10 DICAS IMPORTANTES PARA ESCOLHER UM ARQUITETO

Hoje em dia, escolher um arquiteto é uma tarefa muito comum. Quase ninguém compra um lote, uma casa ou um apartamento e parte direto para mudança sem modificar alguma coisa. Seja construção, ou reforma, contratar um arquiteto é sinônimo de economia e não de gasto!

É importante saber que com um projeto bem feito, por um arquiteto, você consegue dimensionar melhor o tamanho do imóvel para o valor que tem para investir e reduzir as surpresas que vai ter pela frente. Consegue encontrar opções mais econômicas para as necessidades do seu dia-a-dia na casa com soluções mais modernas e práticas.

img_3972Portanto,  vale a pena  contratar o projeto para sua casa , não é mesmo? Mas e agora? Como escolher?

Não existe regra infalível, mas para facilitar a sua árdua jornada e tentar deixar as coisas um pouco mais seguras para você, aqui estão 10 dicas importantes para te ajudar a escolher o seu arquiteto do coração!

10 DICAS IMPORTANTES PARA ESCOLHER SEU ARQUITETO

1. Saiba com quem conversar!

Para escolher seu arquiteto faça uma lista com profissionais de que gosta ou que queira conhecer. Busque indicação de amigos, portfólios em sites e revistas, referências em associações de arquitetos, visite mostras de decoração…

2. Saiba quanto você pode gastar!

Existem variadas modalidades de remuneração por projeto. O valor pode ser calculado sobre a área construída, percentual sobre o custo da obra ou hora técnica. Tenha uma previsão da área que pretende construir na hora de orçar o projeto, vai facilitar sua vida. Se precisar de uma base para referência de preços, pode encontrar uma tabela de honorários no site do CAU (Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil) .

3. Defina a sua real necessidade

Os arquitetos são habilitados a atuar na avaliação do terreno, projeto arquitetônico, detalhamento de interiores, projeto luminotécnico, paisagístico, aprovação na prefeitura, acompanhamento e até o gerenciamento da sua obra, sem falar nas consultorias. É importante que você saiba de quais serviços precisa, para não contratar demais, nem de menos e assim fazer uma boa negociação.

4. Tenha afinidade com o portfólio do profissional escolhido

É importante que antes de seguir para a escolha do arquiteto, você tenha em mente de qual estilo gosta. Assim poderá dar atenção especial ao portfólio dos profissionais e escolher aqueles que têm uma estética parecida com a que você deseja.

5. Verifique se o arquiteto possui registro no Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU)

Você vai precisar de um arquiteto com registro para fazer a aprovação do projeto na Prefeitura.

6. Desconfie de pré-projetos antes da contratação

Nenhum profissional trabalha de graça, projeto pré-contratação é projeto pronto da internet, de antemão já demonstra pouca atenção do profissional para com as suas necessidades. Nada contra projetos prontos da net, alguns são incríveis, mas contratar um arquiteto, é ter um projeto pensado para você e não uma adaptação de projeto pronto.

7. Faça reunião presencial

É importante que você e o profissional tenham afinidade, pois conviverão por meses ao longo do projeto.  Faça uma  reunião presencial, para verificar se  realmente atende suas necessidades para o projeto.

8. Visite alguma obra que o arquiteto tenha feito

Estar dentro do ambiente vai te dar uma dimensão melhor da qualidade do projeto, principalmente se você pretende contratar o acompanhamento de obra.

9. Converse com o arquiteto sobre a Reserva Técnica

Se for contratar o acompanhamento ou gerenciamento da sua obra, converse com o arquiteto sobre a Reserva Técnica. A reserva é uma prática do mercado, na qual algumas empresas oferecem uma comissão para os arquitetos na indicação de clientes. Muitos arquitetos repassam parte dessa bonificação para o cliente, não é uma obrigatoriedade, mas se existe a possibilidade é importante ter clareza no acordo.

10. Não contrate sem a proposta de serviço

É na proposta de serviço que ficam detalhadas todas as etapas do trabalho contratado, a data para entrega de cada etapa e seus respectivos valores. É importante também que na proposta de serviço esteja discriminada a quantidade de visitas que serão realizadas durante a execução da obra.

Profissional perfeito, assim como pessoa perfeita, é algo que não existe. O que você pode encontrar é o profissional mais adequado para o seu projeto, seu gosto e seu bolso. O melhor, nem sempre é o mais caro ou o mais famoso.

Quanto mais você souber, sobre o que você pode e quer fazer na sua obra, mais perto você vai estar de fazer a escolha certa do profissional para te acompanhar. Só de estar aqui, agora, lendo esse texto, você já demostra que está mais próximo de a fazer uma escolha mais consciente e portanto mais acertada!!!

Fonte:  Caio Vital

https://caiovital.com/2016/11/20/quem-escolher-arquiteto-ou-engenheiro/

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Quem escolher: Arquiteto ou Engenheiro?

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Quem escolher: Arquiteto ou Engenheiro?

Já me fizeram essa pergunta várias vezes, e eu sempre costumo dar a mesma resposta: de preferência os dois! Mas depende do seu projeto…

O engenheiro pode assinar um projeto arquitetônico da mesma forma, o arquiteto pode gerenciar uma obra, função que normalmente é do engenheiro.

Portanto, para fins de responsabilidade legal, tanto o arquiteto quanto o engenheiro podem ser assumir a responsabilidade técnica pelos projetos, execução e fiscalização das obras.

A verdade é que eu acredito que o ideal seria contratar os dois porque são profissionais complementares em uma obra, mas existem algumas exceções que realmente não precisam de ambos. O importante é saber exatamente o que cada profissional tem a oferecer e em que a contratação vai te beneficiar, assim fica fácil de decidir.

Arquiteto

O arquiteto é focado na parte humana da construção que irá trabalhar na elaboração da planta, entorno e fachada. Também irá fazer  uma boa distribuição dos espaços de forma racional, com foco em questões relacionadas à estética, ergonomia, iluminação, ventilação, insolação e ideias ligadas ao paisagismo e design de ambientes.

A formação em arquitetura envolve tanto conhecimentos como conforto ambiental e história da arte, quanto conhecimentos da área da Engenharia. Contudo, as disciplinas da engenharia não são tão aprofundadas, pois tem por objetivo apenas habilitar o profissional a verificar antecipadamente se o seu projeto é viável.

Engenheiro Civil

O engenheiro civil tem por função encontrar as melhores soluções técnicas para a implantação do projeto do arquiteto. Cabe ao engenheiro fazer o cálculo para que toda a estrutura da construção seja viável e segura, dimensionar a fundação, as vigas e as colunas, calcular a distribuição das forças e cargas, especificar a resistência dos materiais a serem utilizados na obra visando à economia e estabilidade da construção, além de atuar com os projetos complementares (elétrico, hidraúlico , entre outros).

A formação em engenharia civil, apresenta uma base mais sólida em ciências exatas, com várias disciplinas focadas em matemática e física.

De uma vez que ficou especificado a função de cada um, fica fácil saber de qual profissional você vai precisar. Por exemplo, se você  for fazer uma reforma que não impacte na estrutura do imóvel, só precisa do arquiteto; se você for fazer um reforço na estrutura da sua construção, só precisa do engenheiro e se for construir uma casa do zero ou fazer uma grande ampliação, aí você precisa dos dois!

Fonte: Caio Vital

 

Casa própria é o sonho de consumo para 30% dos brasileiros

Happy family near new house.

Três em cada dez brasileiros (30%) têm como principal sonho de consumo comprar uma casa ou mobiliar e reformar o imóvel próprio, de acordo com pesquisa divulgada recentemente pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) para traçar o perfil comportamental e hábitos do consumidor.

Mas, além da questão patrimonial, a pesquisa constata que muitos consumidores são movidos por impulsos, e não têm maiores cuidados em relação a só gastar dentro dos limites do próprio orçamento. Caso, por exemplo, dos 47% de entrevistados que admitiram ter comprado, por impulso, algum produto que nem sequer chegaram a usar.

A questão orçamentária não inibe também os 62% que, antes mesmo de receber o salário, já pensam nas compras supérfluas que farão no mês seguinte, nem os 59% que se presenteiam apenas porque “eu mereço”. O mesmo percentual dos que admitem ter ficado “no vermelho” porque compraram algum bem sem necessidade imediata.

mina comprabdo via internet

Tem, ainda, os que são movidos pela aparência. Caso dos 33% que confessaram ter dado presentes acima de suas posses para impressionar; dos 43% que quando compram um produto recém-lançado, fazem questão de exibir a novidade; ou dos 21% que em companhia de amigos ou parentes em compras, extrapolam o próprio orçamento apenas para “não fazer feio”.

Também segundo a pesquisa, realizada com 610 entrevistados em 27 capitais brasileiras, o percentual dos brasileiros que planeja o investimento para moradia sobe para 32%, entre os  entrevistados das classes C,D e E.

Já os de maior renda, realizar uma viagem desponta como o principal sonho de consumo, por 18% dessas pessoas porque a viagem é vista de vivenciar novas experiências, enquanto os de menor renda a casa própria representa segurança e independência.

Na avaliação do gerente financeiro do SPC Brasil, Flávio Borges, a tendência ao consumo imediatista e impulsivo por uma parcela expressiva da população é reflexo das recentes alterações na estrutura de renda do brasileiro e no acesso ao crédito.

“Com desemprego em baixa e reajustes salariais acima da inflação, temos assistido a uma crescente inserção do consumidor ao mercado de crédito, o que garante mais poder de compra. O problema é que a melhora da condição financeira da população nem sempre vem acompanhada de uma maior consciência sobre como gastar esse dinheiro“, explica Borges.

De igual maneira, em cada dez entrevistados, pelo menos seis (59%) admitem que já ficaram no vermelho por adquirir algum bem que não precisavam ter comprado. Segundo Borges, esse comportamento contribui para o elevado nível de endividamento (comprometimento do orçamento com dívidas a pagar) da população.

“Várias das conclusões do estudo reforçam a constatação de que o brasileiro tem satisfação em gastar o seu salário logo que recebe. Com uma visão mais imediatista para a realização de seus sonhos e desejos, ele acaba pagando a mais em forma de juros embutidos nos financiamentos. Isso explica o fato de o Brasil ser um dos países que menos poupam no mundo”, diz Borges.

Novos hábitos e sonhos de consumo

Entre os principais gastos declarados que os entrevistados tiveram ao longo de 2013, a maior parte se refere á itens básicos de primeira necessidade, como alimentação (67%) e moradia (49%).

Os eletrodomésticos da chamada linha branca, como geladeira, fogão, máquina de lavar e micro-ondas, que com as desonerações fiscais nos últimos anos passaram a ser comercializados a preços mais baixos, foram citados pelos entrevistados como os principais itens de consumo que passaram a fazer parte das listas de compras em 2013 (12% dos casos).

Já em relação ao planejamento para compras futuras, três em cada dez brasileiros (30%) tem como seu principal sonho de consumo adquirir a casa própria ou reformar e mobiliar o imóvel que já possuem.

5 Dicas de Documentação na hora de construir

Para maioria das pessoas, construir ou reformar uma casa, a principal preocupação é lidar com a questão do custo financeiro .

casal planejando

Além de planejar custos, projetar o resultado arquitetônico esperado, existem uma série de questões legais para as quais os proprietários precisam estar atentos para evitar que sua residência, ou empreendimento comercial, venham a ter problemas junto aos órgãos públicos responsáveis pela regularização imobiliária. Sobre este tema, segundo especialistas, destacamos 5 dicas essenciais que abrangem os cuidados necessários, em termos de documentação, que devem ser tomados por quem está construindo ou realizando uma reforma.

1 -Projeto adequado – É imprescindível a contratação de um engenheiro ou arquiteto especializado em reformas, pois este profissional terá condições de elaborar o projeto de reforma de acordo com as leis e normas técnicas estabelecidas pelos órgãos públicos locais, evitando assim problemas legais no futuro.

2 -Processo de aprovação – Depois de finalizado o projeto para a reforma ou construção, é preciso encaminhá-lo para aprovação junto à prefeitura municipal. Para que o processo ocorra de maneira assertiva e sem grandes dores de cabeça para o proprietário, é importante a consultoria de uma empresa especializada, que já conhece os trâmites legais e burocráticos e pode garantir maior sucesso à ação.

3  -Mão-de-obra – As pessoas que trabalharão no dia-a-dia da obra também precisam ser especializadas e de confiança. Além disso, é importante que sejam permanentemente acompanhadas por um engenheiro ou arquiteto que gerenciem o trabalho e garantam que tudo sairá conforme acordado.

4  -Documentação – Após a conclusão da obra é preciso solicitar junto à prefeitura o “Habite-se”, documento que comprova legalmente que o imóvel foi construído de acordo com o aprovado. Além disso, também é preciso levar o projeto do imóvel e o “Habite-se” para averbação (declaração) no registro de imóveis. Na cidade de São Paulo, esse documento já é obtido on line.

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5  -Laudos especiais – No caso dos imóveis comerciais, é importante não esquecer que também é preciso obter com os órgãos públicos outros laudos e aprovações que são obrigatórios para o funcionamento dos estabelecimentos, tais como: vigilância sanitária, bombeiros e órgãos ambientais.