Custo Efetivo Total- CET

O CET é nada mais que a taxa de juros que você irá efetivamente pagar, pois leva em consideração os encargos que estarão embutidos nas prestações. Esses encargos incluem as tarifas,  tributos, seguro e qualquer outro valor que o banco venha a cobrar de você como parte da operação de crédito.

A primeira coisa que  você deve fazer na  hora de financiar um imóvel  é pesquisar, efetivar a comparação e analisar as condições oferecidas para que  você  possa  escolher  a opção que é a mais vantajosa.

Normalmente as pessoas olham apenas para as taxas de juros praticadas por cada instituição, mas o CET –  Custo Efetivo Total  é o mais adequado, pois você terá uma visão mais real de quais são as melhores condições, tendo em vista que incluem tudo.

O que pode ocorrer é que muitas vezes a taxa de juros é inferior, mas as taxas de administração, tarifa de contratação/documentação e seguros envolvidos são mais caros.

Sendo assim, além de comparar os juros praticados no mercado, é importante também comparar o CET de cada banco que você fez a consulta.

Criado pelo Banco Central, por meio da Resolução 3.517 do Conselho Monetário Nacional, alterada pela Resolução 3.909, entrou em vigência em 03/03/2008, visando dar maior transparência às operações de crédito, como empréstimos, financiamentos e leasing.

Os Bancos, previamente à contratação de operações de crédito imobiliário, devem informar o custo total da operação, expresso na forma de taxa percentual anual.

A comparação e pesquisa podem parecer trabalhosas, mas são muito importantes, pois o financiamento habitacional é de longo prazo, e as condições de contratação valerão por todo o prazo do financiamento, assim quanto menor o custo melhor será para você!

Portanto, fique atento ao Custo Efetivo Total, o  CET !!!

Fonte: Caio Vital

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Financiamento imobiliário eleva taxa de juros a partir de 1º de outubro

Taxa efetiva total cobrada de não clientes da Caixa para compra de imóveis pelo Sistema Financeiro Habitacional (SFH) passa de 9,45 para 9,90 por cento ao ano

red home sign, Real Estate Concept

A Caixa Econômica Federal vai promover nova rodada de aumento das taxas de juros no financiamento imobiliário com recursos da caderneta de poupança, informou o banco estatal à Reuters nesta segunda-feira, ressaltando que os juros para o programa Minha Casa Minha Vida serão mantidos.

A partir de 1º de outubro, a taxa efetiva total cobrada de não clientes da Caixa para compra de imóveis pelo Sistema Financeiro Habitacional (SFH) passa de 9,45 para 9,90 por cento ao ano.

Para correntistas da Caixa e servidores públicos, as novas taxas sobem de uma faixa de 8,80 a 9,30 por cento para 9,30 a 9,80 por cento ao ano. O SFH engloba imóveis avaliados na faixa que vai até 650 mil a 750 mil reais, dependendo da cidade.

Já para o Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), em que os imóveis têm valores acima desta faixa, a taxa balcão sobe de 11 para 11,50 por cento ao ano, também em 1º de outubro, para imóveis residenciais. Nos casos de correntistas e servidores, as faixas passarão de 10,20 a 10,70 por cento para 10,50 a 11,20 por cento anuais.

No caso de imóveis comerciais enquadrados no SFI, o aumento será maior, com a taxa balcão subindo de 12 para 14 por cento ao ano.

Mais cedo neste ano, o banco federal havia elevado duas vezes o preço cobrado dos empréstimos pelo SFH, além de reduzir, de 90 para 80 por cento, a cota máxima de financiamento do imóvel no Sistema de Amortização Constante (SAC) e 50 por cento pela tabela Price.

Fonte:  Reuters (21/09/2015).

Rumo à sua casa própria – passo a passo

    Veja que cuidados tomar na hora de fazer o financiamento: Post para o Blog

1º PASSO – PLANEJAMENTO E FINANÇAS

Comece definindo quanto consegue pagar. Mesmo que ainda não tenha escolhido o imóvel, é possível  enviar uma proposta de carta de crédito para agilizar o processo com o banco. Nessa fase você pode acessar os simuladores para ver o valor máximo que consegue pagar.

2° PASSO – ANALISAR A SITUAÇÃO DO IMÓVEL

Na sequência o caminho é definir o imóvel através de um profissional credenciado, ou seja, um corretor de sua confiança e de preferência que ele possua presença online, isso irá proporcionar maior praticidade nessa hora. Ele ficará responsável em verificar a documentação, se o imóvel está quitado, certidões negativas, matrícula atualizada, negativa do condomínio, de IPTU.

3º PASSO – FIQUE ATENTO AO CET 

O CET nada mais é do que o Custo Efetivo Total do Financiamento, ou seja , vai mostrar além dos juros, taxas extras e seguros que compõem as prestações. O CET varia de banco para banco, por esse motivo deve ser pesquisado.

4º PASSO – CONSIGA O CRÉDITO

É importante fazer várias simulações e ver  as taxas de juros e condições de cada banco para depois decidir qual é a melhor escolha. Depois disso é hora de reunir os documentos para conseguir o crédito. Leve junto ao banco a promessa de compra e venda.

5º PASSO – ANÁLISE TÉCNICA  

Em seguida, os engenheiros do banco fazem uma vistoria técnica no imóvel. Se for comprado na planta, será preciso obter o habite-se feito pela prefeitura.

6º PASSO – DESPESAS EXTRAS 

Se o banco aprovar o crédito será emitido o contrato de financiamento. Você terá que pagar o ITBI, o imposto de Transmissão de Bens e imóveis. Também é preciso verificar a situação do vendedor, se ele não está impedido juridicamente de fazer o negócio.

7º PASSO –  DESCONTO NO CARTÓRIO

A documentação deve ser levada no cartório de registro de imóveis. Os emolumentos estão em cerca de 100 e 2 mil reais. A boa notícia é que no registro do primeiro imóvel  você pagará só a metade da taxa, se for pelo SFH (Sistema Financeiro Habitacional)

8º PASSO – LIBERAÇÃO DO CRÉDITO

A fase final é enviar uma via do contrato registrado ao banco. A instituição bancária tem 5 dias para liberar o valor ao receber o contrato registrado. Depois é só pegar as chaves do imóvel.

10 PASSOS PARA COMPRAR A CASA PRÓPRIA COM MAIS TRANQUILIDADE

Comprar a casa própria é o sonho de consumo de muitos brasileiros. Mas, para realizá-lo, é necessário aprender a poupar e fazer um bom planejamento antes de entrar num financiamento que pode durar 30 anos e comprometer até 30% da renda durante esse período.

Afinal, para dar entrada na maioria dos financiamentos é preciso ter 20% do valor do imóvel em mãos. Isso significa R$ 50 mil para um financiamento de R$ 250 mil, R$ 100 mil num financiamento de R$ 500 mil e R$ 150 mil para um financiamento de R$ 750 mil, o teto do valor aceito para o Sistema Financeiro da Habitação (SFH).

10 passos comprar sua casa
Simulação 1
  • 1ª prestação: R$ 2.135,05
  • Valor do Imóvel: R$ 250 mil
  • Entrada: R$ 50.000,00
  • Custo efetivo total (ano): 10,34%
  • Renda necessária: R$ 7.116,83
  • Prazo (meses): 360
Fonte: Canal do Crédito
Simulação 2
  • 1ª prestação: R$ 4.228,51
  • Valor do imóvel: R$ 500 mil
  • Entrada: R$ 100 mil
  • Custo efetivo total (ano): 10,17%
  • Renda necessária: R$ 14.095,02
  • Prazo (meses): 360
Fonte: Canal do Crédito
Simulação 3
  • 1ª prestação: R$ 6.345,09
  • Valor do imóvel: R$ 750 mil
  • Entrada: R$ 150 mil
  • Custo efetivo total (ano): 10,16%
  • Renda necessária: R$ 21.150,30
  • Prazo (meses): 360
Fonte: Canal do Crédito
Correção
  • 20% de um financiamento de R$ 500 mil corresponde a R$ 100 mil, não R$ 150 mil

“O ideal, o lindo, o maravilhoso, é juntar dinheiro para comprar à vista”, diz o educador financeiro Marcos Silvestre. Afinal, quem tem os recursos na mão consegue bons descontos. Porém, como essa é uma realidade para poucos, optar pelo financiamento imobiliário é um bom negócio, segundo o educador.

“Quem tem acesso ao Sistema Financeiro da Habitação (SFH), consegue taxas de juros de cerca de 8% ao ano. Se descontar a inflação, na prática, o comprador vai pagar 2% de juros ao ano para comprar a casa própria. E, se puder usar o FGTS, melhor ainda.”

Mesmo quem não tem acesso ao SFH e recorre à carteira hipotecária consegue um negócio vantajoso, segundo o educador. “Os juros dessa carteira costumam girar por volta de 9% a 10% ao ano. Deduzindo a inflação, os juros ficariam em cerca de 3% a 4% ao ano, na prática”, diz.

Marcelo Prata, presidente do Canal do Crédito, afirma que, mesmo sendo uma taxa de juros reduzida em relação a outras linhas de crédito, esse é um financiamento que irá durar um período muito longo e consumir parte importante da renda.

Por isso o ideal é juntar o máximo de dinheiro para dar entrada e assim diminuir o prazo do financiamento e, consequentemente, os juros.

Veja, a seguir, 10 dicas dos dois especialistas para se planejar financeiramente para a compra da casa própria:

1) Poupe até obter 20% do valor do imóvel.

O primeiro passo é juntar dinheiro para dar a entrada no financiamento, já que a maioria das linhas de crédito permite financiar até 80% do valor do imóvel. O dinheiro deve ser guardado numa aplicação de pouco risco, como poupança ou fundos de renda fixa.

2) Poupe 30% da sua renda.

Dessa maneira, o futuro comprador já se acostuma a viver sem essa parcela de seu orçamento, que estará comprometida por até 30 anos, dependendo do prazo do financiamento.

3) Quanto mais poupar, menos vai pagar de juros.

Com uma boa entrada, o valor financiado será menor, reduzindo o pagamento de juros.

4) Cuidado se estiver em início de carreira.

Marcelo Prata, do Canal do Crédito, diz que há momentos em que é melhor aguardar um pouco para comprar a casa própria. Um exemplo é o profissional em fase de ascensão, sujeito a viagens e mudanças de cidade ou até mesmo de país. “Nesse caso, comprar um imóvel pode limitar a capacidade profissional.”

5) Quem casa quer casa?

Começar uma vida nova no casamento e assumir um financiamento alto por um longo período são duas situações muito estressantes, diz Marcelo Prata. Outro fator a ponderar é se o casal pretende ter filhos. Comprar um imóvel pequeno pode significar ter de se mudar em pouco tempo

6) Se mora com os pais, aproveite a folga financeira para poupar.

Ainda que os pais não queiram, o jovem deve se planejar para dar entrada em um imóvel em três ou quatro anos. Marcos Silvestre recomenda que o jovem se ofereça para pagar algumas contas da casa dos pais, para ir se acostumando aos novos custos que terá quanto morar na casa própria.

7) Considere que a casa traz despesas adicionais.

O financiamento do imóvel pode comprometer até 30% da renda. Porém, com uma casa chegam também as contas de água, luz, telefone, IPTU, seguro, condomínio, os gastos com alimentação. São muitas despesas para as quais o futuro proprietário precisa estar preparado financeiramente.

8) Poupe dinheiro para as despesas de escritura e documentação.

 Além dos papéis do banco, o comprador também terá de pagar o ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis), cuja alíquota varia segundo o município; custos do cartório e do próprio financiamento, como avaliação do imóvel; análise jurídica da documentação, entre outros. Esses gastos costumam representar 4% do valor do imóvel, segundo Marcelo Prata.

9) Avalie o custo de vida da região que vai morar.

A vizinhança influencia diretamente em seu orçamento. Viver na periferia ou numa região sofisticada resulta numa grande diferença de gastos com alimentação, vestuário e transporte. Considere esse custo.

10) Financiar costuma ser mais caro que alugar.

Quem aluga deve se preparar para pagar mais pela casa própria. Marcos Silvestre diz que a prestação típica de um financiamento de um imóvel costuma ser de 1% do valor da propriedade enquanto o aluguel custa, em média, 0,5% do valor do imóvel. “Ou seja, quem paga aluguel não vai trocar seis por meia dúzia no financiamento, mas seis por uma dúzia”, diz.

Fonte: Uol economia,Sophia Camargo ( 07/07/2014).

Por onde começar? Na hora de financiar um imóvel

A compra de um imóvel é sempre um momento de decisão e solicita muita atenção e planejamento. Não deixe a emoção falar mais do que a razão.


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Se você está pensando em adquirir um imóvel, já deve ter se questionado: qual a melhor maneira de me programar financeiramente para realizar esta compra? Certamente, uma das suas primeiras opções será recorrer ao crédito habitacional.

Primeiramente, busque por um imóvel que seja compatível com a sua renda. Às vezes, na hora da emoção não somos capazes de mensurar os reais benefícios e contrapartidas de um financiamento imobiliário. Por isso, planeje-se muito bem antes de fechar um contrato.

Atualmente são muitos os agentes financeiros que realizam esse tipo de serviço e que trabalham com variadas taxas de juros. Pesquise em diferentes instituições e identifique aquela que melhor atende às suas necessidades e ao perfil do imóvel que você deseja.

Você deve se valer do banco com qual você tem o melhor relacionamento e sua pesquisa deve começar onde você tem conta. Compare as condições de financiamento, as taxas de juros, os prazos, tempo de aprovação, entre outros fatores.

As linhas de crédito se diferenciam de acordo com o valor do imóvel, com a quantidade de parcelas, com o valor da entrada, entre outros fatores. Sendo assim, tenha bem definido o tipo de empreendimento que você almeja e como está o seu orçamento.

1– Simuladores de crédito auxiliam na projeção da compra

Definir qual tipo de financiamento não é uma tarefa muito fácil. Mas já existem instituições que disponibilizam simuladores de crédito em seus sites que auxiliam na projeção da compra.

Ainda no momento de pesquisa, faça a simulação do seu financiamento. Teste as linhas de crédito disponíveis em diferentes bancos.  Simule a projeção das prestações, quanto você precisará comprovar de renda para aprovar o valor que está sendo pleiteado no empréstimo, entre outras possibilidades oferecidas pelos simuladores.

2- Atenção para o CET ( Custo Efetivo Total)

Fique atento durante  as simulações de pagamento e pequise o CET(Custo Efetivo Total) que inclui além dos juros, os seguros obrigatórios, a taxa mensal de administração e tarifa de  avaliação de imóvel, em todos os bancos, frisando que deve começar pelo banco que você é  correntista. É preciso comparar o CET porque muitas vezes um banco oferece  a taxa de juros mais baixa, somado mais seguro outras taxas se torna maior, o que encarece o financiamento na sua totalidade.

3 – Convênios podem facilitar na hora do financiamento

Algumas instituições financeiras estabelecem convênios com empresas públicas e privadas. Antes de escolher em qual instituição você realizará o  financiamento, verifique se o local onde você trabalha possui algum tipo de parceria com agentes de crédito que realizam o financiamento habitacional.

Esses convênios possibilitam condições diferenciadas de negociação, como juros mais baixos ou prazos maiores, por exemplo. Informe-se e aproveite as vantagens que um convênio pode oferecer.

4 – Otimize seu tempo separando a documentação necessária

A documentação para financiar um imóvel pode ser providenciada antes mesmo de ir ao banco. Mesmo que alguns documentos possam ser solicitados de acordo com cada instituição financeira, de uma forma geral, há várias exigências em comum.

Pesquise quais são esses documentos básicos necessários para tê-los sempre em mãos. Essa atitude pode otimizar o seu tempo agilizando a liberação do financiamento.

5 – O financiamento não deve comprometer mais de 30% do orçamento

Depois de escolhida a linha de crédito e instituição financeira mais adequada para o seu perfil de compra é hora de ficar atento ao valor do financiamento. O empréstimo não deve comprometer mais de 30% do seu orçamento.

A aquisição de um imóvel é um comprometimento em longo prazo. Se o imóvel financiado ainda estiver na planta, devem-se levar em consideração os custos com a moradia atual, como gastos com o aluguel, por exemplo.

Uma análise cuidadosa do orçamento pessoal e familiar é fundamental. É importante identificar quanto da sua renda poderá ser comprometida durante o prazo do financiamento.

SAIBA COMO AVALIAR SE É VANTAJOSO FAZER A PORTABILIDADE DO CRÉDITO

Segundo especialistas, é preciso olhar o Custo Efetivo Total (CET), que engloba não apenas os juros do financiamento, mas também outros encargos e taxas.

Portabilidade é sempre uma opção benéfica ao consumidor porque traz mais competitividade ao setor, como já foi visto no caso da telefonia móvel. Contudo, quando se trata de financiamentos, é preciso fazer as contas certas para ver se vale a pena migrar de instituição financeira.

O principal elemento desse cálculo é o Custo Efetivo Total (CET), que engloba não apenas os juros do financiamento, mas também outros encargos que operações de crédito têm, como seguros obrigatórios e taxas administrativas. O valor do CET deve ser pedido à instituição financeira com a qual o consumidor já firmou o contrato. Com o valor em mãos, é possível barganhar melhores condições junto a outros bancos, segundo o diretor de estudos e pesquisas econômicas da Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), Miguel de Oliveira.

Fique atento e ligadoSegundo a associação, em uma simulação de um financiamento de imóvel de 1 milhão de reais, cujo prazo do contrato é de 30 anos (360 meses) e a taxa de juros ao ano é 10%, o CET é de 3,053 milhões de reais. Se uma nova instituição financeira oferecer 9,5% de juros, por exemplo, a parcela cai de 8.841 reais para 8.132 reais por mês e o CET para 2,927 milhões de reais. Se os juros forem reduzidos a 9% ao ano, o CET vai para 2,803 milhões de reais (7,788 mil reais mensais). Ou seja, com a redução para 9,5%, o valor do CET diminui 12,56% e, com a de 9%, ele cai 24,95%.

“A portabilidade de crédito é positiva porque os empréstimos de longo prazo são, geralmente, de valores grandes. Qualquer redução, por menor que seja, tem um impacto importante”, diz Oliveira. Segundo o economista, quanto mais antigo for o financiamento, é provável que as condições propostas sejam melhores, já que, no passado, as taxas de juros estavam mais altas.

É importante ressaltar que a portabilidade de crédito é diferente da renegociação de dívida. No caso da primeira, apenas se busca novas condições de pagamento. Já na segunda, a pessoa alega que não pode pagar o empréstimo e, por isso, pede o alívio das regras do contrato, como o aumento do prazo ou redução da taxa, muito comum em contratos de crédito consignado.

Vale ressaltar ainda que o banco onde o consumidor fez o contrato original tem até cinco dias para fazer uma contraproposta ao cliente. Se não o fizer no prazo, o contrato troca de mãos automaticamente. Além disso, cabe ao novo banco pedir a portabilidade ao original e não o consumidor, assim como a quitação da dívida com a instituição original.

A Calculadora do Cidadão, que está disponível no site do Banco Central, permite a comparação entre diferentes opções de financiamento. Ao digitar o número de meses da operação, o valor financiado e o CET (no campo taxa de juros mensal), é possível verificar o valor das prestações e comparar qual banco oferece parcelas mais baratas.

Fonte: Revista Veja (05/05/2014).