é o momento de pesquisar e pechinchar, principalmente se tiver em mãos valor em torno de 40% da casa ou apartamento para dar de entrada porque sua margem de negociação acaba por ser bem maior. Entretanto, esta desaceleração não quer dizer “desvalorização” dos imóveis, a tendência de agora em diante, tanto para imóveis novos como para imóveis usados,  é a valorização acontecer de uma maneira mais real e lenta.

Portanto, para você  saber se com o aumento da oferta no mercado imobiliário os preços dos imóveis vão cair em 2015;  a resposta para essa pergunta  recorrente hoje no ramo imobiliário  é que não haverá uma queda vertiginosa de preço dos imóveis, é o que  afirma a maioria do especialistas. Acredita-se na recuperação do mercado com um crescimento menor do que aconteceu na última década e que os imóveis continuarão se valorizando de acordo com a real demanda do mercado, principalmente nas regiões que apresentam boa infraestrutura. Este é o melhor momento para quem quer comprar!

Fonte: Segredos Imobiliários.