Comprar uma casa pronta ou construir uma casa do zero ?

Na hora de adquirir um imóvel, se a opção for comprar uma casa, uma dúvida que pode surgir é se vale mais a pena comprar uma casa pronta ou construir uma casa do zero.

casal-conquistando-a-casa-propria

Nos dois casos, existem vantagens e desvantagens e é preciso avaliar todas as possibilidades. Porém, a escolha, com certeza, deve levar em consideração o valor disponível para investir, o tempo e a paciência do proprietário.

Algumas das vantagens de começar a construir uma casa do zero é que o imóvel será projetado de acordo com as necessidades da família, não serão necessárias reformas e os acabamentos são do gosto do proprietário. Além disso, com planejamento bem feito, os custos podem sair menores. Porém, em contrapartida, pela falta de experiência, a obra, no final, pode acabar extrapolando o tempo e orçamento inicialmente pensados.

Já a casa pronta pode precisar de algumas pequenas reformas para se adequar às necessidades da família. Mesmo assim, o tempo que irá levar, em caso de necessidade de alguma intervenção, será bem mais curto que construir uma casa do zero. Ou seja, a casa pronta estará disponível logo após a aquisição. Além disso, ela já tem seu valor de mercado adequado.

 Caso você  tiver facilidade em contratar a mão de obra para a construção, com certeza vai ficar mais barato construir. Até porque a casa terá o projeto ao seu gosto, você vai poder escolher o melhor material e a casa poderá gerar mais prazer. Mas se você não sabe contratar de forma eficiente, é melhor não optar pela construção. Até porque existe uma série de responsabilidades que podem resultar em mais tempo e dinheiro gastos.

A questão do tempo disponível é importante neste processo. Quando a casa já está pronta, existe a vantagem de poder se mudar para o imóvel logo após a aquisição. Se a escolha é construir do zero, é preciso seguir uma sequência de etapas até, enfim, poder morar no imóvel.

O mais comum é fazer financiamento para comprar uma casa já pronta e é ao que os bancos estão mais habituados a fazer, onde há várias modalidades de financiamento. Vários bancos fazem esse tipo de negócio e é importante pesquisar as taxas de juros de cada um porque há uma disputa acirrada entre essas instituições. Portanto, vale a pena fazer várias simulações e saber qual é melhor opção para você.

Anúncios

Tendências para 2015 – Mercado Imobiliário-

Desde 2008, o preço dos imóveis viveram numa crescente valorização. Porém, no ano que passou, o mercado deu uma “freada” e a queda nas vendas foi sentida pelas empreendedoras do mercado imobiliário pelo fato de 2014 ter sido um ano atípico por causas dos eventos esportivos e eleições presidenciais.

Ted Muito se fala, mas não há consenso entre os especialistas e próprio mercado imobiliário sobre o preço dos imóveis.

Há aqueles que acreditam na valorização dos imóveis, outros que acreditam na estabilização dos preços por conta da grande oferta de produtos e ainda há aqueles pensam na possibilidade do preços caírem.

Vale ressaltar que, com muitos imóveis novos “em oferta” os valores começaram a desacelerar. As construtoras de todo o país estão literalmente liquidando o seus estoques. Está é uma estratégia para tentar alavancar as vendas no último trimestre de 2014.

Para o cliente que quer comprar um imóvel este é o momento de pesquisar e pechinchar, principalmente se tiver em mãos valor em torno de 40% da casa ou apartamento para dar de entrada porque sua margem de negociação acaba por ser bem maior. Entretanto, esta desaceleração não quer dizer “desvalorização” dos imóveis, a tendência de agora em diante, tanto para imóveis novos como para imóveis usados,  é a valorização acontecer de uma maneira mais real e lenta.

Portanto, para você  saber se com o aumento da oferta no mercado imobiliário os preços dos imóveis vão cair em 2015;  a resposta para essa pergunta  recorrente hoje no ramo imobiliário  é que não haverá uma queda vertiginosa de preço dos imóveis, é o que  afirma a maioria do especialistas. Acredita-se na recuperação do mercado com um crescimento menor do que aconteceu na última década e que os imóveis continuarão se valorizando de acordo com a real demanda do mercado, principalmente nas regiões que apresentam boa infraestrutura. Este é o melhor momento para quem quer comprar!

Fonte: Segredos Imobiliários.

 

Quer investir em imóveis?

Confira 5 pontos aos quais é importante ficar atento na hora de investir no mercado imobiliário.

Saiba como investir em imóveis
A localização, o tipo de planta e as instalações são bastante relevantes na compra de imóvel para investimento

O mercado imobiliário brasileiro mantém sua fase de crescimento, ainda que tenha reduzido o ritmo de expansão, e oferece uma série de oportunidades para quem deseja investir. “O imóvel é uma propriedade, um bem de raiz que não está sujeito a confiscos devido às turbulências do mercado financeiro. Pode sofrer problemas de liquidez, mas não em sua essência como patrimônio seguro”, afirmam Gilberto Benevides e Wang Chi Hsin, autores do livro “Investir em imóveis – Entenda os segredos práticos do mercado”. Veja a seguir a opinião dos especialistas sobre os principais aspectos que se deve prestar de atenção no momento de investir.

1. Analise os prós e contras dos imóveis novos e usados. Um empreendimento novo, além de permitir mais opções para escolha das instalações e da localização do apartamento na planta do edifício, costuma sempre agregar novas tecnologias e especificações que adicionam valor ao produto. “E comprar um imóvel usado exige mais poupança, seja para pagamento à vista, em curto prazo ou por meio de um financiamento bancário. Normalmente esse tipo de unidade requer alguma reforma, o que demanda uma certa experiência nesse quesito para obter um bom custo-benefício”, diz Wang Chi Hsin. Ele ainda ressalta que é preciso ter cuidado, pois apartamentos usados já têm despesas de condomínio, imposto predial, manutenção e limpeza, por exemplo, que poderão ser repassadas somente após a venda para terceiros. Para tomar a decisão certa, é fundamental ponderar em qual momento de vida você se encontra, qual quantia de dinheiro pode dispor e durante quanto tempo.

2. Busque localizações consolidadas, imóveis de bom padrão e de empresas que tenham experiência e qualidade. “As oportunidades de lançamentos novos permitem a escolha do imóvel, sua localização na torre [no caso dos apartamentos], face de insolação, avaliação das opções de lazer etc. E lembre-se de que os imóveis menores tendem a ter melhor porcentagem de renda no momento da locação”, avalia Chi Hsin.

3. Pesquise sobre o comportamento dos bairros da sua cidade. As regiões mais valorizadas são as que apresentam melhor infraestrutura, contando com transporte de qualidade, boa rede de comércio local (padarias, farmácias, supermercados etc.) e também shoppings centers, por exemplo. “Em São Paulo, bairros como Jardins, Itaim, Higienópolis, Perdizes, Vila Madalena, Vila Mariana, Brooklin, Campo Belo e Moema são regiões já consagradas. Outro dos pontos que vejo com potencial de valorização é a área compreendida entre a Ponte Morumbi e a Ponte João Dias, que deve receber vários empreendimentos novos, além de melhorias significativas no transporte, com novas pontes, estações de metrô e avenidas”, lista Gilberto Benevides.

4. Avalie bem as oportunidades. Quando se trata de comprar um imóvel como investimento, os dois especialistas recomendam optar por apartamentos ou então casas em condomínios fechados. “Os apartamentos mais procurados são os modelos com dois dormitórios. Porém, unidades com localizações privilegiadas também contam com uma alta demanda de versões com um dormitório ou studio. Hoje, há mais pessoas morando sozinhas ou casais sem filhos que preferem apartamentos menores em locais mais nobres”, observa Benevides. E ele acredita que empreendimentos com excesso de unidades são pouco interessantes para investimento, já que há uma grande possibilidade de sempre existir uma concorrência na revenda ou locação dentro do próprio condomínio.

Aperto de mão
5. Saiba esperar os rendimentos. 
“Ter um imóvel pode proporcionar renda e rentabilidade. Mas o prazo médio é muito variável. Em geral, um imóvel adquirido na planta terá uma boa valorização após dois ou três anos, quando estiver pronto. Dependerá da localização, da evolução da sua infraestrutura, do momento econômico do País e da demanda”, pontua Benevides.

Fonte: Revista WebCasas

Preço de imóveis já sobe 14% este ano

Segundo índice FipeZap, emprego em alta faz setor desafiar desaceleração econômica.

cidade-jardim-1

O desempenho do mercado imobiliário está surpreendendo este ano. Pelo segundo mês consecutivo, o preço do metro quadrado dos imóveis prontos, a maioria usados e anunciados na internet, subiu, em média, 1,3% em novembro em 16 cidades, segundo o Índice FipeZap. Em 12 meses até novembro, os preços aumentaram 13,8%. Descontada a inflação esperada de 5,9% para o período, segundo o Boletim Focus do Banco Central, o aumento real foi de 7,9%.

“O ano de 2013 está sendo um bom ano para o mercado imobiliário”, afirma o coordenador do indicador, Eduardo Zylberstajn. O economista diz que a sua expectativa inicial era de enfraquecimento dos preços e das vendas de imóveis. Isso porque ele achava que o desempenho do mercado de trabalho, o fator que mais pesa na compra de um imóvel ao lado da oferta de crédito, perdesse fôlego. Mas não foi isso que aconteceu.

A taxa de desemprego da cidade do Rio de Janeiro, que tem o metro quadrado mais caro do País (R$ 9.812), registrou em outubro o menor índice entre as seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo IBGE: 4,6%, enquanto a taxa média nacional foi de 5,2%.

Zylberstajn pondera que a situação hoje dos preços dos imóveis é diferente do “boom” ocorrido em 2010 e 2011, quando o metro quadrado subia mais de 2,5% a cada mês. Mas ele ressalta que os últimos meses tiveram variações mensais significativas, na casa de 1%.

Líder. Em novembro, Florianópolis liderou o ranking das maiores altas de preços, com elevação de 2,3%. Em termos absolutos, o valor médio do metro quadrado do imóvel pronto estava em R$ 5.080. Na vice-liderança das cidades com maiores altas está Belo Horizonte (2,2%), seguida por Curitiba e Vitória (2,1%) e Fortaleza (1,9%). Em São Paulo e no Rio de Janeiro, os mercados mais importantes do País, as variações foram de 1,3% e 1,2%, respectivamente.

Florianópolis

 

Em nenhuma das 16 cidades pesquisadas os preços caíram de outubro para novembro. As menores variações mensais foram registradas em Salvador (0,1%), São Bernardo do Campo (0,7%) e Brasília (0,8%).
Além do vigor do mercado de trabalho, Zylberstajn acha que os preços continuam em alta porque a oferta de novos imóveis não acompanhou o ritmo da demanda, impulsionada pela maior disponibilidade de crédito por parte dos bancos.

Para o ano que vem, o economista diz que o desempenho do mercado imobiliário e dos preços ainda são uma incógnita. “O ano 2014 é eleitoral e, por isso, será atípico”, observa. Mesmo assim, o coordenador do Índice FipeZap acredita que a formação de novas famílias que vão adquirir um imóvel pela primeira vez deve continuar.

Fonte: Estado de São Paulo (04/12/2013).