Quem escolher: Arquiteto ou Engenheiro?

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Quem escolher: Arquiteto ou Engenheiro?

Já me fizeram essa pergunta várias vezes, e eu sempre costumo dar a mesma resposta: de preferência os dois! Mas depende do seu projeto…

O engenheiro pode assinar um projeto arquitetônico da mesma forma, o arquiteto pode gerenciar uma obra, função que normalmente é do engenheiro.

Portanto, para fins de responsabilidade legal, tanto o arquiteto quanto o engenheiro podem ser assumir a responsabilidade técnica pelos projetos, execução e fiscalização das obras.

A verdade é que eu acredito que o ideal seria contratar os dois porque são profissionais complementares em uma obra, mas existem algumas exceções que realmente não precisam de ambos. O importante é saber exatamente o que cada profissional tem a oferecer e em que a contratação vai te beneficiar, assim fica fácil de decidir.

Arquiteto

O arquiteto é focado na parte humana da construção que irá trabalhar na elaboração da planta, entorno e fachada. Também irá fazer  uma boa distribuição dos espaços de forma racional, com foco em questões relacionadas à estética, ergonomia, iluminação, ventilação, insolação e ideias ligadas ao paisagismo e design de ambientes.

A formação em arquitetura envolve tanto conhecimentos como conforto ambiental e história da arte, quanto conhecimentos da área da Engenharia. Contudo, as disciplinas da engenharia não são tão aprofundadas, pois tem por objetivo apenas habilitar o profissional a verificar antecipadamente se o seu projeto é viável.

Engenheiro Civil

O engenheiro civil tem por função encontrar as melhores soluções técnicas para a implantação do projeto do arquiteto. Cabe ao engenheiro fazer o cálculo para que toda a estrutura da construção seja viável e segura, dimensionar a fundação, as vigas e as colunas, calcular a distribuição das forças e cargas, especificar a resistência dos materiais a serem utilizados na obra visando à economia e estabilidade da construção, além de atuar com os projetos complementares (elétrico, hidraúlico , entre outros).

A formação em engenharia civil, apresenta uma base mais sólida em ciências exatas, com várias disciplinas focadas em matemática e física.

De uma vez que ficou especificado a função de cada um, fica fácil saber de qual profissional você vai precisar. Por exemplo, se você  for fazer uma reforma que não impacte na estrutura do imóvel, só precisa do arquiteto; se você for fazer um reforço na estrutura da sua construção, só precisa do engenheiro e se for construir uma casa do zero ou fazer uma grande ampliação, aí você precisa dos dois!

Fonte: Caio Vital

 

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DESCUBRA 6 VANTAGENS DE CONSTRUIR EM CONDOMÍNIO FECHADO

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Ótimo para quem tem família e não quer ver seus filhos presos em casa por causa da falta de segurança nas ruas. Além de inovar seu  jeito de morar, confira as vantagens por optar por esse estilo de vida: você pode ter a oportunidade de desfrutar de total privacidade, segurança, lazer e muito mais benefícios!

1ª Segurança

Esse fator é talvez um dos benefícios mais importantes. Muros, cercas elétricas, guarita, portaria 24h e câmeras de identificação garantem a tranquilidade dos moradores. Com saídas e entradas controladas, riscos são evitados, incômodos e visitas indesejadas também.

condominio-fechado2 Tudo para que você fique despreocupado e possa colocar a cabeça no travesseiro e ter uma ótima noite de sono.

2ª Lazer

Atividades e opções de entretenimento para todas as idades. Em um condomínio fechado, os moradores contam com piscinas, saunas, brinquedotecas, playgrounds, quadras poliesportivas, salões de festas, espaços gourmet, churrasqueiras, academias, salões de jogos e até mesmo cinemas.

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Atividades e opções de entretenimento para todas as idades. Em um condomínio fechado, os moradores contam com piscinas, saunas, brinquedotecas, playgrounds, quadras poliesportivas, salões de festas, espaços gourmet, churrasqueiras, academias, salões de jogos e até mesmo cinemas.

Estes espaços são ótimas opções para as famílias quem tem crianças e desejam um espaço seguro para seus filhos brincarem.

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Tudo isso é feito para trazer mais bem-estar, descanso e diversão a qualquer momento. As crianças podem brincar com liberdade e os pais ficarem despreocupados.

3ª Privacidade

Um dos motivos que levam muitas pessoas a escolherem os condomínios fechados é a privacidade.

pet-famyliAo morar em um local privado, os moradores eliminam qualquer possibilidade de vendedores ambulantes, pedintes, entregadores de panfletos, entre outras pessoas, tocando na porta de suas casas.

4ª Tranquilidade

Os condomínios fechados costumam ser silenciosos e longe de vias urbanas e do barulho do trânsito, o que é ótimo para quem adora o silêncio e deseja aproveitar de muita tranquilidade em seus momentos com a família em casa.
pessoa-meditandoDificilmente em um apartamento ou em uma casa você terá toda essa comodidade proporcionada pelos condomínios fechados. Afinal, depois de um longo e cansativo dia no trabalho, nada melhor do que relaxar em um lugar tranquilo e calmo.

5ª Qualidade de vida

Hoje em dia, um quesito muito em alta é qualidade que você pode ter e oferecer para sua família.   
cara-correndoAo morar em um condomínio fechado você vai notar a melhoria em sua qualidade de vida. Esses lugares costumam ter terrenos grandes, o que permite a construção de casas mais espaçosas, arejadas e com mais conforto, em amplas áreas verdes.

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Você poderá curtir seu tempo livre nos espaços de lazer do condomínio, que na maioria das vezes, possuem variedades de entretenimento em meio à natureza. Isso porque nos condomínios fechados os bosques nativos, praças, lagos, áreas verdes e espaços de convivência são preservados  com a manutenção  periódica.

Existem até mesmo aqueles que oferecem academias, o que é ideal para praticar exercícios sem precisar se deslocar longos caminhos!

6ª Localização

Apesar do ambiente calmo e mais afastado,os residenciais buscam sempre estar próximos às necessidades básicas dos moradores, tornando a rotina mais prática e cômoda. Por isso estão sempre a poucos minutos de supermercados, farmácias, escolas, lojas, parques e shoppings.

Running womanOs bairros também são selecionados estrategicamente, buscando sempre conforto e segurança.

Fonte: Caio Vital

Comprar uma casa pronta ou construir uma casa do zero ?

Na hora de adquirir um imóvel, se a opção for comprar uma casa, uma dúvida que pode surgir é se vale mais a pena comprar uma casa pronta ou construir uma casa do zero.

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Nos dois casos, existem vantagens e desvantagens e é preciso avaliar todas as possibilidades. Porém, a escolha, com certeza, deve levar em consideração o valor disponível para investir, o tempo e a paciência do proprietário.

Algumas das vantagens de começar a construir uma casa do zero é que o imóvel será projetado de acordo com as necessidades da família, não serão necessárias reformas e os acabamentos são do gosto do proprietário. Além disso, com planejamento bem feito, os custos podem sair menores. Porém, em contrapartida, pela falta de experiência, a obra, no final, pode acabar extrapolando o tempo e orçamento inicialmente pensados.

Já a casa pronta pode precisar de algumas pequenas reformas para se adequar às necessidades da família. Mesmo assim, o tempo que irá levar, em caso de necessidade de alguma intervenção, será bem mais curto que construir uma casa do zero. Ou seja, a casa pronta estará disponível logo após a aquisição. Além disso, ela já tem seu valor de mercado adequado.

 Caso você  tiver facilidade em contratar a mão de obra para a construção, com certeza vai ficar mais barato construir. Até porque a casa terá o projeto ao seu gosto, você vai poder escolher o melhor material e a casa poderá gerar mais prazer. Mas se você não sabe contratar de forma eficiente, é melhor não optar pela construção. Até porque existe uma série de responsabilidades que podem resultar em mais tempo e dinheiro gastos.

A questão do tempo disponível é importante neste processo. Quando a casa já está pronta, existe a vantagem de poder se mudar para o imóvel logo após a aquisição. Se a escolha é construir do zero, é preciso seguir uma sequência de etapas até, enfim, poder morar no imóvel.

O mais comum é fazer financiamento para comprar uma casa já pronta e é ao que os bancos estão mais habituados a fazer, onde há várias modalidades de financiamento. Vários bancos fazem esse tipo de negócio e é importante pesquisar as taxas de juros de cada um porque há uma disputa acirrada entre essas instituições. Portanto, vale a pena fazer várias simulações e saber qual é melhor opção para você.

Carta de crédito imobiliário ? Entenda como Funciona!

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O que é uma Carta de Crédito

É um documento utilizado por consumidores que desejam comprar algum bem. O instrumento não se restringe apenas aos negócios imobiliários.

No Brasil, este mecanismo financeiro é utilizado, por exemplo, no mercado de consórcio. Neste caso, o cliente contemplado recebe uma carta no valor do bem e vai adquiri-lo por conta própria.

A carta de crédito é emitida por um banco, chamado na operação de “banco emissor”. Ela é a garantia que o “solicitante” da carta tem uma determinada quantia de dinheiro disponível para realizar a transação. Para usar este crédito o solicitante tem um prazo fixo definido no instrumento.

Atenção: muitas pessoas negociam cartas de crédito no mercado paralelo. Não recomendamos que você negocie neste mercado, mas caso você decida fazer assim, tenha sempre muita atenção neste tipo de transação, porque existe muita falsificação neste segmento. Não acreditem em dinheiro fácil, as oportunidades que parecem boas demais para serem verdades são a porta de entrada dos golpes. Por isso, cerque-se de profissionais qualificados e reconhecidos no mercado para obter informação e orientação.

O que é uma Carta de Crédito Imobiliário

No caso específico da carta de crédito imobiliário, ela pode ser usada para comprar ou para reformar um imóvel. Adicionalmente, pode também ser utilizada para a compra de material com objetivo de reformar ou construir.

Como obter a Carta de Crédito Imobiliário para comprar um imóvel

O primeiro passo neste caso é escolher o banco onde você vai solicitar a emissão da carta de crédito, que será o mesmo banco no qual você vai pagar as prestações referentes a este empréstimo.

A principal dica aqui é pesquisar: visite vários bancos e converse com os gerentes. As taxas de juros cobradas e as taxas administrativas variam de banco para banco. Assim, investir tempo em uma pesquisa pode efetivamente significar uma redução na dívida que vai contratar.

Se você pretende “adquirir” uma carta por consórcio, a dica da pesquisa é igualmente importante. Compare os planos e as suas taxas administrativas. Este tipo de negocio nunca deve ser realizado de forma impulsiva.
O processo para entrar com o pedido varia um pouco de acordo com cada instituição financeira. De maneira geral, a documentação necessária envolve seus documentos pessoais, documentação para comprovação de renda e também documentação referente ao imóvel.

Ter uma carta de crédito na mão no momento da compra do imóvel pode facilitar inclusive o processo de negociação. Para o vendedor do imóvel a carta é a garantia que o comprador tem crédito disponível no banco e assim efetivamente pode realizar a compra desejada. Adicionalmente, do ponto de vista do vendedor, o tempo de recebimento do dinheiro é quase como um pagamento à vista.

Durante o processo de compra, assim como em outras modalidades de financiamento, o banco emissor vai entrar no fechamento da operação de compra, porque o imóvel comprado com a carta permanece hipotecado até que você pague todas as prestações contratuais.

Fonte:  Viva Real/ Blog /http://www.vivareal.com.br/

Você sabe reconhecer um imóvel de alto padrão?

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Quando se fala em imóveis de alto padrão, é comum vir à mente as mansões construídas em áreas grandes e com muito espaço. Mas, já existe no mercado imobiliário espaços menores, mas que não perdem em qualidade.

Diante de tantas ofertas, localidades e com o crescimento das cidades, como reconhecer um imóvel de alto padrão?

Fique atento e saiba reconhecer se o imóvel que lhe é apresentado se enquadra na categoria de alto padrão. Para isso, confira os principais requisitos:

Localização: um imóvel só pode ser considerado de alto padrão se estiver localizado com outros bairros como ele ao redor. Então, o bairro é um fator muito importante para se determinar um imóvel como alto padrão.

Acabamento: o material utilizado nas construções, por exemplo, também é levado em consideração na hora de tornar um imóvel especial. Os materiais preferidos dos clientes classe A são o mármore importado e madeiras nobres.

Área de Lazer: se o imóvel ficar dentro de um prédio ou condomínio, este item é geralmente levado muito em consideração e precisa ser analisado.

Serviços e opções : Os condomínios de apartamentos de alto padrão oferecem regalias exclusivas, como spas, academias completas, salas de cinema e piscina com raia aquecida. Identificar esses detalhes uma forma de diferenciar o imóvel de alto padrão dos demais.

Tecnologia: A automatização, que é uma exclusividade que torna o imóvel luxuoso e garante mais praticidade aos proprietários, é um procedimento de preço elevado visto somente em imóveis de alto padrão.

Metragem: ao contrário do que parece,  este não é um parâmetro fundamental na hora de classificar um imóvel como alto padrão. Se formos pensar que algumas regiões muito bem localizadas e valorizadas já não têm tantos terrenos grandes, os mesmos imóveis podem manter o padrão em uma área menor sem comprometer sua valorização.

Arquitetura: se o imóvel foi projetado por um arquiteto que se destaca nesse mercado, pode ajudar a defini-lo como de alto padrão e o mesmo ganha alguns números a mais na hora da venda.

Vale lembrar, que você deve estar sempre atento ao mercado e não comprar um imóvel pela questão da realização de um sonho, mas também como um investimento que pode ser renegociado no futuro, levando sempre a um bom negócio.

Hoje os clientes de casas, apartamentos ou condomínios fechados, já não são mais somente casais maduros como antigamente, mas jovens executivos bem posicionados profissionalmente.  E independente da idade, todos eles procuram além de uma ótima localização e serviços, bom atendimento, segurança e principalmente exclusividade.

Fonte: CAIO VITAL –  Corretor de imóveis /CRECI 97967

Fale conosco:

 E-mail: imoveis.caiovital@gmail.com  

  Whatsapp: 16 98115 2550. 

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INVESTIR EM IMÓVEIS É UM BOM NEGÓCIO?

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A maior parte das pessoas quando pensa em imóveis, imagina um local para chamar de seu. Aquele local que escolheu, onde vai vivenciar momentos em família, ver seus filhos darem os primeiros passos e crescerem, reunir seus amigos começar ou recomeçar a vida. Mas pouca gente se dá conta de que é bem mais que isso.

Por outro lado, quando pensamos em investimento, quase imediatamente nos vem à cabeça CDB, Bolsa de Valores, Tesouro Direto, Fundos de Investimento, gráficos, SELIC, juros e uma miríade de siglas, sendo que a maior parte delas não sabemos bem o que significa.

Quase todo mundo que você conhece tem um imóvel onde mora, alguns têm outro na praia ou no campo, outros têm os dois, mas mesmo esses pensam, em geral, da mesma forma.

Muito tem se falado sobre as tendências da geração Y, que tem hoje entre 18 e 35 anos, de não ter o desejo de comprar um imóvel, mas apenas alugá-lo. Isso, segundo essas tendências publicadas, daria a eles mobilidade e maior liquidez. No entanto, isso simplesmente não se verifica na prática. Em 2015, 67% dos compradores do primeiro imóvel nos EUA tinham até 35 anos. Além disso, eles têm hoje uma renda média maior que as demais gerações, segundo a 2016 Home Buyers and Sellers Generational Trends Report da National Association of Realtors.

Essa geração respondeu por 35% das vendas de imóveis nos EUA em 2015, a maior percentagem para uma geração. Eles procuram características diferentes nos imóveis, se comparados a outras gerações, mas o mercado está sempre atento a isso.

O imóvel continua sendo um local para morar, descansar, relaxar e ser feliz – e isso vale para todas as gerações.

Mas, além disso, o imóvel é um grande investimento, e muita gente sabe disso, principalmente quando estamos comprando. No entanto, se você perguntar para alguém quanto ela tem de investimentos, com certeza, ela vai se lembrar do banco do CDB, Bolsa de Valores… E vai te dizer um montante em reais.

Por que isso acontece? Por que, invariavelmente, não consideramos o valor dos imóveis como parte de nossos investimentos?

Por várias razões, mas vamos destacar três:

  1. Não passa pela cabeça de quem mora naquele local que escolheu, onde estão todas as suas coisas, onde vive com sua família e que é sua referência de lar, transformar aquilo em dinheiro, simplesmente. Podemos trocá-lo por um de valor maior ou menor, mas é difícil imaginar deixar de ser proprietário. No inconsciente das pessoas, a venda do apartamento implica na compra de outro e, portanto, é uma operação de soma zero.
  2. Em segundo lugar, porque o imóvel não tem liquidez financeira, o que quer dizer você não pode convertê-lo em dinheiro vivo no momento que quiser. Vender um imóvel depende da demanda, do preço que estamos pedindo, das condições de financiamento do mercado, das expectativas econômicas, do estado do imóvel, enfim vai demorar um tempo que não é possível prever para a realização da venda. Como não temos controle sobre esses fatores, nós simplesmente consideramos como um valor inacessível, que pode ser aproveitado, mas sempre estará comprometido com imóvel.  A casa de campo e a casa na praia, embora tenham o mesmo conceito, recebem um tratamento diferente e são entendidas como reserva de valor, e não exatamente como investimento.
  3. Nossa cultura nacional e nossa experiência como brasileiros, convivendo com variações imensas na taxa de câmbio, no valor do aluguel, no preço dos imóveis, na taxa de juros, no preço dos produtos e com o desemprego, nos ensinou que é preciso ter um porto seguro, um local para chamar de seu. Já vivemos tantas incertezas que não queremos trazer mais uma para a nossa vida, principalmente por ela ser referência da nossa família.

Considerar os imóveis como investimento não significa que iremos vendê-los quando notarmos sua alta nem que iremos comprá-los somente quando os preços estiverem em queda. Significa, antes de tudo, a possibilidade de gerenciar nossos investimentos, no curto, médio e longo prazo.

A primeira grande dificuldade é saber quanto vale um imóvel e como ele se valoriza. Mas hoje isso pode ser medido com razoável segurança. A segunda grande dificuldade é que, quando um imóvel sobe de preço ou é valorizado, em tese, todos os outros da região sobem proporcionalmente. Não é raro ouvir de um proprietário que, se ele vender o imóvel que tem há tantos anos, vai apenas conseguir comprar outro do mesmo tamanho na mesma região e que, consequentemente, não houve valorização daquele bem. Precisamos mudar o foco da comparação e tratá-lo e compará-lo como os demais investimentos.

Quando comparamos a valorização dos imóveis com a inflação medida pelo IPCA e o CDI (basicamente o rendimento do CDB) entre janeiro de 2013 e maio de 2016, é possível notar que os imóveis nem sequer acompanharam a inflação. Nesse período, o CDI rendeu bem mais.

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No entanto, se fizermos a mesma comparação para um período um pouco maior, de janeiro de 2011 a maio de 2016, tudo muda. Neste intervalo mais longo, a valorização dos imóveis superou a inflação e mesmo o CDI.

Foi, sem dúvida, um bom investimento. É bem verdade que esse período captou investimentos em imóveis não é a mesma dos investimentos em fundos de investimento, que permite o saque e possibilita ao investidor mudar para outro fundo com melhor rendimento no mesmo dia ou na mesma semana. Porém, os imóveis costumam ser investimentos rentáveis no médio e longo prazo.a alta dos preços de imóveis, que se manteve até o início de 2014, quando essa tendência começou a perder força.

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Gráficos elaborados pelo autor com dados da FIPEZAP  e do Banco Central, considerando um imóvel em São Paulo com três dormitórios.

Ele deve ser utilizado como um investimento, por exemplo, para aquele casal que acabou de casar e compra um imóvel. Quando chegam os filhos e é preciso mais espaço, a compra de um maior se faz necessária. Neste caso, o investimento no imóvel anterior vai ajudá-los na compra do maior. Com o passar do tempo, quando o casal já atingiu o ápice na carreira, faz sentido a nova troca de imóvel por outro com mais conforto e mais conveniências. Esse mesmo casal vários anos depois, quando os filhos já se casaram, descobrem que não precisam ter um imóvel tão grande, afinal, ele fica praticamente vazio. Novamente, outra mudança e a busca por um imóvel menor. Quando isso ocorre, uma parte desses investimentos que o casal fez durante a vida é resgatado e vai compor seu fundo de aposentadoria.

Existem muitos outros exemplos, mas o mais importante é entender que adquirir um imóvel é um investimento que tem baixa liquidez e, portanto, deve ser considerado para o médio e longo prazo, mas que costuma ser um bom negócio.

Aí vem a pergunta quase automática: “E quanto a comprar imóveis para alugar?” Bem, esse é um tema para outro artigo.

 

Fonte: Carlos A. Dariani, Economista e Diretor da Moneyus Consultoria (25/07/2016)

Guia para você que financiou ou vai financiar pela CAIXA

Casa PosteO Banco informa que quer fortalecer seu relacionamento com os clientes e interagir na busca de um melhor atendimento.

Veja as dúvidas mais comuns sobre o contrato:

1. Para receber informações da CAIXA, o que devo fazer?

É muito importante manter seu endereço e telefone sempre atualizados. Quando houver alguma mudança, informe imediatamente à CAIXA.

2. Como é formada a minha prestação no Contrato CAIXA financiamento habitacional?

Nos financiamentos habitacionais, a prestação mensal é composta por: Encargo Principal – parcela de amortização e de juros mensais;

• Encargos Acessórios – taxas de administração, seguros de Morte e Invalidez Permanente (MIP) e Danos Físicos ao Imóvel (DFI).

3. Como são calculados os encargos e seguros?

• A parcela do encargo principal, referente aos juros, é recalculada em função de saldo devedor atualizado, taxa de juros, sistema de amortização e prazo restante do contrato, conforme condições contratadas.

• Os encargos acessórios variam de acordo com o tipo de financiamento. Você pode verificar no seu contrato de financiamento quais são os encargos acessórios que formam a sua prestação;

• O valor do prêmio do seguro MIP é obtido mediante a aplicação das taxas, constantes na Apólice, sobre o valor do financiamento na contratação ao percentual de pactuação de renda dos participantes;

• Para cálculo do valor do prêmio do seguro DFI é aplicada uma taxa sobre o valor de avaliação do imóvel.

4. Quando ocorre o vencimento da prestação?

O primeiro pagamento vence 30 dias após a assinatura do contrato. Você pode escolher a data de vencimento na contratação ou alterá-la durante a vigência do financiamento.

5. Como posso pagar as prestações do meu financiamento?

Débito Automático CAIXA é a forma mais prática de efetuar os pagamentos, pois não é preciso ficar dependente do recebimento de boleto de cobrança. Saiba mais:

• Com o Débito Automático, o valor da prestação é debitado automaticamente na sua conta corrente no dia agendado;

• É possível verificar o agendamento do débito no campo “lançamentos futuros” do extrato da conta quinze dias antes da data do vencimento de cada prestação. Caso não conste este lançamento, entre em contato com a CAIXA;

• É muito importante verificar no extrato da sua conta se o débito da prestação ocorreu, pois o recibo de depósito não é um comprovante de pagamento;

• Caso deseje optar pelo Débito Automático, procure a CAIXA.

Você também pode pagar usando o boleto de cobrança. Com ele, a prestação pode ser paga até a data de vencimento em toda a rede bancária:

• Após o vencimento, o pagamento do boleto pode ser feito em casas lotéricas, correspondentes bancários CAIXA AQUI ou, dependendo do tempo de atraso, somente nas agências da CAIXA;

• Se você não optou pelo débito automático e não recebeu o boleto pelo correio, pode pedir uma segunda via pelo telefone 0800 285 3185 (caso o boleto tenha até 60 dias), em qualquer agência da CAIXA ou clicando aqui.

6. O que acontece se eu atrasar as prestações do meu financiamento?

• O atraso no pagamento das prestações gera multa e juros, referente aos dias em atraso, e permite a CAIXA incluir as informações vinculadas ao seu contrato em cadastros restritivos de crédito como SERASA e outros;

• Caso você não pague as parcelas em atraso, a CAIXA pode leiloar seu imóvel;

• Na alienação fiduciária, você não pode transferir seu imóvel a terceiros sem o consentimento da CAIXA. Isso acontece porque o imóvel fica em nome da CAIXA e só é transferido para você após a quitação do financiamento.

7. Posso utilizar o meu saldo de FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço)?

Sim. Mas, somente quando você, o contrato e o imóvel estiverem enquadrados nas regras do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) na data da aquisição do imóvel.

Para saber se no seu caso é permitido o uso do FGTS, clique aqui ou faça o download do Manual da Moradia Própria.

8. Posso usar o FGTS para quais fins?

• Amortizar o saldo devedor, ou seja, reduzir o prazo ou o valor do encargo;

• Pagar até 80% do valor da prestação;

• Liquidar o saldo devedor.

9. Onde posso tirar dúvidas e obter informações?

A CAIXA oferece diversos canais de comunicação para você entrar em contato sempre que quiser:

• O SAC CAIXA recebe reclamações, sugestões e elogios todos os dias da semana, 24h por dia, pelo número 0800 726 0101. O prazo para resposta é de até cinco dias úteis;

• A Ouvidoria recebe denúncias e reclamações não solucionadas pelo SAC, de segunda à sexta-feira, das 08h às 18h (horário de Brasília), pelo número 0800 725 7474. O prazo para resposta é de até 15 dias;

• O atendimento especializado recebe ligações de clientes com deficiência auditiva ou de fala, pelo número 0800 726 2492;

• Você também pode acessar o sítio da CAIXA no endereço www.caixa.gov.br sempre que precisar de informações adicionais.

Para captura do Guia:

GUIA RÁPIDO DE INFORMAÇÕES IMPORTANTES


Fonte:
Caixa

10 fatores que influenciam no preço do imóvel

Arquivo 08-05-16 16 44 04Sabemos que o preço de um imóvel pode variar muito dependendo de alguns itens importantes, por isso conheça os 10 principais fatores que influenciam no valor do imóvel.

Localização do imóvel

O primeiro fator que mais tem influência no valor do imóvel é a localização, responsável por 25% do preço da casa ou apartamento. Segundo pesquisas, os imóveis situados em uma área onde há hospitais, farmácias, bancos e supermercados acessíveis levam vantagem. As pessoas querem morar próximas a serviços e encontrar infraestrutura na região, por isso shoppings, estádios, ruas calmas e fácil acesso ao transporte público também possuem influência no preço do imóvel. A localização pesa muito em um imóvel, pois mesmo que o prédio seja velho, se estiver em frente ao mar ele vale mais.

Segurança do imóvel

O segundo fator que mais influencia no preço do imóvel é a segurança que ele oferece, que corresponde a 15% da valorização do imóvel. Segundo os dados divulgados, portão automático com rápida abertura, chaves de porta com segredo e elevador automatizado, que possui código por andar, são itens que atraem os moradores. Viver em um bairro seguro é o desejo da maioria das pessoas, que muitas vezes optam por morar em um apartamento ou condomínios fechados. Além disso, quanto maior for a infraestrutura que protege o empreendimento e seus moradores, mais valorizado ele será.

Vaga na garagem do imóvel

O terceiro fator que tem mais influência no preço do imóvel é ele possuir ao menos uma vaga na garagem, que contabiliza também 15% como influenciador no valor do imóvel. Por falta de lugar na rua e também em razão da segurança, possuir um local para estacionar o carro dentro do imóvel é levado muito em consideração. Atualmente, apenas uma vaga, dependendo da localização do imóvel, às vezes pode depreciá-lo, isso porque é comum que famílias tenham mais de um carro.

Área de lazer do imóvel

O quarto fator de influência no preço do imóvel é a área de lazer oferecida, responsável por 10% do preço da propriedade. Essa é uma aposta que as incorporadoras estão oferecendo na diversidade de opções que envolvem a área de lazer, com empreendimentos que possui sala de cinema, brinquedoteca, salão de festa, área para praticar esporte, além de piscina e churrasqueira, que são atrativos que costumam chamar a atenção do comprador.

Elevador do imóvel

O quinto fator que pode influenciar no preço do imóvel são os elevadores, responsáveis por 9% do valor final do imóvel. Isso porque elevadores são itens de grande relevância, e prédios que não os possuem fica naturalmente desvalorizados.

 Face para o sol do imóvel

O sexto fator que influencia no preço do imóvel é a posição do imóvel em relação ao sol, que tem 7% de peso sobre o valor do imóvel. A iluminação natural oferece mais conforto para quem vive em um apartamento, principalmente, então as unidades que recebem a luz solar são mais valorizadas e vendem mais rapidamente. Em São Paulo, por exemplo, a melhor face para o imóvel estar direcionado é a norte, em que apartamentos com tal direção vendem mais rápido pela sua posição favorecida.

Andar do imóvel

O sétimo item que influencia no preço do imóvel é o andar em que um apartamento está localizado, que corresponde por 6% da valorização do mesmo. As unidades mais baixas são as menos procuradas, e quanto mais alto é o andar de um apartamento, mais ele é valorizado, pois além da vista, a menor quantidade de ruídos vindos da rua faz com que os andares superiores sejam os preferidos dos moradores.

Varanda do imóvel

O oitavo fator de influência no preço do imóvel é se ele possui uma varanda, que valoriza o imóvel em 5%. Abrir a janela ou sair na varanda do apartamento e ter um vista privilegiada, como um parque ou uma praça, é um dos itens que pode valorizar o empreendimento.

Vista do imóvel

O nono item de influência no preço do imóvel é a sua vista, que possui relação com a existência de uma varanda, e representa 4% do preço da propriedade. De acordo com pesquisas, os imóveis em frente a parques, praças, praias e calçadão são bem valorizados.

Infraestrutura e tecnologia do imóvel

O décimo e último fator que tem mais influência no preço do imóvel é se ele é ajustado à tecnologia e disponibiliza cabo para televisão e wireless, que pode somar 4% do preço da propriedade. A automação residencial e predial já é uma necessidade e proporciona valor à propriedade.

Outros fatores que influenciam no preço do imóvel

Além dos 10 fatores que influenciam no preço do imóvel apontados acima, ainda há outros que podem influir na valorização ou não do imóvel. São eles: o acabamento do imóvel ( tipo de piso, revestimento, pintura das paredes, portas e janelas, etc); a metragem da área privativa e área comum e o entorno, ou seja, se o imóvel está localizado uma rua ou avenida com muito ou pouco movimentada.

Fonte: Portal Imobiliário Zap e Imobex

Preços dos imóveis estão em queda real

Post crise 2016
Num momento de extrema fragilidade, política e econômica, que nosso país atravessa, não podemos negar o quanto todo esse cenário impacta no mercado imobiliário, tanto para  investidores como para pessoas  que querem comprar um imóvel para morar.

Neste caso, são basicamente duas vertentes: investidores que são atraídos pelas altas de juros e por conta disso deixando de lado a possibilidade de comprar imóveis como investimento e las pessoas que querem comprar um imóvel para morar que são movidas por insegurança e pela expectativa em relação ao desfecho do impeachment da presidente Dilma Rosseff.

É claro que, para quem compra o imóvel para investir é melhorar esperar as taxas de juros baixarem. Se a intenção for comprar o imóvel para moradia e você encontrou uma casa ou um apartamento com preço bom, feche o negócio . Atualmente, existe a portabilidade e se os juros caírem, é só transferir o financiamento para um banco que pratique taxas menores ou negociar com o mesmo banco.

Vale lembrar que, apesar da taxas de juros  a longo prazo, os valores baixos dos imóveis acabam compensando esses juros. Isso porque o preço dos imóveis estão em queda real.

Segundo o Índice Fipezap, que mostra a variação nos valores médios do metro quadrado de 20 cidades brasileiras, o preço dos imóveis subiu apenas 0,53% nos últimos 12 meses até março.  O aumento ficou muito abaixo da inflação medida pelo IPCA, que foi de 9,5% no período, de acordo com o Banco Central. Ou seja, descontando a inflação, houve queda real dos preços de 8,10%.

Segundo alguns especialistas, o preço dos imóveis deve voltar a subir em 2018 ou depois, quando o desemprego cair e a renda voltar a subir. Isso se explica ao fato de que mercado imobiliário se comporta diferente do mercado financeiro, ou seja, é lento e demora mais para ser mudado.

Fonte: Caio Vital

Novas regras facilitam uso do FGTS na compra de imóveis

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A Caixa facilitou ainda mais a compra da casa própria com a simplificação do uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Uma das novidades é a dispensa de nova avaliação para imóveis populares ( até R$225mil ) além da realizada na análise técnica. A mudança faz parte de um conjunto de medidas adotadas para reaquecer o financiamento imobiliário, como a elevação da fatia financiável a até 80% do valor do imóvel.

A versão atualizada do Manual do FGTS para uso na moradia própria também permitiu utilizar a Convenção do Condomínio para a caracterização do imóvel residencial e o uso do Fundo de Garantia para regularização fundiária na compra do imóvel ao titular da conta. Também facilitou a portabilidade de crédito imobiliário ao dispensar a necessidade de novas avaliações pelo banco que adquirir a operação, mantendo os números do início do contrato.

A vice-presidente interina de Fundo de Governo e Loteria da CAIXA, Deusdina dos Reis Pereira, avalia que as medidas irão acelerar a concessão de crédito imobiliário em um momento que o banco está com mais de R$ 7 bilhões para investimento somente na linha Pró-Cotista do FGTS e estima crescer 13% em financiamento imobiliário em 2016. “Todos serão beneficiados com essas novas medidas, que, certamente, resultarão em um atendimento ainda mais ágil e qualificado ao trabalhador no momento da realização do sonho da casa própria”, afirmou ela.

O superintendente nacional em exercício do FGTS, Henrique José Santana, ressalta que a nova edição do Manual do FGTS foi amplamente discutida com representantes dos trabalhadores e dos agentes financeiros, como a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário (Abecip) e da Associação Brasileira de Coohabs e Agentes Públicos da Habitação (ABC). As mudanças, segundo Santana, simplificam procedimentos e minimizam dúvidas recorrentes dos trabalhadores e agentes financeiros nas operações com o FGTS.

Fonte: Portal Brasil e Caixa Economica Federal ( 19/04/2016)