Imóvel novo x Imóvel usado

 

 Se você tem planos de comprar sua casa própria, saiba que uma decisão importante a ser tomada o quanto antes é  escolher entre a compra de um imóvel novo ou usado. Para isso, comparar as vantagens e as desvantagens das duas opções é um bom começo!

Depois de listar suas necessidades e desejos para a compra do imóvel e saber qual a faixa de preços para a sua escolha, o primeiro filtro é justamente a idade do imóvel. E são muitas as possibilidades: compra na planta, recém-construídos, usados e antigos.

Cada uma requer atenção a pontos específicos por isso separamos algumas questões que você precisa levar em consideração antes de fechar o negócio!

 Imóveis Usados

No caso da compra de casa  e apartamento usados você deve ficar atento a vários aspectos sobre as condições  em  que se encontram esses imóveis.
É preciso verificar as condições da parte elétrica, da hidráulica, e quaisquer outras instalações (gás encanado, placas solares, captação de água da chuva).

Além isso, também é necessário verificar as condições do próprio imóvel.  As janelas estão em bom estado? O chão tem peças soltas ou bolhas de ar? Tem algum problema no telhado?

O mais interessante é contratar os serviços de um profissional de sua confiança para que ele te ajude a descobrir quais os defeitos e, inclusive, o grau de seriedade deles, com valores gerais para efetuar os consertos e reforma.

Todos esses detalhes vão fazer parte da sua negociação e podem inclusive representar a diferença entre concluir o negócio ou partir para outra opção.

Imóveis novos

Já com os imóveis novos, a preocupação com o estado do imóvel é bem mais tranquila. Afinal de contas, você será o primeiro morador e o primeiro a usufruir de toda a infraestrutura. Aliás, quem compra imóveis novos pode contar com garantias estipuladas em contrato para materiais e serviços executados.

Inclusive, dependendo do empreendimento e se o imóvel foi comprado na planta, é possível obter benefícios, como a escolha da inclusão de pontos de energia, instalação de armário e outros itens customizáveis que a construtora pode oferecer, além da própria pintura dos ambientes. Tudo pode ser negociado!

Além disso, imóveis novos costumam ter preços e linhas de financiamento bem atraentes para quem está em busca do primeiro imóvel.

Pesquise bastante no momento da compra, tire sempre todas as suas dúvidas e liste os prós e os contras. Lembre-se de que esse investimento, seja para imóveis novos ou usados, representam mais do que apenas uma compra : você está escolhendo o ambiente onde vai passar boa parte do seu tempo e onde vai construir suas memórias e lembranças.

Fonte: Caio Vital

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Custo Efetivo Total- CET

O CET é nada mais que a taxa de juros que você irá efetivamente pagar, pois leva em consideração os encargos que estarão embutidos nas prestações. Esses encargos incluem as tarifas,  tributos, seguro e qualquer outro valor que o banco venha a cobrar de você como parte da operação de crédito.

A primeira coisa que  você deve fazer na  hora de financiar um imóvel  é pesquisar, efetivar a comparação e analisar as condições oferecidas para que  você  possa  escolher  a opção que é a mais vantajosa.

Normalmente as pessoas olham apenas para as taxas de juros praticadas por cada instituição, mas o CET –  Custo Efetivo Total  é o mais adequado, pois você terá uma visão mais real de quais são as melhores condições, tendo em vista que incluem tudo.

O que pode ocorrer é que muitas vezes a taxa de juros é inferior, mas as taxas de administração, tarifa de contratação/documentação e seguros envolvidos são mais caros.

Sendo assim, além de comparar os juros praticados no mercado, é importante também comparar o CET de cada banco que você fez a consulta.

Criado pelo Banco Central, por meio da Resolução 3.517 do Conselho Monetário Nacional, alterada pela Resolução 3.909, entrou em vigência em 03/03/2008, visando dar maior transparência às operações de crédito, como empréstimos, financiamentos e leasing.

Os Bancos, previamente à contratação de operações de crédito imobiliário, devem informar o custo total da operação, expresso na forma de taxa percentual anual.

A comparação e pesquisa podem parecer trabalhosas, mas são muito importantes, pois o financiamento habitacional é de longo prazo, e as condições de contratação valerão por todo o prazo do financiamento, assim quanto menor o custo melhor será para você!

Portanto, fique atento ao Custo Efetivo Total, o  CET !!!

Fonte: Caio Vital

Lar doce lar: casa ou apartamento ?

Até  pouco  tempo atrás, morar num prédio era decididamente  mais seguro do que qualquer outro tipo de moradia.

No entanto, atualmente, muitas casas, tanto avulsas quanto de condomínios, já são capazes de oferecer serviços de segurança tão eficientes quanto os de um prédio, através da tecnologia  já existente no mercado.

Decidir entre casa e apartamento não é uma questão unicamente financeira  ou de segurança. O estilo e preferência de cada pessoa ou família contam muito para essa decisão, já que os dois tipos de moradia possuem características bem diferentes uma da outra.

CASA: AS VANTAGENS

  • Você pode comprar uma casa já construída ou projetar e construir de acordo com o que tem em mente para a sua casa ideal.
  • Tem a possibilidade de ter uma área de lazer individual (como um jardim, churrasqueira ou até piscina).
  • Pode ter animais de estimação sem restrições e ter mais espaço para eles (além de poderem ter um porte maior, não terá tantas preocupações com latidos ou barulhos – uma preocupação constante e muito limitativa nos apartamentos).
  • Pode fazer obras de manutenção ou remodelação sempre que pretender sem estar limitado pelos horários de obra estabelecido pelo condomínio (como acontece em apartamentos).
  • Tem maior privacidade, maior liberdade e  terá menores preocupações com os barulhos e, em princípio, não ouvirá os sons que vêm das casas dos vizinhos.

CASA: AS DESVANTAGENS

  • Normalmente as moradias independentes são mais caras
  • Têm custos de manutenção superiores (com os jardins, por exemplo)
  • Se você tem por hábito ou necessidade de viajar com frequência, a segurança da casa pode ser um problema. Isto porque terá que deixar a casa sozinha,  para evitar problemas pode ter que encontrar alguém para cuidar da casa na sua ausência, instalar um sistema de alarme e até fazer seguro dos seus bens , é o mais aconselhável  .

APARTAMENTO: AS VANTAGENS

  • O preço: quando comparado com os preços de casas, por norma os apartamentos tendem a ser mais baratos
  • Oferecem uma maior segurança do que uma casa, visto que muitas vezes possuem porteiro e/ou sistema de segurança (câmaras e intercomunicadores)
  • Têm custos de manutenção mais baixos
  • Podem ser adquiridos já finalizados e prontos a habitar (bastando mobilar) ou se pretender pode comprar ainda na fase de planta e aguardar a data da entrega. Neste último caso há construtoras que permitem a alteração de alguns detalhes
  • Oferecem maior possibilidade de fazer novas amizades e conhecimentos, através dos vizinhos a viver no mesmo empreendimento. Pode ser particularmente interessante para quem muda para uma cidade diferente, onde não conhece ninguém.

APARTAMENTO: AS DESVANTAGENS

  • Tem de pagar condomínio
  • O apartamento oferece menos privacidade do que uma casa nomeadamente na utilização das partes comuns (como piscinas, ginásios, jardins, etc.).Todos estes espaços são de uso comum de todos os condóminos, o que obriga ao cumprimento de determinadas regras pré-estabelecidas
  • Liberdade reduzida, ou nula, para fazer modificações na fachada . Terá de obedecer às regras do condomínio para efetuar obras de remodelação e manutenção
  • Está sujeito ao barulho dos vizinhos e tem que ter maior cuidado com o barulho que faz (ter animais de estimação pode obrigar a cuidados redobrados, por exemplo)
  • Tem que participar em reuniões de condomínio para decidir questões relacionadas com o mesmo (pagamento de taxas, realização de obras, reformas, etc.).

 

Antes de fechar qualquer negócio, você deve analisar as vantagens e desvantagens que cada moradia oferece e escolher a opção que melhor combina com suas necessidades e expectativas.

 

Fonte: Caio Vital

O que é Habite-se ? Qual a sua importância ?


O Habite-se
 é a documentação indispensável  que comprova que as exigências da prefeitura foram cumpridas no caso de construções, obras ou reformas.

Além de ser uma prova das condições de segurança da casa ou apartamento, o Habite-se é necessário por lei, e ocupar uma residência ou imóvel comercial sem esse documento pode acarretar multas, entre outros problemas com o Estado.

Quem deve tirar o Habite-se?

Quando se inicia uma obra, é de responsabilidade da construtora ou da pessoa que vai construir levar seu projeto à prefeitura. Após a aprovação inicial, pode-se dar início à construção e, ao final, a prefeitura precisa se certificar de que o projeto aprovado previamente foi seguido.

Caso não haja irregularidades, o Habite-se, ou carta de habitação, é emitido e a entrada dos moradores é permitida.

Quando solicitar o documento?

São vários os procedimentos para a obtenção do Habite-se. O primeiro passo é comunicar a prefeitura, através de requerimento padrão, a conclusão das fundações e projeto da obra. A vistoria do prédio só poderá ser requerida em edificações totalmente concluídas (incluem-se os acabamentos), e é agendada levando em conta a data da solicitação e a localização do imóvel.

E se  houver alguma alteração no projeto inicial ?

No caso de obras que foram construídas em desacordo com o projeto aprovado inicialmente, antes da vistoria, deverá ser requerida a aprovação do novo projeto, contendo as características exatas da obra final.

Caso os procedimentos acima não sejam adotados e seja constatado, durante a vistoria, a necessidade de uma nova aprovação de projeto, a carta de habitação não será concedida e será preciso iniciar novamente o requerimento de regularização.

 

Qual a importância do habite-se?

A importância é de que sem a liberação desse certificado, não há uma garantia do término da obra pela construtora e nem sempre o dinheiro investido é recuperado. Além disso, imóveis que não possuem o Habite-se são considerados irregulares e não são aceitos pela instituições financeiras em caso de financiamentos. Também não é possível registrar o imóvel no nome do proprietário sem essa certidão.

Vale lembrar que o IPTU e outras despesas como contas de água, luz ou telefone não garantem a regularidade do imóvel. Se o possível comprador não encontrar o memorial da obra ou se não existir uma garantia da liberação do Habite-se, provavelmente trata-se se uma construção irregular.

E você, já tirou o Habite-se do seu novo imóvel? Ou precisou regularizar a situação da sua antiga casa ou apartamento após uma reforma?

Fonte: Caio Vital

O que é ITBI ? Quem paga comprador ou vendedor ?

ITBI é a sigla para Imposto de Transmissão de Bens Imóveis. É um tributo municipal que deve ser pago na aquisição do imóvel e a oficialização do processo de compra e venda só será feita após o pagamento desse imposto.

Esse imposto deve ser pago pela pessoa que comprar o imóvel ou os direitos sobre ele. O contribuinte, ou seja, quem vai arcar com o pagamento da taxa, pode ser quem está transferindo a propriedade do bem se isso ficar combinado entre as partes e acordado no contrato de compra e venda.

Como é calculado o ITBI?

Por ser um imposto municipal, o ITBI é calculado sobre o valor venal do imóvel, de acordo com a Prefeitura. Esse valor é o que consta no carnê do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano).

A alíquota cobrada pela transferência do imóvel ao comprador pode variar de um município para outro, ficando, geralmente, em torno de 2%. Em casos específicos, essa alíquota é reduzida ou há isenção do ITBI.

Quais os principais casos em que isso ocorre?

  • Nas transmissões que ocorrerem com imóveis financiados pelo SFH (Sistema Financeiro da habitação), com valor até R$ 42,8 mil, a alíquota cai para 0,5% (considerando-se o valor efetivamente financiado);
  • Quando a compra é de um primeiro imóvel pelo SFH e seu valor é de até 750 mil (em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal); R$ 650 mil nos demais estados; não haverá cobrança do ITBI;
  • Imóvel comprado por meio do programa social Minha Casa Minha Vida, empreendido pelo FAR (Fundo de Arrendamento Residencial) ou pelo FDS (Fundo de Desenvolvimento Social), tem direito a 75% de desconto no ITBI.

Há ainda outros casos de descontos e isenções da cobrança do ITBI e eles variam de acordo com o município no qual está situado o imóvel. A dica é procurar informações mais detalhadas junto às prefeituras.

Como funciona o ITBI para imóvel na planta?

Imóveis negociados na planta devem ter a promessa de compra e venda registrada de imediato. Dessa maneira, além de ter seus direitos sobre o bem assegurados, o comprador economizará, pois o ITBI e outras taxas que incidem sobre o preço do imóvel saem mais baratos.

Como funciona quando não há concordância quanto ao valor?

Como o valor venal do imóvel pode estar muito diferente do que o imóvel realmente vale no mercado, em caso de discordância é fundamental consultar um advogado e garantir-se para não pagar um valor acima do que for realmente devido. Além de todas as considerações que citamos, quem deve pagar o ITBI ao comprar um imóvel também precisa saber que, por seu caráter municipal, esse imposto tem regras próprias em cada cidade. Portanto, para conhecê-las a fundo, é necessário consultar as prefeituras, o que pode ser feito até mesmo pela internet.

Descubra 3 formas de comprar o seu primeiro imóvel

post-pronto-3A compra da casa própria continua sendo o sonho da maioria dos brasileiros. No entanto, os elevados preços dos imóveis  e o compromisso de um financiamento de até 30 anos acabam desanimando muita gente. No entanto, existem outras formas para a compra da casa própria que pode ser mais acessível para você.

As três principais modalidades de compra de imóveis são financiamento, consórcio ou leilão. Todas têm suas vantagens e desvantagens, e a escolha vai depender do seu perfil como comprador. Por isso, comprar casa, apartamento, sítio ou até um terreno requer atenção redobrada e pesquisa minuciosa para optar pela melhor alternativa, ou seja, a forma que for mais condizente com você e sua família.

1- Financiamento é para quem quer se mudar imediatamente

Financiar um imóvel é seguro, mas sai caro.  Afinal, os bancos no Brasil operam com taxas de juros elevadas, o que faz o valor final a ser pago ser muito superior ao original. Por outro lado, existe uma maior oferta pelas imobiliárias e rapidez para receber o bem. Ou seja, para quem pretende se mudar rapidamente o financiamento pode ser a melhor opção.

Mas mesmo parcelado, o comprador deve desembolsar um bom recurso inicial para obtê-lo, geralmente 30% do valor final. A vantagem é poder usar o saldo disponível do FGTS para abatimento de parte ou toda esta dívida inicial.

2- Leilão de imóveis garante descontos atraentes

Sabemos, que é possível arrematar propriedades com descontos que podem chegar a 40%. Por outro lado, a oferta disponível tende a ser menor, e o interessado deve tomar cuidado com alguns detalhes, como o fato de o imóvel estar ou não ocupado ou contestado judicialmente.  Os descontos são bastante atraentes, mas esta modalidade pode não ser indicada para quem pretende habitar o imóvel em curto prazo.

Para fugir de surpresas indesejadas, é necessário ainda estar acompanhado de uma boa assessoria jurídica, além de buscar empresas renomadas no mercado..

Portanto, primeiro é preciso saber porque o imóvel foi a leilão. Ele pode estar disponível para ser arrematado por interesse do próprio vendedor ou ainda por questões judiciais. Um exemplo comum, nesta época de crise, é a inadimplência dos financiamentos bancários, condomínios, etc.

Antes de dar o lance, o que pode ser feito via internet, descubra a situação da propriedade a ser adquirida, se ela está ou não ocupada, e, principalmente, se está associada a alguma dívida ou contestação de antigos ou do atual proprietários. É importante fazer uma varredura.

Outra dica é visitar pessoalmente o imóvel antes de realizar um lance no leilão online. Em caso de estar ocupado, é importante buscar informações por outros meios, seja com o proprietário atual, ou ainda com vizinhos.

3- Consórcios é adequado para quem pode esperar

Os consórcios também são atrativos, ficando na segunda colocação no quesito preço. Mas o tempo de espera pode ser grande se não tiver o valor necessário para ofertar lance ou ser contemplado no sorteio. E caso tenha, é bom se lembrar que no leilão a compra pode sair até 40% mais barata.

Entre as vantagens do consórcio, no entanto, estão a possibilidade de usar o FGTS e a taxa de administração, inferior ao pago pelos juros do financiamento. Sem contar que não é necessário pagar um valor de entrada.

Portanto, se a procura for por preço, prefira o leilão, depois o consórcio e, por fim o financiamento. Se você estiver inseguro ou indeciso, procure  visitar vários imóveis até encontrar o imóvel  que você quer e a escolha deve ser pelo financiamento. Agora, se você não está com pressa, mas também você não tem dinheiro para os custos iniciais, o consórcio é a melhor saída.

Fonte: Caio Vital

Com uso do FGTS, financiar imóvel de até R$ 1,5 milhão ficará mais barato

 

post-mercado

A decisão do governo de elevar o teto de financiamento de imóveis com uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para R$ 1,5 milhão, em vigor a partir desta segunda-feira, 20, deve trazer algum alívio às incorporadoras, construtoras e consumidores, sobretudo os de classe média e alta. Mas, para especialistas, a medida não tem potencial para destravar de vez o mercado imobiliário e reinjetar ânimo na construção civil.

A economia para o consumidor mais endinheirado que está em busca da casa própria chega a R$ 250 mil ao final de um financiamento, segundo uma simulação elaborada pelo consultor Marcelo Prata, fundador do site Canal do Crédito. A parcela inicial, por exemplo, fica R$ 1.185,44 mais barata.

Já a taxa de juros pode ser 1,5 ponto porcentual menor entre o regime anterior e as novas regras. O efeito prático da redução no custo do empréstimo, contudo, deve ser maior. O cálculo utiliza a chamada taxa balcão, para quem não tem nenhum relacionamento com o banco.

A resolução aprovada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) na semana passada permite não só o enquadramento no Sistema Financeiro da Habitação (SFH), como já era permitido desde setembro do ano passado, mas inclui também o uso dos recursos do FGTS na compra.

Antes, imóveis a partir de R$ 800 mil ou R$ 950 mil, a depender da região do País, estavam de fora dessa combinação de utilização de dinheiro do Fundo e crédito subsidiado.

“A crise no setor imobiliário é muito mais por falta de confiança dos consumidores e do alto nível de desemprego do que pelos juros em nível elevado. Logo, o incentivo de uso do FGTS tem mais peso”, afirma Prata. Segundo o analista, a prova disso é que não houve recuperação no mercado quando a primeira autorização, que não incluía o FGTS, foi decidida.

A alteração só engloba empreendimentos novos e terá validade até 31 de dezembro deste ano, quando o governo vai reavaliar se mantém o estímulo por mais tempo.

Por excluir o mercado de usados, a medida pode ter efeito reduzido na economia, na avaliação do pesquisador da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), Eduardo Zylberstajn. “O proprietário de uma unidade usada poderia utilizar a nova regra para partir para um novo”, afirma. “A medida é endereçada às construtoras e só resolve parte do problema, que são os estoques altos”, avalia Prata, do Canal do Crédito.

De todo modo, Zylberstajn acredita que uma parcela da população deve ser beneficiada com a medida. “Desamarra um pouco o FGTS. Quem tem um valor considerável preso no FGTS a uma remuneração baixa agora pode destiná-lo à entrada de um imóvel”, afirma.

Para o presidente do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), Flávio Amary, a elevação do teto servirá mais como um empurrão ao setor, mas não será suficiente para produzir alguma pressão de alta nos preços. “Quem tiver recursos para se antecipar neste momento de baixa pode ter benefícios na negociação”, diz.

Um estudo conduzido pela Secretaria de Planejamento e Assuntos Econômicos (Seplan), do Ministério do Planejamento, mostra que a medida vai gerar um impacto de R$ 4,9 bilhões na economia brasileiro neste ano. O reflexo no Produto Interno Bruto (PIB) deve ser de 0,07 ponto porcentual.

Nas contas da Seplan, a iniciativa poderá resultar em um acréscimo anual de R$ 490 milhões nos saques do FGTS. Esses recursos possibilitariam a venda de quatro mil unidades, mostra a projeção. “A medida vai contribuir para retomada do crescimento”, destaca nota do governo.

Amary, do Secovi-SP, é mais otimista e diz que o impacto da medida pode ir além do previsto. “Acredito que a medida deve ser vista num contexto mais amplo. O setor de decoração, por exemplo, deve ser beneficiado com o acréscimo de venda de imóveis novos”, destaca.

O executivo acredita que o atual ciclo negativo do segmento deve estar perto do fim. “Se confirmadas as expectativas de retomada de atividade no fim do ano, o setor deve melhorar as vendas e lançamentos”, afirma. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte:  Estadão Conteúdo publicado em 20/02/2017.

Consórcio Imobiliário ???

broker-pronto-2 Você que está interessado em comprar um apartamento ou uma casa sem precisar passar pela aprovação de crédito de um banco, o consórcio é uma opção. Também serve  se você não tem pressa em se mudar, mas precisa de um incentivo para poupar.

Ele nada mais é do que um grupo de consumidores formado para arrecadar determinada quantia durante um certo período. Todos os meses, os participantes contribuem com um valor definido, criando uma poupança conjunta.

A cada mês, até o final deste período, uma ou mais pessoas são contempladas e recebem a quantia necessária para comprar seu imóvel. Este valor é determinado na criação do grupo.

O consórcio de imóveis pode ser mais vantajoso que um financiamento imobiliário, já que em grande parte dos casos seu custo é inferior ao pago nos empréstimos bancários.

Por outro lado, ao contrário do financiamento, onde o consumidor já sai com o crédito para comprar o imóvel, no consórcio, é preciso esperar ser sorteado, o que pode levar anos ou vencer um lance, o que depende de vários fatores.

Além disso,o risco de inadimplência é maior porque no financiamento. No financiamento, você corre o risco de ficar inadimplente. Já no consórcio o risco atinge a todo o grupo. Você estará emprestando seu dinheiro para comprar os bens de terceiros. Por isso, é necessário que todos paguem suas parcelas em dia. 

No caso de você optar pelo consórcio imobiliário, o uso do seu FGTS ( Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) pode ser utilizado em duas situações:

1) Para oferecer um lance ou

2) Para pagar o saldo devedor ou parte dele

Quem gerencia os consórcios no Brasil são instituições autorizadas pelo Banco Central (BC), o responsável por fiscalizar essa modalidade de crédito no país. São elas as responsáveis por gerir os recursos do grupo e aplicá-los de modo adequado, além de preservar a igualdade de direitos e deveres de todos os consorciados.

Fonte: Caio Vital

10 DICAS IMPORTANTES PARA ESCOLHER UM ARQUITETO

Hoje em dia, escolher um arquiteto é uma tarefa muito comum. Quase ninguém compra um lote, uma casa ou um apartamento e parte direto para mudança sem modificar alguma coisa. Seja construção, ou reforma, contratar um arquiteto é sinônimo de economia e não de gasto!

É importante saber que com um projeto bem feito, por um arquiteto, você consegue dimensionar melhor o tamanho do imóvel para o valor que tem para investir e reduzir as surpresas que vai ter pela frente. Consegue encontrar opções mais econômicas para as necessidades do seu dia-a-dia na casa com soluções mais modernas e práticas.

img_3972Portanto,  vale a pena  contratar o projeto para sua casa , não é mesmo? Mas e agora? Como escolher?

Não existe regra infalível, mas para facilitar a sua árdua jornada e tentar deixar as coisas um pouco mais seguras para você, aqui estão 10 dicas importantes para te ajudar a escolher o seu arquiteto do coração!

10 DICAS IMPORTANTES PARA ESCOLHER SEU ARQUITETO

1. Saiba com quem conversar!

Para escolher seu arquiteto faça uma lista com profissionais de que gosta ou que queira conhecer. Busque indicação de amigos, portfólios em sites e revistas, referências em associações de arquitetos, visite mostras de decoração…

2. Saiba quanto você pode gastar!

Existem variadas modalidades de remuneração por projeto. O valor pode ser calculado sobre a área construída, percentual sobre o custo da obra ou hora técnica. Tenha uma previsão da área que pretende construir na hora de orçar o projeto, vai facilitar sua vida. Se precisar de uma base para referência de preços, pode encontrar uma tabela de honorários no site do CAU (Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil) .

3. Defina a sua real necessidade

Os arquitetos são habilitados a atuar na avaliação do terreno, projeto arquitetônico, detalhamento de interiores, projeto luminotécnico, paisagístico, aprovação na prefeitura, acompanhamento e até o gerenciamento da sua obra, sem falar nas consultorias. É importante que você saiba de quais serviços precisa, para não contratar demais, nem de menos e assim fazer uma boa negociação.

4. Tenha afinidade com o portfólio do profissional escolhido

É importante que antes de seguir para a escolha do arquiteto, você tenha em mente de qual estilo gosta. Assim poderá dar atenção especial ao portfólio dos profissionais e escolher aqueles que têm uma estética parecida com a que você deseja.

5. Verifique se o arquiteto possui registro no Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU)

Você vai precisar de um arquiteto com registro para fazer a aprovação do projeto na Prefeitura.

6. Desconfie de pré-projetos antes da contratação

Nenhum profissional trabalha de graça, projeto pré-contratação é projeto pronto da internet, de antemão já demonstra pouca atenção do profissional para com as suas necessidades. Nada contra projetos prontos da net, alguns são incríveis, mas contratar um arquiteto, é ter um projeto pensado para você e não uma adaptação de projeto pronto.

7. Faça reunião presencial

É importante que você e o profissional tenham afinidade, pois conviverão por meses ao longo do projeto.  Faça uma  reunião presencial, para verificar se  realmente atende suas necessidades para o projeto.

8. Visite alguma obra que o arquiteto tenha feito

Estar dentro do ambiente vai te dar uma dimensão melhor da qualidade do projeto, principalmente se você pretende contratar o acompanhamento de obra.

9. Converse com o arquiteto sobre a Reserva Técnica

Se for contratar o acompanhamento ou gerenciamento da sua obra, converse com o arquiteto sobre a Reserva Técnica. A reserva é uma prática do mercado, na qual algumas empresas oferecem uma comissão para os arquitetos na indicação de clientes. Muitos arquitetos repassam parte dessa bonificação para o cliente, não é uma obrigatoriedade, mas se existe a possibilidade é importante ter clareza no acordo.

10. Não contrate sem a proposta de serviço

É na proposta de serviço que ficam detalhadas todas as etapas do trabalho contratado, a data para entrega de cada etapa e seus respectivos valores. É importante também que na proposta de serviço esteja discriminada a quantidade de visitas que serão realizadas durante a execução da obra.

Profissional perfeito, assim como pessoa perfeita, é algo que não existe. O que você pode encontrar é o profissional mais adequado para o seu projeto, seu gosto e seu bolso. O melhor, nem sempre é o mais caro ou o mais famoso.

Quanto mais você souber, sobre o que você pode e quer fazer na sua obra, mais perto você vai estar de fazer a escolha certa do profissional para te acompanhar. Só de estar aqui, agora, lendo esse texto, você já demostra que está mais próximo de a fazer uma escolha mais consciente e portanto mais acertada!!!

Fonte:  Caio Vital

https://caiovital.com/2016/11/20/quem-escolher-arquiteto-ou-engenheiro/

Quem escolher: Arquiteto ou Engenheiro?

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Quem escolher: Arquiteto ou Engenheiro?

Já me fizeram essa pergunta várias vezes, e eu sempre costumo dar a mesma resposta: de preferência os dois! Mas depende do seu projeto…

O engenheiro pode assinar um projeto arquitetônico da mesma forma, o arquiteto pode gerenciar uma obra, função que normalmente é do engenheiro.

Portanto, para fins de responsabilidade legal, tanto o arquiteto quanto o engenheiro podem ser assumir a responsabilidade técnica pelos projetos, execução e fiscalização das obras.

A verdade é que eu acredito que o ideal seria contratar os dois porque são profissionais complementares em uma obra, mas existem algumas exceções que realmente não precisam de ambos. O importante é saber exatamente o que cada profissional tem a oferecer e em que a contratação vai te beneficiar, assim fica fácil de decidir.

Arquiteto

O arquiteto é focado na parte humana da construção que irá trabalhar na elaboração da planta, entorno e fachada. Também irá fazer  uma boa distribuição dos espaços de forma racional, com foco em questões relacionadas à estética, ergonomia, iluminação, ventilação, insolação e ideias ligadas ao paisagismo e design de ambientes.

A formação em arquitetura envolve tanto conhecimentos como conforto ambiental e história da arte, quanto conhecimentos da área da Engenharia. Contudo, as disciplinas da engenharia não são tão aprofundadas, pois tem por objetivo apenas habilitar o profissional a verificar antecipadamente se o seu projeto é viável.

Engenheiro Civil

O engenheiro civil tem por função encontrar as melhores soluções técnicas para a implantação do projeto do arquiteto. Cabe ao engenheiro fazer o cálculo para que toda a estrutura da construção seja viável e segura, dimensionar a fundação, as vigas e as colunas, calcular a distribuição das forças e cargas, especificar a resistência dos materiais a serem utilizados na obra visando à economia e estabilidade da construção, além de atuar com os projetos complementares (elétrico, hidraúlico , entre outros).

A formação em engenharia civil, apresenta uma base mais sólida em ciências exatas, com várias disciplinas focadas em matemática e física.

De uma vez que ficou especificado a função de cada um, fica fácil saber de qual profissional você vai precisar. Por exemplo, se você  for fazer uma reforma que não impacte na estrutura do imóvel, só precisa do arquiteto; se você for fazer um reforço na estrutura da sua construção, só precisa do engenheiro e se for construir uma casa do zero ou fazer uma grande ampliação, aí você precisa dos dois!

Fonte: Caio Vital