Imóvel novo x Imóvel usado

 

 Se você tem planos de comprar sua casa própria, saiba que uma decisão importante a ser tomada o quanto antes é  escolher entre a compra de um imóvel novo ou usado. Para isso, comparar as vantagens e as desvantagens das duas opções é um bom começo!

Depois de listar suas necessidades e desejos para a compra do imóvel e saber qual a faixa de preços para a sua escolha, o primeiro filtro é justamente a idade do imóvel. E são muitas as possibilidades: compra na planta, recém-construídos, usados e antigos.

Cada uma requer atenção a pontos específicos por isso separamos algumas questões que você precisa levar em consideração antes de fechar o negócio!

 Imóveis Usados

No caso da compra de casa  e apartamento usados você deve ficar atento a vários aspectos sobre as condições  em  que se encontram esses imóveis.
É preciso verificar as condições da parte elétrica, da hidráulica, e quaisquer outras instalações (gás encanado, placas solares, captação de água da chuva).

Além isso, também é necessário verificar as condições do próprio imóvel.  As janelas estão em bom estado? O chão tem peças soltas ou bolhas de ar? Tem algum problema no telhado?

O mais interessante é contratar os serviços de um profissional de sua confiança para que ele te ajude a descobrir quais os defeitos e, inclusive, o grau de seriedade deles, com valores gerais para efetuar os consertos e reforma.

Todos esses detalhes vão fazer parte da sua negociação e podem inclusive representar a diferença entre concluir o negócio ou partir para outra opção.

Imóveis novos

Já com os imóveis novos, a preocupação com o estado do imóvel é bem mais tranquila. Afinal de contas, você será o primeiro morador e o primeiro a usufruir de toda a infraestrutura. Aliás, quem compra imóveis novos pode contar com garantias estipuladas em contrato para materiais e serviços executados.

Inclusive, dependendo do empreendimento e se o imóvel foi comprado na planta, é possível obter benefícios, como a escolha da inclusão de pontos de energia, instalação de armário e outros itens customizáveis que a construtora pode oferecer, além da própria pintura dos ambientes. Tudo pode ser negociado!

Além disso, imóveis novos costumam ter preços e linhas de financiamento bem atraentes para quem está em busca do primeiro imóvel.

Pesquise bastante no momento da compra, tire sempre todas as suas dúvidas e liste os prós e os contras. Lembre-se de que esse investimento, seja para imóveis novos ou usados, representam mais do que apenas uma compra : você está escolhendo o ambiente onde vai passar boa parte do seu tempo e onde vai construir suas memórias e lembranças.

Fonte: Caio Vital

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Custo Efetivo Total- CET

O CET é nada mais que a taxa de juros que você irá efetivamente pagar, pois leva em consideração os encargos que estarão embutidos nas prestações. Esses encargos incluem as tarifas,  tributos, seguro e qualquer outro valor que o banco venha a cobrar de você como parte da operação de crédito.

A primeira coisa que  você deve fazer na  hora de financiar um imóvel  é pesquisar, efetivar a comparação e analisar as condições oferecidas para que  você  possa  escolher  a opção que é a mais vantajosa.

Normalmente as pessoas olham apenas para as taxas de juros praticadas por cada instituição, mas o CET –  Custo Efetivo Total  é o mais adequado, pois você terá uma visão mais real de quais são as melhores condições, tendo em vista que incluem tudo.

O que pode ocorrer é que muitas vezes a taxa de juros é inferior, mas as taxas de administração, tarifa de contratação/documentação e seguros envolvidos são mais caros.

Sendo assim, além de comparar os juros praticados no mercado, é importante também comparar o CET de cada banco que você fez a consulta.

Criado pelo Banco Central, por meio da Resolução 3.517 do Conselho Monetário Nacional, alterada pela Resolução 3.909, entrou em vigência em 03/03/2008, visando dar maior transparência às operações de crédito, como empréstimos, financiamentos e leasing.

Os Bancos, previamente à contratação de operações de crédito imobiliário, devem informar o custo total da operação, expresso na forma de taxa percentual anual.

A comparação e pesquisa podem parecer trabalhosas, mas são muito importantes, pois o financiamento habitacional é de longo prazo, e as condições de contratação valerão por todo o prazo do financiamento, assim quanto menor o custo melhor será para você!

Portanto, fique atento ao Custo Efetivo Total, o  CET !!!

Fonte: Caio Vital

Lar doce lar: casa ou apartamento ?

Até  pouco  tempo atrás, morar num prédio era decididamente  mais seguro do que qualquer outro tipo de moradia.

No entanto, atualmente, muitas casas, tanto avulsas quanto de condomínios, já são capazes de oferecer serviços de segurança tão eficientes quanto os de um prédio, através da tecnologia  já existente no mercado.

Decidir entre casa e apartamento não é uma questão unicamente financeira  ou de segurança. O estilo e preferência de cada pessoa ou família contam muito para essa decisão, já que os dois tipos de moradia possuem características bem diferentes uma da outra.

CASA: AS VANTAGENS

  • Você pode comprar uma casa já construída ou projetar e construir de acordo com o que tem em mente para a sua casa ideal.
  • Tem a possibilidade de ter uma área de lazer individual (como um jardim, churrasqueira ou até piscina).
  • Pode ter animais de estimação sem restrições e ter mais espaço para eles (além de poderem ter um porte maior, não terá tantas preocupações com latidos ou barulhos – uma preocupação constante e muito limitativa nos apartamentos).
  • Pode fazer obras de manutenção ou remodelação sempre que pretender sem estar limitado pelos horários de obra estabelecido pelo condomínio (como acontece em apartamentos).
  • Tem maior privacidade, maior liberdade e  terá menores preocupações com os barulhos e, em princípio, não ouvirá os sons que vêm das casas dos vizinhos.

CASA: AS DESVANTAGENS

  • Normalmente as moradias independentes são mais caras
  • Têm custos de manutenção superiores (com os jardins, por exemplo)
  • Se você tem por hábito ou necessidade de viajar com frequência, a segurança da casa pode ser um problema. Isto porque terá que deixar a casa sozinha,  para evitar problemas pode ter que encontrar alguém para cuidar da casa na sua ausência, instalar um sistema de alarme e até fazer seguro dos seus bens , é o mais aconselhável  .

APARTAMENTO: AS VANTAGENS

  • O preço: quando comparado com os preços de casas, por norma os apartamentos tendem a ser mais baratos
  • Oferecem uma maior segurança do que uma casa, visto que muitas vezes possuem porteiro e/ou sistema de segurança (câmaras e intercomunicadores)
  • Têm custos de manutenção mais baixos
  • Podem ser adquiridos já finalizados e prontos a habitar (bastando mobilar) ou se pretender pode comprar ainda na fase de planta e aguardar a data da entrega. Neste último caso há construtoras que permitem a alteração de alguns detalhes
  • Oferecem maior possibilidade de fazer novas amizades e conhecimentos, através dos vizinhos a viver no mesmo empreendimento. Pode ser particularmente interessante para quem muda para uma cidade diferente, onde não conhece ninguém.

APARTAMENTO: AS DESVANTAGENS

  • Tem de pagar condomínio
  • O apartamento oferece menos privacidade do que uma casa nomeadamente na utilização das partes comuns (como piscinas, ginásios, jardins, etc.).Todos estes espaços são de uso comum de todos os condóminos, o que obriga ao cumprimento de determinadas regras pré-estabelecidas
  • Liberdade reduzida, ou nula, para fazer modificações na fachada . Terá de obedecer às regras do condomínio para efetuar obras de remodelação e manutenção
  • Está sujeito ao barulho dos vizinhos e tem que ter maior cuidado com o barulho que faz (ter animais de estimação pode obrigar a cuidados redobrados, por exemplo)
  • Tem que participar em reuniões de condomínio para decidir questões relacionadas com o mesmo (pagamento de taxas, realização de obras, reformas, etc.).

 

Antes de fechar qualquer negócio, você deve analisar as vantagens e desvantagens que cada moradia oferece e escolher a opção que melhor combina com suas necessidades e expectativas.

 

Fonte: Caio Vital

Descubra 3 formas de comprar o seu primeiro imóvel

post-pronto-3A compra da casa própria continua sendo o sonho da maioria dos brasileiros. No entanto, os elevados preços dos imóveis  e o compromisso de um financiamento de até 30 anos acabam desanimando muita gente. No entanto, existem outras formas para a compra da casa própria que pode ser mais acessível para você.

As três principais modalidades de compra de imóveis são financiamento, consórcio ou leilão. Todas têm suas vantagens e desvantagens, e a escolha vai depender do seu perfil como comprador. Por isso, comprar casa, apartamento, sítio ou até um terreno requer atenção redobrada e pesquisa minuciosa para optar pela melhor alternativa, ou seja, a forma que for mais condizente com você e sua família.

1- Financiamento é para quem quer se mudar imediatamente

Financiar um imóvel é seguro, mas sai caro.  Afinal, os bancos no Brasil operam com taxas de juros elevadas, o que faz o valor final a ser pago ser muito superior ao original. Por outro lado, existe uma maior oferta pelas imobiliárias e rapidez para receber o bem. Ou seja, para quem pretende se mudar rapidamente o financiamento pode ser a melhor opção.

Mas mesmo parcelado, o comprador deve desembolsar um bom recurso inicial para obtê-lo, geralmente 30% do valor final. A vantagem é poder usar o saldo disponível do FGTS para abatimento de parte ou toda esta dívida inicial.

2- Leilão de imóveis garante descontos atraentes

Sabemos, que é possível arrematar propriedades com descontos que podem chegar a 40%. Por outro lado, a oferta disponível tende a ser menor, e o interessado deve tomar cuidado com alguns detalhes, como o fato de o imóvel estar ou não ocupado ou contestado judicialmente.  Os descontos são bastante atraentes, mas esta modalidade pode não ser indicada para quem pretende habitar o imóvel em curto prazo.

Para fugir de surpresas indesejadas, é necessário ainda estar acompanhado de uma boa assessoria jurídica, além de buscar empresas renomadas no mercado..

Portanto, primeiro é preciso saber porque o imóvel foi a leilão. Ele pode estar disponível para ser arrematado por interesse do próprio vendedor ou ainda por questões judiciais. Um exemplo comum, nesta época de crise, é a inadimplência dos financiamentos bancários, condomínios, etc.

Antes de dar o lance, o que pode ser feito via internet, descubra a situação da propriedade a ser adquirida, se ela está ou não ocupada, e, principalmente, se está associada a alguma dívida ou contestação de antigos ou do atual proprietários. É importante fazer uma varredura.

Outra dica é visitar pessoalmente o imóvel antes de realizar um lance no leilão online. Em caso de estar ocupado, é importante buscar informações por outros meios, seja com o proprietário atual, ou ainda com vizinhos.

3- Consórcios é adequado para quem pode esperar

Os consórcios também são atrativos, ficando na segunda colocação no quesito preço. Mas o tempo de espera pode ser grande se não tiver o valor necessário para ofertar lance ou ser contemplado no sorteio. E caso tenha, é bom se lembrar que no leilão a compra pode sair até 40% mais barata.

Entre as vantagens do consórcio, no entanto, estão a possibilidade de usar o FGTS e a taxa de administração, inferior ao pago pelos juros do financiamento. Sem contar que não é necessário pagar um valor de entrada.

Portanto, se a procura for por preço, prefira o leilão, depois o consórcio e, por fim o financiamento. Se você estiver inseguro ou indeciso, procure  visitar vários imóveis até encontrar o imóvel  que você quer e a escolha deve ser pelo financiamento. Agora, se você não está com pressa, mas também você não tem dinheiro para os custos iniciais, o consórcio é a melhor saída.

Fonte: Caio Vital

Carta de crédito imobiliário ? Entenda como Funciona!

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O que é uma Carta de Crédito

É um documento utilizado por consumidores que desejam comprar algum bem. O instrumento não se restringe apenas aos negócios imobiliários.

No Brasil, este mecanismo financeiro é utilizado, por exemplo, no mercado de consórcio. Neste caso, o cliente contemplado recebe uma carta no valor do bem e vai adquiri-lo por conta própria.

A carta de crédito é emitida por um banco, chamado na operação de “banco emissor”. Ela é a garantia que o “solicitante” da carta tem uma determinada quantia de dinheiro disponível para realizar a transação. Para usar este crédito o solicitante tem um prazo fixo definido no instrumento.

Atenção: muitas pessoas negociam cartas de crédito no mercado paralelo. Não recomendamos que você negocie neste mercado, mas caso você decida fazer assim, tenha sempre muita atenção neste tipo de transação, porque existe muita falsificação neste segmento. Não acreditem em dinheiro fácil, as oportunidades que parecem boas demais para serem verdades são a porta de entrada dos golpes. Por isso, cerque-se de profissionais qualificados e reconhecidos no mercado para obter informação e orientação.

O que é uma Carta de Crédito Imobiliário

No caso específico da carta de crédito imobiliário, ela pode ser usada para comprar ou para reformar um imóvel. Adicionalmente, pode também ser utilizada para a compra de material com objetivo de reformar ou construir.

Como obter a Carta de Crédito Imobiliário para comprar um imóvel

O primeiro passo neste caso é escolher o banco onde você vai solicitar a emissão da carta de crédito, que será o mesmo banco no qual você vai pagar as prestações referentes a este empréstimo.

A principal dica aqui é pesquisar: visite vários bancos e converse com os gerentes. As taxas de juros cobradas e as taxas administrativas variam de banco para banco. Assim, investir tempo em uma pesquisa pode efetivamente significar uma redução na dívida que vai contratar.

Se você pretende “adquirir” uma carta por consórcio, a dica da pesquisa é igualmente importante. Compare os planos e as suas taxas administrativas. Este tipo de negocio nunca deve ser realizado de forma impulsiva.
O processo para entrar com o pedido varia um pouco de acordo com cada instituição financeira. De maneira geral, a documentação necessária envolve seus documentos pessoais, documentação para comprovação de renda e também documentação referente ao imóvel.

Ter uma carta de crédito na mão no momento da compra do imóvel pode facilitar inclusive o processo de negociação. Para o vendedor do imóvel a carta é a garantia que o comprador tem crédito disponível no banco e assim efetivamente pode realizar a compra desejada. Adicionalmente, do ponto de vista do vendedor, o tempo de recebimento do dinheiro é quase como um pagamento à vista.

Durante o processo de compra, assim como em outras modalidades de financiamento, o banco emissor vai entrar no fechamento da operação de compra, porque o imóvel comprado com a carta permanece hipotecado até que você pague todas as prestações contratuais.

Fonte:  Viva Real/ Blog /http://www.vivareal.com.br/

Rumo à sua casa própria – passo a passo

    Veja que cuidados tomar na hora de fazer o financiamento: Post para o Blog

1º PASSO – PLANEJAMENTO E FINANÇAS

Comece definindo quanto consegue pagar. Mesmo que ainda não tenha escolhido o imóvel, é possível  enviar uma proposta de carta de crédito para agilizar o processo com o banco. Nessa fase você pode acessar os simuladores para ver o valor máximo que consegue pagar.

2° PASSO – ANALISAR A SITUAÇÃO DO IMÓVEL

Na sequência o caminho é definir o imóvel através de um profissional credenciado, ou seja, um corretor de sua confiança e de preferência que ele possua presença online, isso irá proporcionar maior praticidade nessa hora. Ele ficará responsável em verificar a documentação, se o imóvel está quitado, certidões negativas, matrícula atualizada, negativa do condomínio, de IPTU.

3º PASSO – FIQUE ATENTO AO CET 

O CET nada mais é do que o Custo Efetivo Total do Financiamento, ou seja , vai mostrar além dos juros, taxas extras e seguros que compõem as prestações. O CET varia de banco para banco, por esse motivo deve ser pesquisado.

4º PASSO – CONSIGA O CRÉDITO

É importante fazer várias simulações e ver  as taxas de juros e condições de cada banco para depois decidir qual é a melhor escolha. Depois disso é hora de reunir os documentos para conseguir o crédito. Leve junto ao banco a promessa de compra e venda.

5º PASSO – ANÁLISE TÉCNICA  

Em seguida, os engenheiros do banco fazem uma vistoria técnica no imóvel. Se for comprado na planta, será preciso obter o habite-se feito pela prefeitura.

6º PASSO – DESPESAS EXTRAS 

Se o banco aprovar o crédito será emitido o contrato de financiamento. Você terá que pagar o ITBI, o imposto de Transmissão de Bens e imóveis. Também é preciso verificar a situação do vendedor, se ele não está impedido juridicamente de fazer o negócio.

7º PASSO –  DESCONTO NO CARTÓRIO

A documentação deve ser levada no cartório de registro de imóveis. Os emolumentos estão em cerca de 100 e 2 mil reais. A boa notícia é que no registro do primeiro imóvel  você pagará só a metade da taxa, se for pelo SFH (Sistema Financeiro Habitacional)

8º PASSO – LIBERAÇÃO DO CRÉDITO

A fase final é enviar uma via do contrato registrado ao banco. A instituição bancária tem 5 dias para liberar o valor ao receber o contrato registrado. Depois é só pegar as chaves do imóvel.

VAI COMPRAR SEU PRIMEIRO IMÓVEL? SAIBA QUE DOCUMENTOS PRECISA APRESENTAR

O processo é burocrático, portanto esteja preparado e conheça o passo-a-passo.

Comprar a casa própria é realmente uma grande conquista. Mas também é um momento que exige paciência para resolver os trâmites burocráticos. Segundo o gerente de vendas online da construtora MBigucci, Lucas Ocampo Striani, o primeiro passo é escolher o empreendimento e definir a forma de pagamento. “Depois disso, ele tem de apresentar os documentos pessoais e do cônjuge, se houver”, explica. São necessários RG, CPF, certidão de estado civil, comprovante de endereço, comprovante de renda e imposto de renda.

Com os documentos em mãos e a proposta de compra preenchida em formulário específico, dentro da imobiliária isso é passado para o departamento administrativo de vendas fazer uma análise de crédito. “Isso é necessário para ver se o cliente tem restrições cadastrais em seu nome e se tem condições de comprar um imóvel naquele valor”, detalha Striani.

Com a análise feita, em caso de aprovação, toda documentação é usada para a elaboração do contrato – com todas as cláusulas, forma de pagamento, descrição do imóvel, metragem, planta e memorial descritivo. Mas a burocracia não para por aí. É preciso também verificar se o vendedor ou o imóvel é alvo de alguma ação que possa impedir a venda.

Por exemplo, se o vendedor tiver dívidas, ele deve comprovar que tem patrimônio para cobri-las antes de vender seu imóvel. O imóvel pode também ter dívidas com IPTU e condomínio, e o comprador pode ter de arcar com elas.

É importante que os documentos estejam atualizados, emitidos até 30 dias antes de lavrar a escritura, uma vez que eles têm validade curta. Além disso, o Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) precisa estar pago.

Como alguns documentos são pagos e não são baratos – principalmente os emitidos por cartórios – o ideal é fechar toda a negociação antes de solicitá-los.

Documentação do vendedor: – RG e CPF: documentos básicos de identificação. – Certidão de casamento ou união estável com regime de bens, se houver: ainda que o vendedor esteja vendendo um bem particular, que é só dele, o seu cônjuge ou companheiro em geral precisa manifestar que está ciente da venda. – Certidões negativas (principais): de protestos (obtidas em cartórios); de ações cíveis e criminais (obtidas no site da Justiça Federal); de execuções fiscais estadual e municipal (geralmente obtidas nos sites das respectivas secretarias de fazenda); de quitação de tributos federais (obtida no site da Receita Federal); de ações trabalhistas (obtida no site do Tribunal Superior do Trabalho); e de interdição, tutela e curatela (obtida em cartórios de registro civil das pessoas naturais e de interdições e tutelas). Essas certidões comprovam que o vendedor e seu cônjuge ou companheiro não têm dívidas tributárias, trabalhistas, não estão sendo processados e não estão interditados judicialmente, o que os impediria de vender o imóvel por conta própria. As certidões emitidas online são gratuitas.

Documentação do imóvel: – Matrícula atualizada: é preciso solicitar no cartório de registro de imóveis uma matrícula atualizada com uma certidão de ônus reais, para verificar se o imóvel em si não está sendo afetado por uma ação. A matrícula com a certidão de ônus trará o histórico completo do imóvel, incluindo alienações passadas, comprovação de propriedade e averbação da construção, que atesta qual é o tipo de construção feita naquele terreno e suas possíveis alterações que devessem ser documentadas. – Certidão de situação fiscal/IPTU: obtida na Prefeitura, mostra se o imóvel tem dívidas municipais, como o IPTU. Em algumas cidades, a certidão já pode ser emitida pela internet. – Declaração de inexistência de débitos condominiais: em caso de imóveis que fazem parte de um condomínio é necessário pedir esse documento para o próprio síndico ou para a administradora do local. Imóvel em inventário

Imóveis deixados de herança para alguém precisam de autorização especial para a venda. Os documentos são: – Caso haja um menor de idade como herdeiro, é necessária autorização de venda pelo Ministério Público. – Cópia autenticada do atestado de óbito. – Cópia autenticada do formal da partilha, documento do qual constam o imóvel e os herdeiros. – Certidão negativa vintenária de ônus reais. Fonte: Revista ZAP IMÓVEIS ( 13/05/2014).

Aprovação do Crédito para Aquisição de um Imóvel

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O “Programa Minha Casa Minha Vida” atende famílias que têm renda mensal de 1 a 3 sálarios mínimos e o valor do imóvel é até 90 mil é o que afirma Antonio Eduardo Miziara, Gerente Geral da  Caixa Ecomica Federal de Monte Alto – SP.

Para efetivar o financiamento, é necessário ir a uma agência bancária para que seja verificado se o interessado na compra do imóvel tem condições para obter o crédito. Para isso, é exigida uma série de documentos, que serão avaliados. “Após a aprovação, será verificado se o imóvel preenche os requisitos de financiamento e se se enquadra no valor da compra”, informa Miziara.

Concluída a avaliação, o gerente diz que a instituição fará as análises finais e a agência providenciará o contrato para assinaturas do vendedor e comprador. “O prazo médio para a contratação é em torno de 45 dias e, caso haja utilização do FGTS, poderá ser prorrogado. Assinado o contrato, o comprador deverá pagar o Imposto de Transmissão de Imóveis (ITBI) para o registro do contrato no cartório de imóveis.”

Depois de efetuar o pagamento, é preciso realizar todos os trâmites necessários no cartório da região, que devolverá o contrato registrado em um prazo de sete a 10 dias, de acordo com Miziara. “O contrato deverá ser entregue em sua agência, juntamente com a matrícula original – que consta no registro da garantia –, a cópia da alienação fiduciária e a cópia da guia quitada do ITBI para que haja a liberação do valor financiado ao vendedor. Além do ITBI, o comprador terá de pagar taxas de escrituração, de registro e cartório.”

Fique de olho

Documentação do comprador: 

» Certidão de nascimento ou casamento
» Certidão conjunta negativa ou positiva com efeito de negativa de débitos relativa
a tributos federais e dívida ativa da União (www.receita.fazenda.gov.br)
» Declaração de Imposto de Renda e Recibo de Entrega
» Carteira de trabalho
» Último contracheque
» Extrato da conta vinculada do FGTS
» Declaração do empregador
» Solicitação de movimentação de conta vinculada ao FGTS
» Declaração negativa de propriedade do imóvel
» Declaração de isenção de Imposto de Renda
» Contracheque que contenha o local da ocupação principal/local onde trabalha atualmente ou declaração do empregador
» Comprovante de residência de que mora no imóvel há, pelo menos, um ano, com vencimento no mesmo mês
» Formal de partilha devidamente registrado, se for o caso
» Autorização de débito
» Requerimento para débito em conta

Fonte: Associação Brasileira de Mutuários da Habitação (ABMH)