Caixa vai tornar financiamento do imóvel mais rápido

Chave do imóvel

A Caixa Econômica Federal começará a utilizar o registro eletrônico de imóveis no estado de São Paulo. De acordo com o banco, a tecnologia irá reduzir o tempo para liberação do financiamento imobiliário na região.

O prazo necessário para registrar a casa ou apartamento é de um mês, em média. A expectativa da Caixa é que esse tempo seja reduzido para cinco dias com a ferramenta.

A maior agilidade na operação será possível por meio de uma parceria realizada entre a instituição financeira e a Associação dos Registradores Imobiliários de São Paulo (ARISP), que representa os cartórios no estado.

O banco passará agora a enviar o contrato de forma eletrônica para os cartórios, que deverão realizar o registro da unidade no prazo de cinco dias úteis. Ou seja, não será mais necessário que o cliente vá até o cartório realizar a operação e volte para buscar o documento e levá-lo ao banco.

Quem deseja financiar um imóvel deverá apenas entregar toda a documentação exigida para a conclusão do acordo e assinar o documento físico do registro do imóvel na Caixa, que ficará sob a guarda do banco. O comprador terá a cópia física do registro e o PDF do registro eletrônico.

Para visualizar a imagem da assinatura digital do banco e a validade jurídica do documento eletrônico, é necessário apenas fazer o download do Assinador Digital, disponível de forma gratuita no site da Arisp.

O arquivo digital será assinado e enviado ao cartório pela Caixa, que tem a certificação digital necessária para realizar a operação e pode representar seus clientes. A operação não tem custos adicionais para o comprador.

 

Maior agilidade ajuda comprador de imóvel na planta

O prazo de liberação do financiamento é um dos pontos mais importantes na compra do imóvel, principalmente para quem adquire uma unidade na planta e precisa buscar crédito no banco na hora da entrega das chaves.

As construtoras costumam dar um prazo de 30 a 60 dias a partir da emissão do Habite-se do imóvel para que o cliente consiga obter o financiamento na instituição financeira. Caso não consiga a liberação do crédito nesse período, o comprador pode pagar juros e multas.

Quem busca um imóvel usado também pode perder o negócio caso o proprietário tenha urgência em vender a unidade e o financiamento não for liberado a tempo pelo banco.

A Caixa pretende expandir o registro eletrônico de imóveis para outros Estados ainda esse ano e espera que a tecnologia esteja funcionando em todas as regiões do país até o final de 2016.

Tempo total para liberação do empréstimo é maior

O prazo de cinco dias úteis vale apenas para o registro do imóvel, e não inclui o tempo médio da aprovação de crédito pela Caixa, de mais cinco dias úteis, segundo informações do banco.

Ou seja, se for incluído o prazo médio que o banco precisa para verificar se aprova ou não o crédito, o tempo para liberação do financiamento passará, na verdade, de 35 dias, em média, para cerca de 10 dias úteis.

A Caixa ressalta que esses prazos são válidos apenas se toda a documentação necessária para o financiamento estiver completa e em ordem. Quem deseja financiar o imóvel de forma mais rápida também não pode ter dívidas pendentes registradas em seu CPF.

Segundo a Associação Brasileira das entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (ABECIP), o tempo médio para liberação do financiamento nos bancos é de 40 dias.Mas esse prazo pode atingir até três meses em casos extremos.

Fonte: Exame em (23/02/2015).

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Qual banco escolher para financiar o meu imóvel?

Homem em dúvida

Dúvida do internauta: A princípio irei financiar meu imóvel no Santander, que viabilizou a construção do empreendimento onde a unidade que adquiri está localizada.

O gerente do banco está tentando me oferecer uma taxa de juros mais baixa do que 9% ao ano, para cobrir o empréstimo com o mesmo prazo (420 meses) praticado pela Caixa.

No entanto, para baixar o custo do crédito, o gerente pediu que eu faça a portabilidade do meu salário, que recebo pelo Bradesco, para o Santander. 

O gerente do Bradesco, ao saber da proposta, garantiu que conseguirá um financiamento melhor caso eu permaneça recebendo o meu salário pelo banco. Ele solicitou para análise uma taxa de juros de 8,5% ao ano e um prazo de cinco anos a menos para o financiamento.

Qual banco devo escolher? Caso opte por outra instituição financeira para realizar o empréstimo, e não a que financiou o empreendimento no qual está localizado o meu imóvel, a liberação do crédito pode atrasar?

Resposta de Marcelo Prata*:

A pesquisa, comparação e o questionamento são fundamentais no momento de se tomar uma decisão tão importante como o financiamento imobiliário.

Ao contrário do que possa parecer, nem sempre o banco que financiou a obra oferece as melhores condições para o empréstimo, como você já notou ao negociar com o banco no qual você é correntista.

O importante, em todas as situações, é comparar não apenas a taxa de juros que o banco oferece, mas principalmente o CET (Custo Efetivo Total) do crédito, que inclui todas as despesas do financiamento, inclusive seguros e taxas administrativas cobradas pelo banco.

Solicite aos gerentes dos três bancos que te forneçam o CET da operação, pois ele varia de acordo com a idade do tomador do empréstimo.

Outro ponto a ser considerado é o tempo do financiamento. Não compensa você optar por um prazo maior do que 360 meses.

Nesses 60 meses a mais há uma queda insignificante no valor da prestação, que não justifica estender o financiamento por todo esse tempo. Compare as taxas oferecidas pelos bancos em financiamentos com o mesmo prazo (360 meses).

O tempo para liberação do crédito depende da administração de cada banco e não necessariamente se a instituição financeira financiou a obra.

Já presenciei casos em que o “novo” banco realizou o processo em um terço do tempo, mas isso não é uma regra.

Nos três bancos que você mencionou, os prazos costumam ser parecidos e não dá para dizer que um será mais rápido do que outro.

Sugiro incluir o Itaú e o Banco do Brasil na sua pesquisa. Ambos têm investido em processos mais ágeis e podem superar as opções que você está analisando.

Depois, envie a documentação para análise de crédito a todos os bancos. Somente após essa análise os bancos fornecem a carta de crédito. Apenas ao receber esse documento você terá a certeza de que o crédito foi aprovado.

Ao comparar essas cartas, você deve optar pelo banco que oferecer o menor CET no financiamento.

Fonte: Exame em ( 24/02/2015).

Registro de imóveis de forma eletrônica poderá sair em até cinco dias

Cartórios de SP iniciam projeto-piloto para o registro eletrônico, que deverá ser expandido para todo o país até 2016.

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Um projeto-piloto iniciado em dezembro em cartórios do estado de São Paulo reduziu de 30 para apenas cinco dias o prazo para o registro de compra e venda de imóveis. O projeto vem sendo executado pela Caixa Econômica Federal em parceria com a Associação dos Registradores Imobiliários de São Paulo (ARISP).

Com o trâmite digital, o consumidor não precisará mais ficar se deslocando entre o cartório e a CAIXA com o contrato em mãos para obter o registro e dar andamento ao financiamento imobiliário no banco. Pelo sistema, todo o trâmite é feito pelo meio digital em um prazo muito mais rápido. O novo mecanismo dará mais agilidade ao processo e mais segurança ao simplificar o envio por meio da internet, em formato xml (formato de internet), criptografado.

A vantagem para o cliente é não ter que ir ao cartório para levar e buscar o contrato para registrar. O maior ganho para as instituições financeiras é que o registro sai em no máximo cinco dias. Tudo é feito de forma digital, com assinatura eletrônica, o que elimina o risco de fraudes”, disse o diretor executivo de Habitação da CAIXA, Teotonio Costa Rezende.

Além do prazo menor, o mutuário terá ainda uma redução nos custos, afirma o presidente da Associação dos Registradores Imobiliários de São Paulo (ARISP), Flauzilino Araújo dos Santos. Segundo ele, o novo trâmite evitará que o mutuário tenha despesas de transporte, estacionamento, despachantes e os contratempos do trânsito dos grandes centros.

“Para uma cidade como São Paulo, o tráfego eletrônico desses documentos traz uma economia de tempo e dinheiro”, disse Flauzilino Santos. Ele citou também, como vantagem, a dificuldade de falsificação de um documento digital. Ele lembra que falsificar um documento de papel é fácil. Já o documento eletrônico, ressalta, trafega diretamente da CAIXA para o cartório e do cartório para a CAIXA.

Todos os cartórios de São Paulo estão aptos a receber o registro eletrônico, segundo o presidente da ARISP. Os estados de Pernambuco, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Espírito Santo já têm provimentos locais para sua implantação e infra-estrutura preparada nos cartórios para executá-lo.

O diretor executivo de Habitação da CAIXA disse que 2015 será o ano de aprimoramento do registro eletrônico, quando serão realizados projetos-pilotos em várias regiões do país. A previsão, segundo ele, é de que o sistema esteja funcionando efetivamente em 2016. O serviço estava previsto na Lei 11.977, de 2009, que determinou a criação do Programa Minha Casa Minha Vida.

Fonte : Agência  Caixa de Notícias em (20/02/2015).

Tudo o que você precisa saber sobre Financiamento Habitacional da CAIXA

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Guia com perguntas e respostas mais frequentes de quem já assinou ou acaba de assinar o seu contrato de financiamento habitacional da CAIXA

O Banco informa que quer fortalecer seu relacionamento com os clientes e interagir na busca de um melhor atendimento.

Veja as dúvidas mais comuns sobre o contrato:

1. Para receber informações da CAIXA, o que devo fazer?

É muito importante manter seu endereço e telefone sempre atualizados. Quando houver alguma mudança, informe imediatamente à CAIXA.

2. Como é formada a minha prestação?

Nos financiamentos habitacionais, a prestação mensal é composta por:

• Encargo Principal – parcela de amortização e de juros mensais;

• Encargos Acessórios – taxas de administração, seguros de Morte e Invalidez Permanente (MIP) e Danos Físicos ao Imóvel (DFI).

3. Como são calculados os encargos e seguros?

• A parcela do encargo principal, referente aos juros, é recalculada em função de saldo devedor atualizado, taxa de juros, sistema de amortização e prazo restante do contrato, conforme condições contratadas.

• Os encargos acessórios variam de acordo com o tipo de financiamento. Você pode verificar no seu contrato de financiamento quais são os encargos acessórios que formam a sua prestação;

• O valor do prêmio do seguro MIP é obtido mediante a aplicação das taxas, constantes na Apólice, sobre o valor do financiamento na contratação ao percentual de pactuação de renda dos participantes;

• Para cálculo do valor do prêmio do seguro DFI é aplicada uma taxa sobre o valor de avaliação do imóvel.

4. Quando ocorre o vencimento da prestação?

O primeiro pagamento vence 30 dias após a assinatura do contrato. Você pode escolher a data de vencimento na contratação ou alterá-la durante a vigência do financiamento.

5. Como posso pagar as prestações do meu financiamento?

Débito Automático CAIXA é a forma mais prática de efetuar os pagamentos, pois não é preciso ficar dependente do recebimento de boleto de cobrança. Saiba mais:

• Com o Débito Automático, o valor da prestação é debitado automaticamente na sua conta corrente no dia agendado;

• É possível verificar o agendamento do débito no campo “lançamentos futuros” do extrato da conta quinze dias antes da data do vencimento de cada prestação. Caso não conste este lançamento, entre em contato com a CAIXA;

 É muito importante verificar no extrato da sua conta se o débito da prestação ocorreu, pois o recibo de depósito não é um comprovante de pagamento;

• Caso deseje optar pelo Débito Automático, procure a CAIXA.

Você também pode pagar usando o boleto de cobrança. Com ele, a prestação pode ser paga até a data de vencimento em toda a rede bancária:

• Após o vencimento, o pagamento do boleto pode ser feito em casas lotéricas, correspondentes bancários CAIXA AQUI ou, dependendo do tempo de atraso, somente nas agências da CAIXA;

• Se você não optou pelo débito automático e não recebeu o boleto pelo correio, pode pedir uma segunda via pelo telefone 0800 285 3185 (caso o boleto tenha até 30 dias), em qualquer agência da CAIXA ou clicando aqui.

Veja mais:

Boleto Habitação CAIXA – Como emitir

6. O que acontece se eu atrasar as prestações do meu financiamento?

• O atraso no pagamento das prestações gera multa e juros, referente aos dias em atraso, e permite a CAIXA incluir as informações vinculadas ao seu contrato em cadastros restritivos de crédito como SERASA e outros;

• Caso você não pague as parcelas em atraso, a CAIXA pode leiloar seu imóvel;

• Na alienação fiduciária, você não pode transferir seu imóvel a terceiros sem o consentimento da CAIXA. Isso acontece porque o imóvel fica em nome da CAIXA e só é transferido para você após a quitação do financiamento.

7. Posso utilizar o meu saldo de FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço)?

Sim. Mas, somente quando você, o contrato e o imóvel estiverem enquadrados nas regras do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) na data da aquisição do imóvel.

Para saber se no seu caso é permitido o uso do FGTS, clique aqui ou faça o download do Manual da Moradia Própria.

8. Posso usar o FGTS para quais fins?

• Amortizar o saldo devedor, ou seja, reduzir o prazo ou o valor do encargo;

• Pagar até 80% do valor da prestação;

• Liquidar o saldo devedor.

9. Onde posso tirar dúvidas e obter informações?

A CAIXA oferece diversos canais de comunicação para você entrar em contato sempre que quiser:

• O SAC CAIXA recebe reclamações, sugestões e elogios todos os dias da semana, 24h por dia, pelo número 0800 726 0101. O prazo para resposta é de até cinco dias úteis;

• A Ouvidoria recebe denúncias e reclamações não solucionadas pelo SAC, de segunda à sexta-feira, das 08h às 18h (horário de Brasília), pelo número 0800 725 7474. O prazo para resposta é de até 15 dias;

• O atendimento especializado recebe ligações de clientes com deficiência auditiva ou de fala, pelo número 0800 726 2492;

• Você também pode acessar o sítio da CAIXA no endereço www.caixa.gov.br sempre que precisar de informações adicionais.

Para captura do Guia:

GUIA RÁPIDO DE INFORMAÇÕES IMPORTANTES

Fonte: CAIXA

 

Está pensando em construir uma casa ? Confira dica importante

Na hora de construir uma casa, vale a pena planejar a obra,  até mesmo porque, seja para morar ou investir, é importante se posicionar e ter uma noção básica nessa hora. Para isso, apresentamos uma  tabela para  ajudar você!

Planejamento 1Existem muitas variáveis que podem interferir nessa tabela – local da casa, tamanho da casa, tipo de lote, tipo de casa, tipo de telhado, tipo de acabamento, dinheiro em caixa, tempo disponível para acompanhar e resolver pequenos problemas,… – mas ela é uma boa referência. Fica a dica!

Fonte : Veja Brasil

Índice FipeZap de janeiro mostra que o preço médio do metro quadrado dos imóveis teve alta inferior à inflação nos últimos 12 meses

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Os preços dos imóveis no Brasil ainda não estão diminuindo, como torcem muitos compradores, mas a alta tem sido tímida e já não supera a inflação.

Nos últimos 12 meses, o preço médio do metro quadrado do país subiu 6,29%, segundo o Índice FipeZap, que acompanha o comportamento do mercado imobiliário de 20 cidades brasileiras.

A variação é inferior à alta da inflação medida pelo IPCA no mesmo período, de 7,10%, se considerada a projeção de inflação do Boletim Focus do Banco Central para o mês de janeiro, de 1,20%.

Como os preços dos imóveis subiram em uma velocidade menor do que o índice inflacionário, que mede a alta generalizada dos preços, é possível dizer que o mercado imobiliário teve uma queda real nos últimos 12 meses.

Essa variação de 6,29% é a menor registrada desde 2011, início da série histórica do Índice FipeZap Ampliado, que inclui 20 cidades.

No mês de janeiro, o preço médio do metro quadrado apresentou alta de 0,39%. O dado mensal também representa uma queda real diante da inflação esperada para janeiro, de 1,20%.

Dentre as 20 cidades acompanhadas, a maior valorização mensal foi verificada em Fortaleza, onde o metro quadrado subiu 1,43%. A cidade foi a única que registrou alta acima da inflação. Já a maior baixa ocorreu em Porto Alegre, onde os preços variação negativa de 0,68%.

No mês passado, o metro quadrado médio das cidades do FipeZap ficou em 7.492 reais. Rio de Janeiro segue com o preço médio mais caro: 10.617 reais. Em segundo lugar, aparece São Paulo, com média de 8.446 reais.

As cidades com metro quadrado mais barato do índice foram Contagem, com preço médio de 3.380 reais, e Goiânia, com valor médio de 4.022 reais.

Veja na tabela a seguir a variação dos preços dos imóveis à venda nas 20 cidades acompanhadas pelo índice em janeiro. A lista foi ordenada de acordo com a variação anual.

Região Variação anual (últimos 12 meses) Variação mensal janeiro/14 Variação mensal dezembro/14
Goiânia 13,40% 0,44% 0,79%
Vitória 11,30% 0,92% 0,80%
Campinas 9,24% 0,29% 0,24%
Fortaleza 9,09% 1,43% 0,55%
Belo Horizonte 8,62% 0,42% 0,57%
Vila Velha 8,50% 0,76% 0,75%
Niterói 7,76% -0,06% 0,27%
São Bernardo do Campo 7,52% 0,43% 0,35%
Salvador 7,28% 0,86% -0,09%
São Paulo 7,02% 0,46% 0,34%
Santo André 6,92% 0,17% 0,22%
Rio de Janeiro 6,63% 0,33% 0,43%
Recife 6,52% 0,59% 1,50%
Índice FipeZap Composto (7 cidades) 6,51% 0,48% 0,43%
Índice FipeZap Ampliado (20 cidades) 6,29% 0,39% 0,33%
São Caetano do Sul 6,00% 0,45% 0,77%
Contagem 5,44% 0,70% 0,72%
Florianópolis 2,99% 0,77% -0,28%
Santos 2,54% -0,02% 0,36%
Porto Alegre 2,44% -0,68% -0,90%
Curitiba 1,91% -0,05% -0,21%
Brasília 0,37% 0,40% 0,38%

E agora veja o preço médio do metro quadrado anunciado em cada cidade em janeiro de 2015:

Região Preço médio do metro quadrado (R$)
Rio de Janeiro 10.617
São Paulo 8.446
Brasília 8.314
Niterói 7.676
Média Nacional 7.491
Recife 5.910
Belo Horizonte 5.832
São Caetano do Sul 5.602
Fortaleza 5.348
Florianópolis 5.153
Curitiba 5.102
Campinas 5.064
Porto Alegre 4.990
Vitória 4.879
Santo André 4.849
Santos 4.808
São Bernardo do Campo 4.592
Salvador 4.459
Vila Velha 4.098
Goiânia 4.022
Contagem 3.380

O Índice FipeZap tem dados disponíveis sobre São Paulo e Rio de Janeiro desde janeiro de 2008. Para Belo Horizonte, a série histórica começa em maio de 2009. Para Fortaleza, em abril de 2010; para Recife em julho de 2010; e para o Distrito Federal e Salvador, em setembro de 2010.

Entre as cidades incluídas mais recentemente, que compõem o Índice FipeZap Ampliado, os municípios do ABC Paulista e Niterói têm dados disponíveis desde janeiro de 2012. Vitória, Vila Velha, Florianópolis, Porto Alegre e Curitiba têm séries históricas iniciadas em julho de 2012. O índice FipeZap Ampliado foi lançado em janeiro de 2013.

O indicador elaborado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) em parceria com o site de classificados Zap Imóveis, acompanha os preços do metro quadrado dos imóveis usados anunciados na internet, que totalizam mais de 290 mil unidades por mês.

Além disso, são buscados também dados em outras fontes de anúncios on line. A Fipe faz a ponderação dos dados utilizando a renda dos domicílios, de acordo com levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Fonte: Exame – Priscila Yazbek (04/02/2015).