O que é ITBI ? Quem paga comprador ou vendedor ?

ITBI é a sigla para Imposto de Transmissão de Bens Imóveis. É um tributo municipal que deve ser pago na aquisição do imóvel e a oficialização do processo de compra e venda só será feita após o pagamento desse imposto.

Esse imposto deve ser pago pela pessoa que comprar o imóvel ou os direitos sobre ele. O contribuinte, ou seja, quem vai arcar com o pagamento da taxa, pode ser quem está transferindo a propriedade do bem se isso ficar combinado entre as partes e acordado no contrato de compra e venda.

Como é calculado o ITBI?

Por ser um imposto municipal, o ITBI é calculado sobre o valor venal do imóvel, de acordo com a Prefeitura. Esse valor é o que consta no carnê do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano).

A alíquota cobrada pela transferência do imóvel ao comprador pode variar de um município para outro, ficando, geralmente, em torno de 2%. Em casos específicos, essa alíquota é reduzida ou há isenção do ITBI.

Quais os principais casos em que isso ocorre?

  • Nas transmissões que ocorrerem com imóveis financiados pelo SFH (Sistema Financeiro da habitação), com valor até R$ 42,8 mil, a alíquota cai para 0,5% (considerando-se o valor efetivamente financiado);
  • Quando a compra é de um primeiro imóvel pelo SFH e seu valor é de até 750 mil (em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal); R$ 650 mil nos demais estados; não haverá cobrança do ITBI;
  • Imóvel comprado por meio do programa social Minha Casa Minha Vida, empreendido pelo FAR (Fundo de Arrendamento Residencial) ou pelo FDS (Fundo de Desenvolvimento Social), tem direito a 75% de desconto no ITBI.

Há ainda outros casos de descontos e isenções da cobrança do ITBI e eles variam de acordo com o município no qual está situado o imóvel. A dica é procurar informações mais detalhadas junto às prefeituras.

Como funciona o ITBI para imóvel na planta?

Imóveis negociados na planta devem ter a promessa de compra e venda registrada de imediato. Dessa maneira, além de ter seus direitos sobre o bem assegurados, o comprador economizará, pois o ITBI e outras taxas que incidem sobre o preço do imóvel saem mais baratos.

Como funciona quando não há concordância quanto ao valor?

Como o valor venal do imóvel pode estar muito diferente do que o imóvel realmente vale no mercado, em caso de discordância é fundamental consultar um advogado e garantir-se para não pagar um valor acima do que for realmente devido. Além de todas as considerações que citamos, quem deve pagar o ITBI ao comprar um imóvel também precisa saber que, por seu caráter municipal, esse imposto tem regras próprias em cada cidade. Portanto, para conhecê-las a fundo, é necessário consultar as prefeituras, o que pode ser feito até mesmo pela internet.

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Com uso do FGTS, financiar imóvel de até R$ 1,5 milhão ficará mais barato

 

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A decisão do governo de elevar o teto de financiamento de imóveis com uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para R$ 1,5 milhão, em vigor a partir desta segunda-feira, 20, deve trazer algum alívio às incorporadoras, construtoras e consumidores, sobretudo os de classe média e alta. Mas, para especialistas, a medida não tem potencial para destravar de vez o mercado imobiliário e reinjetar ânimo na construção civil.

A economia para o consumidor mais endinheirado que está em busca da casa própria chega a R$ 250 mil ao final de um financiamento, segundo uma simulação elaborada pelo consultor Marcelo Prata, fundador do site Canal do Crédito. A parcela inicial, por exemplo, fica R$ 1.185,44 mais barata.

Já a taxa de juros pode ser 1,5 ponto porcentual menor entre o regime anterior e as novas regras. O efeito prático da redução no custo do empréstimo, contudo, deve ser maior. O cálculo utiliza a chamada taxa balcão, para quem não tem nenhum relacionamento com o banco.

A resolução aprovada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) na semana passada permite não só o enquadramento no Sistema Financeiro da Habitação (SFH), como já era permitido desde setembro do ano passado, mas inclui também o uso dos recursos do FGTS na compra.

Antes, imóveis a partir de R$ 800 mil ou R$ 950 mil, a depender da região do País, estavam de fora dessa combinação de utilização de dinheiro do Fundo e crédito subsidiado.

“A crise no setor imobiliário é muito mais por falta de confiança dos consumidores e do alto nível de desemprego do que pelos juros em nível elevado. Logo, o incentivo de uso do FGTS tem mais peso”, afirma Prata. Segundo o analista, a prova disso é que não houve recuperação no mercado quando a primeira autorização, que não incluía o FGTS, foi decidida.

A alteração só engloba empreendimentos novos e terá validade até 31 de dezembro deste ano, quando o governo vai reavaliar se mantém o estímulo por mais tempo.

Por excluir o mercado de usados, a medida pode ter efeito reduzido na economia, na avaliação do pesquisador da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), Eduardo Zylberstajn. “O proprietário de uma unidade usada poderia utilizar a nova regra para partir para um novo”, afirma. “A medida é endereçada às construtoras e só resolve parte do problema, que são os estoques altos”, avalia Prata, do Canal do Crédito.

De todo modo, Zylberstajn acredita que uma parcela da população deve ser beneficiada com a medida. “Desamarra um pouco o FGTS. Quem tem um valor considerável preso no FGTS a uma remuneração baixa agora pode destiná-lo à entrada de um imóvel”, afirma.

Para o presidente do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), Flávio Amary, a elevação do teto servirá mais como um empurrão ao setor, mas não será suficiente para produzir alguma pressão de alta nos preços. “Quem tiver recursos para se antecipar neste momento de baixa pode ter benefícios na negociação”, diz.

Um estudo conduzido pela Secretaria de Planejamento e Assuntos Econômicos (Seplan), do Ministério do Planejamento, mostra que a medida vai gerar um impacto de R$ 4,9 bilhões na economia brasileiro neste ano. O reflexo no Produto Interno Bruto (PIB) deve ser de 0,07 ponto porcentual.

Nas contas da Seplan, a iniciativa poderá resultar em um acréscimo anual de R$ 490 milhões nos saques do FGTS. Esses recursos possibilitariam a venda de quatro mil unidades, mostra a projeção. “A medida vai contribuir para retomada do crescimento”, destaca nota do governo.

Amary, do Secovi-SP, é mais otimista e diz que o impacto da medida pode ir além do previsto. “Acredito que a medida deve ser vista num contexto mais amplo. O setor de decoração, por exemplo, deve ser beneficiado com o acréscimo de venda de imóveis novos”, destaca.

O executivo acredita que o atual ciclo negativo do segmento deve estar perto do fim. “Se confirmadas as expectativas de retomada de atividade no fim do ano, o setor deve melhorar as vendas e lançamentos”, afirma. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte:  Estadão Conteúdo publicado em 20/02/2017.

Quem escolher: Arquiteto ou Engenheiro?

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Quem escolher: Arquiteto ou Engenheiro?

Já me fizeram essa pergunta várias vezes, e eu sempre costumo dar a mesma resposta: de preferência os dois! Mas depende do seu projeto…

O engenheiro pode assinar um projeto arquitetônico da mesma forma, o arquiteto pode gerenciar uma obra, função que normalmente é do engenheiro.

Portanto, para fins de responsabilidade legal, tanto o arquiteto quanto o engenheiro podem ser assumir a responsabilidade técnica pelos projetos, execução e fiscalização das obras.

A verdade é que eu acredito que o ideal seria contratar os dois porque são profissionais complementares em uma obra, mas existem algumas exceções que realmente não precisam de ambos. O importante é saber exatamente o que cada profissional tem a oferecer e em que a contratação vai te beneficiar, assim fica fácil de decidir.

Arquiteto

O arquiteto é focado na parte humana da construção que irá trabalhar na elaboração da planta, entorno e fachada. Também irá fazer  uma boa distribuição dos espaços de forma racional, com foco em questões relacionadas à estética, ergonomia, iluminação, ventilação, insolação e ideias ligadas ao paisagismo e design de ambientes.

A formação em arquitetura envolve tanto conhecimentos como conforto ambiental e história da arte, quanto conhecimentos da área da Engenharia. Contudo, as disciplinas da engenharia não são tão aprofundadas, pois tem por objetivo apenas habilitar o profissional a verificar antecipadamente se o seu projeto é viável.

Engenheiro Civil

O engenheiro civil tem por função encontrar as melhores soluções técnicas para a implantação do projeto do arquiteto. Cabe ao engenheiro fazer o cálculo para que toda a estrutura da construção seja viável e segura, dimensionar a fundação, as vigas e as colunas, calcular a distribuição das forças e cargas, especificar a resistência dos materiais a serem utilizados na obra visando à economia e estabilidade da construção, além de atuar com os projetos complementares (elétrico, hidraúlico , entre outros).

A formação em engenharia civil, apresenta uma base mais sólida em ciências exatas, com várias disciplinas focadas em matemática e física.

De uma vez que ficou especificado a função de cada um, fica fácil saber de qual profissional você vai precisar. Por exemplo, se você  for fazer uma reforma que não impacte na estrutura do imóvel, só precisa do arquiteto; se você for fazer um reforço na estrutura da sua construção, só precisa do engenheiro e se for construir uma casa do zero ou fazer uma grande ampliação, aí você precisa dos dois!

Fonte: Caio Vital

 

Carta de crédito imobiliário ? Entenda como Funciona!

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O que é uma Carta de Crédito

É um documento utilizado por consumidores que desejam comprar algum bem. O instrumento não se restringe apenas aos negócios imobiliários.

No Brasil, este mecanismo financeiro é utilizado, por exemplo, no mercado de consórcio. Neste caso, o cliente contemplado recebe uma carta no valor do bem e vai adquiri-lo por conta própria.

A carta de crédito é emitida por um banco, chamado na operação de “banco emissor”. Ela é a garantia que o “solicitante” da carta tem uma determinada quantia de dinheiro disponível para realizar a transação. Para usar este crédito o solicitante tem um prazo fixo definido no instrumento.

Atenção: muitas pessoas negociam cartas de crédito no mercado paralelo. Não recomendamos que você negocie neste mercado, mas caso você decida fazer assim, tenha sempre muita atenção neste tipo de transação, porque existe muita falsificação neste segmento. Não acreditem em dinheiro fácil, as oportunidades que parecem boas demais para serem verdades são a porta de entrada dos golpes. Por isso, cerque-se de profissionais qualificados e reconhecidos no mercado para obter informação e orientação.

O que é uma Carta de Crédito Imobiliário

No caso específico da carta de crédito imobiliário, ela pode ser usada para comprar ou para reformar um imóvel. Adicionalmente, pode também ser utilizada para a compra de material com objetivo de reformar ou construir.

Como obter a Carta de Crédito Imobiliário para comprar um imóvel

O primeiro passo neste caso é escolher o banco onde você vai solicitar a emissão da carta de crédito, que será o mesmo banco no qual você vai pagar as prestações referentes a este empréstimo.

A principal dica aqui é pesquisar: visite vários bancos e converse com os gerentes. As taxas de juros cobradas e as taxas administrativas variam de banco para banco. Assim, investir tempo em uma pesquisa pode efetivamente significar uma redução na dívida que vai contratar.

Se você pretende “adquirir” uma carta por consórcio, a dica da pesquisa é igualmente importante. Compare os planos e as suas taxas administrativas. Este tipo de negocio nunca deve ser realizado de forma impulsiva.
O processo para entrar com o pedido varia um pouco de acordo com cada instituição financeira. De maneira geral, a documentação necessária envolve seus documentos pessoais, documentação para comprovação de renda e também documentação referente ao imóvel.

Ter uma carta de crédito na mão no momento da compra do imóvel pode facilitar inclusive o processo de negociação. Para o vendedor do imóvel a carta é a garantia que o comprador tem crédito disponível no banco e assim efetivamente pode realizar a compra desejada. Adicionalmente, do ponto de vista do vendedor, o tempo de recebimento do dinheiro é quase como um pagamento à vista.

Durante o processo de compra, assim como em outras modalidades de financiamento, o banco emissor vai entrar no fechamento da operação de compra, porque o imóvel comprado com a carta permanece hipotecado até que você pague todas as prestações contratuais.

Fonte:  Viva Real/ Blog /http://www.vivareal.com.br/

Guia para você que financiou ou vai financiar pela CAIXA

Casa PosteO Banco informa que quer fortalecer seu relacionamento com os clientes e interagir na busca de um melhor atendimento.

Veja as dúvidas mais comuns sobre o contrato:

1. Para receber informações da CAIXA, o que devo fazer?

É muito importante manter seu endereço e telefone sempre atualizados. Quando houver alguma mudança, informe imediatamente à CAIXA.

2. Como é formada a minha prestação no Contrato CAIXA financiamento habitacional?

Nos financiamentos habitacionais, a prestação mensal é composta por: Encargo Principal – parcela de amortização e de juros mensais;

• Encargos Acessórios – taxas de administração, seguros de Morte e Invalidez Permanente (MIP) e Danos Físicos ao Imóvel (DFI).

3. Como são calculados os encargos e seguros?

• A parcela do encargo principal, referente aos juros, é recalculada em função de saldo devedor atualizado, taxa de juros, sistema de amortização e prazo restante do contrato, conforme condições contratadas.

• Os encargos acessórios variam de acordo com o tipo de financiamento. Você pode verificar no seu contrato de financiamento quais são os encargos acessórios que formam a sua prestação;

• O valor do prêmio do seguro MIP é obtido mediante a aplicação das taxas, constantes na Apólice, sobre o valor do financiamento na contratação ao percentual de pactuação de renda dos participantes;

• Para cálculo do valor do prêmio do seguro DFI é aplicada uma taxa sobre o valor de avaliação do imóvel.

4. Quando ocorre o vencimento da prestação?

O primeiro pagamento vence 30 dias após a assinatura do contrato. Você pode escolher a data de vencimento na contratação ou alterá-la durante a vigência do financiamento.

5. Como posso pagar as prestações do meu financiamento?

Débito Automático CAIXA é a forma mais prática de efetuar os pagamentos, pois não é preciso ficar dependente do recebimento de boleto de cobrança. Saiba mais:

• Com o Débito Automático, o valor da prestação é debitado automaticamente na sua conta corrente no dia agendado;

• É possível verificar o agendamento do débito no campo “lançamentos futuros” do extrato da conta quinze dias antes da data do vencimento de cada prestação. Caso não conste este lançamento, entre em contato com a CAIXA;

• É muito importante verificar no extrato da sua conta se o débito da prestação ocorreu, pois o recibo de depósito não é um comprovante de pagamento;

• Caso deseje optar pelo Débito Automático, procure a CAIXA.

Você também pode pagar usando o boleto de cobrança. Com ele, a prestação pode ser paga até a data de vencimento em toda a rede bancária:

• Após o vencimento, o pagamento do boleto pode ser feito em casas lotéricas, correspondentes bancários CAIXA AQUI ou, dependendo do tempo de atraso, somente nas agências da CAIXA;

• Se você não optou pelo débito automático e não recebeu o boleto pelo correio, pode pedir uma segunda via pelo telefone 0800 285 3185 (caso o boleto tenha até 60 dias), em qualquer agência da CAIXA ou clicando aqui.

6. O que acontece se eu atrasar as prestações do meu financiamento?

• O atraso no pagamento das prestações gera multa e juros, referente aos dias em atraso, e permite a CAIXA incluir as informações vinculadas ao seu contrato em cadastros restritivos de crédito como SERASA e outros;

• Caso você não pague as parcelas em atraso, a CAIXA pode leiloar seu imóvel;

• Na alienação fiduciária, você não pode transferir seu imóvel a terceiros sem o consentimento da CAIXA. Isso acontece porque o imóvel fica em nome da CAIXA e só é transferido para você após a quitação do financiamento.

7. Posso utilizar o meu saldo de FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço)?

Sim. Mas, somente quando você, o contrato e o imóvel estiverem enquadrados nas regras do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) na data da aquisição do imóvel.

Para saber se no seu caso é permitido o uso do FGTS, clique aqui ou faça o download do Manual da Moradia Própria.

8. Posso usar o FGTS para quais fins?

• Amortizar o saldo devedor, ou seja, reduzir o prazo ou o valor do encargo;

• Pagar até 80% do valor da prestação;

• Liquidar o saldo devedor.

9. Onde posso tirar dúvidas e obter informações?

A CAIXA oferece diversos canais de comunicação para você entrar em contato sempre que quiser:

• O SAC CAIXA recebe reclamações, sugestões e elogios todos os dias da semana, 24h por dia, pelo número 0800 726 0101. O prazo para resposta é de até cinco dias úteis;

• A Ouvidoria recebe denúncias e reclamações não solucionadas pelo SAC, de segunda à sexta-feira, das 08h às 18h (horário de Brasília), pelo número 0800 725 7474. O prazo para resposta é de até 15 dias;

• O atendimento especializado recebe ligações de clientes com deficiência auditiva ou de fala, pelo número 0800 726 2492;

• Você também pode acessar o sítio da CAIXA no endereço www.caixa.gov.br sempre que precisar de informações adicionais.

Para captura do Guia:

GUIA RÁPIDO DE INFORMAÇÕES IMPORTANTES


Fonte:
Caixa

10 fatores que influenciam no preço do imóvel

Arquivo 08-05-16 16 44 04Sabemos que o preço de um imóvel pode variar muito dependendo de alguns itens importantes, por isso conheça os 10 principais fatores que influenciam no valor do imóvel.

Localização do imóvel

O primeiro fator que mais tem influência no valor do imóvel é a localização, responsável por 25% do preço da casa ou apartamento. Segundo pesquisas, os imóveis situados em uma área onde há hospitais, farmácias, bancos e supermercados acessíveis levam vantagem. As pessoas querem morar próximas a serviços e encontrar infraestrutura na região, por isso shoppings, estádios, ruas calmas e fácil acesso ao transporte público também possuem influência no preço do imóvel. A localização pesa muito em um imóvel, pois mesmo que o prédio seja velho, se estiver em frente ao mar ele vale mais.

Segurança do imóvel

O segundo fator que mais influencia no preço do imóvel é a segurança que ele oferece, que corresponde a 15% da valorização do imóvel. Segundo os dados divulgados, portão automático com rápida abertura, chaves de porta com segredo e elevador automatizado, que possui código por andar, são itens que atraem os moradores. Viver em um bairro seguro é o desejo da maioria das pessoas, que muitas vezes optam por morar em um apartamento ou condomínios fechados. Além disso, quanto maior for a infraestrutura que protege o empreendimento e seus moradores, mais valorizado ele será.

Vaga na garagem do imóvel

O terceiro fator que tem mais influência no preço do imóvel é ele possuir ao menos uma vaga na garagem, que contabiliza também 15% como influenciador no valor do imóvel. Por falta de lugar na rua e também em razão da segurança, possuir um local para estacionar o carro dentro do imóvel é levado muito em consideração. Atualmente, apenas uma vaga, dependendo da localização do imóvel, às vezes pode depreciá-lo, isso porque é comum que famílias tenham mais de um carro.

Área de lazer do imóvel

O quarto fator de influência no preço do imóvel é a área de lazer oferecida, responsável por 10% do preço da propriedade. Essa é uma aposta que as incorporadoras estão oferecendo na diversidade de opções que envolvem a área de lazer, com empreendimentos que possui sala de cinema, brinquedoteca, salão de festa, área para praticar esporte, além de piscina e churrasqueira, que são atrativos que costumam chamar a atenção do comprador.

Elevador do imóvel

O quinto fator que pode influenciar no preço do imóvel são os elevadores, responsáveis por 9% do valor final do imóvel. Isso porque elevadores são itens de grande relevância, e prédios que não os possuem fica naturalmente desvalorizados.

 Face para o sol do imóvel

O sexto fator que influencia no preço do imóvel é a posição do imóvel em relação ao sol, que tem 7% de peso sobre o valor do imóvel. A iluminação natural oferece mais conforto para quem vive em um apartamento, principalmente, então as unidades que recebem a luz solar são mais valorizadas e vendem mais rapidamente. Em São Paulo, por exemplo, a melhor face para o imóvel estar direcionado é a norte, em que apartamentos com tal direção vendem mais rápido pela sua posição favorecida.

Andar do imóvel

O sétimo item que influencia no preço do imóvel é o andar em que um apartamento está localizado, que corresponde por 6% da valorização do mesmo. As unidades mais baixas são as menos procuradas, e quanto mais alto é o andar de um apartamento, mais ele é valorizado, pois além da vista, a menor quantidade de ruídos vindos da rua faz com que os andares superiores sejam os preferidos dos moradores.

Varanda do imóvel

O oitavo fator de influência no preço do imóvel é se ele possui uma varanda, que valoriza o imóvel em 5%. Abrir a janela ou sair na varanda do apartamento e ter um vista privilegiada, como um parque ou uma praça, é um dos itens que pode valorizar o empreendimento.

Vista do imóvel

O nono item de influência no preço do imóvel é a sua vista, que possui relação com a existência de uma varanda, e representa 4% do preço da propriedade. De acordo com pesquisas, os imóveis em frente a parques, praças, praias e calçadão são bem valorizados.

Infraestrutura e tecnologia do imóvel

O décimo e último fator que tem mais influência no preço do imóvel é se ele é ajustado à tecnologia e disponibiliza cabo para televisão e wireless, que pode somar 4% do preço da propriedade. A automação residencial e predial já é uma necessidade e proporciona valor à propriedade.

Outros fatores que influenciam no preço do imóvel

Além dos 10 fatores que influenciam no preço do imóvel apontados acima, ainda há outros que podem influir na valorização ou não do imóvel. São eles: o acabamento do imóvel ( tipo de piso, revestimento, pintura das paredes, portas e janelas, etc); a metragem da área privativa e área comum e o entorno, ou seja, se o imóvel está localizado uma rua ou avenida com muito ou pouco movimentada.

Fonte: Portal Imobiliário Zap e Imobex

Preços dos imóveis estão em queda real

Post crise 2016
Num momento de extrema fragilidade, política e econômica, que nosso país atravessa, não podemos negar o quanto todo esse cenário impacta no mercado imobiliário, tanto para  investidores como para pessoas  que querem comprar um imóvel para morar.

Neste caso, são basicamente duas vertentes: investidores que são atraídos pelas altas de juros e por conta disso deixando de lado a possibilidade de comprar imóveis como investimento e las pessoas que querem comprar um imóvel para morar que são movidas por insegurança e pela expectativa em relação ao desfecho do impeachment da presidente Dilma Rosseff.

É claro que, para quem compra o imóvel para investir é melhorar esperar as taxas de juros baixarem. Se a intenção for comprar o imóvel para moradia e você encontrou uma casa ou um apartamento com preço bom, feche o negócio . Atualmente, existe a portabilidade e se os juros caírem, é só transferir o financiamento para um banco que pratique taxas menores ou negociar com o mesmo banco.

Vale lembrar que, apesar da taxas de juros  a longo prazo, os valores baixos dos imóveis acabam compensando esses juros. Isso porque o preço dos imóveis estão em queda real.

Segundo o Índice Fipezap, que mostra a variação nos valores médios do metro quadrado de 20 cidades brasileiras, o preço dos imóveis subiu apenas 0,53% nos últimos 12 meses até março.  O aumento ficou muito abaixo da inflação medida pelo IPCA, que foi de 9,5% no período, de acordo com o Banco Central. Ou seja, descontando a inflação, houve queda real dos preços de 8,10%.

Segundo alguns especialistas, o preço dos imóveis deve voltar a subir em 2018 ou depois, quando o desemprego cair e a renda voltar a subir. Isso se explica ao fato de que mercado imobiliário se comporta diferente do mercado financeiro, ou seja, é lento e demora mais para ser mudado.

Fonte: Caio Vital

Confira 10 dicas na hora de escolher o terreno ideal !!!

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No mercado imobiliário é muito comum em nossa região percebermos que, em paralelo ao sonho da casa própria, a compra de um lote se torna uma meta para qualquer pessoa que almeja ter um lugar só seu ou que pretende comprar como investimento.

Para que esse objetivo seja iniciado corretamente, o primeiro passo que deve ser dado é saber exatamente como escolher um bom terreno e para qual finalidade ele será direcionado, para assim poder desenvolver seu projeto. Mas a escolha do terreno ideal exige mais que um ótimo preço ou uma ótima localização.

Com o intuito de poder ajudar nessa escolha, confira  algumas dicas para que sua aquisição do tão sonhado terreno seja um sucesso!!!

1 – Conte com a de um ajuda de um corretor de imóveis ou uma imobiliária, que irá apresentar as opções de acordo com o seus recursos financeiros e irá fazer você economizar o seu tempo.

2 – Antes de procurar o terreno, planeje o que você pretende construir e defina qual o padrão construtivo e as necessidades do espaço. Análise a localização, tranquilidade, área verde, acessos, mobilidade e outros fatores que podem ser decisivos para uma ótima escolha.

3 – Diante disto, conhecer o terreno pessoalmente é muito importante, para assim poder sentir e tirar suas primeiras impressões do local, moldando o que você pretende construir. Encontrando alguma dificuldade em relacionar o espaço com o que será construído, o ideal é contratar um profissional habilitado (arquiteto ou engenheiro), para fazer uma visita técnica ao terreno.

4 – Alguns itens relevantes com relação ao terreno que devem ser observados são o norte do terreno, para que se possa ter idéia da posição do sol em relação à futura construção; a topografia, que dependendo das características podem aumentar os custos com relação ao aterro; verificar se o terreno encontra-se em área de risco, analisar a composição do solo, verificar sua consistência para que o mesmo não seja um lote aterrado em cima de um antigo deposito de lixo. A verificação das medidas exatas do terreno é muito importante para uma correta delimitação do lote, evitando assim futuras ações judiciais.

5 – O zoneamento urbano é importante para a escolha do terreno, pois ele estabelece diretrizes sobre o planejamento da cidade, definindo os espaços residenciais, comerciais, industriais e mistos, além de prever as taxas de ocupação com a porcentagem máxima das construções. Essas diretrizes variam conforme o bairro, região e cidade, mas indicam o que pode e o que não pode ser construído em determinada área. Para se ter mais informações sobre zoneamento da área que irá comprara o lote, basta ir a prefeitura municipal e protocolar um pedido de CONSULTA PRÉVIA de construção do referido lote.

6 – Caso o almejado terreno a ser adquirido seja em um condomínio, verifique as normas e as restrições de construção no regimento interno do condomínio, para que no futuro não se depare com algum problema.

7 – Após verificar e analisar todos os fatores acima confira no Cartório de Registro de Imóveis se o terreno está registrado e peça uma certidão de propriedade, com negativa de ônus e alienações, para que se possa ter a certeza que o lote está desmembrado e corretamente especificado. Certidão negativa de débito (CND) com relação à prefeitura também é importante, neste caso o IPTU.

8 – Comprando o imóvel a vista é hora de fazer a transferência e registrar o mesmo no cartório de registro, ou fazer uma proposta de compra e venda. A proposta é um documento que firma a intenção de compra e nele estará descrito o objeto da compra e suas características, como também todo o acordo firmado entre as partes.

9 – Depois de feito pagamento da compra do lote deve-se levar todos os documentos pessoais, o contrato e os recibos no Cartório de Registros, que lavrará a escritura. Por último peça a prefeitura a alteração de nome no IPTU.

10 – Fique atento e tenha cuidado com a compra de terrenos irregulares, eles podem trazer muita dor de cabeça. Sabia que a irregularidade não te dá o direito de posse, DONO É AQUELE QUE REGISTRA!

            Marca d' agua Fonte: Caio Vital

É uma boa hora para comprar imóveis?

homem marca

Marcelo Prata afirma que o freio na demanda abre espaço para boas oportunidades, principalmente em relação aos imóveis usados. “Algumas pessoas estão tentando vender o imóvel com mais urgência porque estão endividadas”, diz.

De acordo com João da Rocha Lima, as construtoras também têm oferecido descontos para reduzir o número de unidades em estoque. “É como se mercado hoje fosse um grande outlet”, diz o professor da Poli-USP.

Diante dessa situação, as empresas têm evitado iniciar novos empreendimentos. “Um empreendedor não vai começar um projeto novo hoje e tomar todo o risco do negócio para vender o imóvel pelo valor que está na ponta de estoque”, comenta Lima.

Assim, segundo o professor, a tendência é de que as empresas esperem o esgotamento desta safra de imóveis para só depois iniciar a construção da nova safra, que deve vir com preços mais altos.

Os dados mais recentes do Secovi-SP comprovam que os estoques estão altos. Em junho, na cidade de São Paulo, o número de unidades em estoque chegou a 27.488, um aumento de 29% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Em maio, os estoques estavam ainda mais elevados e chegaram a 28.118 unidades, o maior volume da série histórica do Secovi-SP, iniciada em 2004.

São dados que revelam que o estoque está de fato elevado e o momento pode ser bom, mas as empresas já estão ajustando sua oferta à nova realidade de mercado. Isso pode sugerir que os preços dos imóveis neste momento podem ser interessantes, mas talvez essas oportunidades não se arrastem por muito tempo.

O professor da Poli-USP acredita que os estoques se encerrem até o meio do ano que vem. “Depois de queimar esse estoque, vamos sair dessa situação de ‘mercado outlet’ e passaremos a uma nova realidade de preços e de tipos de imóveis, que podem vir menores para se adaptar à capacidade de compra da população”, diz o professor da Poli-USP.

O indicador Abrainc-Fipe, que reúne dados de 26 companhias de capital aberto e/ou com presença nacional, corrobora com a visão de que as empresas estão se ajustando. Ele mostra que o volume de vendas de imóveis comerciais e residenciais no acumulado do segundo trimestre de 2015 (25.692 unidades) é 76% maior que o volume de unidades lançadas (14.601).

O indicador mostra também que a oferta final de imóveis (que reflete o número de imóveis à venda no mercado não só em estoque, como na planta) atingiu 99 mil unidades em junho de 2015, contra 101,9 mil em junho de 2014. Considerando o indicador Venda Sobre Oferta (VSO) trimestral atual, o Abrainc-Fipe mostra que esse volume de unidades ofertadas se esgotaria em 13,2 meses.

“Muitos empreendimentos foram lançados em 2011 e suas unidades estão sendo entregues agora, então existe uma oportunidade para o comprador. Mas, desde 2011, o setor já vem ajustando sua atividade, reduzindo lançamentos e o número de vendas maior que o de oferta é um sinal disso”, afirma Ventura, vice-presidente da Abrainc.

Ainda que no geral os especialistas indiquem que os preços estão vantajosos no momento e que isso tende a mudar com o ajuste em curso nas construtoras, é preciso tomar cuidado com generalizações. “Os imóveis não são commodites, os valores podem se comportar de maneira diferente em cada lugar”, diz Ventura.

De qualquer forma, o mais provável, segundo as fontes consultadas, é que o quadro mude a partir de meados do ano que vem e os preços voltem a subir acima da inflação, revertendo a tendência apresentada nos últimos meses.

De acordo com o Índice FipeZap, que mede o valor médio dos imóveis anunciados na internet,os preço do imóveis no Brasil tiveram alta de 1,51% de janeiro a julho, variação inferior à inflação estimada pelo IBGE para o período, de 6,79%, o que significa uma queda real – valorização inferior à inflação – de 5,28% nos sete primeiros meses do ano.

Fonte: Exame (30/08/2015)

 

Construtoras reforçam financiamento próprio para atrair consumidores

Mulher fechando com a construtorapsd

Com a recessão na economia brasileira e o aumento dos níveis de inadimplência dos mutuários, instituições financeiras, como a Caixa Econômica Federal, passaram a restringir a concessão de crédito imobiliário. Para tentar frear o desaquecimento do mercado imobiliário, construtoras têm buscado facilitar as condições de pagamento para compra do imóvel. No entanto, antes de optar por esta solução, é preciso entender quais são as diferenças entre o financiamento por meio das diversas instituições financeiras existentes no mercado e aquele que é realizado diretamente com a construtora, como aponta especialista da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH).

O diretor executivo do escritório de representação da ABMH em Alagoas, Stela Maris Vieira, informa que, com relação aos bancos, a Caixa e o Banco do Brasil são as únicas instituições financeiras que operam com linhas do Programa Minha Casa Minha Vida (MCMV). “Fora isso, pelo menos a princípio, não há diferença entre a CEF, o Banco do Brasil e outros bancos. Cabe ao interessado verificar qual instituição financeira apresenta as melhores condições. Via de regra, o financiamento pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH) traz as melhores condições, seja concedido pela CEF, pelo Banco do Brasil ou qualquer outro banco que opere com esses recursos.”

Isto porque, pelo SFH, é obrigatório o seguro da dívida por morte ou invalidez permanente do mutuário, a taxa de juros é limitada em 12% ao ano e há possibilidade de utilização do FGTS para pagamento de parte das prestações, quitação ou amortização do saldo devedor. “Além disso, pelo SFH, o índice de correção monetária utilizado é a TR, que fica em torno de um terço do IGP-M ou INCC ou INPC (utilizado principalmente por construtoras, mas que podem ser empregado em outras linhas de financiamentos)”, informa Anthony Lima.

Quanto à construtora, o diretor da ABMH diz que, geralmente, se trata de financiamento próprio, cujas taxas de juros são maiores. Há, ainda, o fato de que, enquanto no financiamento bancário as prestações diminuem ao longo dos anos, com a construtora as parcelas podem aumentar, dependendo da modalidade do financiamento. “É necessário observar, também, que alguns contratos não são de compra e venda com financiamento, mas sim de promessa de compra e venda parcelada (a escritura é outorgada após a quitação integral das parcelas), em que as prestações aumentam no decorrer dos anos, de acordo com a taxa de juros e com o índice de correção monetária aplicados. Nessa hipótese, a prestação pode dobrar a cada 5 anos”, alerta.

Apesar disso, para quem não tem condições de recorrer a um banco agora, o conselho de Anthony Lima é optar pelo financiamento direto como uma alternativa temporária. “Isto é, utilizar esta opção somente no período em que o não tem condições de fazer o financiamento bancário. Tão logo tenha, especialmente por meio do SFH, o ideal é que o comprador faça a migração.”

Ao fechar o negócio, antes de assinar o contrato, é muito importante consultar um especialista, principalmente para obter orientações sobre qual o sistema de amortização utilizado e como isso vai impactar nas prestações. “Ou seja, é preciso saber se a prestação vai diminuir ou aumentar ao longo dos anos, e – na hipótese de aumento – qual será a variação desta parcela. Outro ponto a ser levado em consideração é sobre a possibilidade de quitar o financiamento com a construtora por meio de um financiamento bancário ou consórcio imobiliário. É bom que o contrato traga essa opção.”

Com relação ao percentual máximo de financiamento, ele varia de acordo com os critérios da incorporadora, podendo chegar a 100%, especialmente no caso de imóvel na planta, em construção ou lote. “Mas é necessário ter em mente que o consumidor se tornará proprietário pleno do imóvel somente após a quitação integral do preço da compra e venda. Até que isso aconteça, ele terá somente a posse. Por esse motivo, ao invés de optar por reformas e melhorias, o ideal é focar na quitação do financiamento o mais rápido possível, e só depois incrementar a unidade habitacional”, acrescenta Anthony Lima.

Saiba como se resguardar a respeito da idoneidade da construtora antes de fechar o negócio:

IMÓVEIS PRONTOS

· Solicite a certidão de matrícula do imóvel, com ônus e ações (validade 30 dias)

 · Peça certidões negativas de ações judiciais, fornecidas pela Justiça Estadual (ou Comum), Federal e do Trabalho (validade 30 dias)

 · Solicite a certidão negativa de débito expedida pelo município (validade 30 dias)

 · Peça uma declaração do síndico, a respeito de débitos condominiais (validade 30 dias)

 · Não comprometa mais 20% da renda familiar com o pagamento das prestações

IMÓVEIS NA PLANTA OU EM CONSTRUÇÃO

 · Solicite a certidão de registro da incorporação imobiliária e da convenção condominial

 · Peça o memorial descritivo da obra

 · Verifique a existência e validade da aprovação da obra pela prefeitura (alvará de construção)

 · Não comprometa mais 20% da renda familiar com o pagamento das prestações

 · Atente-se para o índice de correção monetária do preço do imóvel, lembre-se que as parcelas serão reajustadas por aquele índice até a quitação integral

 · Verifique a idoneidade do construtor junto ao Procon de sua cidade

 · Visite outros empreendimentos do construtor

 · Verifique se todas especificações do imóvel estão discriminadas no memorial descritivo e/ou no contrato particular

Sobre a ABMH – Idealizada 1999 e mantida por mutuários, a Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH) é uma entidade civil sem fins lucrativos que tem como objetivo difundir as formas de defesa de quem compra imóveis, em juízo ou fora dele, com o efetivo cumprimento dos dispositivos legais. Atualmente, a Associação possui representações em 12 estados, além do Distrito Federal e presta consultoria jurídica gratuita.

Fonte: Ascom/ABMH e Jornal Extra de Alagoas ( 07/09/2015).