Dicas para quem financiou ou vai financiar pela CAIXA

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O Banco informa que quer fortalecer seu relacionamento com os clientes e interagir na busca de um melhor atendimento.

Veja as dúvidas mais comuns sobre o contrato:

1. Para receber informações da CAIXA, o que devo fazer?

É muito importante manter seu endereço e telefone sempre atualizados. Quando houver alguma mudança, informe imediatamente à CAIXA.

2. Como é formada a minha prestação no Contrato CAIXA financiamento habitacional?

Nos financiamentos habitacionais, a prestação mensal é composta por: Encargo Principal – parcela de amortização e de juros mensais;

• Encargos Acessórios – taxas de administração, seguros de Morte e Invalidez Permanente (MIP) e Danos Físicos ao Imóvel (DFI).

3. Como são calculados os encargos e seguros?

• A parcela do encargo principal, referente aos juros, é recalculada em função de saldo devedor atualizado, taxa de juros, sistema de amortização e prazo restante do contrato, conforme condições contratadas.

• Os encargos acessórios variam de acordo com o tipo de financiamento. Você pode verificar no seu contrato de financiamento quais são os encargos acessórios que formam a sua prestação;

• O valor do prêmio do seguro MIP é obtido mediante a aplicação das taxas, constantes na Apólice, sobre o valor do financiamento na contratação ao percentual de pactuação de renda dos participantes;

• Para cálculo do valor do prêmio do seguro DFI é aplicada uma taxa sobre o valor de avaliação do imóvel.

4. Quando ocorre o vencimento da prestação?

O primeiro pagamento vence 30 dias após a assinatura do contrato. Você pode escolher a data de vencimento na contratação ou alterá-la durante a vigência do financiamento.

5. Como posso pagar as prestações do meu financiamento?

Débito Automático CAIXA é a forma mais prática de efetuar os pagamentos, pois não é preciso ficar dependente do recebimento de boleto de cobrança. Saiba mais:

• Com o Débito Automático, o valor da prestação é debitado automaticamente na sua conta corrente no dia agendado;

• É possível verificar o agendamento do débito no campo “lançamentos futuros” do extrato da conta quinze dias antes da data do vencimento de cada prestação. Caso não conste este lançamento, entre em contato com a CAIXA;

• É muito importante verificar no extrato da sua conta se o débito da prestação ocorreu, pois o recibo de depósito não é um comprovante de pagamento;

• Caso deseje optar pelo Débito Automático, procure a CAIXA.

Você também pode pagar usando o boleto de cobrança. Com ele, a prestação pode ser paga até a data de vencimento em toda a rede bancária:

• Após o vencimento, o pagamento do boleto pode ser feito em casas lotéricas, correspondentes bancários CAIXA AQUI ou, dependendo do tempo de atraso, somente nas agências da CAIXA;

• Se você não optou pelo débito automático e não recebeu o boleto pelo correio, pode pedir uma segunda via pelo telefone 0800 285 3185 (caso o boleto tenha até 60 dias), em qualquer agência da CAIXA ou clicando aqui.

6. O que acontece se eu atrasar as prestações do meu financiamento?

• O atraso no pagamento das prestações gera multa e juros, referente aos dias em atraso, e permite a CAIXA incluir as informações vinculadas ao seu contrato em cadastros restritivos de crédito como SERASA e outros;

• Caso você não pague as parcelas em atraso, a CAIXA pode leiloar seu imóvel;

• Na alienação fiduciária, você não pode transferir seu imóvel a terceiros sem o consentimento da CAIXA. Isso acontece porque o imóvel fica em nome da CAIXA e só é transferido para você após a quitação do financiamento.

7. Posso utilizar o meu saldo de FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço)?

Sim. Mas, somente quando você, o contrato e o imóvel estiverem enquadrados nas regras do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) na data da aquisição do imóvel.

Para saber se no seu caso é permitido o uso do FGTS, clique aqui ou faça o download do Manual da Moradia Própria.

8. Posso usar o FGTS para quais fins?

• Amortizar o saldo devedor, ou seja, reduzir o prazo ou o valor do encargo;

• Pagar até 80% do valor da prestação;

• Liquidar o saldo devedor.

9. Onde posso tirar dúvidas e obter informações?

A CAIXA oferece diversos canais de comunicação para você entrar em contato sempre que quiser:

• O SAC CAIXA recebe reclamações, sugestões e elogios todos os dias da semana, 24h por dia, pelo número 0800 726 0101. O prazo para resposta é de até cinco dias úteis;

• A Ouvidoria recebe denúncias e reclamações não solucionadas pelo SAC, de segunda à sexta-feira, das 08h às 18h (horário de Brasília), pelo número 0800 725 7474. O prazo para resposta é de até 15 dias;

• O atendimento especializado recebe ligações de clientes com deficiência auditiva ou de fala, pelo número 0800 726 2492;

• Você também pode acessar o sítio da CAIXA no endereço www.caixa.gov.br sempre que precisar de informações adicionais.

Para captura do Guia:

GUIA RÁPIDO DE INFORMAÇÕES IMPORTANTES


Fonte:
Caixa

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Novas regras facilitam uso do FGTS na compra de imóveis

Post Financiamento Imobiliário 2

A Caixa facilitou ainda mais a compra da casa própria com a simplificação do uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Uma das novidades é a dispensa de nova avaliação para imóveis populares ( até R$225mil ) além da realizada na análise técnica. A mudança faz parte de um conjunto de medidas adotadas para reaquecer o financiamento imobiliário, como a elevação da fatia financiável a até 80% do valor do imóvel.

A versão atualizada do Manual do FGTS para uso na moradia própria também permitiu utilizar a Convenção do Condomínio para a caracterização do imóvel residencial e o uso do Fundo de Garantia para regularização fundiária na compra do imóvel ao titular da conta. Também facilitou a portabilidade de crédito imobiliário ao dispensar a necessidade de novas avaliações pelo banco que adquirir a operação, mantendo os números do início do contrato.

A vice-presidente interina de Fundo de Governo e Loteria da CAIXA, Deusdina dos Reis Pereira, avalia que as medidas irão acelerar a concessão de crédito imobiliário em um momento que o banco está com mais de R$ 7 bilhões para investimento somente na linha Pró-Cotista do FGTS e estima crescer 13% em financiamento imobiliário em 2016. “Todos serão beneficiados com essas novas medidas, que, certamente, resultarão em um atendimento ainda mais ágil e qualificado ao trabalhador no momento da realização do sonho da casa própria”, afirmou ela.

O superintendente nacional em exercício do FGTS, Henrique José Santana, ressalta que a nova edição do Manual do FGTS foi amplamente discutida com representantes dos trabalhadores e dos agentes financeiros, como a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário (Abecip) e da Associação Brasileira de Coohabs e Agentes Públicos da Habitação (ABC). As mudanças, segundo Santana, simplificam procedimentos e minimizam dúvidas recorrentes dos trabalhadores e agentes financeiros nas operações com o FGTS.

Fonte: Portal Brasil e Caixa Economica Federal ( 19/04/2016)

Financiamento imobiliário Pró- Cotista

Pró cotista O ano de 2015 vem sendo desafiador para o mercado imobiliário. Depois dos anúncios de aumento das taxas de juros nos dois principais bancos públicos, a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil (responsáveis por 70% dos financiamentos), o setor passou a ter impactos negativos do crédito mais caro.

Para aliviar um pouco esses efeitos foi lançado um novo pacote pelo governo federal onde os  bancos tiveram a liberação de 22,5 bilhões de reais para seren no financiamento imobiliário.

Um dos pontos de destaque do programa foi financiamento imobiliário Pró-Cotista do FGTS. Com 4,2 bilhões de reais liberados, o modelo tem uma política de juros mais agressiva, não há limite de renda familiar e permite financiar uma total maior dos imóveis com valor até 400 mil reais.

As mudanças nos juros são significativas. Na CEF, por exemplo, a taxa de juros do Pró-Cotista fica entre 7,8% a 8,5% ao ano, valor bem mais baixo do que o financiamento tradicional (que ia de 9% a 9,45% com as mudanças anunciadas no fim do ano passado).

Sob as novas regras, o correntista pode financiar até 90% do valor do seu imóvel pelo Pró-Cotista no Banco do Brasil e até 80% na Caixa Econômica.

Quem pode utliizar pró-cotista ?

– Você precisa ter conta vinculada ao FGTS por mais de três anos (na mesma empresa ou não)

– Você não pode ter outro financiamento habitacional e não pode ser proprietário de imóvel na cidade em que mora ou vizinhas.

– Além disso, o seu saldo deve ser na sua conta vinculada com o FGTS de, no mínimo, 10% do valor do imóvel.

Bancos mantêm cota para financiamento

Post Bancos mantém
Os principais bancos privados do País decidiram que não acompanharão a nova política imobiliária da Caixa Econômica Federal, anunciada na segunda-feira. A partir da semana que vem (dia 4), o teto para financiamento de casas e apartamentos usados na instituição estatal cairá de 80% para 50% nas operações do SFH (Sistema Financeiro de Habitação), cujo valor máximo é de R$ 750 mil. Essa linha de crédito é utilizada em 90% das compras de imóvel no Brasil.

Bradesco, Santander e HSBC, que financiam até 80% do valor, anunciaram que manterão a cota inalterada. No Itaú Unibanco, o percentual de financiamento é o mesmo, mas o banco não informou se fará algum tipo de redução por estar em período de silêncio, devido à preparação da divulgação de resultados financeiros recentes. O Banco do Brasil, que possui capital misto, financia até 50% do valor na tabela Price (em que as parcelas são estáveis ao longo dos anos) e 80% no SAC (Sistema de Amortização Constante), e também não fará alterações.

Apesar de as instituições privadas facilitarem o acesso ao financiamento de imóveis usados, é preciso ter cuidado na escolha do emissor de crédito. Isso porque, apesar de ter restringido as operações para clientes com pelo menos 50% do valor de entrada, a Caixa ainda oferece os melhores juros do mercado, de 9,45% ao ano mais a TR (Taxa Referencial, que ontem estava fixada em 0,1293%). Nos bancos privados, as taxas variam entre 9,6% e 11,5% e também acrescem a TR. Esses percentuais são referentes à chamada taxa de balcão, para clientes sem qualquer tipo de relacionamento com o banco. As condições ficam mais favoráveis conforme o mutuário adquire outros produtos da mesma instituição, como conta salário e cartão de crédito, por exemplo.

Em relação ao tempo máximo de financiamento, Caixa e Santander fixam prazo de 420 meses (35 anos), enquanto os demais estabelecem 360 meses (30 anos). Quanto menor for o número de parcelas, maior será o valor.

Para escolher entre a Caixa e os bancos privados, o consultor financeiro Mauro Calil adverte que é preciso, em primeiro lugar, analisar a urgência da compra. “Se o cliente não possui 50% do valor para dar como entrada, mas também não precisa adquirir o imóvel imediatamente, pode juntar mais dinheiro até conseguir atingir o mínimo ou fazer um consórcio imobiliário. Nesse caso, terá de pagar a taxa de administração, que é menor do que os juros.”

Planejador financeiro e professor da Fipecafi (Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras), Silvio Paixão orienta para que se evite entrar em dívidas. “Quando você tem dinheiro, aparecem galinhas mortas. Quando está endividado, você pode ser a galinha morta”, ilustra. Ou seja, também é favorável à opção de se aguardar até que haja valor para uma entrada maior.

Paixão avalia que o fato de a Caixa ter reduzido a cota máxima financiável para imóveis usados demonstra que, como instrumento de política habitacional, dará preferência a empreendimentos novos – cujas construções também geram empregos. Em relação aos bancos privados, o professor avalia que o foco se dá sobre as unidades usadas, já que essas, por estarem consolidadas, representam maior garantia para o financiador. Isso porque, em caso de não pagamento, o bem poderá ser confiscado.

ALTERAÇÕES – As mudanças nos tetos do SFH foram feitas porque essa linha de crédito utiliza recursos da poupança. Diante da crise financeira, em que a caderneta apresenta rendimento baixo e a taxa básica de juros (Selic) em 12,75% ao mês – podendo subir hoje a 13,25% após reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) –, houve grande retirada de recursos do fundo em março. Foi registrada saída líquida da poupança (diferença entre retiradas e depósitos) de R$ 11,43 bilhões no mês passado, a maior retirada mensal desde 1995, segundo o Banco Central.

O SFI (Sistema Financeiro Imobiliário) terá o teto de financiamento reduzido de 70% para 40% pelo SAC. A modalidade tem como principal fonte de recursos grandes investidores institucionais.

Para imóveis novos, a Caixa manteve a cota máxima fixada em 80%. Há cerca de duas semanas, a instituição já havia anunciado a redução de 90% para 80% do teto, tanto para usados quanto para novos. As taxas anuais de juros também sofreram alteração, subindo de 9,15% para 9,45% para quem não tem conta no banco estatal. Para correntistas, passou de 9% para 9,3%.

Fonte: Diário do ABC ( 29/04/15).

Registro de imóveis de forma eletrônica poderá sair em até cinco dias

Cartórios de SP iniciam projeto-piloto para o registro eletrônico, que deverá ser expandido para todo o país até 2016.

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Um projeto-piloto iniciado em dezembro em cartórios do estado de São Paulo reduziu de 30 para apenas cinco dias o prazo para o registro de compra e venda de imóveis. O projeto vem sendo executado pela Caixa Econômica Federal em parceria com a Associação dos Registradores Imobiliários de São Paulo (ARISP).

Com o trâmite digital, o consumidor não precisará mais ficar se deslocando entre o cartório e a CAIXA com o contrato em mãos para obter o registro e dar andamento ao financiamento imobiliário no banco. Pelo sistema, todo o trâmite é feito pelo meio digital em um prazo muito mais rápido. O novo mecanismo dará mais agilidade ao processo e mais segurança ao simplificar o envio por meio da internet, em formato xml (formato de internet), criptografado.

A vantagem para o cliente é não ter que ir ao cartório para levar e buscar o contrato para registrar. O maior ganho para as instituições financeiras é que o registro sai em no máximo cinco dias. Tudo é feito de forma digital, com assinatura eletrônica, o que elimina o risco de fraudes”, disse o diretor executivo de Habitação da CAIXA, Teotonio Costa Rezende.

Além do prazo menor, o mutuário terá ainda uma redução nos custos, afirma o presidente da Associação dos Registradores Imobiliários de São Paulo (ARISP), Flauzilino Araújo dos Santos. Segundo ele, o novo trâmite evitará que o mutuário tenha despesas de transporte, estacionamento, despachantes e os contratempos do trânsito dos grandes centros.

“Para uma cidade como São Paulo, o tráfego eletrônico desses documentos traz uma economia de tempo e dinheiro”, disse Flauzilino Santos. Ele citou também, como vantagem, a dificuldade de falsificação de um documento digital. Ele lembra que falsificar um documento de papel é fácil. Já o documento eletrônico, ressalta, trafega diretamente da CAIXA para o cartório e do cartório para a CAIXA.

Todos os cartórios de São Paulo estão aptos a receber o registro eletrônico, segundo o presidente da ARISP. Os estados de Pernambuco, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Espírito Santo já têm provimentos locais para sua implantação e infra-estrutura preparada nos cartórios para executá-lo.

O diretor executivo de Habitação da CAIXA disse que 2015 será o ano de aprimoramento do registro eletrônico, quando serão realizados projetos-pilotos em várias regiões do país. A previsão, segundo ele, é de que o sistema esteja funcionando efetivamente em 2016. O serviço estava previsto na Lei 11.977, de 2009, que determinou a criação do Programa Minha Casa Minha Vida.

Fonte : Agência  Caixa de Notícias em (20/02/2015).

Tudo o que você precisa saber sobre Financiamento Habitacional da CAIXA

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Guia com perguntas e respostas mais frequentes de quem já assinou ou acaba de assinar o seu contrato de financiamento habitacional da CAIXA

O Banco informa que quer fortalecer seu relacionamento com os clientes e interagir na busca de um melhor atendimento.

Veja as dúvidas mais comuns sobre o contrato:

1. Para receber informações da CAIXA, o que devo fazer?

É muito importante manter seu endereço e telefone sempre atualizados. Quando houver alguma mudança, informe imediatamente à CAIXA.

2. Como é formada a minha prestação?

Nos financiamentos habitacionais, a prestação mensal é composta por:

• Encargo Principal – parcela de amortização e de juros mensais;

• Encargos Acessórios – taxas de administração, seguros de Morte e Invalidez Permanente (MIP) e Danos Físicos ao Imóvel (DFI).

3. Como são calculados os encargos e seguros?

• A parcela do encargo principal, referente aos juros, é recalculada em função de saldo devedor atualizado, taxa de juros, sistema de amortização e prazo restante do contrato, conforme condições contratadas.

• Os encargos acessórios variam de acordo com o tipo de financiamento. Você pode verificar no seu contrato de financiamento quais são os encargos acessórios que formam a sua prestação;

• O valor do prêmio do seguro MIP é obtido mediante a aplicação das taxas, constantes na Apólice, sobre o valor do financiamento na contratação ao percentual de pactuação de renda dos participantes;

• Para cálculo do valor do prêmio do seguro DFI é aplicada uma taxa sobre o valor de avaliação do imóvel.

4. Quando ocorre o vencimento da prestação?

O primeiro pagamento vence 30 dias após a assinatura do contrato. Você pode escolher a data de vencimento na contratação ou alterá-la durante a vigência do financiamento.

5. Como posso pagar as prestações do meu financiamento?

Débito Automático CAIXA é a forma mais prática de efetuar os pagamentos, pois não é preciso ficar dependente do recebimento de boleto de cobrança. Saiba mais:

• Com o Débito Automático, o valor da prestação é debitado automaticamente na sua conta corrente no dia agendado;

• É possível verificar o agendamento do débito no campo “lançamentos futuros” do extrato da conta quinze dias antes da data do vencimento de cada prestação. Caso não conste este lançamento, entre em contato com a CAIXA;

 É muito importante verificar no extrato da sua conta se o débito da prestação ocorreu, pois o recibo de depósito não é um comprovante de pagamento;

• Caso deseje optar pelo Débito Automático, procure a CAIXA.

Você também pode pagar usando o boleto de cobrança. Com ele, a prestação pode ser paga até a data de vencimento em toda a rede bancária:

• Após o vencimento, o pagamento do boleto pode ser feito em casas lotéricas, correspondentes bancários CAIXA AQUI ou, dependendo do tempo de atraso, somente nas agências da CAIXA;

• Se você não optou pelo débito automático e não recebeu o boleto pelo correio, pode pedir uma segunda via pelo telefone 0800 285 3185 (caso o boleto tenha até 30 dias), em qualquer agência da CAIXA ou clicando aqui.

Veja mais:

Boleto Habitação CAIXA – Como emitir

6. O que acontece se eu atrasar as prestações do meu financiamento?

• O atraso no pagamento das prestações gera multa e juros, referente aos dias em atraso, e permite a CAIXA incluir as informações vinculadas ao seu contrato em cadastros restritivos de crédito como SERASA e outros;

• Caso você não pague as parcelas em atraso, a CAIXA pode leiloar seu imóvel;

• Na alienação fiduciária, você não pode transferir seu imóvel a terceiros sem o consentimento da CAIXA. Isso acontece porque o imóvel fica em nome da CAIXA e só é transferido para você após a quitação do financiamento.

7. Posso utilizar o meu saldo de FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço)?

Sim. Mas, somente quando você, o contrato e o imóvel estiverem enquadrados nas regras do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) na data da aquisição do imóvel.

Para saber se no seu caso é permitido o uso do FGTS, clique aqui ou faça o download do Manual da Moradia Própria.

8. Posso usar o FGTS para quais fins?

• Amortizar o saldo devedor, ou seja, reduzir o prazo ou o valor do encargo;

• Pagar até 80% do valor da prestação;

• Liquidar o saldo devedor.

9. Onde posso tirar dúvidas e obter informações?

A CAIXA oferece diversos canais de comunicação para você entrar em contato sempre que quiser:

• O SAC CAIXA recebe reclamações, sugestões e elogios todos os dias da semana, 24h por dia, pelo número 0800 726 0101. O prazo para resposta é de até cinco dias úteis;

• A Ouvidoria recebe denúncias e reclamações não solucionadas pelo SAC, de segunda à sexta-feira, das 08h às 18h (horário de Brasília), pelo número 0800 725 7474. O prazo para resposta é de até 15 dias;

• O atendimento especializado recebe ligações de clientes com deficiência auditiva ou de fala, pelo número 0800 726 2492;

• Você também pode acessar o sítio da CAIXA no endereço www.caixa.gov.br sempre que precisar de informações adicionais.

Para captura do Guia:

GUIA RÁPIDO DE INFORMAÇÕES IMPORTANTES

Fonte: CAIXA

 

As novas taxas de juros para o financiamento de imóveis da Caixa

Especialistas explicam mudanças e apontam faixa de imóveis atingidos pelos maiores aumentos

As novas taxas de juros para o financiamento imobiliário da Caixa Econômica Federal que entraram em vigor essa semana, não provocam impactos nos contratos do ‘Minha Casa Minha Vida’. De acordo com os especialistas Adão Rezende, administrador imobiliário, e Felippe Iório, correspondente Caixa, as mudanças vão atingir apenas financiamentos de imóveis cujos valores ultrapassam os R$ 750 mil. Para quem já tem contrato em vigor, nada muda. As novas taxas só vão valer para os novos financiamentos imobiliários do Banco.

A principio, a mudança nas taxas de financiamento provocou nervosismo no mercado. Compradores, intermediários e revendedores adotaram posição de cautela. Porém, após a divulgação das taxas reais, concluiu-se que o problema não seria tão grande quanto parece. O empresário Adão Rezende, que dirige uma empresa de assessoria imobiliária, explica que a mudança basicamente não atinge os imóveis que estão na categoria do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), ou seja, que custam menos do que R$ 750 mil.

Fonte: Net Diário (26/01/2015).

Financiamento de imóveis na Caixa ficará mais caro; veja simulações

A Caixa Econômica Federal vai subir as taxas de juros do financiamento imobiliário ainda este mês.

A alta valerá para os financiamentos tomados a partir do dia 19 de janeiro. De acordo com o banco, a mudança só vai afetar quem tem renda acima de R$ 5,4 mil.

Só serão corrigidas as taxas das operações com recursos da poupança (SBPE). Os financiamentos contratados com recursos do Programa Minha Casa Minha Vida e do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) não sofrerão qualquer correção nas taxas de juros.

Veja como ficam os financiamentos de imóveis de dois valores distintos com as novas taxas, segundo simulação fornecida pelo instituto Dsop ao G1.

No caso de um imóvel de R$ 600 mil financiado em 360 meses pelo SFI, a diferença nas prestações mensais pode chegar a quase R$ 700, e o total pago pelo imóvel aumenta de R$ 1.756.667,42 para R$ 2.004.962,40. Os juros desta modalidade subiram de 9,10% para 10,70% ao ano.

Atualmente, há uma série de condições para obter financiamento da casa própria com recursos do FGTS, entre elas estão renda de até R$ 5,4 mil e não possuir imóvel no mesmo nome nem no mesmo município.

A taxa de juros cobrada pelo Sistema de Financiamento Habitacional (SFH), que financia imóveis de até R$ 750 mil com recursos tanto do FGTS como da poupança, permanece em 9,15% para quem não é cliente do banco e sofre alteração para quem é cliente, incluindo servidores públicos (veja na tabela ao lado).

 Já pelo Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), que financia imóveis com valor acima de  R$ 750 mil, a taxa de juros anual passará de 9,2% para 11% para os não-clientes.

O dinheiro do FGTS usado no financiamento que não sofrerá aumento da taxa não é o do  trabalhador que está tendo seu imóvel financiado, mas vem do montante global depositado no  banco. Já os financiamentos que são feitos com recursos da poupança sofrerão aumento nas  taxas de juros.

Nesse caso, o dinheiro utilizado no financiamento também não vem da conta do  trabalhador,  mas das poupanças que fazem parte do Sistema Brasileiro de Poupança e  Empréstimos (SBPE).

A Caixa informou que a alteração se deve ao aumento da taxa básica de juros, que  atualmente é  de 11,75%. Os juros da Caixa para habitação costumam ser os menores no  mercado e servem  como referência para os demais bancos. A Caixa é líder no segmento de  financiamento  imobiliário, com participação de mercado próxima de 70%.

Taxa média cobrada por bancos está acima de 9%.

A taxa média de juros para financiamento imobiliário cobradas pelos bancos privados e  públicos no país estão acima 9%, segundo último relatório do Banco Central sobre  operações  de crédito.

Segundo o BC, a taxa média ficou em 9,23% ao ano, em novembro de 2014, ante taxa  média de  8,84% registrada no mesmo mês de 2013.As taxas médias informadas pelos  bancos pode ser  consultada na página do Banco Central.

Confira a seguir as taxas de juros pós-fixados cobradas pelos bancos em novembro:

Dentro do SFH, com taxas reguladas corrigidas pela TR (pós-fixada)
Banco do Brasil – 6,1% ao ano
Caixa Econômica Federal – 7,32% ao ano
Banco de Brasília – 7,89% ao ano
Citibank – 8,13% ao ano
Banco Banestes – 8,27% ano
HSBC – 8,7% ao ano
Bradesco – 8,71% ao ano
APE Popex – 8,81% ao ano
Banco do Estado do Rio Grande do Sul – 8,84% ao ano
Santander – 8,89% ao ano
Dentro do SFH, com taxas reguladas pré-fixadas
Caixa Econômica Federal – 11,48%
Banco do Brasil – 12,1%
Santander – 12,31%

Fonte : G1  Economia

Consulta digital FGTS reduz emissão extratos


Ao todo, deixam de ser emitidos, em média, 22 milhões de comprovantes de papel por ano em função da consulta digital FGTS.

FGTS DIGITAL PRONTO

Tradicionalmente, as informações financeiras do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) são enviadas bimestralmente ao trabalhador por intermédio do extrato papel.

Mas, atualmente, 2,2 milhões de trabalhadores já recebem o extrato do FGTS por mensagem de texto via celular (SMS). Com esse serviço, a Caixa Econômica Federal tem uma redução anual média de emissão de 22 milhões de extratos papel.

Segundo a gerente executiva da Caixa Econômica Federal, Rosângela Figueiro, o trabalhador recebe duas mensagens por mês pelo celular (SMS). “Uma é referente ao recolhimento regular e a outra ao crédito de juros e atualização monetária”, diz.

As mensagens contêm o valor do depósito mensal feito pelo empregador, o saldo atualizado com juros e correções monetárias, liberação de saque e outras movimentações.

“Com a adesão (ao serviço), o trabalhador receberá apenas um extrato anual, com as informações consolidadas no período, contribuindo para a redução do consumo de papel e preservação do meio ambiente”, acrescenta a gerente executiva.

Quem tem direito ao FGTS

  • Trabalhador com contrato de trabalho formal, regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT);
  • Trabalhador rural, temporário, avulso, safreiros (operários rurais, que trabalham apenas no período de colheita); e
  • Atletas profissionais.

Como aderir ao serviço de recebimento por mensagem de texto

  • Acessar a página da Caixa Econômica Federal ou do FGTS na internet e selecionar Serviço/Acesso online;
  • Informar o PIS e clicar em “Cadastrar Senha”;
  • Ler e aceitar o termo de cadastramento;
  • Informar os dados pessoais solicitados pelo sistema;
  • Criar uma senha internet;
  • Efetuar o acesso, inserindo o número do PIS/PASEP e a senha cadastrada e escolhe “Serviços no celular”..

Fonte: Agência Brasil (08/09/2014).

Imóvel financiado dispara em meio a queda real de preços

Nos primeiros três meses do ano, total de unidades financiadas aumentou 16%

Casal crédito imóbiliário

Enquanto os preços dos imóveis dão claros sinais de desaceleração, o crédito imobiliário no Brasil continua pisando forte no acelerador. No primeiro quadrimestre do ano, o volume de financiamentos com recursos da poupança saltou 20% em relação ao mesmo período de 2013, somando R$ 34,4 bilhões.

A escalada é ainda mais expressiva quando se olha o acumulado de 12 meses até abril deste ano: os empréstimos movimentaram R$ 114,9 bilhões com recursos da poupança, crescimento de 30% ante o período anterior, de acordo com a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

O número de unidades financiadas também decolou: cresceu 16% nos três primeiros meses do ano, ante igual período de 2013.

Ao mesmo tempo, os imóveis tiveram queda real de preços – crescimento menor que a inflação oficial – entre janeiro e maio deste ano, mostrou o mais recente estudo do Índice FipeZap. Na medida em que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulou alta de 3,33% no período, os imóveis encareceram 2,98%.

“A recente acomodação dos preços [dos imóveis] estimulou as pessoas a procurarem mais financiamento para a casa própria”, analisa o especialista em crédito imobiliário e ex-superintendente da Abecip, José Pereira Gonçalves.

Além de acreditar que o atual crescimento do crédito não representa riscos para a economia, Gonçalves sustenta a tese de que o sistema caminha para se consolidar no Brasil. Em sua visão, contudo, o volume de empréstimos já alcança um patamar saudável em torno de R$ 100 bilhões ao ano.

Bancos brigam por fatia maior do financiamento habitacional

Maior credora de imóveis financiados no Brasil, a Caixa Econômica Federal viu um crescimento robusto de sua carteira de crédito habitacional nos últimos anos. Dona de 67,6% do mercado, a instituição planeja ampliar ainda mais essa fatia.

O montante emprestado pelo banco evoluiu 29,1% no primeiro trimestre deste ano em comparação ao mesmo período de 2013, alcançando R$ 284,3 bilhões. A última edição do Feirão da Casa Própria, ocorrida em maio passado,  gerou 11,72% mais recursos que no ano passado, movimentando R$ 15,6 bilhões.

De olho nesse crescimento, os bancos privados anunciaram recentemente que vão brigar para abocanhar clientes para sua carteira de crédito imobiliário, em detrimento do financiamento de veículos, que historicamente tem mais risco de inadimplência.

Evolução do crédito

Volume (em bilhões) e número de unidades financiados nos três últimos anos

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Abecip

Apesar do retorno menor em juros, os bancos ganham com a ampliação de sua carteira de imóveis com menos calotes e a fidelidade do cliente, que permanece por mais tempo devido ao longo tempo de financiamento.

O prolongamento deste prazo de 30 para 35 anos, encabeçado pela Caixa, também ajudou a incentivar o acesso ao crédito. Com mais tempo para pagar, a parcela fica menor, apesar de o valor pago pelo imóvel aumentar.

Na opinião do economista Adolfo Sachsida, especialista em política econômica, medidas como esta criam uma demanda artificial pelo crédito. “É como jogar gasolina na fogueira. Quanto mais se cria incentivos a esses financiamentos, mais se dificulta o reajuste de preços dos imóveis”, acredita.

Sachsida considera que o crescimento em torno de 30% do crédito imobiliário não é saudável diante da lenta evolução do Produto Interno Bruto (PIB). A relação entre o volume financiado e o total de riquezas do País, em abril deste ano, estava em 8,6%, em uma curva crescente desde março de 2007, quando essa relação chegava a apenas 1,62%.

No auge do desequilíbrio financeiro, essa participação ultrapassou 100% nos Estados Unidos, levando ao estouro da bolha imobiliária no país, lembra o professor e coordenador do núcleo de Real Estate da USP (Universidade de São Paulo), João da Rocha Lima.

Relação entre crédito e PIB divide opiniões de especialistas

Quanto maior a relação entre o volume de financiamentos e o PIB de um país, maior o risco para a formação de uma bolha imobiliária, sustenta a tese. Sachsida, contudo, defende que o cenário de crédito nos EUA não pode ser comparado com o brasileiro.

Thinkstock/Getty Images- Brasil financia 8,6% do PIB em imóveis

“Nos EUA há muita poupança porque o dinheiro do resto do mundo está depositado lá. Isso permite mais concessão de crédito. No Brasil, o aumento de crédito é artificial, porque a capacidade de poupança do brasileiro não aumentou na mesma proporção”, argumenta.

Gonçalves, ex-Abecip, contrapõe o argumento de que o brasileiro não pode pagar as prestações do imóvel. “A taxa de juros dos financiamentos imobiliários é a menor do mercado, e ele é o maior indicador de que a renda é suficiente. Os bancos são rigorosos e não emprestam para quem não pode pagar”, conclui.

Na análise do especialista em crédito habitacional, o aumento do prazo nos financiamentos faz com que as parcelas caibam no bolso do brasileiro, além da possibilidade de se quitar a dívida antes.

Sachsida, contudo, considera que o prazo maior dos empréstimos não melhora a capacidade de pagamento da população. “Isso o incentiva a optar por imóveis mais caros. O brasileiro sempre olha apenas para o valor da parcela”, diz.

Fonte: iG em (13/06/2014).