Custo Efetivo Total- CET

O CET é nada mais que a taxa de juros que você irá efetivamente pagar, pois leva em consideração os encargos que estarão embutidos nas prestações. Esses encargos incluem as tarifas,  tributos, seguro e qualquer outro valor que o banco venha a cobrar de você como parte da operação de crédito.

A primeira coisa que  você deve fazer na  hora de financiar um imóvel  é pesquisar, efetivar a comparação e analisar as condições oferecidas para que  você  possa  escolher  a opção que é a mais vantajosa.

Normalmente as pessoas olham apenas para as taxas de juros praticadas por cada instituição, mas o CET –  Custo Efetivo Total  é o mais adequado, pois você terá uma visão mais real de quais são as melhores condições, tendo em vista que incluem tudo.

O que pode ocorrer é que muitas vezes a taxa de juros é inferior, mas as taxas de administração, tarifa de contratação/documentação e seguros envolvidos são mais caros.

Sendo assim, além de comparar os juros praticados no mercado, é importante também comparar o CET de cada banco que você fez a consulta.

Criado pelo Banco Central, por meio da Resolução 3.517 do Conselho Monetário Nacional, alterada pela Resolução 3.909, entrou em vigência em 03/03/2008, visando dar maior transparência às operações de crédito, como empréstimos, financiamentos e leasing.

Os Bancos, previamente à contratação de operações de crédito imobiliário, devem informar o custo total da operação, expresso na forma de taxa percentual anual.

A comparação e pesquisa podem parecer trabalhosas, mas são muito importantes, pois o financiamento habitacional é de longo prazo, e as condições de contratação valerão por todo o prazo do financiamento, assim quanto menor o custo melhor será para você!

Portanto, fique atento ao Custo Efetivo Total, o  CET !!!

Fonte: Caio Vital

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Lar doce lar: casa ou apartamento ?

Até  pouco  tempo atrás, morar num prédio era decididamente  mais seguro do que qualquer outro tipo de moradia.

No entanto, atualmente, muitas casas, tanto avulsas quanto de condomínios, já são capazes de oferecer serviços de segurança tão eficientes quanto os de um prédio, através da tecnologia  já existente no mercado.

Decidir entre casa e apartamento não é uma questão unicamente financeira  ou de segurança. O estilo e preferência de cada pessoa ou família contam muito para essa decisão, já que os dois tipos de moradia possuem características bem diferentes uma da outra.

CASA: AS VANTAGENS

  • Você pode comprar uma casa já construída ou projetar e construir de acordo com o que tem em mente para a sua casa ideal.
  • Tem a possibilidade de ter uma área de lazer individual (como um jardim, churrasqueira ou até piscina).
  • Pode ter animais de estimação sem restrições e ter mais espaço para eles (além de poderem ter um porte maior, não terá tantas preocupações com latidos ou barulhos – uma preocupação constante e muito limitativa nos apartamentos).
  • Pode fazer obras de manutenção ou remodelação sempre que pretender sem estar limitado pelos horários de obra estabelecido pelo condomínio (como acontece em apartamentos).
  • Tem maior privacidade, maior liberdade e  terá menores preocupações com os barulhos e, em princípio, não ouvirá os sons que vêm das casas dos vizinhos.

CASA: AS DESVANTAGENS

  • Normalmente as moradias independentes são mais caras
  • Têm custos de manutenção superiores (com os jardins, por exemplo)
  • Se você tem por hábito ou necessidade de viajar com frequência, a segurança da casa pode ser um problema. Isto porque terá que deixar a casa sozinha,  para evitar problemas pode ter que encontrar alguém para cuidar da casa na sua ausência, instalar um sistema de alarme e até fazer seguro dos seus bens , é o mais aconselhável  .

APARTAMENTO: AS VANTAGENS

  • O preço: quando comparado com os preços de casas, por norma os apartamentos tendem a ser mais baratos
  • Oferecem uma maior segurança do que uma casa, visto que muitas vezes possuem porteiro e/ou sistema de segurança (câmaras e intercomunicadores)
  • Têm custos de manutenção mais baixos
  • Podem ser adquiridos já finalizados e prontos a habitar (bastando mobilar) ou se pretender pode comprar ainda na fase de planta e aguardar a data da entrega. Neste último caso há construtoras que permitem a alteração de alguns detalhes
  • Oferecem maior possibilidade de fazer novas amizades e conhecimentos, através dos vizinhos a viver no mesmo empreendimento. Pode ser particularmente interessante para quem muda para uma cidade diferente, onde não conhece ninguém.

APARTAMENTO: AS DESVANTAGENS

  • Tem de pagar condomínio
  • O apartamento oferece menos privacidade do que uma casa nomeadamente na utilização das partes comuns (como piscinas, ginásios, jardins, etc.).Todos estes espaços são de uso comum de todos os condóminos, o que obriga ao cumprimento de determinadas regras pré-estabelecidas
  • Liberdade reduzida, ou nula, para fazer modificações na fachada . Terá de obedecer às regras do condomínio para efetuar obras de remodelação e manutenção
  • Está sujeito ao barulho dos vizinhos e tem que ter maior cuidado com o barulho que faz (ter animais de estimação pode obrigar a cuidados redobrados, por exemplo)
  • Tem que participar em reuniões de condomínio para decidir questões relacionadas com o mesmo (pagamento de taxas, realização de obras, reformas, etc.).

 

Antes de fechar qualquer negócio, você deve analisar as vantagens e desvantagens que cada moradia oferece e escolher a opção que melhor combina com suas necessidades e expectativas.

 

Fonte: Caio Vital

Descubra 3 formas de comprar o seu primeiro imóvel

post-pronto-3A compra da casa própria continua sendo o sonho da maioria dos brasileiros. No entanto, os elevados preços dos imóveis  e o compromisso de um financiamento de até 30 anos acabam desanimando muita gente. No entanto, existem outras formas para a compra da casa própria que pode ser mais acessível para você.

As três principais modalidades de compra de imóveis são financiamento, consórcio ou leilão. Todas têm suas vantagens e desvantagens, e a escolha vai depender do seu perfil como comprador. Por isso, comprar casa, apartamento, sítio ou até um terreno requer atenção redobrada e pesquisa minuciosa para optar pela melhor alternativa, ou seja, a forma que for mais condizente com você e sua família.

1- Financiamento é para quem quer se mudar imediatamente

Financiar um imóvel é seguro, mas sai caro.  Afinal, os bancos no Brasil operam com taxas de juros elevadas, o que faz o valor final a ser pago ser muito superior ao original. Por outro lado, existe uma maior oferta pelas imobiliárias e rapidez para receber o bem. Ou seja, para quem pretende se mudar rapidamente o financiamento pode ser a melhor opção.

Mas mesmo parcelado, o comprador deve desembolsar um bom recurso inicial para obtê-lo, geralmente 30% do valor final. A vantagem é poder usar o saldo disponível do FGTS para abatimento de parte ou toda esta dívida inicial.

2- Leilão de imóveis garante descontos atraentes

Sabemos, que é possível arrematar propriedades com descontos que podem chegar a 40%. Por outro lado, a oferta disponível tende a ser menor, e o interessado deve tomar cuidado com alguns detalhes, como o fato de o imóvel estar ou não ocupado ou contestado judicialmente.  Os descontos são bastante atraentes, mas esta modalidade pode não ser indicada para quem pretende habitar o imóvel em curto prazo.

Para fugir de surpresas indesejadas, é necessário ainda estar acompanhado de uma boa assessoria jurídica, além de buscar empresas renomadas no mercado..

Portanto, primeiro é preciso saber porque o imóvel foi a leilão. Ele pode estar disponível para ser arrematado por interesse do próprio vendedor ou ainda por questões judiciais. Um exemplo comum, nesta época de crise, é a inadimplência dos financiamentos bancários, condomínios, etc.

Antes de dar o lance, o que pode ser feito via internet, descubra a situação da propriedade a ser adquirida, se ela está ou não ocupada, e, principalmente, se está associada a alguma dívida ou contestação de antigos ou do atual proprietários. É importante fazer uma varredura.

Outra dica é visitar pessoalmente o imóvel antes de realizar um lance no leilão online. Em caso de estar ocupado, é importante buscar informações por outros meios, seja com o proprietário atual, ou ainda com vizinhos.

3- Consórcios é adequado para quem pode esperar

Os consórcios também são atrativos, ficando na segunda colocação no quesito preço. Mas o tempo de espera pode ser grande se não tiver o valor necessário para ofertar lance ou ser contemplado no sorteio. E caso tenha, é bom se lembrar que no leilão a compra pode sair até 40% mais barata.

Entre as vantagens do consórcio, no entanto, estão a possibilidade de usar o FGTS e a taxa de administração, inferior ao pago pelos juros do financiamento. Sem contar que não é necessário pagar um valor de entrada.

Portanto, se a procura for por preço, prefira o leilão, depois o consórcio e, por fim o financiamento. Se você estiver inseguro ou indeciso, procure  visitar vários imóveis até encontrar o imóvel  que você quer e a escolha deve ser pelo financiamento. Agora, se você não está com pressa, mas também você não tem dinheiro para os custos iniciais, o consórcio é a melhor saída.

Fonte: Caio Vital

Consórcio Imobiliário ???

broker-pronto-2 Você que está interessado em comprar um apartamento ou uma casa sem precisar passar pela aprovação de crédito de um banco, o consórcio é uma opção. Também serve  se você não tem pressa em se mudar, mas precisa de um incentivo para poupar.

Ele nada mais é do que um grupo de consumidores formado para arrecadar determinada quantia durante um certo período. Todos os meses, os participantes contribuem com um valor definido, criando uma poupança conjunta.

A cada mês, até o final deste período, uma ou mais pessoas são contempladas e recebem a quantia necessária para comprar seu imóvel. Este valor é determinado na criação do grupo.

O consórcio de imóveis pode ser mais vantajoso que um financiamento imobiliário, já que em grande parte dos casos seu custo é inferior ao pago nos empréstimos bancários.

Por outro lado, ao contrário do financiamento, onde o consumidor já sai com o crédito para comprar o imóvel, no consórcio, é preciso esperar ser sorteado, o que pode levar anos ou vencer um lance, o que depende de vários fatores.

Além disso,o risco de inadimplência é maior porque no financiamento. No financiamento, você corre o risco de ficar inadimplente. Já no consórcio o risco atinge a todo o grupo. Você estará emprestando seu dinheiro para comprar os bens de terceiros. Por isso, é necessário que todos paguem suas parcelas em dia. 

No caso de você optar pelo consórcio imobiliário, o uso do seu FGTS ( Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) pode ser utilizado em duas situações:

1) Para oferecer um lance ou

2) Para pagar o saldo devedor ou parte dele

Quem gerencia os consórcios no Brasil são instituições autorizadas pelo Banco Central (BC), o responsável por fiscalizar essa modalidade de crédito no país. São elas as responsáveis por gerir os recursos do grupo e aplicá-los de modo adequado, além de preservar a igualdade de direitos e deveres de todos os consorciados.

Fonte: Caio Vital

Novas regras facilitam uso do FGTS na compra de imóveis

Post Financiamento Imobiliário 2

A Caixa facilitou ainda mais a compra da casa própria com a simplificação do uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Uma das novidades é a dispensa de nova avaliação para imóveis populares ( até R$225mil ) além da realizada na análise técnica. A mudança faz parte de um conjunto de medidas adotadas para reaquecer o financiamento imobiliário, como a elevação da fatia financiável a até 80% do valor do imóvel.

A versão atualizada do Manual do FGTS para uso na moradia própria também permitiu utilizar a Convenção do Condomínio para a caracterização do imóvel residencial e o uso do Fundo de Garantia para regularização fundiária na compra do imóvel ao titular da conta. Também facilitou a portabilidade de crédito imobiliário ao dispensar a necessidade de novas avaliações pelo banco que adquirir a operação, mantendo os números do início do contrato.

A vice-presidente interina de Fundo de Governo e Loteria da CAIXA, Deusdina dos Reis Pereira, avalia que as medidas irão acelerar a concessão de crédito imobiliário em um momento que o banco está com mais de R$ 7 bilhões para investimento somente na linha Pró-Cotista do FGTS e estima crescer 13% em financiamento imobiliário em 2016. “Todos serão beneficiados com essas novas medidas, que, certamente, resultarão em um atendimento ainda mais ágil e qualificado ao trabalhador no momento da realização do sonho da casa própria”, afirmou ela.

O superintendente nacional em exercício do FGTS, Henrique José Santana, ressalta que a nova edição do Manual do FGTS foi amplamente discutida com representantes dos trabalhadores e dos agentes financeiros, como a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário (Abecip) e da Associação Brasileira de Coohabs e Agentes Públicos da Habitação (ABC). As mudanças, segundo Santana, simplificam procedimentos e minimizam dúvidas recorrentes dos trabalhadores e agentes financeiros nas operações com o FGTS.

Fonte: Portal Brasil e Caixa Economica Federal ( 19/04/2016)

Rumo à sua casa própria – passo a passo

    Veja que cuidados tomar na hora de fazer o financiamento: Post para o Blog

1º PASSO – PLANEJAMENTO E FINANÇAS

Comece definindo quanto consegue pagar. Mesmo que ainda não tenha escolhido o imóvel, é possível  enviar uma proposta de carta de crédito para agilizar o processo com o banco. Nessa fase você pode acessar os simuladores para ver o valor máximo que consegue pagar.

2° PASSO – ANALISAR A SITUAÇÃO DO IMÓVEL

Na sequência o caminho é definir o imóvel através de um profissional credenciado, ou seja, um corretor de sua confiança e de preferência que ele possua presença online, isso irá proporcionar maior praticidade nessa hora. Ele ficará responsável em verificar a documentação, se o imóvel está quitado, certidões negativas, matrícula atualizada, negativa do condomínio, de IPTU.

3º PASSO – FIQUE ATENTO AO CET 

O CET nada mais é do que o Custo Efetivo Total do Financiamento, ou seja , vai mostrar além dos juros, taxas extras e seguros que compõem as prestações. O CET varia de banco para banco, por esse motivo deve ser pesquisado.

4º PASSO – CONSIGA O CRÉDITO

É importante fazer várias simulações e ver  as taxas de juros e condições de cada banco para depois decidir qual é a melhor escolha. Depois disso é hora de reunir os documentos para conseguir o crédito. Leve junto ao banco a promessa de compra e venda.

5º PASSO – ANÁLISE TÉCNICA  

Em seguida, os engenheiros do banco fazem uma vistoria técnica no imóvel. Se for comprado na planta, será preciso obter o habite-se feito pela prefeitura.

6º PASSO – DESPESAS EXTRAS 

Se o banco aprovar o crédito será emitido o contrato de financiamento. Você terá que pagar o ITBI, o imposto de Transmissão de Bens e imóveis. Também é preciso verificar a situação do vendedor, se ele não está impedido juridicamente de fazer o negócio.

7º PASSO –  DESCONTO NO CARTÓRIO

A documentação deve ser levada no cartório de registro de imóveis. Os emolumentos estão em cerca de 100 e 2 mil reais. A boa notícia é que no registro do primeiro imóvel  você pagará só a metade da taxa, se for pelo SFH (Sistema Financeiro Habitacional)

8º PASSO – LIBERAÇÃO DO CRÉDITO

A fase final é enviar uma via do contrato registrado ao banco. A instituição bancária tem 5 dias para liberar o valor ao receber o contrato registrado. Depois é só pegar as chaves do imóvel.

As novas taxas de juros para o financiamento de imóveis da Caixa

Especialistas explicam mudanças e apontam faixa de imóveis atingidos pelos maiores aumentos

As novas taxas de juros para o financiamento imobiliário da Caixa Econômica Federal que entraram em vigor essa semana, não provocam impactos nos contratos do ‘Minha Casa Minha Vida’. De acordo com os especialistas Adão Rezende, administrador imobiliário, e Felippe Iório, correspondente Caixa, as mudanças vão atingir apenas financiamentos de imóveis cujos valores ultrapassam os R$ 750 mil. Para quem já tem contrato em vigor, nada muda. As novas taxas só vão valer para os novos financiamentos imobiliários do Banco.

A principio, a mudança nas taxas de financiamento provocou nervosismo no mercado. Compradores, intermediários e revendedores adotaram posição de cautela. Porém, após a divulgação das taxas reais, concluiu-se que o problema não seria tão grande quanto parece. O empresário Adão Rezende, que dirige uma empresa de assessoria imobiliária, explica que a mudança basicamente não atinge os imóveis que estão na categoria do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), ou seja, que custam menos do que R$ 750 mil.

Fonte: Net Diário (26/01/2015).

Segmento imobiliário deve aquecer a economia em 2014, segundo instituto

Para os financiamentos serão disponibilizados R$ 172,8 bi de poupança e do FGTS.

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Quase oito milhões de pessoas devem realizar o sonho da casa própria nos próximos dois anos, o que representa um universo de oito famílias para cada grupo de dez. O levantamento é baseado em pesquisa realizada pelo Instituto Data Popular, que aponta um cenário positivo para o setor imobiliário em 2014.

Construtoras e incorporadoras pretendem desovar seus estoques e ampliar a média de lançamentos ainda no primeiro semestre desse ano. Para os financiamentos de imóveis serão disponibilizados R$ 172,8 bilhões em recursos provenientes da caderneta de poupança e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

“O crédito imobiliário no Brasil  ainda é muito farto, o volume de capital é enorme em decorrência da injeção dos recursos da poupança e do FGTS no financiamento do setor. Além do capital privado, que sempre busca a segurança imobiliária como investimento”, ressalta o especialista em Direito Notarial e Registral, Marcus Felipe dos Santos. “O controle inflacionário proporciona o campo perfeito para a continuidade deste desenvolvimento”, destaca.

Segundo Marcus, o mercado imobiliário e de construção civil está em pleno processo de crescimento. “Em determinadas regiões do país e para determinados tipo de empreendimento, pode-se observar certos nichos de saturação de mercado. Como, por exemplo, para empreendimentos de alto padrão com quatro quartos, em cidades como São Paulo e Belo Horizonte. Porém, de modo geral, o déficit habitacional no Brasil ainda é muito grande”, observa.

Ele aponta, ainda, que regiões como o Nordeste, Centro-Oeste e Norte estão vivendo hoje uma explosão em termos de crescimento econômico, o que reflete diretamente no mercado imobiliário. “O crescimento da renda das famílias brasileiras proporciona um maior poder de compra e, neste contexto, o principal desejo de consumo ainda é a casa própria”, afirma.

No entanto, ele tem uma ressalva. “Creio que, pelos indicadores econômicos, a tendência do mercado imobiliário é se manter em crescimento, porém, a medida que a demanda for sendo suprida, a tendência é, não uma retração no mercado, mas um crescimento menos voraz”, avalia.

Fonte: http://www.publicidadeimobiliaria.com

Cinco dicas para quem quer se livrar do aluguel em 2014

A casa própria ainda é o sonho de três em cada dez brasileiros. Segundo o índice FipeZap, a tão almejada casa própria ficou 13% mais cara para o brasileiro em 2013 e o financiamento imobiliário tornou-se a modalidade de crédito mais importante do setor desde agosto do ano passado, superando o crédito pessoal.

O investimento em imóveis é um dos mais seguros pela liquidez e valorização crescente do mercado imobiliário brasileiro. Mas comprar um imóvel é um passo financeiro importante e merece que diversos fatores sejam levados em consideração. Segundo Rogério Santos, CEO da RealtON, primeiro outlet de imóveis do mundo, em primeiro lugar deve-se considerar o capital que se tem disponível para a compra: “A expectativa do imóvel desejado deve estar compatível com o capital que a pessoa tem para compra ou financiamento. As pessoas não se conscientizam que às vezes o que ela está  pagando de aluguel equivale à parcela de aquisição do imóvel. Investidores do mercado já fazem isso. Compram o imóvel, alugam e pagam as parcelas com o valor do aluguel”, explica.

Para auxiliar aos que ainda estão indecisos em relação à compra do imóvel, a empresa separou algumas dicas para que 2014 seja o ano do adeus ao aluguel:

Para quem quer realizar o sonho da casa própria com mais tranquilidade em 2014, a RealtON preparou cinco dicas importantes:

 1. Confira a localização: a facilidade de chegar e sair de seu imóvel pode significar muito tempo do seu dia, por isso, verifique as opções de acesso viário, e se existem alternativas de transportes, como ônibus e metrô;

2. Observe a posição do imóvel:
 um imóvel que recebe bastante sol é sempre preferível, tem melhor iluminação, ventilação e menos umidade. Por isso, dê preferência para imóveis que tenham grandes áreas voltadas para o norte, que é a direção que mais recebe sol;

3. Atente-se ao tipo de imóvel: usado, novo ou na planta. Pense na metragem do imóvel, se quer casa ou apartamento, número de vagas de garagem, com ou sem varanda, ampla ou nenhuma área de lazer. Se escolher condomínio, pense até quanto pretende ou pode pagar de taxa;

4. Observe o entorno do empreendimento: procure saber sobre os projetos ao redor do empreendimento. Eles podem influenciar diretamente na valorização ou desvalorização do imóvel;

5. Não se esqueça de fazer suas contas: 
a hora é boa também para pensar na melhor forma de financiamento. Com banco ou parcelado, com a construtora direto na planta? Pretende usar recursos do FGTS? Caso disponha de uma boa reserva financeira, ou algum bem que possa ser vendido, como carro – é possível utilizá-la na entrada da compra do imóvel.

Fonte: Consumidor Moderno (20/01/2014).